História Do you like me now? - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Johnny Depp, Tom Hiddleston
Tags Johnny Depp, O Libertino, Tom Hiddleston
Visualizações 21
Palavras 1.489
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Poesias, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Eu prometi que tentaria ser rápida, porém, consegui escrever esse capítulo no sábado e eu espero de coração que gostem.
Boa leitura! <3

Capítulo 4 - Se entregue



    Acordei de meus devaneios com batidas fortes na porta, com toda certeza minha mãe acabara de chegar. Admirando a pequena xícara de chá que estava ao lado de minha cama,eu a peguei enquanto me levantava rapidamente. O chá me traria a lucidez que eu estava precisando. Com a xícara em uma das mãos, caminhei até a varanda observando o céu e contemplando as estrelas que estavam surgindo e a beleza das mesmas.
    - Entre!-gritei.
   - Até em meus sonhos? Como eu ainda tive coragem de retribuir aquele beijo, que homem mais..- falei de modo quase inaudível.
   -  Algum problema, Alice?
  - Não.. é.. nenhum problema, mamãe.- Minha mãe estava na porta olhando para mim como se eu fosse uma criança disposta a aprontar algo.
   - O Sr. Huysmans me disse que te viu hoje saindo do teatro. Quando pretendia me contar que saiu escondida? Ainda mais para um lugar de tamanha vulgaridade.
   - Eu não fui a lugar algum, o Sr. Huysmans é um bêbado e a senhora mesma sabe disso,  minha mãe.
  - Não está me escondendo nada mesmo?- ela fez uma pausa e, ainda me olhando, concluiu- Acredito que não, ele disse que quando avistou a moça ela estava acompanhada. Isso seria incapaz de acontecer vindo de você, sei que não iria para um local como aquele. Só de pensar, sinto enjôo.
   - Com toda certeza eu não iria, mas, e se eu fosse só para contemplar as peças?
   - Aquele lugar não foi feito para mulheres nobres como você.
   - Reformulando a pergunta anterior, e se eu fosse para me jogar no colo dos homens? Até não mais conseguir sair de lá sozinha, sem  ao menos ficar de pé, oh.. oh.. oooh.. quantos homens..
   - ALICE, NÃO SEJA DISSOLUTA! O que pensas que está fazendo? Se eu souber que foi para aquele lugar de almas condenadas ao inferno, e acompanhada de um homem tão promíscuo quanto o lugar em questão, se casará o mais rápido possível e eu não pensarei duas vezes para fazê-lo!
   - É mais fácil me matar!
   - Matarei se preciso for.
    Mamãe saiu do quarto tão furiosa quanto entrou e eu me sentia cada vez mais presa de tantas e tantas maneiras. Imagino como ela ficaria se descobrisse sobre as carícias com Rochester, não consigo controlar a risada só de imaginar. Mesmo depois da confusão que a pouco aconteceu em meu quarto, eu não conseguia tirar aquele sonho de minha mente, as ideias de como acontecera não fluíam e eu me sentia perdida novamente. Eu nunca me peguei pensando nessas coisas, em atos de tamanho prazer, me sinto impura por isso mas meu coração palpita por mais.
   - O quê fez comigo, John Wilmot Rochester? O quê fez comigo?
~DIAS DEPOIS
   - Alice, saiba que irá ao baile por bem ou por mal. Há muitos pretendentes, também da nobreza, você irá fazer 18 anos muito em breve e ao menos tem um marido.
   - Não vejo necessidade de ter um, para ser sincera.
   -Sabes bem que essa atitude não está correta. 
   - E se eu já tiver encontrado uma pessoa? Alguém que eu admire?
   - Impossível! Você não coloca os pés para fora do quarto e não tem nenhuma outra pessoa próxima. A filha mais nova de Scarlett, Imogen, irá assumir o matrimônio daqui poucos meses e ela tem sua idade.
   - Que ela faça bom proveito do BELÍSSSSSSSIMO instrumento do futuro marido.
   - ALICE! Quantas vezes terei que repetir que não se deve falar sobre essas coisa?
   - Pelo menos, mais umas cem vezes. A senhora mesmo já degustou de um mais vezes do que se é possível contar.- minha risada ao terminar mais uma frase "totalmente dissoluta", como diria minha mãe se não estivesse tão irritada, tornou tudo mais difícil.
   - JÁ CHEGA. Imagino que já estamos discutidas sobre o baile, você irá e se comportará. Não quero ouvir mais nenhuma desculpa insignificante sobre não comparecer a esse evento importante. 
   - É PRAZEROSO ADMIRAR O REI FORNICANDO COM TANTAS RAMEIRAS NÃO É, MAMÃE?
    Ela saiu me deixando falar sozinha, eu estava me corroendo de raiva por tudo aquilo. Prestigiar mais um herdeiro real não estava em meus planos, só me animei um pouco mais porque, muito provavelmente, encontrarei Rochester por entre os corredores do salão. Ele despertou algo em mim, me fez apreciar algo que sempre tentei esconder, o sexo. Um olhar dele me deixava alucinadamente louca. Eu não sentia mais nojo por ser mais uma, sentia avivar em mim esse lado de luxúria e prazer e eu só o desejava, nada sentimental.  A intensidade me faz viver, eu me sinto viva ao pensar nele , como nunca me senti, e só esperava poder vê-lo mais uma vez. 
     Saí apressada da biblioteca em que eu me encontrava e fui atrás das prateleiras de bebidas que ficavam no escritório de meu pai. Escolhi uma garrafa de vinho e resolvi experimentar, nunca irei me arrepender disso. 
   "-Galanteador barato, o cheiro formidavelmente excêntrico de vinho..
-A insanidade e o desejo.. mais alguma característica de minha pessoa que desejas citar?
-Achei que nunca seríamos apresentados, Conde de Rochester."

     O vinho me fazia recordar nosso momento, tudo me fazia lembrar dele e eu estava  a ponto de enlouquecer 
                                                                                          ## 
     Depois de tantas desavenças com minha mulher, eu me sentia cada vez mais bêbado, cada vez mais insano, sentia-me trasbordar por luxúria. Em minha cabeça só estava uma pessoa, uma única mulher. Lizzie. O álcool já não me era mais suficiente, nem ao menos escrever eu seria capaz nas condições em que me encontrava. Todos os dias uma nova rameira para me satisfazer, para se submeter a mim, e nem assim eu me sentia saciado. Das mais novas as mais velhas, fornicando tanto quanto o próprio rei e nem por isso eu me sentia completo.
    Eu estava preso  naquele par de olhos negros que encontrei a alguns dias em uma de minhas visitas ao teatro. Nunca mais a vi desde então e me pergunto se verei novamente. O teatro tinha se tornado um novo "lar", na esperança de reencontrá-la. 
   - Quero que faça. Agora!-digo.
   - Como?
   - Boca.
     Jane se posiciona de maneira sedutora por entre minhas pernas enquanto se ajoelha,  abre minha calça e conduz movimentos como “sobe e desce” com as mãos em meu membro enquanto o chupa com prazer.
   - Tremendo, confuso, desesperançado, dúctil, seco; uma desejosa, uma fraca, uma massa informe e estática, eu jazo. Este - dou uma suave pausa e suspiro- dardo do amor cuja penetrante ponta, muitas vezes usada, com sangue virgem de dez mil donzelas já foi pintado, agora, lânguido, jaz nesta desgraçada hora, minguado, desseivado, qual murcha flor…- tomo um gole de vinho e sorrio ao final.
   - Acredito que isso não nos levará a lugar nenhum.
   - Tenho o mesmo sentimento.- ela se levantava aos poucos- Conheci uma moça. Uma mulher, há um espírito nela.
      Percebi que sua feição acabara de mudar, tinha o semblante de alguém triste.
   - Quando um cavaleiro vê o espírito e não os seios, então esse cavalheiro está com sérios problemas.
   - Acha que sou cínico?-perguntei.
   - Eu não passo de uma rameira. Não respondo nenhuma pergunta.
   - Se sou mesmo cínico, como me apaixonei por alguém de beleza tão comum, a quem não conheço? 
   - Você a viu próxima ao palco. Todas as luzes e os poemas dão o brilho necessário para alguém se sentir apaixonado. Ao menos conversou com ela? Mais de uma vez.
   - Não.
   - Então, não é por ela que está apaixonado e sim pelo teatro. Ou…
   - Ou o quê?
  - Dizem que os homens só se apaixonam três vezes.- ela se levantou e foi para mais próximo da porta enquanto eu somente a seguia com os olhos- Primeiro é o amor de infância. Segundo, a que eles casam. E o terceiro..
       Ela fez uma pausa, olhou para a janela que estava do outro lado do quarto e eu a cortei de um devaneio.
    - E o terceiro?
  - Terceiro.. Terceiro é o último amor, a noiva da morte. Se anseia por ela, anseia também por sua própria mortalha.
   - Ah.. Agora você me animou. 
      No mesmo momento, eu me deitei encolhendo as pernas e segurando meus próprios joelhos com as mãos.
   - Vá para casa dormir.
   - Não quero dormir.- respondi.
   - Então, vá para casa pensar. 
   - Eu não quero pensar novamente, nunca mais.
   - John, eu lhe imploro. Não me faça gostar de você, nem querer cuidar de você. Prefiro que goze em minha face do que me fazer ficar preocupada com você. Não faça o que sinto crescer, por favor?
    Minha mente estava confusa, meus sentimentos trocados, eu me via perdidamente eufórico para encontrar a moça que muito procurava. Eu sentia que estava acontecendo tudo tão rápido como se penetrasse em minhas veias e fossem conduzidos diretamente ao meu coração. Eu a desejo. Eu a quero. Meu membro lateja por ela.


Notas Finais


ACHO QUE ESTOU SENTINDO CHEIRO DE AMOR E CENAS "HOT" kkkkkkkkkkkkkk
Está mais do que na hora de Alice encontrar um homem, não acham? Um marido que a faça esquecer de Rochester, que tal?


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