História Do Nada Você Se Tornou Tudo - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Aquarius, Aries, Bacchus Groh, Bisca Connell, Cana Alberona, Charlie, Elfman Strauss, Erza Scarlet, Eve Tearm, Evergreen, Flare Corona, Freed Justine, Gajeel Redfox, Gildartz, Grandeeney, Gray Fullbuster, Happy, Hibiki Lates, Igneel, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Metalicana, Mirajane Strauss, Nashi Dragneel, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Romeo Conbolt, Scorpio, Silver Fullbuster, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich, Ur, Virgo, Wendy Marvell, Yukino Aguria, Zeref
Tags Gale, Gruvia, Jerza, Miraxus, Nalu, Romendy
Exibições 195
Palavras 3.582
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie!
Desculpem a demora, mas ai vai um especial dos casais!
Ficou meio bosta, mas mesmo assim espero que gostem.

Capítulo 19 - Especial casais


Fanfic / Fanfiction Do Nada Você Se Tornou Tudo - Capítulo 19 - Especial casais

   NATSU POV´S

 

 Estávamos nós, naquele jantar em família, naquela mesa repleta de comida, conversando animadamente, até que nos chegam as perguntas nada descentes.

   - Como vocês se reencontraram? - dona Layla perguntou.

   - Na reunião de negócios em que Laxus me arrastou! - disse Luce normalmente.

   - E o primeiro encontro? - perguntou dona Layla.

   - No dia seguinte! - respondi botando um pouco de comida na boca.

   - E você já foram pro... Vocês sabem, no primeiro encontro? - perguntou minha mãe.

 Me engasguei com a comida, que pensei que fosse morrer a qualquer instante. Isso é pergunta que se faça em um jantar em família e com crianças na frente?

   - Bem, digamos que sim! - respondeu Luce.

 Como ela consegue falar isso tão abertamente assim, ainda mais com os nossos pais presentes?

   - Huuumm! Não perderam tempo, não é mesmo? - as duas comentaram com sorrisos maliciosos.

   - Vamos mudar de assunto! - disse.

   - Já fizeram alguma loucura? Tipo sei lá, se amarem loucamente em um lugar inesperado? - perguntou dona Layla.

   - Não! - Lucy respondeu.

   - Ah, eu e seu pai já fizemos tantas loucuras! - disse parecendo se lembrar e o senhor Jude corou.

   - Eu e o Igneel também! Nossa, até hoje me lembro com perfeição de cada uma delas! - disse minha mãe e meu pai se gabou.

   - Elas não tem vergonha disso, não? - comentei com uma gota.

   - Parece que não! - respondeu Laxus.

   - E você, Mira? - perguntou minha mãe para Mira e Laxus engasgou.

   - Acho que isso é um sim! - respondeu meu pai.

 Todos rimos da cara de Laxus e continuamos o jantar. O resto foi bem calmo, as conversas maliciosas haviam diminuído e todos já saboreavam a sobremesa, que estava divina. Segundo Virgo, a receita era da Luce e ela só quis acrescentar no cardápio. Rimos e voltamos a nossa atenção a sobremesa.

 No final da noite, nos despedimos de todos. Os pais da Luce tinham alugado um apartamento e estão querendo comprar uma casa por aqui para ficarem mais perto da família, meus pais e minha irmã foram para casa, Laxus e sua família foram para a deles e bem, nós apenas nos esparramamos no sofá, suspirando aliviados.

   - Que dia! - eu disse.

   - Que dia! - sorriu.

   - Cansada?

   - Um pouco!

   - Vamos dormir?

   - Vamos!

 Nos levantamos e fomos para o nosso quarto dormir. Quero ter uma boa noite de sono, quero dormir até meu corpo falar que eu preciso ficar duas semanas sem dormir para compensar.

 

                                                                                                               (...)

 

 Assim que o céu se clareia, sinto Lucy se levantar em um supetão da cama e correr para o banheiro. Me levanto para ver o que aconteceu e a vejo agachada no vaso, colocando todo o jantar para fora. Vou até ela e faço um carinho em suas costas mostrando que eu estou ali. Ela é forte e me sinto mal por não poder ajuda-la a não ter esses enjoos que lhe atacam durante a noite, ou durante o dia, em algum momento que eu não esteja perto.

   - Você está bem! - perguntou e ela assentiu, lavando a boca. - Mesmo?

   - Mesmo! Nãos e preocupe, Natsu, semana que vem é dia de ir na doutora Hisui, e perguntarei a ela o porquê dos enjoos!

   - Tudo bem! - me acalmei um pouco. - Já vai fazer cinco meses, não é?

   - Hai! - sorri. Não vejo a hora de ter o nosso pequeno com a gente! - sorriu.

   - Eu também não! - a fitei sorrindo. - Mais, que tal irmos dormir agora? Não é por nada, não, mais eu estou morrendo de sono.

   - Hehe! Vamos voltar a dormir então! - ela disse caminhando até a cama.

   - Só quero acordar quando for umas 12:30!

   - Nossa! - riu. - Que preguiçoso, nem parece que acorda cedo todos os dias! - disse e eu sorri.

 

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   ERZA POV´S

 

 Acordei com uma enorme vontade enorme de comer bolo de morango e como o Jella estava dormindo, me levantei bem devagar para não acorda-lo. O Jellal anda muito preocupado ultimamente com a minha gravidez, para tudo ele pira, nem parece o homem centrado que eu conheci. Mas realmente tem coisas por qual passamos na vida que nos mudam e nos deixam completamente diferente do que somos na realidade. Acho que nem nos tocamos que isso acontece ou que possamos ficar desta maneira, porém quando acontece, simplesmente nos surpreendemos e depois de um tempo, acabamos rindo da nossa própria fase e ingenuidade.

 Bem, fui até a cozinha, aonde pretendia assaltar a geladeira. Tenho uma dieta a seguir, a qual eu não gosto muito, mas para o bem do meu filho e da minha saúde, eu tenho que seguir à risca essa dieta. Lógico que umas escapadinhas ás vezes não matam ninguém, ou quase ninguém, já que Jellal quase tem um treco se eu comer uma migalha fora da dieta.

   - Hum! Vem com a mamãe! - disse pegando o bolo da geladeira.

 Os bolos preparados pela Lucy são realmente os melhores e não me canso ou enjoo de come-los. Para a minha sorte, hoje de manhã a minha encomenda estava pronta e a tarde eu fui lá busca-la. Meu marido só deixa eu comer uma pequena porção depois das refeições, como uma sobremesa, não mais como antes, que era praticamente toda a hora.

 Peguei um pedaço, coloquei no meu prato, peguei um garfinho de sobremesa e lá fui eu comer meu amado bolo.

   - Bonito em dona, Erza! - Jellal apareceu na porta da cozinha.

   - Servido? - sorri sem graça.

   - Tsc. O que eu te disse sobre comer só depois das refeições? - me olhou sério. - Mas, eu também sabia que você não ia conseguir segurar a sua vontade, porém tive confiança em você!

   - Não me chantageando emocionalmente! Você sabe que meus hormônios não estão nada legais e ainda faz isso comigo! - disse chorosa. - Você só me serve aquela miséria! Se não fizesse isso, eu não estaria aqui mendigando mais um pouco de bolo! - chorei.

   - Desculpa! Eu não quis fazer isso! - disse me abraçando.

   - Mas fez! - disse lhe dando uma voadora.

   - Que isso?! Tudo isso é raiva?! - berrou do outro lado da sala.

   - São os hormônios! - disse me sentando e comendo novamente como se nada tivesse acontecido.

   - Meu Kami! - apareceu na cozinha massageando a cabeça. - Isso que eu chamo de chute!

   - Gomen, eu não tive a intensão! - disse chorosa.

   - Não, tudo bem princesa, tá tudo bem! - me acalmou de longe.

   - Me abraça, Jellal! - estendi os braços.

   - Não vai me dar uma voadora! - perguntou receoso e neguei.

 O mesmo se aproximou de mim e me abraçou carinhosamente. Estava mesmo precisando deste abraço.

   - Ainda tenho que aprender decifrar esses seus hormônios! - comentou rindo.

   - Te amo, Jellal! - disse de repente.

   - Eu também! - me beijou.

   - Promete que nunca vai se enjoar de mim?

   - Prometo! - sorriu e me beijou de novo. - Agora come logo esse seu bolo que eu estou morrendo de sono!

   - Hai!

 

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   LEVY POV´S

 

   - Acorda, Gajeel! - sacudi aquele brutamontes.

   - O que foi, baixinha? - abriu os olhos.

   - Não me chama de baixinha! - lhe dei uma travesseirada.

   - Ok, ok! Desculpa invocadinha! O que quer de mim, vossa realeza?

   - Gostei disso! - sorrio. - Mais sem ironia, por favor! - volto a ficar séria.

   - Ok, o que quer?

   - Quero que me compre cinco trufas da cacau show!

   - Eita! A essa hora? - olhou para o relógio.

   - Sim! Eles já devem estar abrindo. Vai gaje, por favor! - digo fazendo cara de cachorrinha pidona.

   - Ok! - se levanta.

   - Obrigada! Te amo! - sorrio.

 Gajeel bufa e vai para o banheiro trocar de roupa. Me deito na cama novamente e pego no sono, antes mesmo de saber se ele foi ou não comprar as minhas trufas. Acordei um pouco depois e já era umas 09:15 da manhã. Olhei para o lado e vi Gajeel com a roupa de sair, todo largado na cama e a sacolinha da cacau show em suas mãos. Sorri, peguei a sacola, olhei as trufas e lhe dei um selinho em agradecimento. Assim que nossos filhos nascerem, vou agradece-lo devidamente.

 Me levantei da cama, joguei a coberta em cima dele, desci as escadas e fui fazer o nosso café da manhã. Fiz tudo o que ele gosta, mesmo eu não sendo muito boa na cozinha, eu sei fazer coisas gostosas, pelo menos isso. Enquanto fazia os ovos mexidos, sinto os braços fortes do Gajeel rodearem minha cintura e pararem em minha barriga consideravelmente grande.

   - Bom dia! - sorri.

   - Bom dia! - disse com a voz meio grogue por causa do sono.

   - Obrigada por comprar as minhas trufas! - sorriu. - Te amo! - lhe dei um selinho.

   - De nada! - sorriu. - Também te amo, baixinha!

 Preparei o café da manhã, o pus na mesa e logo nós fomos comer. Só de pensar que daqui a algum tempo teremos duas criaturinhas aqui, bagunçando tudo, se sujando com a comida, ou aparecerem correndo pela casa juntos para o café, ou porque o irmão pegou a boneca da irmã. Só quero ver se a menina vai puxar a minha personalidade, ou se vai ser o menino. Acho mais provável ser o menino que puxe a personalidade do pai, mas como tudo é possível, a nossa pequena pode ser peralta.

 Um deles sempre faz zoeira na minha barriga, mas é difícil saber quem faz, não é? Só sei que vai ser muito arteiro e que vai dar um trabalho.

   - Acho que não vou querer outro filho depois deles, Gaje! - disse.

   - Por quê?

   - Sinto que eles vão dar muito trabalho! - ri.

   - É! - riu.

 Terminamos de tomar o nosso café e fomos nos arrumar para irmos trabalhar. Hoje até pode ser domingo, porém, trabalhamos meio período hoje, tanto ele como eu. Gajeel trabalha na empresa de veículos do pai dele, mas também gosta de ir a fábrica montar as peças dos automóveis, e isso que é admirável nele. Bem, as fábricas não funcionam no final de semana, mas ele tem que ir para a empresa assinar alguns papéis para amanhã junto do pai dele, o senhor Metalicana, um cara super legal e babão pelos netinhos.

   - Tenho que ir!

   - Eu também! - disse saindo do banheiro.

   - Eu te levo!

   - Ok! Fica bem, tá!

   - Vocês também! - me dá um beijo.

 

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   JUVIA POV´S

 

 Juvia acordou com um cheiro de perfume enjoativo e Juvia já sabia de onde vinha. Juvia se levantou da cama e desceu até a cozinha, aonde a mesa do café da manhã estava posta. Juvia se sentou à mesa e começou a tomar o café da manhã, logo Gray desce as escadas encontrando Juvia na sala de jantar.

   - Já acordou, amor? - me beijou.

   - Não , Juvia está dormindo!

   - Que mau-humor, em!

   - Gray, quanta vezes Juvia já te disse para não ficar usando esses perfumes enjoativos?

   - Mais você adorava este!

   - Juvia não gosta mais! Até que o nosso filho nasça, você terá que para de usar esses perfumes, ou usar só na hora que chegar na empresa! - disse voltando a comer.

   - Esses hormônios, tão que tão, em! - se sentou à mesa. - Quer um sorvete, quer?

   - Não! - disse ríspida.

   - Você não era assim!

   - Tem razão! As pessoas mudam, Gray-sama! - disse fria.

   - Bem, já vou indo! - se levantou.

   - Tenha um bom dia! - sorri meiga.

   - Eu em! - saiu.

 Bem, hormônios de grávida não são fáceis, por isso ele vai ter que aguentar Juvia assim por mais três longos meses. O Natsu e o Gajeel, que vão sofrer mais, pois eles ainda têm cinco e quatro longos meses para sofrerem ainda.

 Juvia se levantou da mesa e fui até o meu quarto pegar as minhas roupas para poder tomar banho em outro banheiro, já que aquele está com um cheiro de perfume forte horrível. Assim que Juvia sai do chuveiro, se seca com uma toalha fofinha, Juvia colocou uma blusa larga branca, uma calça legging preta, um vans preto, Juvia amarrou o cabelo em um rabo de cavalo e foi dar uma caminhada pelo parque que tem aqui perto. A doutora disse que a Juvia tem que caminhar, então é o que Juvia faz todas as manhãs.

   - Bom dia, senhorita Juvia! - disse o guarda do condomínio.

   - Bom dia! - sorri.

 Juvia continuou caminhando normalmente pelo condomínio, até chegar no portão que é aberto e aí sim Juvia sai para poder dar uma caminhada pelo parque. Uns quinze minutos de caminhada e os pés da Juvia já estavam me matando, Juvia precisava parar para descansar e ir para casa logo.

   - Ora, bom dia, Juvia! - disse Lion.

   - Bom dia, Lion! Como vai?

   - Bem, e você?

   - Juvia está bem também! Obrigada! - Juvia se levanta e sai dali imediatamente.

 Lion é irmão do Gray e bem, eles se brigam, mas são irmãos e se amam. Juvia não gosta muito de ficar perto dele, pois o mesmo se confessou para Juvia quando eu ainda namarava com o meu Gray-sama. Desde então, ele vem perseguindo Juvia, o que já está irritando. Ele sabe que a Juvia não gosta dele, que eu estou com o Gray, que estou grávida dele, mas mesmo assim, ainda me persegue.

   - Já está de volta, senhorita Juvia?

   - Hai! Os pés da Juvia estão a matando! - fiz bico.

   - Vá descansar então senhorita!

   - Hai! Arigato!

 

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 MIRA POV´S

 

 Acabei de sair do quarto do Yuri, aonde o mesmo já dorme. Ele tinha tido um pesadelo que o assustou muito, o coitadinho pensou que nós fossemos abandona-lo para sempre. Acalma-lo não foi fácil, mas ele abe que nunca o abandonaríamos, que nós o amamos. Voltei para o quarto, onde encontrei Laxus sentado na cama, lendo o jornal da manhã. Me sentei ao seu lado e lhe dei um beijo na bochecha.

   - Desculpe se lhe acordei! - disse.

   - Não, tudo bem! - sorriu.

   - O que está lendo ai?

   - As notícias! As coisas andam feias. Há muitos roubos por toda a Fiore, mas por sorte aqui não tem os índices elevados. A capital de Fiore que está sendo mais afetada.

   - Nossa! A situação está feia mesmo, né?

   - Bota feia nisso! - ele fecha o jornal. - Mas mudando de assunto. - subiu em cima de mim com um sorriso malicioso. - Estou com saudadas da minha esposa!

 Sorri e Laxus começou a me beijar, com luxuria. Ele tirou minha camisola e começou a beijar todo o meu corpo me arrepiando, ele sim sabe me enlouquecer, e é por isso que eu o amo tanto. Suas mãos foram até os meus seios, aonde o mesmo começou a acaricia-los com carinho. Dava leves arfadas com os seus toques, até que o mesmo abocanhou um deles e começou a suga-los, me levando a loucura. Ele distribuiu beijos pelo meu pescoço, pela minha barriga, meu rosto, por toda parte do meu corpo.

 Sem demora, o mesmo tirou as únicas peças íntimas que nos restavam e me penetrou. Gemi alto, pois não esperava por aquilo de uma hora para a outra, por mais que Laxus fosse assim mesmo, imprevisível. Com estocadas rápida e fundas, nos dois começamos a gemer loucamente, mas com cuidado para não acordar nosso pequeno que estava no quarto ao lado.

 Arranhava as costas de Laxus com tanta força, que era capaz que ver os sangues em minhas unhas, quando vez ou outra eu acariciava seu rosto. Na hora, não nos preocupamos com aquilo, queríamos apenas sentir o prazer que tínhamos e que emanava de nossos corpos. Suados e ofegantes, era assim que estávamos até termos o nosso orgasmo, juntos.  Respiramos fundo e ficamos ali deitados, até nos recuperarmos e tomarmos fôlego. Assim que prontos, fomo até o banheiro tomarmos banhos juntos, iniciando mais uma cessão de prazer.

 

                                                                                                               (...)

 

 Depois de ter tomado um banho junto de Laxus, eu fui até a cozinha aonde preparei o nosso café da manhã e depois eu fui me arrumar para poder ir trabalhar. Assim que pronta, encontrei Laxus com Yuri na mesa do café. Me sentei também e juntos passamos o café da manhã. Felizmente o senhor Yajima-sama, vai parar de abrir o café aos domingos, pois ele sabe que agora estamos formando uma família e que não tem como nós irmos trabalhar com crianças pequenas em casa.

 Eu até que levava o Yuri, mas como agora as meninas também têm seus filhos, ficará mais difícil, pois não poderemos deixar as crianças lá bagunçando e  incomodando os clientes. Me despedi dois meus dois amores e disse para Laxus ficar olhos bem abertos no pequeno Yuri, já que ele é bem arteirinho, bem diferente dos pais.

   - Não esquece, em! - disse da porta.

   - Relaxa, Mira! Tá comigo, tá com Deus!

   - Não sei porque, mais eu estou com medo disso!

   - Fala, " tchau mamãe! Relaxa viu! "

   - Xau, mamãe! Relaxa! - sorriu junto com o pai.

   - Vou tentar, vou tentar! - disse fechando a porta.

 

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 LISANNA POV´S

 

   - Bick, vamos logo! - o chamei.

   - Não! - abraçou minha cintura me fazendo cair na cama novamente. - Hoje é domingo, dá um desconto, Lis!

   - Ok! - disse. - Mais eu preciso trabalhar se se lembra! - ri.

   - Fica aqui hoje! - me olhou com carinha de cachorro pidão.

   - Bem que eu gostaria, mas esse é meu último dia trabalhando no domingo! A partir de semana que vem, teremos o domingo livre só para nós! - lhe beijei. - Agora me deixa ir!

   - Ok! Sorte a sua é que as meninas resolveram engravidar agora e seu Yajima-sama, não teve outra escolha, a não ser deixar vocês folgarem o domingo.

   - Hai! - respondi rindo.

   - Por falar em filho, não quer fazer um mais tarde? - perguntou malicioso e eu corei.

   - Vou pensar! - respondi entrando no banheiro.

 Eu quero muito dar um filho ao Bick, mas eu tenho que esperar os resultados dos exames chegarem. Faz algum tempo desde a última vez que transamos e acho que ele não se lembra que fizemos isso sem camisinha e que eu não tomei a pílula do dia seguinte. Até agora não vi e nem senti sintomas de gravidez, fiz o teste de farmácia e deu negativo. Sei que nem sempre esses testes funcionam, por isso eu fiz um exame de laboratório e fiz alguns exames para saber se posso ou não ter filhos, agora só me resta esperar e ver no que vai dar.

 Tomo o meu banho bem rápido, me arrumo, tomo o café da manhã que o Bick preparou, me despeço do mesmo e vou até a praça mais próxima de casa, tentar por os meus pensamentos no lugar e tentar esquecer um pouco essa agonia que estou sentindo. As meninas ficam tão felizes grávidas, expõem seus barrigões, falam com orgulho de seus filhos e eu quero isso para mim, para o meu futuro, eu quero construir uma família com o meu marido.

 Preciso tirar isso da minha cabeça, eu tenho que ter pensamento positivo, ter fé que eu vou ter uma família com o Bick, a família que eu tanto quero. Respirei fundo e quando ia me levantar, sinto uma mão em meu ombro. Olho para trás e vejo Bick, em pé, me olhando.

   - O que está fazendo aqui, Bick? - pergunto.

   - Vim te ver! - me olha nos olhos.

   - Por quê? - pergunto surpresa.

   - Eu sei que você está estranha esses dias, então me diga o que aconteceu! - se sentou ao meu lado.

   - Bick! - meus olhos se encheram de água rapidamente. - Bick, eu... Eu... Eu acho que não poderei de dar um filho! - desabei.

 Ela nada falou, apenas me puxou para perto, colocando meu rosto em seu peito, enquanto depositava um beijo em minha testa. Eu estou com medo da reação dele, ele não falou nada, será que quer terminar comigo para ficar com uma mulher que lhe possa dar filhos?

   - Eu entendo se quiser terminar comigo, já que eu não posso te dar um filho! - desabei ainda mais.

   - Ei, ei, ei! Xiu, nada disso! Lis, eu te amo, independente se você possa me dar um filho ou não. Eu te amo, e muito, nunca duvide disso!

   - H-hai!

   - Se você não puder ter filhos, adotamos um ou dois! Existem tantas crianças por ai que querem uma família, não é?

   - Hai! M-mais eu também queria ficar com um barrigão e poder sentir o primeiro chute!

   - Eu sei, eu sei! Mais olha, vamos dar amor e carinho para crianças que não tem isso! Daremos amor, alegria, paz, carinho, diversão, pais, tudo o que muitas crianças querem!

   - Hai! Vamos adotar um filho então! - sorri limpando as minhas lágrimas.

   - É isso ai! Agora vamos para casam, você não pode trabalhar nesse estado! - sorriu.

   - No fim, você conseguiu o que queria, né?

   - Pois é! - sorriu.


Notas Finais


`3`


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