História Do outro lado da rua... - Capítulo 12


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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Henry Mills, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emmaswan, Reginamills, Swanqueen
Visualizações 439
Palavras 1.620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá turma!
Consegui aparecer para postar o capítulo!
Faculdade tá tomando um tempo...
Mas enfim... Está ai.
rsrs'
Obrigada por cada comentário e cada favoritos
Ah, e não tive tempo de revisar, então, quebrem o galho se tiver muitos erros.
Beijos! Beijos!

Capítulo 12 - Capitulo 12 Just Like a Fire


Emma

 

Sonhei a noite toda com o replay maravilhoso que tinha sido meu dia com aquelas duas pessoas que entraram na minha vida. Não tinha como não acordar de bom humor depois disso, e ainda mais sabendo que a veria hoje novamente.

Levantei no horário de costume para um domingo, fiz meu ritual matinal sonolenta e fui tomar um banho demorado para tirar a ‘nhaca’ da preguiça.

Vesti meu short jeans desfiado, e minha blusinha azul lisa.

Desci ouvindo uma sincronia de batidas de panelas vindo da cozinha.

Ruby e Zelena trabalhavam juntas e pareciam se comunicarem por telepatia, já que pareciam completar o ponto final de cada prato que organizavam.

Estava feliz por ver que minha amiga estava bem melhor que ontem, e mais feliz ainda por Zelena se importar mesmo com ela. As duas são uma dupla e tanto.

- Vamos ter visita ou devo pedir que Zelena venha todos domingos para sentir esse cheiro maravilhoso?

As duas me olharam e riram.

Minha amiga secou as mãos no pano-de-prato e veio até mim.

- Boa tarde, Bela Adormecida.

- Como está, lobinha?

O abraço foi apertado.

- Estou ótima. O que seria de mim sem você e Zelena?

Ela me deu um beijo estalado na bochecha e voltou para ajudar a namorada.

- Precisam de ajuda?

- Preciso que recepcione minha irmã quando chegar, sei que é ótima nisso, Emma.

Arqueei as sobrancelhas surpresa.

Regina? Ela estava vindo para cá?

- Sério? Regina e Henry vem almoçar com a gente?

Zelena me olhou e não conteve a gargalhada.

Juro que fiquei sem entender.

- O que? – Perguntei.

- Você e minha irmã, são tão parecidas. Os olhinhos de vocês parecem que surgem estrelinhas e purpurinas de tanta felicidade. – Tomou ar. – Enfim, eles já devem estar chegando, Emma, talvez devesse colocar um babador.

- Boa ideia, ruiva. – Ruby concordou.

A olhei incrédula.

- Até você?

- Loira, falta você desmanchar perto dela. – A campainha soou. – Salva pelo gongo. Vai logo e não babe!

Revirei os olhos e mostrei a língua antes de ir.

Quanto mais perto da porta eu chegava, mais meu coração ficava descompassado. Minhas mãos estavam suando, ansiosa?

Abri a porta depois de contar até três.

Lá estava a mulher que eu achava a mais linda do mundo.

Com seu penteado perfeito e o sorriso mais hipnotizante que já tinha conhecido.

Henry interrompeu minha analise quando abraçou minhas pernas.

- Emma!

Abaixei para abraça-lo que por sua vez, me apertou com toda sua força.

- Eu gosto de você, Emma! – Ele disse ao desfazer o abraço e sair correndo para achar a tia.

Me endireitei sem me conter em rir do ato espontâneo do garoto.

- Ele realmente gosta de você. – Regina teve minha atenção.

- Só ele?

Ela me estudou com o olhar, sem desfazer o sorriso. Seus passos lentos vieram até mim, deixou um beijo curto depositado nos meus lábios e limpou quaisquer vestígios de seu batom em mim.

- Eu não sei exatamente o nome disso que sinto a seu respeito, Swan, mas definitivamente é algo maravilhoso. – Sua mão livre entrelaçou os dedos na minha e me conduziu, o que devia ser eu a fazer e na verdade foi Regina, as palavras dela tinha me deixado completamente ‘babando’ como Ruby e Zel tinham dito.

Sabe, estava admirando essa Regina dos fins de semana. Ela parecia mais solta e menos a caráter de empresária. A verdade era, quando foi uma vez que não admirava Regina Mills?

Talvez Ruby e Zelena tenham razão, eu precisaria de um babador.

 

Nosso almoço não tinha como ter sido mais perfeito.

Parecíamos uma família reunida como se fosse um costume, e não que aquilo era algo novo. Eu queria que virasse um costume. Seria o costume mais gostoso de toda a minha vida, e imploraria para a semana passar voando e passar todos os fins de semana desse jeitinho.

Depois de ajudar Ruby com a louça, enquanto Zel e Regina secavam e guardavam, Henry estava concentrado numa folha de papel e alguns lápis de cor que minha amiga tinha buscado mais cedo para entretê-lo, me juntei a ele e puxei uma folha do bloco de sulfite.

- O que vai desenhar, Emma? – Ele perguntou quando escolhi um lápis.

- Não sei ainda, estou pensando. Alguma dica?

Henry bateu o lápis no queixo enquanto pensava.

- Um cavalo!

- Um cavalo? – Ele fez que sim com a cabeça. – Tudo bem.

Fazia muito tempo que não desenhava.

Muito tempo mesmo.

Acho que a última vez que desenhei algo foi quando trabalhei numa empresa de design e eles adoravam meu talento. Eu teria seguido essa carreira se não fosse minha paixão pelo conteúdo do jornalismo. Mas muitas vezes, antes de conseguir minha própria coluna no jornal, eu fazia minhas próprias imagens para atrair a atenção do leitor, e talvez deva ter sido isso que deu um empurrãozinho na minha carreira.

Usei o grafite do lápis para fazer o preenchimento perfeito do desenho, incluindo o sombreado ideal a ponto de ser realista, que só não tinha ficado idêntico a uma fotografia em preto-e-branco por conta do fundo branco da folha e a falta de opções de lápis próprios para esse tipo de desenho.

- Ow! – Henry soltou quando parou a atenção de seu para o meu. – Emma, você desenha muito bem!

- Gostou?

- Sim!

Parei de deslizar o dedo pelo desenho quando achei que ele estava pronto.

- Mamãe, parece aquele seu cavalo, não parece?

Foi ai que me dei conta que Regina estava atrás de mim.

Ela analisava o desenho com uma fisionomia surpresa e imersa nas memorias.

- Rocinante. – Zelena disse ao lado da irmã. – Caramba, Emma, você tem muito talento com o lápis.

- Rocinante? – Ruby repetiu.

- Era um cavalo que nosso pai nos presenteou quando éramos crianças. – Regina explicou. – Ele era exatamente igual ao desenho.

Voltei a atenção para o desenho e como ele de certa forma tinha mexido com Regina e suas lembranças. Só não sabia se eram boas ou ruins.

- Você gostou? – Perguntei voltando meu olhar nela, que concordou com a cabeça. – Então, é seu.

- Eu amei. Você é incrível, Emma.

Ah, as palavras dela.

Pareciam ecoar em minha mente como uma daquelas músicas novas que você vicia e coloca no botão repetir, só para ouvi-la centenas de vezes? As palavras de Regina tinham esse efeito em mim.

- Mamãe? Emma pode ir jantar em casa? – Henry teve nossa atenção.

- Se Emma quiser, claro.

E como que eu ia dizer não para eles? Era como se negar qualquer coisa a pedido deles, estava fora de cogitação.

Os dois saíram cumplices quando confirmei que ia.

Passei o restinho da tarde no meu quarto para não ficar servindo de vela na sala de estar.

 

Eu amava estar na companhia de Regina e Henry.

Em especial quando ficávamos tanto tempo juntos.

Logo depois do jantar, Henry pediu que eu desenhasse um tigre para que ele levasse à aula amanhã e pudesse impressionar a professora.

Ele estava achando incrível o que eu conseguia fazer, Henry nem ao menos piscava enquanto eu fazia os traços e riscos perfeitamente.

Festejou quando tinha terminado, colocou o desenho dentro do caderno de lições e guardou na mochila.

Ajudei Regina a botá-lo para dormir quando a mesma decretou o horário, e ele obedeceu sem resmungar, estava ansioso para levar o desenho aos amigos e a professora.

- Vamos assistir alguma coisa? – Ela perguntou quando chegamos a sua sala.

- Vamos.

Regina escolheu o filme, que eu nunca tinha ouvido falar.

Eu aproveitei o momento para confortá-la em meus braços enquanto o filme seguia.

Descansou a cabeça no meu peito e seus braços laçaram ao meu redor.

Afaguei seu cabelo carinhosamente, e mais suave quando percebia que sua respiração estava ficando calma.

Não demorou muito para que ela dormisse.

Eu sentia a pessoa mais poderosa do mundo, por ter Regina adormecida em meus braços como se aceitasse minha proteção.

O filme continuava rodando mas não conseguia tirar a atenção dela.

Um sorriso angelical esboçava de seus lábios, deixando sua cicatriz mais evidente. A fisionomia agora calma e entregue.

As vezes quando parava de afagar seu cabelo, seus lábios formavam um biquinho como sinal de protesto.

Ah, por Deus... Como ela conseguia mexer comigo tanto assim?

Infelizmente quando os créditos finais do filme tocaram, percebi que já estava tarde e eu tinha que ir embora.

Comecei a distribuir beijinhos pelo seu belo rosto.

- Regina? O filme acabou. – Disse quando vi a pequena abertura.

- Está tão gostoso assim, Emma, não queria sair daqui nunca.

Ah, meu coração não aguentava.

- Infelizmente tenho que ir embora.

Ela forçou seus olhos a manterem abertos, checou o relógio no pulso.

- Está tarde. Fica aqui comigo.

Ficar com ela?

Que raiva de mim por ter marcado um compromisso logo de manhã!

- Eu tenho que ir ao médico pela manhã, e minha mãe ficou de ir em casa para irmos juntas.

Seu olhar ficou em mim.

Parecia preocupada.

- Está doente?

Segurei um riso.

Estava me apaixonando pelo estado sonolento e meigo de Regina.

- Não. São exames de rotina, se não faço, minha mãe acha que estou escondendo algo dela.

Balançou a cabeça positivamente.

Tirou lentamente seus braços que a prendiam em mim e arrumou a postura.

- Podemos almoçar juntas? – Perguntei.

Ela esboçou um sorriso lindo.

- Claro, Emma.

A surpreendi com um beijo, que logo foi retribuído.

Nossas línguas exploravam em sincronia, aprofundando nosso beijo.

- Se continuar, não vou te deixar sair. – Regina disse colocando o dedo indicado em meus lábios.

Não conseguia parar de sorrir.

- Boa noite, Regina.

- Boa noite, Emma.

Demos um selinho rápido ao despedir na saída.


Notas Finais


E ai?
Gostaram?

Beijos, beijos e até a próxima!


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