História Do Or Die - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Walking Dead
Personagens Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Maggie Greene, Merle Dixon, Michonne, Personagens Originais, Rick Grimes
Tags Abbyryder, Daryldixon, Dixon, Merledixon, Oliviawilde, Rickgrimes
Exibições 92
Palavras 1.400
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu escrevi um moooooonte de caps para postar aqui e adivinha!
Perdi meu pendrive e estou em uma bad sem fim e para passar a bad resolvi postar os que eu lembrava aqui e ver se eu o acho, espero que vocês gostem!

Capítulo 12 - Cura?


  Sarah Dixon

–Ajudem! Socorro! –Alguém gritava de longe.

O dono dos gritos de socorro não parecia estar tão longe e talvez eu pudesse chegar a tempo se um homem careta, sujo e sem uma mão não estivesse agarrando meu braço para me impedir.

–Tio Merle! –Bufei enquanto tentava me soltar, ele tinha apenas uma mão não poderia ser tão difícil!

–A voz é de um homem adulto ele vai conseguir sobreviver. –revirei meus olhos.

–Mas e se não conseguir? Vamos lá! Nunca pensei que meu tio favorito fosse tão medroso. –Sorri o vendo pensar, geralmente os Dixon não aceitam a palavra “medroso”

–Você nem conheceu o Daryl direito! –Os gritos continuaram e eu já estava achando que o homem não ia continuar a viver por muito tempo. –Certo, mas se eu me machucar a culpa é sua. –assenti enquanto ia correndo na frente.

Tenho que admitir que me assustasse quando vi um padre em cima de uma rocha gritando enquanto os bichos tentavam o puxar para baixo, mas assim que eu e tio Merle levantamos nossa arma para ajudar o padre, tiros começaram a ser ouvidos e um menino com chapéu de xerife apareceu a minha frente.

–Falei que ele ia sobreviver. –Merle colocou as mãos em meus braços sorrindo por algum motivo orgulhoso de si mesmo ignorando o menino a minha frente;

–Merle esta vivo? –O menino gritou olhando para trás, fazendo o meu tio o encarar.

–Carl? –Merle sussurrou tirando as mãos de mim e encarando o menino como se ele fosse um fantasma.

–Parabéns Carl, você saltou um padre. –Ouvi uma voz conhecida se aproximando e encarei Merle sorrindo. –Talvez isso nos de alguma sorte. –ela passou o braço entorno do menino enquanto suspirava.

–Mãe? –Ela arregalou os olhos enquanto se afastava do menino e encarava-me e tio Merle atônita.

–Isabel? –Ela sorriu e eu corri em direção sua a abraçando

Isabel.

–Quando contei a eles sobre DC, o filho da mãe no comando deu o sinal, sacaram as armas e voltamos à pega pra capar de sempre. –Abraham contava enquanto fazíamos o que fora mandado.

Rick e ele tinham um plano, um ótimo plano para falar uma verdade, mas eu ainda lembrava que eram muitos e mesmo com nossos cadarços, cintos e o que mais estivéssemos ali eu duvidava que desse certo.

–Antes de a colocarem aqui, não viu o Tyreese? –A partir dai resolvi ignorar a partir dê e encarar Daryl que conversava com Maggie sobre sua irmã desaparecida, respirei fundo e encarei pela frenas  do vagão para ver  se alguém vinha, esse trabalho tinha ficado encarregado para mim e Abby que ignorava sua tarefa enquanto olhava para a parede.

–Carro preto pintado com cruz azul. –Daryl respirou fundo–Eu tentei segui-lo. Tentei.

–Mas ela esta viva?

–Está.

–Calem a boca! –Respirei fundo quando vi que quatro homens se aproximavam de nos gritando.

–Muito bem. –Suspirei me afastando da porta, pegando as mãos de Abby e nos colocando ao lado de Carl e Michonne mais ao fundo do vagão. –Quatro safados estão vindo para cá.

–Já sabem o que fazer. –Com as palavras de Rick todos se levantaram e se colocaram em posição, peguei um dos cintos o colocando ao redor de minha mão esquerda, enquanto com a direita segurava a mão de Abby.  –Ataquem primeiro os olhos. Depois as gargantas.

–Fiquem encostados nas paredes do vagão. –um dos homens gritou. –Agora!

Um barulho e a claridade me fez olhar para cima e antes que alguém pudesse falar algo uma garrafa caiu, dei alguns passos para trás enquanto Abraham encarava a garrafa.

–Corra! –E então foi tarde demais, a garrafa explodiu e eu cai ao chão abraçando Abby enquanto tossia sem saber o que fazer.

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Assim que acordei senti os braços de Abraham me levantar me colocando de pé e depois de alguns minutos agonizantes consegui ouvir barulhos de tiros e outras coisas lá fora, Abraham foi até a porta do vagão o esmurrando, olhei ao redor a procura de Abby e vi que ela estava ao lado de Carl, sorri me aproximando de onde antes era meu posto encarando alguns walkers que passavam a nossa frente.

–O que diabos esta havendo? –Perguntei encarando as pessoas ao meu redor e percebendo que nem Rick e muito menos meu irmão estavam ali.

–Foram atacados. –Rosita falou se aproximando de nos, tentando olhar as coisas lá fora.

–Vai ver nosso pessoal escapou. –Sasha falou com um pouco de esperança e eu tive que sorrir, Daryl tinha a obrigação de escapar.

–Licença! –Eugene praticamente atropelou Maggie e Sasha e se ajoelhou ao meu lado, me afastei não entendo o que estava a acontecer ali.

–O que diabos vai fazer? –Perguntei e ele me encarou por um segundo antes de voltar a encarar o que quer que tenha a ser encarado antes.

–Talvez eu consiga usar o cartucho para abalar a porta. Pelo que escuro, pode não sobrar ninguém para abrir. –Suspirei não entendo o que ele estava a fazer ali.

–Desculpe Eugene, mas cale a boca. –Rosita falou e Abraham suspirou se sentando um pouco perto de Eugene.  

–Hey! Carl. – Maggie o chamou e ele se levantou rápido e sorriu.

–Meu pai vai voltar. Todos eles vão. –Disse e eu assenti enquanto sorria para Abby.

–Vão, sim. –Disse enquanto colocava minha mão no ombro de Carl. –Vamos nos preparar para fugir quando voltarem. –Todos assentirão e voltamos aos nossos serviços de antes em fazer armas.

–Qual é a cura, Eugene? –Sasha perguntou me tirando a atenção do que estava fazendo.

–Cura? –Perguntei me aproximando dela. –Qual cura? –ela me encarou e jogou a cabeça para o lado indicando Eugene.

–A cura para tudo isso que estamos vivendo. –respondeu minha pergunta e eu encarei Eugene.

–É segredo. –ele respondeu.

–Não sabemos o que vai acontecer. –Michonne falou e eu me sentei ao lado de Sasha para tentar entender direito.

–Deixem-no em paz. –Abraham suspirou enquanto falava.

–Vamos continuar a trabalhar. –Rosita disse, mas não pareceu fazer efeito em Sasha que se levantou se aproximando de Eugene.

–Sim, mas esta na hora de ouvir. Não sabemos o que vai acontecer. –repediu as palavras de Michonne.

–Mesmo que contasse a todos, mesmo dando instruções passo a passo com ilustrações e explicações detalhadas, caso eu morresse, a cura morreria comigo. –encarei Maggie que ouvia tudo atentamente enquanto olhava Maggie que sorria para ela.

–Não vou deixar isso acontecer. –Abraham cantarolou.

–Na melhor das hipóteses, saímos numa saraivada de balas, fogos e Walker. Não sou bom em correr, não consigo liquidar um morto com botões afiados e confiança.

–Sim, mas nos podemos e vamos. –Michonne falou me fazendo assentir.

–Você não nos deve nada, ainda não. Mas nos só queremos ouvir. –Sasha se aproximou mais de Eugene para ver se conseguia algo dele.

–Não precisa. –Rosita falou o encarando, mas mesmo assim ele se levantou e nos encarou pronto para responder as perguntas de Sasha.

-Fui de uma equipe de dez pessoas do projeto Genoma Humano visando doenças como armas para combater armas biológicas. Microrganismos patogênicos contra microrganismo patogênico. Fogo contra fogo. Os departamentos conversaram. Fizemos contatos, dividimos ados. Conheço profundamente os detalhes dos sistemas de lançamento infalíveis para matar toda pessoa viva deste planeta. Um pequeno ajuste nos terminais em D.C. pode mudar o roteiro. Liquidar todos os mortos. Fogo contra fogo. –Sasha respirava fundo e ele tinha conseguido toda a atenção de Maggie - Se tudo continuar como está parece bem ousado.

–Então, voltemos ao trabalho. –Falei tentando processar as coisas que eu havia entendido, mas assim que me agachei ao chão para voltar ao meu trabalho à porta foi aberta e Rick apareceu cheio de sangue com uma arma na mão gritando.

–Vamos lutar até a cerca! –Gritou atirando em alguns Walkers e indicando para que o seguíssemos, Abraham para minha surpresa pegou Abby a colocando nas costas descendo e assim que sai do vagão Daryl me jogou uma arma.

–Não saiam do lado dele! –Daryl gritou e eu corri atrás de Eugene, um bicho tentou o pegar, mas ele se afastou com nojo, suspirei e dei um tiro perto de sua boca.

–Vamos lá! Andando! –Daryl gritou já perto da grade enquanto os outros pulavam.

Sorri vendo que Maggie e Carl já haviam pulado, pulei depois de Eugene e assim que os outros haviam pulado fomos à direção onde Rick havia escondido nossas armas antes.

[DOMINGO TEM TWD] 


Notas Finais


Explicando o começo: É como uma preview do proximo cap que sera postado daqui alguns dias! (O proximo será narrado metade pela Sarah, então aguardem!)
GOSTARAM?? NÃO GOSTARAM??
Deixo com vocês! Vejo vocês nos comentarios.
Bjs de luz


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