História Do outro lado da cortina. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Jaimie Alexander
Tags Blindspot, Jane Doe, Patterson
Exibições 20
Palavras 638
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Esse episódio é onde introduz o início de uma grande amizade que poderá se transformar em algo maior. No entanto, apesar das incertezas e dos medos, às vezes o amor pode vencer.

Capítulo 1 - Capítulo 1 - Onde tudo começou


Faz 1 ano desde que eu fui encontrada dentro de uma mala na Time Square por agentes do governo. Desde então eu não lembro mais nada do que aconteceu na minha vida antes daquele episódio e depois dele tudo tem sindo muito confuso.

Fui presa e torturada, descobri que minha “família” criou um plano para matar milhões de pessoas inocentes por vingança, apenas para ter o gostinho de milhares de pessoas sofrendo a mesma dor que eles sofreram antes, percebi, horas após de eu sair da máquina, que sei artes marciais e sei falar idiomas que eu não sei de onde surgiram etc.

Tem tudo estado a maior confusão de lá pra cá.

Eu não sei em quem posso confiar, não sei onde estarei daqui alguns dias e não sei se viverei para contar o dia de amanhã, mas talvez a única coisa boa que exista no meio disso tudo é saber que se eu morrer amanhã ninguém sentirá minha falta, ninguém sofrerá, e isso me deixa mais aliviada do que saber que alguém está machucada por minha causa e eu não poder fazer nada.

Desde que eu fui do esconderijo da CIA e voltei pro FBI a minha vida mudou completamente. A confiança que todos possuíam em mim foi por água abaixo e agora eu sou vista como uma intrusa no meio de pessoas que estão o tempo todo salvar o país de atentados terroristas. Isso é triste e ao mesmo tempo assustador, pois a única coisa que eu sei é que eu fui completamente tatuada, colocada em uma mala e estou sendo julgada por juramentos que eu prometi cumprir dos quais nem ao menos me lembro.

- Com licença. Interrompi alguma coisa? - perguntou Petterson ao abrir a porta da sala na qual estava escrevendo no meu diário.

- Oi, não, tudo bem. Fique à vontade. - respondi.

- Então, eu queria saber como estão indo as coisas. Eu sei que está sendo meio complicado pra você voltar e fingir que nada aconteceu sem rejeitar os acontecimentos do passado.

- Eu estou bem, só sozinha, na verdade. Eu entendo completamente toda a desconfiança das pessoas. Eu sei que fiz por merecer isso. Mas eu estou apta a aceitar todos os termos e condições para ajudar vocês. Eu acredito em vocês. - falei dando um breve sorriso no canto da boca.

- Olha – disse ela sentando do meu lado – eu quero que você saiba que eu sempre estarei aqui pro que precisar, mesmo que as pessoas aqui dentro não estejam confiando em você e por mais que eu gostasse da Mayffer, eu tenho certeza que você não sabia onde estava se metendo e também tenho certeza que não sabe e não tem menor ideia, como todos nós, do que irá acontecer daqui em diante. Eu quero que saiba que tem uma amiga aqui dentro, por mais que seja difícil olhar para nós com o mesmo carinho e confiança de antes depois de ter sido torturada por “nossa culpa”. Eu sinto muito mesmo!

Foi nessa hora que eu sinto uma necessidade gigante da dar um abraço na Petterson, ela nunca me julgou, nunca tentou apontar o dedo na minha cara e falar sobre os meus erros, pois eu não tenho uma base para comparar com os meus do passado e ver se é certo ou não.

Depois daquelas palavras, a única coisa que eu consegui foi me levantar e dar um abraço apertado nela como se fosse o último da minha vida. Eu não sabia quantas outras vezes iria escutar alguém falar algo parecido com aquilo na minha vida, então eu deveria tentar pelo menos agradecer um pouco o sentimento que aquelas palavras refletiram em mim e o único jeito que vi de fazer isso foi dando o melhor abraço que lembro já ter dado a alguém.

CONTINUA.  



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