História Do not fool me - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Halo
Visualizações 28
Palavras 1.209
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Científica, Hentai, Lemon, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Que que isso hein chefe.....

Capítulo 7 - Prazeres de um homem


Dias depois........ 


Alice seguia ali no laboratório da professora Anders, mantinha-se encostada na parede, com os braços cruzados sem se quer dizer uma palavra, estava de armadura, não sabia ao certo que faria ali, mas sabia que tinha de ajudar Ellen em alguma coisa. Ellen estava em constante movimento, checando várias coisas ao mesmo tempo, deixava que os pensamentos lhe tomassem e acabava por não prestar atenção na espartana devidamente. Parou um instante para ponderar como começaria uma dialogo naquela ocasião; pensou e perseguiu  a ideia de perguntar algo relacionado a sua profissão, mas teve uma ideia pior.

- está calada 130.

- senhora?

- disse que está quieta em demasio; há algo lhe incomodando?

Alice manteve-se quieta por certos segundos.

- nada. Apenas estou menstruada.- apesar das mulheres usarem está frase típica para tudo no caso dela era verdade; já estava realmente acostumada com  a dor, mas esse período era ainda sim muito incomodo para ela.

- ó...que merda, isso é horrível.

Ouvir  a professora xingar era inusitado e bem engraçado. Mas Ellen não sabia o que dizer, precisava confessar que não via os espartanos como pessoas normais.

- então; o que devo fazer?

- ham...Cutter não disse?

- até agora nada.

- bom, aqui nesta área do Halo- diz ela apontando para uma ilustração- existe uma colônia de estrutura forerunner ; quero e vou lá para estudar o bioma e preciso de vocês comigo

Ainda não sabia o que faria ali, mas permaneceu quieta.

- Alice?

- senhora.

- diga-me o que houve de verdade. - Alice realmente não esperava tal frase neste momento e nem dela.

- a que se refere senhora?

- algo está lhe deixando pensativa?

Muita coisa se passava pela cabeça de Alice, mas ela não queria dizer o que era pois não saberia explicar à Ellen que, dês de aquela noite não podia tirar Douglas da cabeça, que agora se tornara seu amado, a verdade é que a paixão era um, sentimento novo no qual não sabe ainda lidar. Mas não iria lhe dizer isso, ela nunca foi de se abrir, e tinha medo de que ela ao a entendesse; assim como a Ellen via Alice como uma maquina, Alice via a professora como águem tão frio quanto um espartano.

- nada que seja muito incomodo.

- sei que é idiotice minha perguntar isso, quase já sabendo a resposta, mas o que seria?

- bom..pensando na minha vida passada, antes de ser soldado.

- aah...-Ellen encolheu-se um pouco discretamente, pois se sentiu um pouco culpada, ela foi cúmplice do projeto; sua sutileza não adiantou de nada, pois a espartana pode perceber a desamparada que Ellen teve em seu ego, não foi sua intenção em nenhum momento.

- não se importe com isso.

- não...esta tudo bem. Se quiser pode ir, eu já terminei, vou deixa-a em paz um pouco.- soltou Ellen.

Ambas perceberam que já estava ficando constrangedor, por mais que a professora  quisesse terminar a conversa outra hora, Alice não dizia o mesmo.

 

Já havia um tempo que Alice tinha saído do laboratório, apenas procurou um oca para ficar sozinha um tempo; foi até a sala de treino e sentou-se em algum lugar alto, apenas para sentir-se mais segura, a altura lhe fazia sentir bem de alguma forma. Ouviu um assovio e vislumbrou abaixo para saber o que há; Douglas á olhava sério, saltou La de cima para saber o que queria.

- oi.

- oi. Vamos? Cutter quer falar com a gente.

- claro.

Douglas aproveitou que ela estava distraída e pegou sua mão, um toque quente foi capaz de deixar Alice mais calma e o rubor se formou, mesmo sem esboçar em nenhum sorriso, por dentro ela estava feliz, entrelaçou seus dedos nos dele apertando-os. Era  carinho.

 

- capitão Cutter; nos apresentado- disse Douglas.

- é bom vê-los. Vamos ao caso; a professora encontrou um bioma onde habita uma base foreruner. Ela vai descer para explorar e vocês vão com ela até as pesquisas terminarem

Alice já sabia do caso, mas era uma surpresa para Douglas, amos se olharam e permaneceram a encara-lo; Cutter deu sua ultima explicação.

- Jerome ficara para outra missão, portanto vão só vocês .

Sabiam como ele iria ficar, como ficaria nervoso de terem ido sem ele, mas sabiam também que iria ter que engolir

 

Jerome preparava-se para um banho; removeu a roupa apertada, percebendo que havia em seu corpo alguns estilhaços da ultima missão no qual havia voltado á algumas horas, que por sinal era visível,ente esculpido  por anos de treino pesado da UNSC; mesmo seu peitoral sendo todo marcado por cicatrizes profundas, ele se orgulhava do físico que tinha, apesar de usar seu corpo arduamente moldado para guerras.

Ligou o chuveiro que deu origem a uma corrente de água quase fervida, era como gostava de seu banho, dizia que era para ajudar a recuperar a calma e aliviava as tensões de batalha, mas na real era mais para se familiarizar com o clima de ministro. Mesmo assim ele não se sentia  a vontade, havia algo que lhe incomodava e muito durante dias, seu corpo pulsava que chegava a doer, sentia inúmeras faíscas crescentes que faziam sua intimidade endurecer; era algo forte que fazia sua respiração se alterar. Afastou essa sensação de sua mente, não de seu corpo, deixou que a água lhe percorresse todo o corpo enquanto se ensaboava, deslizou a mão por todo seu torso na hora de remover e extremeceu ao próprio toque, lhe esquentava  todo tocar apropria pele, fez o conflito se formar, ele ao queria sentir tudo aquilo, sabia exatamente o que era.

‘’para Jerome, você é um soldado agora’’

Talvez ele tivesse feito quando adolescente para alguma vez se aliviar, quem iria garantir que não resolveria do mesmo modo agora?

Cansou de esperar, logo agarrou seu pau já duro o acariciando devagar, a sensação era boa e o fazia relaxar com os impulsos que causava, Jerome não sabia como lidar com isso, uma sensação tão nova que era impossível não gemer; deixava com que a água continuasse a banhar seu corpo enquanto brincava um pouco ali mesmo, mordia o lábio tentando conter o que sentia ou até mesmo expressar, em meio a privacidade total nunca tinha tido um momento tão intimo consigo mesmo. Era incrível como seu corpo respondia ao que fazia com ele,  era tanto seu fogo que não via a hora de chegar ao momento final e acabar com tudo o que sentia, mas no fundo ele não queria que acabasse, queria sentir seu pau pulsando lhe mandando faíscas, massagea-lo e sentir os arrepios era a melhor parte nisso tudo, aliviar-se era caloroso demais.

Sentiu o sêmen subir e percebeu que já era hora, aumentou o ritmo o Maximo que pode soltando gemidos e tentando abafa-los; no meio de todo o prazer, inconscientemente, Jerome solta  uma única palavra. ‘’Brandon’’ , imaginou o corpo do espartano molhando com ele ali, o quanto seria sexy vê-o assim. Percebeu o que sentia tarde demais, seu corpo contraiu quase inteiro dando origem a um jato abundante, Jerome cuidou ao Maximo para não gritar em meio ao prazer que sentia. Desligou o chuveiro e encostou-se na parede, ofegante. Não pensou em  mais nada, apenas em sair dali e esquecer aquilo.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...