História Do I Wanna Know? - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Aaron Carpenter, Acacia Brinley, Magcon
Personagens Aaron Carpenter
Tags Aaron Carpenter, Acacia Brinley, Amizade, Magcon, Romance
Exibições 440
Palavras 1.644
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


LEIAM AS NOTAS FINAIS

Capítulo 32 - I love my girl.


Fanfic / Fanfiction Do I Wanna Know? - Capítulo 32 - I love my girl.

Emma point of view:

Seis meses depois.

 

Tinha se passado seis meses desde a morte dos meus pais. Aparentemente os dois estavam brigando antes do carro bater, e o meu pai tinha morrido instantaneamente após o impacto. Minha mãe tinha passado uma semana na UTI, mas o caso dela era muito grave e os médicos não acreditavam em uma recuperação, e eles deixaram isso bem claro.

Foi difícil ver a minha mãe toda machucada, os olhos fechados em uma expressão de dor, e tubos que saia do seu corpo ajudando ela a continuar respirando e outras coisas mais para a sua sobrevivência. Eu ainda tive que lidar com o enterro do meu pai, quando o que eu realmente queria era me esconder do mundo e sofrer em silêncio. Mas eu não me permiti isso. Eu só tinha chorado quando soube do acidente. Depois disso, parecia que tinha algo me impedindo de fazer isso.

E quando no fim, chegou o momento de dizer adeus a minha mãe, também não consegui chorar. Eu queria, talvez as lágrimas alivia-se o peso em meu coração.

Aaron tentou com que eu me abrisse com ele, mas simplesmente nada saia. Eve também tentou e foi  uma tentativa frustrada. Marie disse que era o choque, o misto de sentimentos confusos e quando a ficha realmente caísse, eu conseguiria realmente sentir a perda deles.

Mas já se passaram seis meses e eu continuo aqui, com esse sentimento esmagador que não vai embora nunca e tentando seguir com a vida.

A escola tinha terminado. Eu não sabia se queria fazer faculdade agora e por isso estava adiando a decisão. Os meus pais tinham deixado tudo para mim no testamento deles, e quando o advogado conversou comigo sobre o assunto, foi quando eu percebi o quão rico os meus pais eram. Eles tinham conseguido triplicar a herança que a minha avó paterna tinha deixado. E além disso, o meu pai tinha ações que rendia bastante ao ano e imóveis da família. Isso tudo somado, era muita coisa e só aumentava com o passar do tempo. Meu pai sabia ser fútil, mas eu não podia negar que ele era inteligente e que comandava muito bem os seu negócios.

Quando o testamento foi lido, eu era de menor, não podia mexer diretamente no dinheiro. Marie tinha ficado como guardiã, o que agradeci, mas esse fato mudou tinha quatro meses. Eu tinha feito dezoito anos e tive que aprender a lidar com a fortuna que eles tinham deixado. Contei com ajuda do advogado da família e o contador do meu pai. Eles continuaram trabalhando, a diferença é que era para mim agora.

O meu namoro com Aaron estava bem. Nós tínhamos conseguido passar por entre todos os problemas e isso só fortaleceu ainda mais o nosso relacionamento. Nós nos completávamos de um jeito maravilhoso. Nos amamos loucamente e isso era o suficiente para mim.

Charlie estava vindo morar aqui, Ethan finalmente tinha me contado sobre o relacionamento confuso dos dois. Eles acabaram percebendo que estavam apaixonados, e depois de longas conversas, e o fato que Charlie queria voltar para cá. A decisão foi tomada rapidamente, minha amiga viria fazer a sua faculdade aqui. Moraria com Ian, por enquanto. E daria uma chance ao romance entre ela e Ethan. Eu estava muito feliz pelo dois.

Eve e Ian continuava em pé de guerra, o que eu achava bonitinho, pois os dois se amavam muito, e continuava a brigar por pequenas coisas e logo estavam os beijos. Os dois combinavam muito. Foram feitos um para o outro e isso era lindo de se presenciar.

Melanie e Colin continuavam os mesmos. Mel iria fazer faculdade de psicologia e Colin estava indeciso sobre o que fazer. A vida tinha continuado para todos eles, e eu ficava feliz ao ver cada um com o seu projeto, feliz a sua maneira. Amadurecendo e se tornando pessoas maravilhosas que tive o prazer de ver crescer e de ter por perto.

Tudo estava ótimo, mas eu ainda sentia o peso no meu coração. E mesmo quando ria, havia uma nostalgia profunda que ameaçava me sufocar. Era a lembrança dos meus pais. A mágoa que eu ainda nutria e o sentimento de perda.

 

Duas semanas depois.

 

Eu acordei chorando. Era um choro dolorido, perdido e confuso.

Aaron acordou assustado, ele dormia na minha casa com frequência e aquela noite não tinha sido diferente. Ele não me perguntou nada, só me abraçou apertado. Me passando segurança e conforto com a sua presença;

O choro eventualmente abrandou. Eu ainda continuava agarrada a Aaron, como se ele fosse a minha âncora. Eu finalmente tinha sentindo a perda dos meus pais, eu não queria mais guardar ressentimentos que não me levariam a nenhum lugar bom. Eles tinham me amado do jeito deles e mesmo que isso não tivesse sido o suficiente, eu teria que aprender a lidar com isso.

- Tudo vai ficar bem. - Aaron murmurou.

E eu realmente queria que ele estivesse certo. Talvez agora, eu pudesse me sentir mais aliviada. Conseguisse lidar a pequena parte de mim que estava quebrada.

 

Cinco meses depois.

 

Ninguém iria me tirar daquele sofá. Estava mortalmente frio lá fora e mesmo com o aquecedor no máximo, eu ainda estava sentindo um pouco de frio.

Tínhamos decididos que as férias desse ano seria em algum lugar frio, Eve deu a ideia de ser em Aspen e aqui estamos nós. Os meninos tinham saído para esquiar, eu tinha aproveitando para ficar de preguiça toda empacotada deitada no sofá.

Era difícil imaginar que estaria desse jeito a um ano atrás.

Eu estava satisfeita com a minha vida, estava com o homem que amo e ele me amava na mesma intensidade. Os meus amigos estavam todos felizes, namorando e seguindo o curso que queriam.

E apesar de que as vezes pensava nos meus pais, já não ficava muito triste. E nem com raiva. Eu tinha aprendido a perdoar os erros deles,

Quando o meu namorado chegou, às suas bochechas estavam rosadas por causa do frio. E os seus lábios quando tocaram nos meus, estavam geladinhos. Aaron só sabia ficar cada vez mais lindo com o passar do tempo. Ele riu quando eu tremi um pouco com o contato.

Ele se deitou ao meu lado e roubou o cobertor que estava em cima de mim.

- Que tal assistir um filme? - Ethan sugeriu.

Todo mundo concordou na hora,  Ian e Eve fizeram pipoca e passamos assim o resto da tarde e noite. Comendo besteira e assistindo filmes de terror. Colin não calava a boca por nada e ficava apontando as estupidez desse tipo de filme. Eu me diverti muito e quando entrei no quarto nas primeiras horas da madrugada, as minhas bochechas estavam doendo de tanto rir.

- Foi uma boa ideia termos vindo. - Aaron murmurou.

Somente assenti, concentrada nos movimentos em que ele fazia. O seu cabelo preto estava maior que o seu habitual, mas estava muito sexy. Em toda oportunidade que tinha passava a minha mão pelos fios rebeldes.

Aaron percebeu meu olhar e deu um riso safado, revirei os olhos e não dei confiança. Subi na cama, ainda toda vestida. Eu realmente estava com frio.

- Emma, você não vai morrer de frio.

- Você não sabe. - resmunguei.

Aaron suspirou alto e puxou o edredom para longe de mim, soltei um grito surpreso e indignado. Ele sentou em cima de mim, não colocando o seu peso, só pairando alguns centímetros acima da minha barriga. Sua mão gelada entrou por baixo da minha blusa grossa e o contato com a pele quente do meu corpo, fez com que eu suspirasse baixo.

- Como é que eu vou tocar o seu corpo, então? - perguntou rouco.

As minhas mãos foram até a barra da blusa e lentamente a tirei, vi os seus olhos escurecer a medida que a minha pele ficava a mostra. Na sua boca se formou um sorriso malicioso quando viu que eu estava sem sutiã.

- Agora sim. - ele murmurou.

Sua boca desceu na direção da minha, me beijando intensamente e eu gemi entre o beijo. Seus lábios desceram na direção dos meus seios, e a sua língua quente rodeou o bico de um. Mordi o lábio, contendo outro gemido.

Sexo com Aaron era uma coisa arrebatadora. Eu nunca me cansava disso.

 

(...)

 

- Eu estava pensando -  comecei a falar, algumas horas depois. Nós não tínhamos dormido ainda. A casa estava em silêncio, e Aaron tinha conseguido me convencer a não colocar nenhuma roupa. Os métodos de persuasão dele eram… peculiares. Muito sedutor. Então, estávamos nus, aconchegados e conversando em voz baixa.

- Acho que vou vender a casa dos meus pais e comprar uma menor. - falei brincando com os cabelos perto da sua nuca. - Ela é muito grande só para mim e o Nico.

Aaron não respondeu de primeira. Sua mão passeava lentamente pelo meu braço e depois de alguns segundos, ele me encarou determinado e ansioso.

- E se morássemos juntos?

- Sério? - perguntei surpresa - Tem certeza?

A possibilidade já tinha passado pela minha mente, mas nunca tinha falado nada. Ele dormia na minha casa quando queria, morarmos oficialmente juntos não mudaria muita coisa. Mas eu estava animada.

- Sim, compramos um lugar só nosso. Você aceita?

- Sim! - falei feliz.

Aaron riu satisfeito e nos beijamos selando o acordo.

No fim, tudo havia dado certo. Talvez não da maneira que eu esperava, mas tinha dado. E eu seria eternamente grata por ter me apaixonado pelo meu melhor amigo.

- Eu te amo muito. - Aaron disse sério.

- Eu te amo muito também.

 

Aaron point of view:

 

Ela era a minha garota, minha melhor amiga. E logo seria minha mulher. Eu a amava demais e sabia que isso não estava muito longe de acontecer. Ela era a minha felicidade.

                                                                                                         Fim!


Notas Finais


Ok, sim eu tinha dito que teria segunda temporada. Eu já tinha pensado como seria e tudo, maaaaaaaaas decidi encerrar diwk aqui. Eu confesso que estou triste, muito triste, mas talvez a história não chegasse onde eu queria e eu quero terminá-la onde eu achei que seria melhor. Diwk foi a minha primeira fic, foi a história que me abriu espaço para escrever tantas outras e por isso só tenho a agradecer!
Vocês foram maravilhosas <3 Minhas primeiras leitoras, e que acompanharam a minha jornada aqui e algumas que me acompanham nas outras fics também. Eu só posso dizer: MUITOOOO OBRIGADAAAA!!!!
OBRIGADA POR TUDO!!!!!!
Quem quiser conversar comigo, não fique acanhada ok? Amo vocês <3

beijos e fui


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...