História Do seu lado - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias B.A.P
Personagens Bang Yongguk, Daehyun, Himchan, Jongup, Personagens Originais, Youngjae, Zelo
Tags Assassinato, Bap, Drama, Jongup
Exibições 22
Palavras 6.135
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


O segundo e último capítulo.
Ebaa!

Capítulo 2 - Desespero da alma


Fanfic / Fanfiction Do seu lado - Capítulo 2 - Desespero da alma

 

 

Cloe engoli seco e fecha os olhos apenas esperando o disparo, seu coração vai a mil e a sua mente fica em “branco”, apenas concentrada no barulho do tiro e na pequena dor fina que sentiria em sua cabeça, antes de morrer. Mais isso não acontece.

Jong Up respira fundo e segura a arma com um pouco mais de força, o que está acontecendo?  Pensa ele aflito, era bem simples, era apenas apertar o gatilho e pronto. Mais então por que sua mão congelou? Afinal, ela é só uma garota, vai morrer de qualquer forma mesmo.

Ele franzi o cenho e morde os lábios, tentando apertar aquele bendito gatilho, mais não conseguia. Jong Up não conseguiu matá-la.

Com um suspiro, ele abaixa a arma. Cloe engoli seco e se vira ficando de frente para ele, ainda meio assustada com a sua atitude, mais com o fato dele não ter atirado do que com o fato dele ter apontado uma arma na sua cabeça.

A única pergunta que saiu de sua boca foi:

 - Quanto?

 - 200.000,00 dólares.

Seu corpo se arrepia.

 - É muito dinheiro, e é realmente muito tentador. Então por que não atirou? Parece ser algo tão fácil pra você.

 - Acredite, matar pessoas é mais fácil pra mim do que respirar. Mais, com você eu não consegui.

Ela suspira surpresa.

 - Não sei se te agradeço ou se te bato por isso.

Cloe volta a andar e passa por ele, em direção ao “pequeno” apartamento que ficavam. Jong solta um suspiro e segura a arma com força, era só apertar a porra de um gatilho.

Sem pensar, ele lança a arma com força contra a parede mais próxima e passa a mão pelos cabelos, frustrado.

Cloe continua andando, mesmo com as pernas trêmulas.

 - Ela ainda não sabe sobre isso, Jun. – Ela franzi o cenho ao ouvir a voz de Young Jae, ela para no corredor e fica quieta, apenas escutando.

 - Tá eu sei, mais e se ela descobrir?

 - Só os Hyungs têm o direito de contar, sabe disso, né? – O outro confirma. – Cloe não pode saber, que foi nós que matamos o pai dela.

Ela senti seu coração para por alguns instantes, foram eles, então foi eles. Antes que pudesse pensar direito, ela entra na sala furiosa, os dois se assustam e se levantam rapidamente.

 - A quanto tempo está aí?

 - Tempo o suficiente para ouvir o que você falou, Young Jae. – Ele engoli seco, Zelo fica pálido, Jong Up chega mais permanece parado na entrada da sala, quieto. – Então foram vocês, eu não acredito, FORAM VOCÊS.

Ela grita e todos se assustam.

 - Cloe, por favor, se acalme.

Tenta pedir Jae, e ela nega com a cabeça.

 - Como você quer que eu me acalme? Se eu acabo de descobrir os assassinos do meu pai, e o pior, vocês estão me ajudando, ofereceram ajuda mesmo sabendo que...

 - Nós não sabíamos, descobrimos hoje de manhã quando você contou a história, agente não fazia idéia que...

 - Não interessa, toda essa desculpa esfarrapada não vai trazer meu pai de volta. – Algumas lágrimas descem pela sua face, raiva, revolta e saudade, saudade de seu pai que nunca mais iria voltar. – Sabia que eu podia denunciá-los para a policia? Ou me vingar da morte do meu pai?

Todos congelam com as ameaças dela.

 - Você não faria isso.

 - Ah não? Só por que vocês me ajudaram? – Ela suspira passando a mão pelo rosto. – Quanta ironia do destino, os caras que me ajudaram e me acolheram, são justos os assassinos do meu pai. Isso só pode ser brincadeira.

 - Acredite, nós também pensamos assim, isso nunca aconteceu antes. E eu juro, por céus, que não sabíamos que Mao tinha uma filha, nem antes nem depois. Agente só...

 - Fizeram o trabalho de vocês. – Ela completa a fala de Jae. – Eu sei que meu pai não era nenhum santo, pelo contrário, ele infernizou a vida de muitas pessoas e eu sabia que um dia isso iria acontecer. Todos os dias que ele saia, eu nunca sabia se ele iria voltar, até que um dia isso aconteceu, e mesmo que eu tenha me preparado psicologicamente para esse dia, foi um enorme baque.

Lágrimas caiam enquanto ela falava, Cloe as limpa com certa raiva. Sua garganta trava e a saudade a corroeu por dentro como ácido. Pai... ela balança a cabeça e se afasta indo na direção do corredor, mais a mão de Jong no seu braço a faz parar.

 - Você não pode sair assim, e sozinha.

Ela o encara com raiva.

 - Não precisa fingir que se importa.

Cloe se solta e vai andando pelo corredor até a saída, ignorando os chamados do Jae e do Zelo, Jong Up fica olhando até ela sair pela porta que entrara minutos antes. E mesmo sem o consentimento dela e dos rapazes, ele vai atrás dela.

A mente de Cloe se encontrava confusa e sem rumo, ela andava por algumas ruas, passava por lojas, pessoas, carros, calçadas mais não via nada. Seus olhos estavam se foco, imersos em pensamentos e lembranças.

Mao Dong Jun era um mafioso que havia ferrado com a vida de inúmeras pessoas, mais era o único pai que ela conheceu, ele a protegeu do mundo terrível que vivia, lhe deu amor, carinho e zelo. Lhe dando bronca quando se era necessário, e lhe mostrando que nem sempre a vida é como agente espera, que o destino pode nos surpreender ás vezes.  

E como!

Lágrimas ainda caia de seus olhos ao se lembrar do tempo que viveu com ele, tudo bem que ela vivia presa dentro de casa e que não podia sair, mais depois que cresceu passou a entender o quanto aquilo era necessário. Era para protegê-la.

Cloe sentia alguém andando atrás dela, e não precisava nem se virar para saber quem era, Young Jae provavelmente me seguiu.

Andou um pouco mais rápido até dar tempo de se virar em um beco que ali tinha, esperou até o rapaz aparecer e o encurralou na parede oposta, Jong Up arregala os olhos assustado, mais ela também estava surpresa.

 - Jong Up?

Ela o solta e limpa rapidamente o rastro de lágrimas ainda presente em sua face.

 - O que está fazendo aqui?

 - Fiquei preocupado e resolvi te seguir.

 - E desde quando se preocupa com a minha segurança? Que eu bem me lembro, e me corrija se eu tiver errada, era você mesmo que estava apontando uma arma na minha cabeça a alguns minutos atrás.

 - É, mais não disparei, e ainda estou tentando entender o por que de não ter conseguido.

 - Eu também.

 -Olha, a questão é que fiquei preocupado e não quis te deixar andando pelas ruas sozinha, como aconteceu ontem de noite. Eu sei que você ficou atordoada com a noticia, e que não esperava por isso, mais colocar a própria vida em risco não irá resolver em nada seus problemas.

Ela respira fundo, admirada com suas palavras e com a sinceridade que viu em seu olhar, ele estava mesmo preocupado.

Seu telefone toca e ele rapidamente atende.

 - Alô, sim estou aqui com ela. – Faz uma pausa – Está tudo bem, não se preocupe. Okay, vou tentar levá-la de volta, só não sei se irei conseguir. Ela está mais calma, pelo menos aparentemente. Ahan, tá bom, tchau. – Ele desliga e a encara. – Era o Bang Hyung, ele e os outros chegaram e Young Jae contou o que tinha acontecido, agora estão preocupados com você. Olha, eu sei que você ficou brava e entendo que era seu pai, mais não acha mais prudente voltar e ficar conosco até conseguir ir embora? Lá pelo menos está mais segura.

Ela confirma com um aceno, convencida de suas palavras. Ambos se viram e volta a andar, Cloe estava muito curiosa, então não conseguiu evitar a pergunta.

 - Por que me seguiu?

Ele dá de ombros.

 - Sinceramente? Nem eu sei a resposta, apenas quis vim.

 - Se é pelo fato de você ter...

 - Não, não é remorso por ter apontando uma arma pra você, é só... – Ele a olha e Cloe senti cada grama de seu corpo ferver com aquele olhar. – Eu, sinto que não posso mais te deixar sozinha.

Cloe abre a boca, surpresa com tal afirmação, em seu olhar ela não vê mais indiferença como antes, parecia haver uma certa esperança em suas Iris e algo mais, mais profundo. Jong Up desvia o olha e volta a andar com a morena do seu lado.

Eles gastam trinta minutos para voltar, e Cloe não tinha notado o quanto havia andado. Quando chegam encontram todos reunidos e apreensivos, Him Chan é o primeiro a começar o interrogatório, perguntando se estava tudo bem, se estava machucada, se ainda estava brava com eles... Cloe apenas respondeu as suas perguntas histéricas com calma.

 - Está mesmo tudo bem? Não está mais chateada com agente?

 Pergunta Bang

 - Eu pensei um pouco sobre isso, e cheguei a conclusão que vocês não teve culpa do que aconteceu, foi só o destino que resolveu tira uma com a nossa cara. – Todos riem de sua pequena brincadeira. – Mais não se preocupem, não estou mais brava com vocês, e me desculpe as coisas que disse, foi coisa de momento eu só explodi. Não tenho coragem de denunciar vocês.

 - Tudo bem.

Young Jae sorri.

 - Ótimo, tudo resolvido, agora que tal relaxarmos um pouco? Depois de toda essa tensão.

Dae Hyun dá idéia.

 - Verdade, então que tal jogarmos um pouco?

Diz Bang e todos concordam, eles entram no corredor e viram a esquerda no mesmo e entram em uma outra salinha, menor que anterior, e havia uma mesa redonda no centro e seis cadeiras ao redor dela.

 - Eu não sei jogar, então só ficarei olhando.

Diz Cloe

 - Sério? Então você aprenderá hoje.

Comenta Dae Hyun sorrindo, eles se sentam na cadeiras e Cloe prefere ficar de canto apenas olhando, quem começa a distribuir as cartas é o Bang, e assim começa a primeira rodada com todos apostando pequenas quantidades de moedas. Como Jong Up era desafiador, ele sempre postava todas as suas moedas, e acabou ganhando duas rodadas, na terceira perde pro Him Chan, mais ganhou a próxima com um sorrisinho no rosto.

 - Ainda não consigo entender como ele ganha todas as partidas, fico aborrecido por isso.

Zelo faz um pequeno biquinho ao terminar de falar.

 - É mesmo, conta ai qual é o seu segredo, Up?

Fala Young Jae interessado.

 - Acho apenas, que tenho sorte, talvez. – Ele lança um pequeno olhar para Cloe e cada grama de seu corpo se aquece com tal gesto. – E aí, querem mais uma rodada?

 - Pra mim já deu.

Murmura Him Chan e Bang concorda.

 - É, acho melhor pararmos por aqui antes que esse jogo dê prejuízo de verdade para gente.

Mesmo contrariado, Jong se levanta junto, Cloe acaba soltando um pequeno bocejo.

 - Já vou dormir, Boa noite meninos.

 - Boa noite.

Antes de deitar, Cloe toma um banho rápido e escova os dentes, e quando volta pro quarto, vesti uma camiseta larga para dormir. Apaga a luz, permitindo apenas que as luzes do centro e do luar invadisse seu quarto.

Ela já estava quase dormindo, quando escuta a porta do seu quarto se abrindo, droga, era para mim ter trancado a porta. Ainda de olhos fechados, ela senti alguém se aproximando até se sentar na beirada da cama, uma mão gelada toca a sua bochecha e ela se assusta abrindo os olhos depressa.

 - Jong Up?

Pergunta ela confusa, a luz que vinha da janela batia bem em seu rosto, e ele também estava meio assustado.

 - Achei que estava dormindo.

 - O que está fazendo?

Ele desvia o olhar pro chão, sem saber o que falar e sem uma desculpa para dar.

 - Eu, eu acho que só queria te dar um beijo de boa noite.

 - Só isso?

Ele faz um sim com a cabeça olhando para suas mãos, envergonhado demais para encarar a garota na sua frente. Ela sorri e se aproxima segurando seu queixo com a mão direita, ela levanta seu rosto e sela seus lábios. Jong Up estava com os olhos arregalados, surpreso com tal atitude da garota, Cloe estava sentindo todo seu corpo formigando por conta daquele pequeno contato, a boca dele era tão macia que ela não queria sair dali nunca mais.

Sentindo que ela ia se afastar, ele a segura pela cintura e começa a movimentar a boca criando um ritmo perfeito para ambos. Sua língua pede passagem e ela concede soltando um suspiro, como é bom... Sua mente murmura gemendo baixinho.

Em um movimento rápido, ele a deita e fica sobre seu corpo ainda lhe beijando, quando o ar se faz falta, ele desce seus beijos pelo pescoço da garota, fazendo a mesma soltar ofegos baixos ainda contidos. Sua mão esquerda desce pela cintura a segura pela coxa fazendo a mesma enlaçar o seu quadril, ela solta um pequeno ofego ao senti-lo tão próximo e aquilo era maravilhosamente bom.

Voltam a se beijar e Jong Up ainda apertava sua coxa a fazendo suspirar entre o beijo. Sem nenhum pingo de paciência para esperar, ele tira rapidamente a camiseta dela e em seguida tira a sua, Cloe fica de boca aberta ao ver aquele abdômen tão lindo, não muito musculoso mais perfeito. Ela o vira na cama ficando por cima, e ele não consegue conter um sorrisinho com aquilo, retornam o beijo com ainda mais desejo e necessidade,  enquanto os lábios ainda estavam juntos, as mãos da garota descem pelo abdômen do garoto ouvindo o mesmo suspirar.

Ela senti a mão quente dele lhe tocando as costas e caminhando por ali até encontrar o fecho do sutiã o removendo em seguida. Eles viram novamente e Jong Up desce seus lábios até o seio da garota, chupando o mamilo e mordiscando de leve, fazendo a garota arqueia as costas gemendo ainda baixo, ele sorri e morde com um pouco mais de força o lado direito de sua costela e a mesma resmunga por conta da pequena dor que sentira.

A ultima peça é removida do corpo da garota, que já se encontrava com o rosto vermelho de desejo. Ela se senta e volta a beijá-lo arranhando seu peitoral sem dó causando gemidos dolorosos no outro. Suas mãos vão para o coes de sua calça, desabotoa e com ajuda dele tira a peça juntamente com a sua box preta.

Jong Up deita Cloe na cama e morde seu pescoço enquanto adentrava o centro de seu corpo lentamente, soltando um suspiro quando se sente inteiro dentro dela. Ela gemi jogando a cabeça pra trás quando o senti se movimentando dentro de si, arranhando suas costas com força fazendo o outro gemer de dor e prazer.

Jong aumenta velocidade das estocadas fazendo os gemidos de ambos aumentarem, com uma só mão ele levanta prende os pulsos dela em cima de sua cabeça e com a mão livre ele passeia por seu seio até chega na sua cintura lhe apertando com força indo cada vez mais fundo e mais forte, fazendo a garota morder os lábios e se retorcer de prazer.

Em um movimento rápido, ela gira ficando sobre ele o mesmo fica surpreso mais solta um sorrisinho satisfeito, mordendo seu lábio inferior quando a sentiu subir e descer pelo seu membro ditando um ritmo nem lento nem rápido demais, apenas perfeito para que ambos os corpos entrassem em sintonia numa dança ritmada e erótica.

Up toma impulso e se senta na cama junto com ela a abraçando pela cintura e lhe ajudando com os movimentos aproveitando para arranhá-la também. Ambos se beijam novamente, e tremores passam por seus corpos sem aviso prévio, Jong Up e Cloe atingem o orgasmos juntos gemendo em uníssonos. 

 

 - Algumas pessoas acham que eu sou um psicopata.

Comenta Jong deitado, Cloe estava com a cabeça apoiada em seu ombro sentindo a respiração – agora calma – do outro.

 - Descordo, se você realmente fosse um psicopata, teria me matado quando teve oportunidade, e iria ganhar muita grana por isso.

 - Mais se eu dizer que odeia matar pessoas, estarei mentindo. É, boa a sensação, pelo menos para mim.

 - Mais todas as pessoas que você já matou, era bandidos e assassinos também.

 - Iguais a mim.

Ela levanta a cabeça e o encara séria.

 - Vamos mudar de assunto? Eu não gosto de te ouvir falando desse jeito de si próprio, é muito triste para mim.

Ele sorri e acaricia a face dela colocando uma mecha de seu cabelo trás da orelha.

 - Incrível, você só consegue ver o meu lado bom, mesmo quando ele não existe.

Ela se aproxima e o beija o calando.

 - É por que gosto muito de você

Ele balança a cabeça

 - Não sou o homem certo para você.

 - E quem disse que eu quero o homem certo, pessoas certas não existem, eu gosto de você desdo primeiro dia que te vi.

 - Então não viaja, eu sei que é egoísmo de minha parte e entendo o inferno que se transformou a sua vida, mais, por favor, não vá.

Ela o olha no fundo dos olhos, e ali vê o brilho do medo, era primeira vez que viu realmente as suas emoções e isso a deixou abalada.

 - Eu não vou mais, nem que me pedissem, eu não quero me afastar de você.

Eles se beijam mais uma vez, e algo se acendeu em seus corpos.

Eles não iriam parar nem tão cedo.

 

J∞C

 

Bem lentamente, Jong Up abre os olhos e os esfrega para se acostumar com a claridade incomoda, girando pro lado franzi o cenho ao notar que Cloe não estava ali. Ele se senta na cama e alonga os braços para cima, meio chateado de não ter encontrado a morena do seu lado.

Ele se levanta e vesti a sua box preta, a calça e a camiseta da mesma cor, passa as mãos rapidamente pelo cabelos antes de sair e ir no banheiro.

Ao chegar na sala, só encontra os meninos ali, sem sinal da garota.

 - Cadê a Cloe?

Pergunta rouco e Him Chan respondi.

 - Ela saiu com o Dae Hyun, eles foram comprar café e alguns pães para comer.

Jong sente algo preencher seu peito a comprimir seu coração. Um mal pressentimento, poderia ser apenas ciúmes por ela ter saído com Dae, mais ele sabia que não era só isso.

Na cafeteria, enquanto esperavam seus pedidos chegarem, Cloe senti um olhar sobre si, a queimando por conta da intensidade. Discretamente, ela olha ao redor até seus olhos chegarem em um homem de meia idade que estava sentado em uma das mesas bebericando um cappuccino.

Mais não era só isso que havia chamado a atenção da garota, e sim pelo fato desse homem ser o mesmo que a encarou naquela noite no bar antes de ser perseguida. Uma sensação de dejavú invadi seu peito acompanhado de um horrível pressentimento. Rapidamente ela volta ao normal e murmura para Dae.

 - Acho melhor irmos embora logo.

 - Por quê?

 - Estou com um péssimo pressentimento, aquele homem não tira os olhos de nós.

Dae varre o local com o olhar até encontrar o tal homem os encarando, ele concorda com a cabeça e pega rapidamente seus pedidos, pagando e saindo em seguida. Pelo fato da cafeteria ser perto de onde moravam, eles não foram de carro e Dae Hyun se arrependeu por isso.

Ambos andavam rapidamente pela rua de pouco movimento e Cloe olha para trás vendo um homem de capuz andando atrás deles.

 - Droga, Dae estamos sendo seguidos.

 - Vem.

Eles viram na próxima esquina e andam ainda mais rápido, e o homem atrás deles continuava andando. Até que eles param abruptamente ao verem outro cara bem na frente deles.

 - E agora?

Ela pergunta ofegante.

 - Não sei.

Ele deixa  sacola no chão e mais do que rápido saca a arma da sua cintura, o problema é que era dois e Dae só tinha uma arma e Cloe não havia nenhuma. Ele atira no cara que se aproxima e que estavam na frente deles, mais o idiota desvia e avança nele. Cloe grita quando o outro a segura pelo braço.

Rapidamente o homem consegue desarmar Dae, lhe dando um soco no estomago e quando Dae se curvou por causa da dor ele lhe acertou outro no nariz. O moreno fica desnorteado por alguns instantes, mais se recupera rapidamente e lhe acerta um suco no queixo quase fazendo outro desmaiar, mais não conseguiu derrubá-lo.

O que estava segurando a Cloe, tinha um pano na mão e coloca na face da garota a obrigando a cheira o liquido que ali tinha, ela fica zonza e se sente cada vez mais fraca até desmaiar.

 - Cloe...

Murmura Dae ao vê-la inconsciente nos baços do homem que a segurava, tentou impedi-lo de levá-la, mais o outro homem não o permitiu lhe acertando outro soco certeiro no nariz. Cansado daquilo, Dae Hyun consegue alcançar a sua arma que estava caída no chão e se o cara notar, lhe acertou um tiro na cabeça.

Ele correu atrás do outro mais já era tarde demais, o homem já tinha a levado dentro do carro. Dae passou a mão no cabelo, não, droga levaram a Cloe, e agora?

Se sentindo pior por dentro do que a sua aparecia, ele volta para o apartamento, assim que entra todos o encara confuso, Yong Jae e Jong Up são os primeiros a se levantarem.

 - Meu Deus Dae Hyun, o que aconteceu? Por que está assim todo machucado?

 - E onde está a Cloe?

Jong Up faz a próxima pergunta dele, a angustia em seu peito subindo, tinha que ver Cloe, tinha que ter a sua garota em seus braços novamente, mais pela expressão derrotada de Dae Hyun, isso iria demorar.

 - Estávamos voltando da cafeteria, quando um cara começou a nos seguir, outro apareceu na nossa frente e avançou contra mim, me batendo. O outro se aproveitou e pegou Cloe, a deixou inconsciente e levou ela embora.

 - Não, não pode ser, me diz que isso não é verdade Dae Hyun, por favor, ME DIZ. – grita Up desesperado o segurando pela argola da camisa o balançando com força conforme falava, não dando a mínima para seus ferimentos.

 - Calma Hyung, ele não teve culpa do que aconteceu...

 - Teve sim, se fosse melhor e mais forte teria resolvido o problema.

 - A culpa é minha por acaso? Eles estavam em dois e Cloe não estava armada, o que eu podia fazer? Me dividir em dois?

 - Então por que não chamou mais alguém para irem juntos? Por acaso quis um tempinho a sós com a minha garota?

 - O que está insinuando seu pivete?

Him Chan entra no meio dos dois, evitando que Dae Hyun avançasse contra Up.

 - Hei, abaixem a bola vocês dois, tá legal? Cloe foi seqüestrada e em ao invés de gastar o tempo de vocês brigando por que não gasta ele tentado encontrá-la?

 - Hyung tem razão, quanto mais tempo perder-mos  com discussões bobas mais risco ela irá correr. E, que papo é esse de “minha garota”?

Pergunta Jae encarando Jong, ele desvia o olhar envergonhado, não tinha reparado que havia falado aquilo em voz alta.

 - É que eu e ela passamos a noite juntos.

 - Hmn, entendi.

 - Okay, alguém tem alguma pista? Vocês viram alguém suspeito na rua?

Diz Bang se aproximando de Dae

 - Sim, vimos um homem de meia idade, meio gordo e com os cabelos pretos e curtos. Ele não tirava os olhos da gente e Cloe ficou muito incomodada, então pediu para irmos embora logo. No caminho foi quando tudo aconteceu.

 - Ela já o viu antes?

Ele nega com a cabeça.

 - Não sei, ela não me disse, mais pela cara dela aparentemente sim.

 - Young Jae, consegue rastrear alguém com essas informações?

Pergunta Bang.

 - Posso tentar rastrear as câmeras de segurança da cafeteria.

 - Ótimo, tenta isso. Dae Hyun acho melhor você lavar a cara e cuidar desses ferimentos, antes que suje toda a sala com esse sangue todo.

Ele confirma com um aceno e vai até o corredor entrando no banheiro. Jong Up fica andando pela sala, agoniado e sem conseguir ficar quieto.

 - Jong Up, desse jeito vai construir um buraco no chão, eu sei que está agoniado mais tenta se acalmar, Young Jae está quase conseguindo.

Comenta Him Chan e ele nega.

 - Eu não vou sossegar até encontrá-la.

 - ACHEI, - todos pulam com o grito de Jae e rapidamente vão até ele se sentando perto do notebook que o mesmo usava. – Aqui está, o cara foi meio esperto e se sentou em um ponto cego, onde a câmera não o captava. Então depois ele se levanta e vai pagar a conta, ainda de costas, olha a hora.

 - Dez minutos depois do ataque.

 - Isso mesmo, e então quando ele se vira, Ta-Dah, aí está a identidade do cara. Fiz uma busca e ele se chama Park Dong Cho, o mafioso que cuida praticamente, de toda a área norte de Seoul.

 - Ele não é o pai daquele playboy que ama apronta, Park Chanyeol? – Jae confirma com a cabeça. – Ele é barra pesada, e muito poderoso.

Comenta Bang com um suspiro pesado.

 - Tô nem aí, nem que fosse o imperador da China, eu quero ela de volta.

 - Hei, calma ai o “Vingador do futuro 2”, agente nem sabe para onde eles foram...

O celular de Jong tocando atrai a atenção de todos, ele pega rapidamente e seu coração vai a mil quando lê o nome “Cloe” brilhando na tela. Rapidamente ele atende e coloca no viva voz.

 - Cloe, Cloe é você?

Uma risada grossa e assustadora é ouvida do outro lado.

 - Meu caro e jovem Jong Up, chega até ser engraçado ver você tão agitado, engraçado que ontem quando te pedi aquele “favor” você estava frio e bem disposto. O que te fez mudar de idéia, Up?

 - É que todos estão preocupado, acabei me deixando levar também.

 - Hum, claro seus “amigos”. Bem, como eu sou um cara bom, eu resolvi estender o seu prazo. Olha, estou aqui com a sua preciosa e fofa Cloe, sabe ela é muito bonita e sexy. – Jong teve que engolir seco e contar até dez para não xingá-lo. – então, irei estender o seu prazo para até daqui duas horas, se dentro de duas horas você não chegar aqui e fazer o que lhe foi pedido ontem, eu mesmo acabo com a raça dela. Vou mandar o endereço por mensagem, e venha sozinho.

Ele desligou e Up respirou fundo e esperou até a mensagem chegar com o endereço de um antigo depósito de alimentos que agora está abandonado. Ele se apressa e pega sua jaqueta e a sua arma a prendendo na cintura, todos se levantam.

 - Hei, você não está pensando em ir sozinho, está?

Pergunta Zelo

 - Mais eu tenho que ir...

 - Nada disso, “de eu tenho que ir, não se preocupem se eu morrer, podem continuar sem mim” nós vamos com você e durante o caminho, aproveite para nos contar que história é essa de “pedido” que ele te fez ontem.

Jong Up só teve tempo de acenar com a cabeça diante das palavras de Him Chan. Todos saem rapidamente e entram em seus carros, Him Chan, Dae Hyun e Jong Up no carro da frente e os outros no segundo carro.

Gastaram meia hora apenas para chegarem no local, mais antes de se aproximarem, Up fala.

 - Vamos fazer assim, vocês dois param aqui e entram no carro do Bang Hyung, falem para ele não andar mais. Eu levo o carro daqui, para eles verem que vim “sozinho”.

Ambos confirmam e param o carro saindo do mesmo e entrando no outro, Jong Up leva o carro até a entrada e depois desce, agradecendo mentalmente pelos carros serem pretos, assim não daria de vê-los na escuridão.

 - Você é o Moon Jong Up? – pergunta um dos homens que estava na frente do local ele faz um sim com a cabeça. – Ótimo, o Sr. Park está te esperando.

Up entra no local bem iluminado e amplo, ele conseguiu contar cerca de oito homens e o próprio Park que estava em pé com um sorrisinho vitorioso no rosto.

 - Meu caro e promissor Moon, como vai meu jovem?

 - Bem, normal como sempre.

Fala com frieza, como costumava fazer antes de conhecer Cloe.

 - Ah, sabia que você tem as características certas para ser um excelente mafioso? É frio, calculista e, o melhor, não tem medo de matar. – ele sorri de lado, e se aproxima mais. – E eu sou o seu passaporte, a porta que te levara ao sucesso, dinheiro, mulheres, homens que viram cachorrinhos, prontos para receberem as suas ordens... Enfim, tudo que um cara como você, deseja. E a única coisa que precisara fazer, é matar a garota.

Ele fica de lado e mais adiante, dois homens se afasta revelando Cloe sentada em uma cadeira, amarrada e amordaçada com um lenço tampando seus olhos. Havia alguns machucados em seu corpo, e aquilo quase o fez esganar todos aqueles homens, mais teria que manter a sua atuação, se não todos seriam mortos ali.

 - Sério? Só isso?

 - Sim, meu caro.

Jong Up se aproxima dela, que não podia vê-lo por conta do pano preto que tampava os seus olhos. Disfarçadamente ele respira fundo e pega a sua arma, apontando em seguida para a cabeça de Cloe, de novo.

Ele engoli seco, andem logo... Pensa ele aflito, se eles demorassem muito, sua farça seria descoberta. Barulhos de tiros são ouvidos do lado de fora, assustando todos os presentes, Jong Up respira aliviado.

 - Mais o que está acontecendo?

Pergunta Park confuso, todos seus homens ficam a postos e ignoram Jong que já começara a desamarrar Cloe. Cinco homens invadem o local, já atirando contra todos ali presentes. Zelo e Young Jae se escondem quando os outros revidam, Park também se esconde, estava tão confiante em seu plano – e em seus homens – que não trouxera uma arma consigo, agora estava arrependido.

Jong consegue tirar o pano dos olhos dela e sorri assim que ela faz o mesmo, rapidamente ele a puxa para um lugar mais seguro atrás de uma coluna.

 - É melhor ficar aqui.

 - Cuidado, por favor.

Ele faz um carinho em seu rosto

 - Não se preocupe.

Ele sai já com a arma em punho, e começa a tirar em alguns homens que ainda estavam vivos.

 - Desgraçado, você me traiu, seu filho da mãe.

 - Que eu saiba, nós não tínhamos um acordo, tínhamos?

Park estava furioso com o que acontecera, rapidamente ele pega uma arma com um dos homens que estava no chão e aponta para Up, pronto para apertar o gatilho.

 - É uma pena rapaz, você teria um futuro brilhante do meu lado.

 - Jong Up.

Cloe grita quando vê Park apertar lentamente o gatilho, sem pensar duas vezes, ela se joga na frente de Up e é acertada nas costas. Jong fica de olhos arregalados encarando a face paralisada da garota na sua frente, ela vai escorregando aos poucos e com os olhos marejados, Up a segura até estar os dois no chão.

 - Cloe, meu amor, por que fez isso?

 - Jong, eu, eu... De-desculpa...

Ela tenta dizer mais acaba ficando inscosciente. Jong grita, e olha furioso para o homem que tinha um sorrisinho estupidamente chato em sua face.

 - Bem, acabei conseguindo o que queria, em parte. Agora ela vai encontrar o seu pai no inferno.

 - CALA A BOCA SEU DESGRAÇADO! – Ele grita apontando a arma para ele e atirando, não dando tempo para o outro reagir. Park ainda tentou apontar de novo para Jong, mais Him Chan foi mais rápido e lhe acertou nas costas fazendo o mesmo cair no chão.

Jong Up começa a chorar, vendo a pele de sua amada cada vez mais pálida.

 - Ela está morrendo, liguem para uma emergência, rápido. – Ele olha de novo para o rosto inerte de Cloe com a visão embaçada pelas lágrimas incontroláveis que caia de sua face. – Por favor, meu amor não me deixe, você prometeu que não iria me deixar... Por favor, por favor, não faz isso comigo. Por favor...

 

J∞C

 

Uma, duas, três... Jong já havia perdido as contas de quanto tempo estava ali, sentado naquela cadeira gelada naquele lugar branco e sem vida, que lembrava doenças, mortes, acidentes...

Todos estavam ali, esperando noticias, boas ou ruins, mais ninguém aparecia, e isso estava agoniado aqueles seis rapazes. A única coisa que o médico disse, foi que Cloe teria que passa por uma cirurgia delicada para retirar a bala, que estava alojada em sua costela, e passaria por uma transfusão por que ela havia perdido muito sangue.

Mais desde então, ele nunca mais apareceu. Até agora.

O médico retorna e rapidamente eles se levantam.

 - Então doutor? Como ela está?

Jong é o primeiro a perguntar.

 - A cirurgia foi demorada e complicada, mais conseguimos retirar a bala a tempo, ela passou por uma transfusão e agora está no quarto descansando.

 - Podemos vê-la doutor?

Jae pergunta, mais Up não estava mais ouvindo, sua garota estava bem, finalmente. Sem ninguém notar, Up sai da sala de espera e começa a andar pelos corredores brancos e sem vida do hospital. Sem rumo, pois não sabia onde era o quarto que Cloe estava, ele vai andando e como se seu coração estivesse comandado seus pés, ele para bem na frente do quarto dela.

Ele sorri e entra no quarto, seu coração se aperta ao vê-la deitada daquela forma, inerte em cima da cama, com um tubo na boca para poder respirar normalmente, uma agulha no braço onde estava tomando soro e a sua face ainda meio pálida.

Ele se aproxima e senta ao lado da cama.

 - Cloe, meu amor, prometo que já, já vamos te tirar daqui, você verá. – Ele faz um carinho em sua face, sentindo a mesma tão gelada, bem diferente da pele ardente que sentiu durante a noite. – Por favor, eu não quero que a nossa primeira vez, tenha sido a última. – Lágrimas solitária começa a rolar pela sua face. – Eu nunca disse isso a ninguém, e nem se pode me ouvir, mais eu te amo, e eu não quero que você vá.

Ele abaixa a cabeça, as lagrimas bloqueiam a sua garganta e ele não consegue mais falar, apenas chorar em silencio, esperando para que o amor de sua vida voltasse. Alguns minutos se passam e uma enfermeira acaba entrando no quarto.

 - O que está fazendo aqui rapaz? A paciente Lauren não pode receber visitas.

Ele se levanta rapidamente limpando algumas lágrimas fujonas.

 - Me desculpe.

 - É namorado da paciente? – Ele faz um sim com a cabeça. – Entendo, mais tem que sai logo antes que o médico te pegue aqui dentro.

Jong confirma com a cabeça e olha rapidamente para a garota antes de sair do quarto, carregando consigo a certeza de que seu amor voltaria em breve.

 

Cloe passa três – a contra gosto -  no hospital, desdo momento que o doutor liberou a entrada de visitas, Up não saiu mais do seu lado.

E hoje finalmente ela iria sair.

Quando seus pés pisam o solo acinzentado da calçada do hospital, ela respira fundo alegre por finalmente sentir a brisa gélida da capital.

 - E aí? Pronta para voltar na Ativa?

Cloe ri da fala de Dae.

 - Sim, estou sim. Sabe a polícia me ofereceu proteção.

 - Sério? E aceitou?

Up pergunta

 - Para que preciso da polícia, se tenho seis rapazes lindos e fortes que podem me defender?

Todos riem e Up passa o braço esquerdo sobre o ombro dela.

 - Seis? Que eu saiba só existe um lindo e forte aqui.

Ela dá um leve empurrão nele.

 - Ciumento. E vocês? Me aceitam de novo no apartamento?

 - Claro, é como dizem, a minha casa é a sua casa.

Todos riem da pequena brincadeira de Channie. Cloe olha pra Jong e ambos sorriem, cumplices de um amor que apenas ambos conheciam.

Jong Up não imaginara que um dia iria se apaixonar tão perdidamente assim, até que em uma noite qualquer, depois de um “trabalho” seu caminho se cruza com certa morena, de olhar afiado. Justo ele, que poderia ser facilmente chamado de Psicopata, frio e calculista, se apaixonara por uma garota.

E mesmo se ela não o quiser mais daqui um, dois, três, dez anos... Ele irá sempre amá-la, para sempre.

Cloe sempre estará do lado de Moon Jong Up

Jong Up sempre estará do lado de Cloe.

 

 

 ∞FIM∞

 

 


Notas Finais


Então gente é isso, espero que todos tenham gostado.
Obrigada por lerem esses dois capítulo longos.
Até uma próxima fic, meus amores.

Fighting


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