História Do Ódio ao Amor - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Gajeel Redfox, Levy McGarden
Tags Drama, Gajevy, Gale, Romance
Visualizações 58
Palavras 2.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Policial, Romance e Novela, Seinen, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yoo pessoas lindas!
Finalmente decidi reescrever From hate to love. O Enredo sera praticamente o mesmo, mas irei concertar alguns erros e contar a historia de uma maneira mais adulta. É uma ficção, então tudo pode acontecer mesmo eles sendo adolescentes no começo. Espero que gostem, e não deixem de deixar seu comentario^^

Capítulo 1 - O Delinquente


Fanfic / Fanfiction Do Ódio ao Amor - Capítulo 1 - O Delinquente

Capitulo 1 – O Delinquente.

 

 

 

 

_ Despertador_

 

− Hora de acordar... –

Minha cabeça dói ao imaginar que eu tenho que ir para aquela escola, uma escola onde todos praticamente me odeiam. Coisas terríveis do meu passado vão surgir à tona agora. ­– Aaah − Último ano do ensino médio. Pode ser o último de escola, mas para mim é o primeiro que vou tentar ser uma pessoa normal e não um delinquente. Graças ao diretor Makarov, eu vou poder estudar normalmente sem ser isolado em quatro paredes e ter dois guardas me encarando. Velhos tempos que não quero que voltem nunca mais.

 

 Levantei da minha cama e já fui direto ao banheiro. Esse meu quarto novo é mais espaçoso do que eu imaginei. Queria que os quarto da pensão fossem assim. Agradeço ao velhote por tudo que  posso ter agora, é realmente uma nova chance que estou tendo de viver.  Morar sozinho não é de ruim, tenho mais privacidade e mais conforto − Não preciso mais ficar na fila duas horas só para tomar banho ou fazer as necessidades.

− Desligo o chuveiro e pego a toalha. −

(...)

 Saio do meu quarto apenas com uma bermuda e vou a cozinha, encontro Virgo a minha empregada, servindo o café na mesa. – Uma mulher de 30 e poucos anos, olhos azuis, cabelos rosado e curtos. Ela é gentil e faz um bolo de cenoura dos deuses. – Me sento na cadeira e já começo a me servir.

− Bom dia Sr. Redfox, seu uniforme escolar já foi passado e está no cabide na lavanderia, quer que eu busque para o Senhor? – Disse Virgo.

− Não, pode deixar que eu mesmo pego. – Disse calmo, tomando meu café e pegando pedaço do bolo.

(...)

 Uniformes escolar são uma merda! Makarov me mandou o número errado ainda por cima! Ficou muito justo isso daqui, e porque tem que ir de gravata?  − Que Saco! − Tirei aquele uniforme e botei uma calça jeans escura, meus coturnos e deixei somente a camisa branca com o logo da escola mesmo que tenha ficado justo. Troco esse uniforme depois.

O Ônibus escolar parou no ponto e eu entrei, recebi olhares curiosos dos outros alunos que ali estavam, cochichos e mais cochichos foram surgindo. Revirei meus olhos e fui andando, até que uma perna intrometida surge no meio do caminho e adivinha?

− Urgh – Cai de cara no chão, fechei meus olhos e respirei fundo, me levante e olhei para o engraçadinho que tinha feito aquilo.

− Foi mal ai cara, minha perna se mexeu sozinha! – Disse um rapaz loiro com uma cicatriz no canto da sobrancelha, estava com o uniforme da mesma escola que eu, tinha jeito de ser um badboyzinho, rico mimado metido a garanhão. Típico de gente retardada.

− Preste atenção na próxima vez, senão essa sua perna, vai parar no meio da sua bunda! – Falei com tom ameaçador, chegando perto de seu rosto. Sua reação foi ficar sério, e me encarar de volta.

− Tudo bem ai com vocês? – Uma voz feminina atrás de mim surgiu, me afastei daquele loiro azedo e encarei a garota que impediu eu de dar um soco na fuça de alguém. Ela era alta, tinha minha altura, cabelos vermelhos e longos, com uma franja que cobria metade de seu rosto, ela tinha uma postura de superioridade, deve ser alguma representante ou até mesmo a presidente do grêmio.

− Sim, tudo certo. – Disse curvando a cabeça. Encarei friamente o metido e depois me sentei ao fundo.

 A garota de cabelos vermelhos disse algumas coisas para o loiro azedo e depois me encarou com um ar superior. –  Loirinho filho da puta.

(...)

 

 

 

 Desci daquele ônibus por último, e então olhei para o grande edifício a minha frente. A Escola de educação avançada chamada Fairy tail. Dei um longo suspiro, pois foi aqui que tudo começou. Eu não gosto de me lembrar.

− Er...com licença...  Senti alguém me cutucar, olhei para o lado e vi uma garota de cabelos azuis que iam até seus ombros com pontas onduladas, sua postura era típica de uma garota tímida, e apertava a alça da bolsa com força, parecia estar nervosa diante de mim.

− O que? – Respondi e ela se assustou, essa menina tem problema?

− Ju...Juvia quer saber onde é a secretaria da escola, pode me ajudar? – Disse ela batendo as pontas dos dedos.

− Juvia? Que  Juvia? – Perguntei chegando perto.

− Kyaah− Ela se assustou com minha aproximação e se afastou. – s..sou eu!

− Se dirige a sim mesmo em terceira pessoa? – Perguntei e ela confirmou com a cabeça. – Ah. – Bufei irritado. – Venha comigo, estou indo lá também.

 Comecei a andar em direção a secretaria e Juvia me seguiu. Eu sabia onde era porque o Velhote me trouxe aqui semana passada para conhecer a escola. Chegamos e eu deixei ela falar com a secretaria primeiro, vi ela pegar um pedaço de papel, forçando a vista, vi que era comprovante de transferência. Já devia imaginar, ela também é aluna nova assim como eu.

− Também é seu primeiro ia de aula aqui? – Perguntei.

− S..Sim, Juvia mudou a pouco tempo para Magnólia. −Ela disse um pouco tímida, mas vi que ela não estava tão nervosa. Isso é bom, porque achei que ela iria ficar com medo de mim pelo resto da vida.

 Peguei meu comprovante e vi a sala.

− 3-F e você? – Perguntei.

− Também. – Disse  olhando para o papel.

 

 Vi ela se distancia e ir para os corredores, eu ainda tinha que fala com o velhote por causa do uniforme. Sentei em um banco a frente da secretaria, mas logo o velho apareceu.

− Entre. – Disse Makarov.

− Não me olhe como se eu fosse tacar fogo na escola! – Disse entrando na pequena sala do diretor, havia uma mesa no centro, uma cadeira gigante atrás dela, e um banquinho a frente, que deve ser para as visitas. Atrás da cadeira, uma prateleira com vários troféus de campeonatos escolares.

 − Vou acreditar que isso foi uma ironia – Ele disse se sentando na grande cadeira , e eu me ajustei no banquinho mesmo.

− Você me mandou um uniforme pequeno, e vim para trocar, só isso mesmo.

− A certo, pedirei depois para te mandarem outro maior. – Disse ele anotando algumas coisas em um laptop.

− Então... fui nessa – Me levantei.

− Espera Gajeel, tenho umas coisas para te falar antes. – Makarov disse antes de eu tocar a maçaneta.

− Sim, senhor. – Falei me sentando novamente.

− Escute bem o que eu vou lhes dizer. Fairy tail é umas das escolas mais cobiçadas do Japão, a índice de alunos acima da média que estudam aqui, é alta! São todos filhos de grandes nomes no ramo empresarial, indústrias e políticas! Mas quanto a você, eu acho que preciso lembrar que se não fosse por mim, você estaria ainda morando naquela pensão para criminosos menores de idade! Então eu não quero te ver metido em nenhuma confusão, estamos entendidos! – Makarov me disse me olhando nos olhos e com seriedade.

− Entendido, mais alguma coisa? – Falei após alguns segundos de silencio. Recebi um aceno para ir de Makarov  e então fui para minha sala.

(...)

 

Cheguei na porta da sala olhei pela vitrine de vidro e vi que todos estavam ali, e Juvia estava se apresentando. Esperei um momento até ver ela ir se sentar e assim entrei devagar.

Todos me encararam.

 Sentido os olhares de todos, curvei a cabeça pedindo licença e recebendo confirmação do professor.

− Ola, seja bem-vindo! Meu nome é Macao, sou professor de matemática. Se apresente para nós, por favor. – Disse o professor gentilmente.

− Sim, prazer. – Apertei a mão do professor e olhei para todos, onde vi olhares alguns olhares estranhos, outros de desprezos e alguns curiosos. Reconheci  Duas pessoas do ônibus escolar, o loiro azedo e a ruiva.  – Meu nome é Gajeel Redfox, tenho 17 anos e isso é tudo, prazer. – Disse.

− Prazer é todo nosso Sr. Redfox, por favor sente-se à frente do Gray. – Macao disse e eu encarei a classe, um moreno branquelo levantou as mãos e eu fui até ele e me sentei em sua frente.

− Ei grandão, posso trocar de lugar com você? Você é meio grande sabe! Assim fica difícil de enxergar o painel. – Disse o tal de Gray me cutucando.

 Confirmei com a cabeça e me trocamos de lugar, reparei em uma baixinha  me encarando e ela sentava bem ao meu lado. Logo que a vi, ela desviou os olhares.

 

Alguns minutos se passaram e algumas conversas estavam no ar, todos me olhavam diretamente e isso estava começando a incomodar. Até que a garota do meu lado de estatura pequena, se levanto rapidamente.

− Professor, eu preciso sair para ir ao banheiro, posso? – Ela perguntou rapidamente.

 Professor lhe deu permissão e ela saiu.

(...)

 

Três aulas se passaram rapidamente, o intervalo começou e coloquei meus fones de ouvidos, cruzei os braços e encostei na cadeira, somente prestando atenção na musica. Aquela baixinha de cabelos azuis saiu e não voltou mais, isso me deixou com uma ponta de curiosidade.

 E só foi pensar nela que ela apareceu. Meu olhar se cruzou com o dela e vi que ela desviou logo depois com o rosto vermelho. Ela caminhou pela sala até chegar a mesa que se sentava, no caso no meu lado direito. Ela abriu a bolsa e pegou um caderno, mas de dentro saiu algumas folhas que caíram do chão. Por reflexo, eu peguei uma folha e nela estava uma carta de demissão.

− Você trabalha? – Perguntei a encarando, ela pegou o papel de minha mão e confirmou com a cabeça. – Porque irá pedir demissão? Perguntei mais uma vez e vi ela suspirar, parecia irritada com minha pergunta.

− É pessoal. – Respondeu.

 

 De certo modo, aquilo me incomodou um pouco, a forma que ela guardava as coisas na bolsa parecia que eu ia ataca-la a qualquer momento. Observei seu movimentar, cada gesto dela, mostrava que ela está desconfortável com minha presença. E tenho que admitir, por mais que ela seja pequena, ela tem é bem bonita. Sua pele é clara com algumas sarnas no rosto,queixo fino e nariz pequenos, seu rosto era uma beleza rara. seus cabelos são curtos e ondulados, com uma cor Azulada. Ela também usava um grande óculos de gral vermelho quadrado, que lhe dava uma aparência de nerd. Seus olhos eram de um tom castanhos meio claros, e sua boca um pouco fina e ao mesmo tempo carnuda. Não consegui tirar os olhos daquela boca nem por um instante.

− Por favor, pare de ficar me encarando, parece que vai me comer com os olhos! – Disse a pequena colocando sua bolsa nas costas e uma mecha de cabelo atrás da orelha.

− Vai matar aula baixinha? – Pergunte normalmente ignorando o pedido dela.

− Meu nome, é Levy Mcgarden, não me chame por apelidos. E sim, eu vou precisar matar aula, portanto, eu já avisei o diretor que preciso resolver algumas coisas. Adeus. – Ela simplesmente saiu da sala e me deixou ali.

 

 Posso me arrepender disso, mas acho que minha curiosidade falou maior. Me levante e fui para o corredor, vi a cabeleira azul virar a direita do corredor e descer as escadas, desci devagar para não chamar atenção e então eu a alcancei. Fique alguns passos longes até ver onde ela ia.

Saímos da escola e vi ela ir em uma área de lazer, me escondi atrás de uma arvore e ela se sentou em um balanço. Tirou uma foto da mochila e começou a chorar devagar.

− Nii-san, ele esta aqui... justo quando eu achava que tinha superado, ele apareceu... porque justo agora?

 

 Não escutei direito o resto das palavras, mas será que é de mim que ela esta falando? Vi alguns guardas passando e então decidi ir embora para minha casa.

No Caminho, fiquei com Aquelas palavras da garota em minha mente. Seu choro era de dor, obviamente ela deve ter se encontrado com o meu eu do passado. – Passado que quero esquecer.


Notas Finais


E então? o que acharam?? kkkkk
Até o próximo capitulo, tentarei trazer o mais breve possível ^^

Curtam >> www.facebook.com/FairyFics

Minha outra fic Gale >>https://spiritfanfics.com/historia/tudo-por-amor-revisao-8043277


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...