História Do outro lado da rua... - Capítulo 11


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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emmaswan, Reginamills, Swanqueen
Visualizações 737
Palavras 1.047
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá turma!
Desculpem a demora para postar, eu estou tentando me organizar aqui, já que a faculdade voltou, tem o serviço, e etc...
Maaaas, espero que me perdoem pela demora.
Beijos, Beijos!

Capítulo 11 - Capitulo 11 Confusing Happiness


Regina

 

Ler aquela mensagem de Emma, se despedindo, me fez ficar um pouco frustrada com o tanto de planos que meu cérebro tinha bolado para assim que o pronunciamento daquele evento acabasse e estivesse livre para ela.

Se bem que já era tarde demais mesmo, e minha mente estava implorando para um breve descanso, depois de uma semana agitada e cheia de compromissos. Mesmo que quisesse, não conseguia esquecer de tê-la beijado, e a forma como ela retribuiu, tornando-o ainda mais inesquecível. Às vezes me perdia lembrando e tocava meus lábios que desejavam os de Emma novamente. Minha irmã tinha motivo para me remendar, dizendo que estava cheio de suspirinhos para lá e para cá; mal sabia ela que meu desejo era pausar o tempo e aproveitar mais ainda a presença daquela mulher.

Depois de acordar aos berros, Zelena disse que sentia que Ruby precisava dela e iria para lá. Minha irmã estava se apaixonando pela amiga de Emma, sei que não era nenhuma novidade, mas seus olhos verdes ganharam uma tonalidade nova desde então; e sem contar que parecia mais ‘viva’, feliz com tudo, explicando melhor. Ela terminou de explicar que havia ligado umas três vezes e Ruby não tinha atendido, o que segundo ela, era muito preocupante e que o pressentimento dela poderia estar cem por cento certo.

Henry deve ter ouvido o escândalo de minha irmã e ao saber que a sua ‘Tia Ruby’ morava no mesmo lugar que Emma, insistiu para ir junto. E sim, Henry passou a chama-la assim depois de frequentemente se esbarrarem no café da manhã. Ele só tinha oito anos, mas me surpreendia cada dia mais, em especial hoje, quando sugeriu que chamássemos Emma para ir ao zoológico e depois almoçarmos juntos. E que sugestão mais que perfeita, não? As borboletas no estomago despertaram e pude notar o quão ansiosa tinha ficado só de pensar que ela poderia aceitar passar um pouquinho do seu tempo conosco.

Eu tentei disfarçar como estava feliz por estar indo rumo ao apartamento daquela loira que sabia como balançar comigo. Meu filho tagarelava sem parar e Zel tentava se distrair prestando total atenção no sobrinho.

A batedeira do meu coração aumentou quando Zel apertou a campainha.

E logo a figura de uma Emma totalmente inédita apareceu ao abrir a porta. Seus belos fios loiros estavam desgrenhados mas presos a um improvisado coque, e um pijama cinza com bolinhas brancas que deixava uma visão privilegiada de suas belas pernas e braços invejavelmente bem definidos. Aquela Emma desprevenida, estava chamando mais minha atenção do que de costume, meu cérebro idealizava eu poder contemplar acordar ao lado de uma mulher que quanto mais simples ela estava, mais linda ainda ela ficava.

O convite foi feito, e Emma aceitou.

Ah, céus, como queria beijá-la.

Aproveitei a oportunidade que Henry ficou totalmente focado em dar atenção a debilitada Ruby, e confortar a tia, para ir até o quarto de Emma e matar a saudade de estar aos seus braços.

No zoológico, eu não conseguia parar de admirá-la. Quando ela colocou Henry na costa e saíram explorando cada canto de lá, pareciam uma família, e não amigos, entende? Eu não conseguia deixar de babar por aquela visão maravilhosa dos dois em parceria. A risada deles seria o motivo de eu sorrir sempre ao lembrar dela ecoando em minha cabeça. Um tipo de terapia natural que eu encontrava nesses dois.

O assunto sobre animal favorito surgiu, e juro que não consegui não rir da explicação de Emma por preferir o leão; Henry se divertiu também e me acompanhou na risada. E minha cabeça já me fazendo imaginar o como seria acordar ao lado dela e com a tal juba de leão. Não tinha como evitar pensar em quão bom seria se tudo isso pudesse acontecer.

Eu aposto que acordar ao lado de Emma deva ser como um sonho, aquele seu sorriso maravilhoso para desejar um bom dia, seu beijo viciante, seu olhar sincero e seu toque cauteloso. E a juba de leão. Segurei um riso ao idealizar sozinha. Não conseguia definir o que era tudo isso a respeito de Emma, só sabia que não podia perde-la, já que ninguém tinha conseguido me fazer sentir tão viva.

Se todos os fins de semana fossem desse jeitinho, eu ia implorar para a semana passar voando, só para poder reprisar esse momento mais que perfeito com a pessoa que mesmo sem saber, cuidava de mim e do meu filho, como ninguém tinha conquistado isso antes.

Tive que lembra-los do horário do almoço, ou os dois estariam dando a volta novamente pelo zoológico e sem se quer perceberem.

O almoço foi surpreendente, Henry nunca tinha devorado sua comida toda como tinha feito hoje. Acho que por mais uma vez, a influência de Emma foi simplesmente notável, ela falava sobre como era importante comer bem e se manter saudável para poder ter sempre força para tudo.

Henry adormeceu no carro, acho que fazia um bom tempo que ele não esgotava suas energias assim. Ele adorava Emma, disso não tinha dúvida nenhuma, mas passar o tanto tempo que passamos, eu provavelmente ouviria a semana inteira o como tudo foi incrível e quando seria a próxima vez.

Desta vez consegui me despedir de Emma como queria ter feito na noite do evento da empresa. Eu me entregava toda vez que nos beijávamos, eu queria aquela demonstração de desejo e carinho. Todos os dias se fosse possível. Eu não reclamaria disso, nem um pouco.

E ela topar nos vermos amanhã, só me fez ficar mais euforicamente feliz por dentro e contar as horas para chegar logo.

Henry irá adorar ouvir isso.

E aposto que ele vai ter uma ótima ideia do que possamos fazer para passar o domingo com Emma.

Observei meu filho dormir serenamente, enquanto minha mente relembrava tudo de bom que passamos. O sorriso agora parecia parte de mim quando se tratava das lembranças.

Me passou pela cabeça que Elsa já deve ter se dado ao luxo de presenciar todas as maravilhas de acordar ao lado de Emma. É óbvio que já, Regina! Elas eram namoradas, você queria o que?

Mas, até a juba de leão?

Balancei a cabeça, tentando espantar meus pensamentos.

Que droga! Eu estava com inveja do protótipo fajuto da Barbie? É isso mesmo?


Notas Finais


E ai? O que acharam?

Até mais!
Beijos, Beijos


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