História Do Not Leave Me - Jungkook - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Seventeen
Personagens Chen, Hansol "Vernon" Chwe, Jay Park, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 264
Palavras 2.153
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Amoreeees que saudades 💜 então, deixa eu explicar o motivo da minha ausência essa semana... Como vocês sabem fiz várias provinhas de colégio técnico, só que algumas eram em outros estados e precisei viajar aí é aquela correria toda mas tudo deu certo e passei pra duas escolas, uma em SP, outra no RJ e uma no Maranhão, eu tô feliz pra cacetee kkkkkk mas a escolha é a pior parte, não poderia ser em todas ? Kkkk bom mas chega de papo! Agora eu retornarei as atividades semanais da fic 💝💝💝

Desculpe os erros 🌈
Boa leitura 🌈
Fav 🌈

Capítulo 27 - Olhe nos meus olhos


Fanfic / Fanfiction Do Not Leave Me - Jungkook - Capítulo 27 - Olhe nos meus olhos

- Eu não posso te dar essa chance!

- Porque não? Demorei tempos pra descobrir o que eu sentia de verdade por você e agora você diz " não " ?

- Eu não tenho sentimentos por você Jungkook - desvio o olhar.

  O silencio que permaneceu naquele lugar foi o suficiente para que eu entendesse o quão grande foi a decepção dele ao ouvir aquelas palavras.

- Olhe nos meus olhos e diz novamente, eu juro que saio da sua vida de uma vez por todas... -

- Jungkook por favor... - falo cabisbaixa.

- Se é isso mesmo que você sente repita novamente! - ele aumenta o tom de sua voz.

  - E-Eu não ... - tento repetir mas aquelas palavras cortavam minha garganta como uma lâmina afiada.

- Olhe nos meus olhos! - ele insiste então ergo minha cabeça vendo os olhos do mesmo vermelhos e marejados.

- Não tenho sentimentos por você!

Como doeu, não só uma dor física mas uma dor na alma, estava indo contra a minha própria vontade por orgulho, por dar ouvidos a opinião dos outros e não ao amor verdadeiro, agora sim me reconheço como uma verdadeira burra. O homem que eu mais amava eu estava rejeitando de uma forma estúpida e mesquinha, por um maldito orgulho.

- Tudo bem - Jungkook suspirou alto e secou sua lágrimas, logo, caminhando até a saída.

- Kookie... - chamei-o aos prantos e o mesmo se volta para mim.

  Não consegui dizer nada, fiquei o olhando seu rosto tão decepcionado e tudo por minha culpa, a verdadeira idiota da situação era eu e tinha consciência disso. 

- Você que optou por isso! - ele diz antes de bater a porta.

Fui deitando no sofá lentamente até meu rosto está envolvido por uma almofada e foi aí que deixei todas as mágoas e arrependimentos escorrerem pelos meus olhos. Dei gritos abafados tentando tirar aquela culpa do peito mas não adiantou nada, eu não conseguia sentir ódio por ele só de mim mesma por ser tão ignorante.

Depois de tanto chorar fui para o banheiro de meu quarto, me arrastando e segurando em móveis porque de algum modo eu estava fraca. Olhei meu reflexo no espelho e aquela cena já não era tão estranha para mim, o mesmo rosto cansado, com olheiras profundas e os olhos avermelhados. Infelizmente não era do motivo de sempre e sim um pior mas ele poderia fazer eu me sentir melhor, se isso era possível...

   Abri a prateleira e tirei todos os cremes e perfumes que tinham na frente, me dando a visão do frasco alaranjado que não usava a um bom tempo. Havia pelo menos uns 15 comprimidos e apenas dois poderiam causar um efeito devastador no meu corpo mas eles já estavam acostumados uns com os outros. Sem pensar duas vezes peguei o máximo de comprimidos que cabiam em uma mão deixando alguns ainda no frasco e coloquei tudo em minha boca, abri a torneira e fiz " conchinha " com as mãos, pegando um pouco de água.

  Assim que terminei de ingerir os comprimidos permaneci olhando o meu reflexo até começar a sentir os efeitos. Tontura e olhos pesados deixavam minha visão embaçada. Com muita dificuldade consegui chegar até a minha cama, me jogando de um jeito qualquer e quando menos esperei meus pensamentos e dores foram levados em um sono forçado.

[...] - 14:58

As primeiras pontadas nas costas já poderiam ser sentidas com nitidez, meu corpo todo estava a mercê dos remédios, dores por toda a parte e as tonturas fortes me despertaram do pior jeito possível. Me remexi pra todo o lado mas nada da sensação ruim passar, sendo obrigada a correr pro vaso depois de um forte enjoou ser sentido.

Vomitar, cuspir, secar e respirar fundo, esse foi o ciclo feito por mim a mais de 20 minutos naquele banheiro. O suor que escorria pela minha testa e o calor forte que tomou conta do meu corpo indicava uma forte febre.

- Droga! – praguejei antes de mais uma sessão de vômitos.

Ainda enjoada consegui caminhar até o corredor torcendo para que Vernon estivesse em casa e quando cheguei bem na entrada da sala me senti um pouco aliviada ou ver o mesmo fazendo alguma coisa no fogão.

- Ve-Vernon ... – disse em um tom razoável para que ele pudesse ouvir e em seguida sentindo meu corpo ser ejetado para frente caindo por cima da mesa de centro, jogando tudo ao chão.

- Ashlee! – Vernon diz erguendo-me pelos braços mas não tive forças para ficar de pé e pus todo o meu peso sobre o mesmo.

- Estou passando mal ... Ahh – gemi ao sentir um forte pontada no abdômen.

- O que você comeu ? Ah deixa isso pra lá! Vamos pro hospital! – ele diz se levantando porém eu o puxo de volta.

- Hospital não! Eu me dopei ontem e esses são os efeitos mas estão fortes demais – disse ainda me contorcendo pela dor.

- SE DOPOU ? PRA QUE ISSO ? – ele grita.

- Depois eu te explico, agora me ajude! – suplico.

- Eu não posso fazer nada, o jeito vai ser você ficar assim até o feito sumir!

Antes mesmo de eu tentar formular uma resposta veio aquela vontade de por tudo pra fora novamente mas não deu tempo de chegar até o banheiro e tudo foi jogado no chão.

- Ahhhh que nojooo!!! – reclama Vernon se afastando de mim – Vou pegar algo para você por o que está por vir.

Ele voltou a sala com um pequeno balde e um pano, limpando aquela nojeira toda pelo piso. Mais uma vez a vontade subiu e eu tomei o balde de suas mãos despejando tudo que podia e assim foi a tarde inteira.

[...] – 19:07

As dores e enjoos sumiram com o passar do tempo, não foi fácil, todo tipo de alimento que Vernon trazia para mim era mais uma sessão de vômitos, tudo me dava nojo. Como ele não perde uma oportunidade, assim que percebeu minha melhora pegou as chaves de seu carro e foi pra mais uma saideira deixando-me sozinha vendo desenhos idiotas.

O barulho dos ponteiros do relógio já me incomodava, precisava sair, espairecer, buscar um pouco de ar puro pelas ruas para esquecer a burrice de ontem. Se eu chamasse Hyun eu teria que contar toda a história para ela, coisa que não estava muito afim então o jeito seria ir sozinha mesmo.

Tomei um banho rápido e vesti um short jeans escuro com uma blusa preta bem básica, passei um pouquinho de base pra tirar a cara de fantasma, peguei meu celular e sai a pé mesmo pois pra onde eu iria não seria tão longe mesmo eu não sabendo a direção.

Vira esquerda, vira direita, sobe ladeira, desde ladeira e quando me dei conta estava em um beco sujo e úmido que no final tinha as luzes rosa e roxo de uma entrada de bar, aparentemente cheio. Me aproximei de uma vidraça e observei o interior, pensei e entrei.

Atrai alguns olhares maldosos e outros estranhos de cada tipo de pessoa inacreditável, por dentro estava morrendo de medo mas tentava passar uma outra imagem por fora, de uma mulher marrenta e que já conhecia bem aquele lugar. O balcão não tinha nem muita nem pouca gente, aproveitei para me sentar e pedir a mais forte, logo, um líquido vermelho dentro de um pequeno copo chegou em minha frente. Encarei-o criando coragem pra fazer aquilo, beber para esquecer mas era o que eu precisava.

O receio se transformou em mais cinco doses da mesma bebida, e ela já estava trazendo o que eu necessitava até um homem sentar-se ao meu lado, olhei algumas vezes de relance e ele parecia muito com o Kiji só que tinha menos tatuagens e parecia ser um pouco mais velho.

- Sozinha ? – ele perguntou depois de pedir a sua bebida.

- Está vendo mais alguém aqui comigo? – disse grossa fazendo o mesmo sorrir.

- Marrenta! O que faz nesse lugar ?

- Não é da sua conta!!

- Mágoa ? – o meu silêncio foi a resposta que ele queria – O que ele fez ?

- Não foi ele e sim eu ... – disse dando o último gole.

- E o que você fez ?

- Desprezei o seu amor e agora me sinto culpada por isso!

- Qual é o seu nome ?

- Ashlee...

- Você é bonita, não merecia ficar sofrendo assim! Já ajudei várias garotas com esse mesmo problema.

- Como ? – dei um leve sorriso.

- Apresentei um mundo onde elas descarregavam seus ódios e ressentimentos com sexo tor...

- Está me chamando para me prostituir ? – o interrompi

- Você pode ganhar milhares com isso ou às vezes eles só te pagam pra conversar sobre os problemas! Não é tão ruim assim... 

- Vaza daqui! – disse deixando-o sem resposta.

Sua bebida chegou e ele tirou algumas notas da carteira pagando a mesma mas não levou quando se retirou, deixou ali como se fosse um tipo de presente pra mim, que ridículo!

Alguns fechos de luz estavam iluminando o céu e baixa trovoadas eram ouvidas indicando uma forte chuva à caminho. Suspirei em vista daquela situação mas resolvi ficar um pouco mais para beber, essa chuva não me desmontaria.

- Deseja mais alguma coisa ? – perguntou o barman.

- É... O que vocês vendem além de bebidas?

- Cigarros! – engoli seco depois de receber aquela resposta, nunca um cigarro passou por minhas mãos mas eu estava disposta a tudo – Vai querer ? – perguntou mais uma vez e eu assenti feito uma criança.

Pegou na prateleira uma caixa pequena de cigarro e pôs sobre a mesa, voltando para o seu trabalho novamente. Fiquei olhando a caixa por um tempo pensando se fazer aquilo era realmente certo mas pra quem já usou drogas mais fortes um canudo de tabaco não faria tão mal assim...

[...] – 21:04

Quarto caixas, essa foi a quantidade de cigarros que eu havia consumido naquela noite. Não era aquele monstro que todos diziam, é bom, deixava a mente mais tranquila e leve, muito melhor do que qualquer tipo de bebida alcoólica.

- Mais duas por favor! – pedi ao perceber que a chuva que caía lá fora estava ficando mais forte e eu precisava ir embora.

Paguei-as e as coloquei dentro do bolso, deixei uma quantia um pouco alta embaixo do meu copo para arcar com as bebidas que consumi anteriormente. Por incrível que pareça aquele lugar ainda estava lotado e o bendito homem também que não tirava os olhos de mim.

- O que eu tenho que toda vez alguém tem que ficar me encarando? Que inferno! – praguejei a mim mesmo.

Passei pelos pequenos espaços entre as mesas e quando abri a porta um vento forte e gelado junto com gotas de chuva vieram em minha direção e a minha roupa curta não me ajudava em nada. Cruzei os braços e fui toda encolhida recebendo toda aquela água que em menos de 5 minutos já me deixou totalmente encharcada.

A rua estava deserta, nem as luzes dos postes públicos se ascendiam e naquele beco só escutava barulho de gatos brigando e dos fortes trovões que se intensificaram junto com a chuva. Apertei mais os meus passos até chegar em uma rua um pouco mais iluminada pelo porém deserta como a outra.

Um farol de carro surgiu por trás de mim e a medida que ele se aproximou a minha sombra aumentava de tamanho, buzinou algumas vezes mas não parei de andar, ou contrário, continuei ainda mais depressa

- Ashlee! – parei quando ouvi sua voz e se sabia meu nome com certeza me conhecia.

  Dei passagem para seu carro que parou bem na minha frente, desceu o vidro revelando o seu rosto. Suspirei alto ao ver o mesmo homem que estava me chamando para me prostituir no bar.

- O que você quer ? – perguntei alto pois o barulho da chuva não iria deixar eu falar em meu tom normalizado.

- Entra aqui, rápido! Eu te levo em casa! – disse ele também gritando um pouco.

- Não! Nem te conheço! E eu não sou de açúcar, posso muito bem ir andando!

- Meu nome é Jay, Jay Park, agora entra aqui logo, eu não vou te fazer nenhum mal, essa chuva irá te deixar doente.

Pior que ele tinha razão, em vista da minha situação mais cedo essa chuva que caia sobre mim iria piorar minha situação, então fui obrigada a dar a volta e entrar em seu carro mas ao invés dele deixar a porta destrancada para que eu saísse depois, o barulho da trava sendo passada me deixou um pouco nervosa. Merda!


Notas Finais


Até a próxima 😍😂👋💜


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