História Do you like me now? - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Johnny Depp, Tom Hiddleston
Tags Johnny Depp, O Libertino, Tom Hiddleston
Visualizações 43
Palavras 1.913
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Poesias, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei pouco mais que o normal, porém, este capítulo é para descontrair. Espero que gostem e perdão se houver algum erro.
Uma deliciosa leitura!

Capítulo 6 - Paixão e desejo


Fanfic / Fanfiction Do you like me now? - Capítulo 6 - Paixão e desejo


- Confesso que não esperava ser recebida com tamanha verocidade, mas, foi uma bela recepção. - assim que terminou, mordeu os lábios e, por mais que eu sempre tentasse desvendá-la, eu reconhecia aquela atitude. Ela queria mais.
- Então, esperava ser recebida de que maneira?
- Já não importa mais e não lhe convêm saber o que penso, não acha?
- Eu mataria só para saber o que se passa por sua cabeça. Eu sempre entendi qualquer sinal vindo de uma mulher, mas, com você me sinto um completo estranho.
- Quer mesmo comparar-me as suas cortesãs?
- Eu prefiro o termo "velhas amigas".
- Você não muda, Rochester.
- Você me desejaria da mesma maneira se eu fosse diferente do que semrpre fui?
- Quem disse que o desejo?
- Seus olhos, sua boca, seu corpo..- deslizei meus dedos, que antes estavam no rosto delicado, pelo colo da garota que arfou devagar enquanto ainda me encarava- mas, principalmente, seus olhos tão profundos e tão misteriosos.
- Gosto de confundir as pessoas. - ela aproximou os lábios de meu ouvido e disse lentamente- As vezes pareço desejar algo, mas, só se pode acreditar no que sai de minha boca.
- Prefiro sua boca quando está junto da minha e, sendo franco, em outros lugares prefiro muito mais.
      No mesmo momento olhei para baixo e Lizzie acompanhou-me com o olhar até chegar a imagem perfeita do que seria um volume em minhas calças.
- Quanta ousadia, Milorde. Não seja tão promíscuo, não temos tal intimidade.
- Mas, bem que desejas ter.
- Ainda se ilude com isto?
- É pecado iludir-me com uma verdade?
- Creio que não se importa se é ou não é pecado.
- Notoriamente, não me importo. A única coisa que se passa por minha cabeça nesse momento é que, com tantos quartos nos esperando, estamos conversando em um corredor.
- Eu nem deveria me dirigir a você, John, sua mulher está junto de ti.
- Não a vejo ao meu lado, pelo contrário, estou observando a beleza incomparável de uma dama que ao menos conheço e desejando suas carícias no meu tão belo amigo.
- Se está insinuando que um dia eu irei colocar minhas mãos ou o que for no seu..- a cortei com um beijo, um beijo de perder o fôlego e quando nos soltamos, prosseguiu- eu adoraria.
- O que disse?- era visível que eu estava me animando com o rumo daquela conversa.
- Eu.. eu..- encarei-a no mesmo momento- não me olhe dessa maneira, Rochester, não é isso que está imaginando. Deixe-me continuar. Eu ADORARIA que você cessasse as interrupções quando estou prestes a completar uma frase.
- Algo me diz que isto é uma desculpa.
- Algo me diz que não vai conseguir o que quer.
- Eu não teria tanta certeza, minha doce Lizzie.
    No mesmo momento, puxei-a para mais próximo de meu corpo, seus olhos tão negros quanto aquela noite cintilavam o desejo que tanto escondera. A conduzi por todo o corredor até chegar ao primeiro quarto daquele andar, por sorte aparentava estar desabitado contendo apenas uma vela ao lado da cama que nunca fora usada, um armário somente com lençóis e meu desejo de foder com a jovem virgem que me acompanhava com beijos e carícias. 
- John... acredito q-que isso não s-seja o certo... a fazer... sua mulher..
   Eu não dei ouvidos para o que ela dizia, minha concentração estava toda em percorrer o corpo da dama que estava em chamas tanto quanto eu. Ela era um misto de prazer, desejo, tentação.. era meu fruto proibido e nenhum outro termo poderia correspondê-la tanto quanto esse. Rapidamente, desabotoei seu vestido libertando suas costas e enquanto acariciava a mesma, joguei seu espartilho na vasta escuridão que nos cercava se não fosse pela simples vela.  Ela me ajudou enquanto retirava minha camisa, era possível ver a imagem magnífica de seus seios a mostra que colaram junto ao meu tórax, naquele momento eu senti o que nunca havia experimentado antes. Nenhuma rameira me saciou porque meu corpo desejava somente o de uma pessoa, Lizzie. É difícil explicar como alguém tão jovem detêm tanto poder sobre mim, eu me sinto completo. 
    Joguei-a sobre a cama enquanto retirava cada parte da vestimenta que ainda a cobria. Era belíssima! A visão de seu corpo nu me instigava e aumentava tudo o que sentia naquele momento. Sob minha calça, meu pênis pulsava por seu corpo e desejava saciar minha vontade de sentir seu gosto ali naquele momento. Meus dedos deslizavam por seus pernas enquanto meus lábios desvendavam cada parte de seu corpo jovial, aproximei-me de sua boca e, quase como se não pudesse controlar-me, nos beijávamos como dois jovens que ao menos sabiam o que estavam fazendo. Eu estava ao seu lado na cama, apoiado em um único braço enquanto a beijava e meus dedos acariciavam sua intimidade que já estava pronta para receber-me. Por entre os beijos, ela falava coisas sem sentido e gemia meu nome, era como ouvir a mais bela canção, a rima mais linda. Sem ao  menos perceber, ela sentou em meu colo e puder sentir sua genitália deslizando devagar sobre meu membro enquanto eu perdia o resto de sanidade que ainda restava em mim. Levantei minhas costas da cama e suas pernas enroscaram por minha cintura, nossos beijos tornaram-se intensos e inebriavam qualquer outra sensação que não fosse o prazer. Até que fomos interrompidos por batidas na porta. 
- ALICE? ONDE ESTÁ?
    No mesmo momento, Lizzie saltou de meu colo se levantando rapidamente e cobrindo seu deslumbrante corpo com um lençol quase transparente. 
- Alice, é você quem está aí?
  Fui me aproximando da porta, não me importando com as roupas.
- John..Saia de perto dessa porta! John, não me faça ir até..- ela cochichava até que abri um pequeno espaço da porta onde só era possível ver parte de meu tórax e metade de meu rosto. 
- Olá, Milady.
- Oh céus.. desculpe i-interromper o.. bom.. o que estava fazendo. É que m-minha fi-filha sumiu e.. achei que.. bom, esqueça. M-me desculpe novamente.
- Como se chama a doce menina a pouco perdida?
- Alice. Alice Barry.
- Não a conheço, acredito eu.- fitei Lizzie que estava encolhida por de trás da porta- Tentou próximo ao jardim?
- Estava indo para lá agora mesmo.
- Desejas entrar? Quem sabe, um pouco de vinho?
     A bela jovem ao meu lado encarou-me furiosa, em seus olhos havia descontentamento e eu a admirava tão brava. Como era linda. 
- Acho que não é o adequeado.- respondeu-me a senhora que estava do outro lado da porta.
- Eu insisto.- respondi fitando Lizzie que olhou-me com desdêm. 
    Eu que acreditei que nada mais poderia acontecer, voltei meu olhar a senhora que esperava uma resposta do porquê gostaria tanto que ela entrasse no aposento em que me encontrava nu com outra pessoa, fui surpreendido com Lizzie que não se conteve. Ela estava ajoelhada, havia abaixado minha calça, tão próxima de mim e suas mãos se moviam de forma tão prazerosa que não contive um leve arfar me esquecendo da mulher que esperava que algo concluso saísse de meus lábios. Naquele momento, isso era impossível. 
- Senhor, está tudo bem?
- Ohh.. ahn.. t-tudo. Poderia m-me dar l-licença um instante? Eu preciso terminar algo que ainda não comecei, mas, sinta-se a vontade. S-se desejar, podemos tentar algo nós trê... Céus..- abaixei a cabeça levando meu olhar até Lizzie que excitava-me com a boca- vá com calma, a cama nos espera.- sorri ao ver tal cena, um sorriso que carregava um tom libertino.
- Acho que vou procurar em outro lugar. O-obrigada pelo convite, quem sabe um outro dia.- ele soltou-me uma piscadela.
- Claro, Milady. 
    Ao trancar a porta novamente, encostei minha cabeça na mesma e pude sentir os lábios quentes de Lizzie em meu pênis. Aquela imagem era o que eu gostaria de ver todos os dias e a sensação de ser amado de forma tão selvagem alimentava em mim o desejo de tê-la todos os dias. Essa paixão e prazer nunca será considerada errada por mim, saciar-me da pessoa que me atrai e que sei que estou apaixonado é o que me faz sentir mais vontade consumar esse sentimento de tal forma. Olhei para Lizzie enquanto eu me preparava para um belo orgasmo, ela observou minhas reação ao seu toque e concluiu o que iria acontecer. Como uma pessoa virgem, que nunca ao menos beijara alguém, conseguiu arrancar suspiros de mim com tamanha facilidade? Assim, ela se levantou devagar sem tirar os olhos dos meus e passou os dedos em seus lábios, num sinal de que estava limpando-os. Ela estava brincando comigo, não é possível.
   Peguei-a no colo e, mais uma vez conduzindo-a para a cama, suas pernas estavam enroscadas em minha cintura. Nem havíamos chegado na metade da cama, na ponta, ela desceu de meu colo e, como se estivesse lendo minha mente, colocou-se com as pernas afastadas em minha frente e eu tive a visão de suas costas nuas. Sem esperar qualquer sinal de que ela estava preparada, meu desejo falou mais alto, tão rápido penetrei na pequena e doce Lizzie, tão apertada, as estocadas que começavam suaves fizeram com que a dama abaixasse sua cabeça enquanto suas costas a acompanhavam inclinando-se perfeitamente para mais estocadas. Ela segurava o lençol da cama já bagunçada com força enquanto tentava controlar os gemidos, mas, foi impossível. Cada som que emergia de sua linda boca era como a mais bela poesia para mim, segurei firme em seu cabelo e o puxei continuando com os movimentos sem dar tempo para respirar.
- Oh, John..
- Está doendo?
- S-sim..-as palavras saíam com dificuldade.
- Mostre-me o quanto. Me peça para parar!
- Eu não quero que pare, Milorde.
    Sem aguardar respostas, retirei-me da bela e aconcheguei-me mais ao centro da cama colocando Lizzie por cima. Ela se encaixou perfeitamente mais uma vez e começou a cavalgar. No começo, eu a ajudava com sua cintura, mas, não demorou muito para que eu ao menos raciocinasse em ajudá-la. Se não fosse tão apertadinha eu jamais iria imaginar que eras virgem! Onde estava a moça que a pouco se controlava tanto? 
    Não demorou muito para que chegássemos ao ápice da relação, juntos, primeiro Lizzie e logo depois me derramei dentro dela. O peso de seu corpo estava sobre o meu, cansados e suados, nos ajeitamos na cama e ela pôs-se ao meu lado com sua cabeça encostada em meu peito. 
- Aparentemente, deitar-se comigo é muito melhor que a morte.
- Dá para aproveitar.
- Como disse?- virei-me para ela.
- Sabes que estou brincando. Foi incrível, John!
- Eu sei bem, Milady. Eu só esperava ouvir a senhorita confessar, e aconteceu exatamente como eu disse. Você me implorou.
- E você não tardou em corresponder meu desejo, estou correta?
- Sempre tão esperta, tenho medo no que estais a pensar.
- No quanto eu desejo repetir a dose dessa noite.- ela me respondia enquanto seus dedos circulavam meu tórax.
- Você terá muito mais. Vai aprender a não ser tão teimosa.
- Vai compreender que não se brinca comigo, Rochester.
- E vou gozar de tamanha diversão. 
    Rimos durante um tempo e ela logo adormeceu em meus braços, passei os 20 minutos em que ela descansava observando-a e estudando cada mínimo detalhe de sua beleza tão surreal. Eu estava apaixonado, mas, não deveria. Não posso. E não passará de uma noite.
 


Notas Finais


Eu espero de coração que tenham gostado! Tentarei postar o próximo capítulo mais rápido. O que será que vai acontecer com Alice quando sua mãe a encontrar? E Thomas?


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