História Do You Remember? - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Amorodio, Bangtan Boys, Drama, Jikook, Jimin!seme, Jungkook!uke, Lemon, Namjin, Passado, Taegi, Vyoonseok, Yaoi, Yoonseok
Exibições 246
Palavras 5.156
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oioi!
Olha só quem voltou depois de meio século?!!
Desculpem a demora amores *-*///

Eu só revisei uma vez esse capítulo... Então se tiver erros muito grotescos é só dar um alô! *-*///

Bora ler?
(*3*)/

Capítulo 9 - Pervertido


Fanfic / Fanfiction Do You Remember? - Capítulo 9 - Pervertido

 

Capítulo – 9 – Pervertido.

 

“Namore alguém que... Te faça tirar as roupas”.

 

Eu posso, sem sombras de dúvidas, afirmar aqui e agora, que estou saindo, acho que posso dizer assim, com o maior idiota tarado do mundo, lê-se Park Jimin. Até poderia simplesmente reclamar do quanto Jimin é um pervertido incorrigível como fiz a pouco, mas eu sabia onde estava me metendo, sejamos sinceros, aquela carinha de santo não engana ninguém. Na época do colegial ele pegou meia dúzia, incluindo minha melhor amiga, definitivamente ele é um galinha e como galinha, ele precisa ter no currículo o atestado de perversão, além de outras coisas... Foco Jungkook, foco.

Mas eu também sou um pouco burro, ou outro pervertido, não sei... Prefiro não me intitular assim, nunca nem namorei e meu primeiro beijo foi há poucos dias, se bem que isso não me impede de ser pervertido... Ah o que eu estou pensando? Eu devia mesmo sair agora desse sofá, eu não estou acreditando, não, eu não vou tirar a minha cueca. Park Jimin, alien pervertido vai ter que escolher outro desafio! Eu nem queria jogar isso! Como fui parar aqui?

 

“Sexta-feira, nove e cinco da manhã, pelo menos é o que dizia o relógio a minha frente. Estava passando reprise de Running Man, o que é bom, pois perdi muitos episódios desde que cheguei aqui. Muita coisa aconteceu e eu, para ser bem sincero, ainda estou me localizando.

Ontem meu Appa nos liberou de dar aula hoje já que vamos ir para o acampamento com as crianças logo à noite. Eu e Jimin já tínhamos arrumado nossas coisas e confirmado tudo o que era necessário ontem mesmo e como não teríamos nada de interessante para fazer hoje na parte da manhã e da tarde, resolvemos que seria interessante passar esse tempo juntos então combinamos da seguinte forma, eu iria ao apartamento dele, aqui ao lado e já levaria as minhas coisas, mas aí eu pensei... Ele transou com aquele garoto no sofá dele... Sim, eu pensei isso mesmo, fazer o que se sou assim. No fim das contas combinamos de lelé vir aqui, e já está atrasado, combinamos as nove e bem, já passaram uns minutinhos... Tipo, cinco.

Ouço a campainha tocar e vou até a porta correndo.

Rápido de mais Jungkook. Eu deveria me fazer de difícil só pra ele aprender ser pontual. Acordei as seis pra deixar tudo aqui organizado só para que quando ele chegasse não estivesse nada fora do lugar, e ainda sim ele se atrasa? Tudo bem que eu exagerei e acordei cedo demais, mas mesmo assim não custa nada chegar na hora Park Jimin!

Esperei um pouco, a campainha não tocou de novo. Será que ele foi embora? Droga. Abri a porta com rapidez e tão rápido quanto, dois braços me puxaram para perto, bati contra seu peito e nossos narizes se encontraram, por puro instinto levei minha mão aos seus braços segurando firme ali.

Ele tinha os olhos abertos, mas se não o conhece diria que ele estava de olhos fechados, pois estava rindo e isso fazia seus olhinhos mesmo que abertos parecerem dois riscos paralelos, cada um.

— Achei que não fosse mais abrir. — ele comentou ainda sorrindo e foi me empurrando para dentro.

— Achei que não ia mais vir... — retruquei enquanto dava passos para trás conforme ele continuava avançando.

— Sei... — ele parou e eu junto.

— Hm, por que não apertou a campainha de novo? Pensei que tinha ido embora... — comentei desviando o olhar para minhas mãos que subiam lentamente até seu ombro apertando com carinho ali.

— Ah, então eu tinha razão, você estava demorando de propósito só porque eu me atrasei não é mocinho? — falou e logo em seguida beijou minha bochecha me deixando com vergonha. Droga Jungkook seja mais!

— Por que demorou? — perguntei ignorando seu comentário.

— Hunf! Só perdi a hora, desculpa...

Ele beijou o canto da minha boca chamando minha atenção e assim que levantei o olhar ele selou seus lábios aos meus. Prendendo meus lábios entre os seus, logo os puxando com os dentes e soltando antes de tomar minha boca por completo. Nossas línguas buscaram a boca alheia com gana, sua língua se entrelaçou com a minha durante o beijo, essa era minha parte preferida, mas ele não precisa saber disso. Nosso beijo estava bem molhado, mas eu nem me importava, beijar Jimin era maravilhoso. Não que eu já tenha beijado outro, mas mesmo assim, não tem como negar que a boca do Park é uma perdição.

Nós quebramos o beijo para buscar ar, mas quando eu ia voltar a beijá-lo ele desviou o que me deixou frustrado, pensa na cara de uma criança depois de você tirar o pirulito da boca dela, pois é exatamente assim que eu estava.

— O que foi? — perguntei e tenho certeza de que estava transparecendo meu desgosto pela ação dele, principalmente por ele virar de costas e ir em direção à porta. Ele soltou um sorriso curto, mas gostoso de ouvir e me respondeu:

— Minhas coisas estão ainda do lado de fora e não é legal a gente ficar de pegando com a porta aberta. — se explicou, mas é claro que eu não aceitei a desculpa, poxa eu estava gostando tanto!

— Tá! — se ele ainda não tinha reparado agora sem duvidas tinha, minha cara com toda a certeza não era uma das melhores.

Ele trouxe suas coisas para dentro e ainda permaneci emburrado. O vi fechando a porta e bloqueando a fechadura, ele se virou e veio na minha direção, pronto para continuar de onde paramos, mas eu sou uma pessoa birrenta e dramática, então me fiz de difícil. Desviei do seu beijo bem quando ele chegou tão perto que nossos lábios se roçaram, confesso que foi difícil, mas eu consegui.

— O que foi? — ele perguntou confuso.

— Agora eu não quero mais! — fiz bico, sim fiz bico, e me virei indo até a bancada da cozinha.

— Ah, não acredito nisso Jungkook! — ele reclamou.

Toma do próprio veneno agora Park!

— Já tomou café? — perguntei como se nada tivesse acontecido há pouco. Estava de costas e pude escutá-lo suspirar, talvez eu devesse dar um selinho nele...

— Não, o que tem pra comer aí? — esquece o que eu disse. Esse folgado...

— Tem muitas coisas, tipo... Lamén e arroz... — disse me virando para ele que arqueou a sobrancelha como se perguntasse um “é sério isso?”. — Ei, esperava o quê? — ele bufou e foi até onde eu estava e pegou a tigela com o lamém, e a outra com o arroz. — Come tudinho! — brinquei. Talvez eu esteja abusando um pouco.

Ele tomou o “café” e depois disso, nós concordamos que seria interessante assistir a um filme, mas acabamos por decidir que seria melhor se fosse mais tarde, depois do almoço talvez. Eu estava um pouco sem jeito, deveria ter preparado algo para fazermos, mas não é algo com o qual estou acostumado. Não temos um manual de instruções então tem que ser tudo no improviso e por isso ficamos quase um ano discutindo o que fazer.

— Acho melhor jogarmos algo! — Jimin falou empolgado, mas não entrei na dele, já era a milésima vez que o ruivo me falava de um jogo que eu nem fazia ideia que existia e por fim eu negava.

— Ah é, e o que seria? — perguntei sem animo nenhum... Espero que isso não esteja contando como um encontro, por que olha...

— Verdade ou desafio! — sugeriu animado, e eu apenas neguei olhando para ele como se tivesse escutado a maior idiotice do mundo. E estava. — O que foi, vai dizer que não conhece esse também? — eu nunca joguei, mas já vi meus primos jogando e o pouco que sei é que, não rola jogar de duas pessoas.

— Mas Jimin, só tem nós dois, qual vai ser a graça? — ele riu como se eu tivesse dito algo engraçado. Estávamos no mesmo sofá eu de um lado e ele de outro, ele se aproximou e grudou as mãos na minha perna. Seu sorriso ficou diferente, pareceu safado, pervertido...

— Por isso mesmo. — falou e eu pensei besteira, claro que pensei, a expressão dele não era a mais santinha que vi na vida. — Ah vamos vai, vai ser legal e eu preciso saber mais sobre você também! — insistiu fazendo manha, Park Jimin fazendo manha na minha frente, e o que eu respondi?

— Tá, pode ser! — se eu dissesse que ele deu pulinhos no sofá não acreditariam, mas é a verdade. Parecia uma criança.

— Certo, vamos achar uma garrafa! — Jimin falou e dei um tapa na cabeça dele. — Ai! Por que fez isso? Bagunçou meu cabelo! — resmungou se fazendo de vítima.

— Não precisamos de garrafa! — me justifiquei.

— Não, precisamos sim! Vai ser mais legal... — ele pareceu procurar algo com os olhos. — Ali! — apontou para uma garrafa de soju vazia no balcão e foi pegar.

— Isso é mesmo necessário? — perguntei esticando as pernas e aproveitando o espaço enquanto ele não voltava.

— Sim, é! — falou voltando e se sentando no outro sofá. — Vou ficar aqui, vai ser melhor. — se explicou e assenti.

Jimin resolveu que ele começaria rodando a garrafa e deixei, ele parecia empolgado e seu sorriso ia de orelha a orelha, fazendo seus olhos se fecharem daquela forma me fazendo sorrir involuntariamente. A primeira vez que a garrafa parou ela apontou para o nada, a segunda também, eu estava quase xingando quando a terceira parou e teria que responder ele. Jimin me olhou sapeca, estava nítido que ele iria aprontar, eu só não sabia como.

— Verdade ou desafio? — perguntou e eu pensei bem antes de escolher, só que vendo o olhar que ele me lançava parecia que qualquer opção que eu escolhesse seria ruim então...

— Desafio! — ele me olhou surpreso, mas seu sorriso veio logo depois maior e mais amedrontador do que antes.

— Hm... — fingiu pensar. — Tira a roupa e fique só de cueca, Jungkook. — falou tranquilamente como se não fosse nada. Filho da mãe.

— O quê? Ãhã! — neguei de imediato. Ele não pode começar com algo simples tipo: beije um cachorro? Ok, tudo bem, eu não tenho um cachorro, mas tirar minha roupa e ficar só de boxer branca, tipo assim quase transparente?

— Ei, você escolheu desafio? O que foi, ficou com medo, foi? — me desafiou e eu como sou burro, suspirei e comecei a tirar minhas roupas.

Primeiro puxei minha camiseta e quase morri de vergonha quando ele assoviou para mim. Park Jimin você me paga! Eu não olhava em seus olhos mais, mas tenho certeza que eles me queimavam. Desamarrei com a maior lentidão possível o laço da minha calça de moletom, não por safadeza e sim por vergonha. Olhei para ele de relance e posso dizer que pela forma como me olhava parecia estar assistindo a um Strip-tease ao vivo e adivinha quem é a atração?

Terminei de tirar minha calça e ele riu. Eu fiquei só de boxer, ela era branca e preta no cós, não muito apertada, mas o suficiente para marcar.

— Qual a graça seu, seu... Seu tarado? — ele negou ainda rindo.

— Desculpa, mas é engraçado ver você assim tão... Constrangido. — ele mordeu o lábio inferior me olhando de cima a baixo parando em uma região que prefiro não mencionar por enquanto. Bom, pelo menos eu sei que meu corpo o atraí, não é mesmo? Afinal, ele está quase babando, nem disfarça o infeliz. — Agora é sua vez, gire a garrafa!

Eu girei morrendo de vergonha, Park Jimin consegue causar tantos efeitos que sinceramente, não acho que conseguiria descrevê-los caso alguém perguntasse. Só posso dizer uma coisa, na maioria que das vezes que ele me faz sentir as coisas, é tudo tão natural. Como uma mão boba durante o beijo, ou uma chupada no meu pescoço. Qualquer coisa básica dessas consegue me fazer ajoelhar e não é pra rezar... Ah Jimin, se você ao menos soubesse das besteiras que já fiz pensando em você...

— Verdade ou desafio Jungkook? — ele perguntou e o olhei confuso, ele estava com o mesmo sorriso safado de antes, desviei meu olhar para a bendita garrafa e engoli em seco. Que ótimo.

— Verdade. — melhor não arriscar de novo, foi o que pensei, mas...

— Já se masturbou pensando em mim? — questionou e mais uma vez eu quase afundei minha cabeça no chão. O que deu nele hoje?

— Você só pode estar brincando! Por que quer saber disso? — perguntei nervoso.

— Tenho meus motivos... Jungkookie... — lá vem... — Ainda não me respondeu.

— Aish! Depois disso vamos sem a garrafa, um de cada vez! — falei fazendo pirraça, mas não era justo só eu me ferrar nessa história toda.

— Certo... E então?

— Já... — sussurrei.

— Desculpa, mas não consegui escutar direito. — fingido!

— Eu disse já. — respondi um pouco mais alto, mas nem tanto.

— Jungkook, estou tendo dificuldades para te escutar! — ele falou alto como se tivesse algum problema de audição. Está me irritando.

— Porra Jimin, eu disse que já! — gritei. — Eu já me masturbei pensando em você, na verdade faço isso desde o colegial e se quer saber eu falei isso na sua cara e na frente de todo mundo no dia que me humilhou! — opps... Falei demais.

— Oh... — ele ficou pensativo, droga, eu não fiz de propósito. Ele brincou e me exaltei um pouquinho, não foi intencional jogar isso na cara dele, não mesmo. Jimin não falou mais nada, acho que ficou sem jeito... Certo Jungkook, parabéns! Talvez eu deva fazer algo, não sei... Ah!

— Verdade ou desafio Park Jimin? — falei e ele me olhou confuso. — Sem garrafa agora, ou já esqueceu? — acho que ele percebeu o que eu estava tentando fazer e sorriu, e mesmo que eu sentisse que ele estava forçando um sorriso, pelo menos sabia que ele estava tentando.

— Desafio — respondeu se ajeitando no sofá. Espera, é minha chance de vingança, agora só preciso pensar em algo que ele sinta vergonha, ou algo que eu queira... Eis o dilema, vingança ou desejo...? É foi o que pensei.

— Me beija! Mas não qualquer beijo, tem que ser o melhor — falei animado e Jimin sorriu, esse com toda certeza foi um sorriso sincero.

— Seu pedido é uma ordem!

Ele praticamente pulou a mesinha de centro e foi para cima de mim e não, eu não estou exagerando. Jimin escorou o joelho no sofá em que eu estava e ficou um pouco mais alto que eu. Ele me olhou enquanto se curvava para me beijar, mas parou sorrindo. Franzi o cenho confuso e senti sua mão nas minhas costas forçando meu corpo para cima, fiquei de joelho como ele e nos narizes se enroscaram. Continuamos olhando um para o outro, era interessante acompanhar a íris dele, que parecia tremer, vez ou outra se mexia para os lados, mas o que mais me encantou foi poder ver o reflexo dos meus olhos nos dele, só dava para notar isso se olhasse bem, mas saber que eu era a única coisa que tinha a atenção dele era confortante.

Ele aproximou e eu puxei o ar fechando os olhos me preparando para beijá-lo, mas nossas bocas apenas se roçaram. Resmunguei, ele estava provocando, fazendo isso de propósito só para me atiçar.

Ainda com uma de suas mãos nas minhas costas me apoiando, ele levou a outra ao meu queixo fazendo carinho, eu não abri meus olhos. Não quis. Ele beijou meu lábio inferior e pude sentir a pele não muito seca ser levemente puxada, eu queria mais então avancei selando por completo nossos lábios. Por puro instinto minha mão foi em seus cabelos e a outra agarrou firme nos seu ombro direito. Ele mordeu meu lábio e deixei que aprofundasse nosso beijo.

Conforme ele brincava com minha língua, eu quase rasgava sua camisa de tanto que apertava o tecido em seu ombro. Eu simplesmente adoro sentir minha língua sendo sugada pela boca dele, é tão estranho e ao mesmo tempo excitante... Jimin usou a mão em minhas costas para me trazer para mais perto dele. Sua outra mão já desocupada vagava perdida pelo meu corpo, apertando meus músculos, puxando minha pele, ele desceu com ela até próximo do meu joelho, voltando por trás, pegando na minha bunda por baixo. Ele apertou com força e eu soltei um gemido baixo, por dor, por prazer.

Quebramos o ósculo para recuperar o fôlego, mas ele me puxou de volta tão rápido que mal consegui buscar ar direito. Talvez ele goste de me beijar tanto quando eu gosto de beijá-lo. Nosso beijo ficou diferente, pareceu mais... Necessitado. Jimin passou a apertar minha cintura, sua outra mão ainda maltratava minha bunda, parece ter gostado disso. Senti uma fisgada no meu pênis, eu estava ficando excitado e querendo mais que apenas um beijo.

Gemi surpreso ao sentir sua mão apertar minha bunda por dentro do tecido. Nós já estávamos indo longe demais... Separei nossos lábios e ele não parou beijando e chupando meu maxilar e descendo para o meu pescoço, percutindo pela minha jugular.

— Ji-Ah... — ele apertou meu membro por cima da cueca, Deus, ele me tocou! Não consegui me impedir de gostar disso e querer mais, mas nós não podíamos fazer isso... Droga!

Soltei um gritinho de surpresa quando ele me empurrou contra o sofá. Caí deitado e com as pernas abertas, bem abertas. Ele olhou para meu rosto e depois para mais em baixo. Meu rosto esquentou, se pudesse ver diria que estava vermelho. Segurei ao máximo gemer de novo quando ele, ainda de joelho, acariciou a parte interna das minhas coxas.

Droga Jimin! Você tem que parar, sozinho eu não consigo!

Ele se deitou por cima de mim, entre minhas pernas, mas não jogou muito peso. Me deu mais um selinho.

— Verdade ou desafio, Jungkook-ah? — perguntou, sua voz saiu rouca e pareceu forçada como se ele estivesse se segurando. Pensei no que responder, poderia escolher verdade, mas tenho medo da pergunta e desafio nem se fala. Bom, seja o que Deus quiser...

— Verdade. — falei com dificuldade, eu não estava conseguindo fazer meu amiguinho voltar ao normal e isso estava me incomodando.

— Você... — ele pensou, provavelmente estava formulando melhor a pergunta. — Perderia a virgindade comigo, hoje? Agora? — estanquei.

— Não... — respondi, eu não fui grosso e nem vejo problema em perder minha virgindade com ele, eu só não estou pronto para ter ele dentro de mim hoje, agora. — Não me sinto pronto ainda Jimin... — me expliquei e ele por incrível que pareça assentiu calmo acariciando meus cabelos.

— Tudo bem... Não quero e nem vou te forçar a nada... Sua vez. — beijou minhas têmporas me deixando sem graça.

— A-a Ok, verdade ou desafio? — perguntei sem olhar nos olhos dele, aquilo me deixou com vergonha, eu tinha o rejeitado de certa forma.

— Desafio. — respondeu.

Mordi meu lábio inferior tentando pensar em algo, talvez eu devesse fazer com ele o mesmo que ele me fez há pouco.

— Tire sua roupa, Jimin, fique só de cueca. — falei ainda sem olhá-lo e ouvi sua risada. Acho que ajudei a quebrar um pouco o gelo que tinha ficado. Duas vezes que eu quase acabei com o nosso dia e ainda nem tinha passado das dez do meio dia.

O peso sobre o meu corpo diminuiu e voltei a olhá-lo, ele tirou a roupa com rapidez. Primeiro a camisa e depois a calça, ficando seminu. Olhei o corpo dele de cima a baixo, da mesma forma como tinha feito comigo mais cedo. Deslizei meu olhar pelos seus ombros indo para seus braços fortes, desviei o olhar para o restante do corpo, continuando a descer e meu olhar chegou em sua cueca. Ele estava excitado, todo o seu volume estava sendo retido pelo tecido, este que parecia estar úmido, não sei dizer ao certo, a peça era cor vinho bem escuro. Eu me senti quente... Pode soar pervertido, mas quis me tocar.

Ele se aproximou novamente e se deitou sobre mim, voltando a se encaixar entre minhas pernas, e o que dizer da sensação de ter a pele dele em contato tão abundante com a minha? Simplesmente maravilhoso. Segurei um gemido teimoso ao que ele se mexeu e nossos membros duros se esfregaram. Por que quando meus primos jogavam, isso nunca aconteceu...?

— Jungkookie... — ele chamou próximo ao meu rosto, tão próximo que nossos lábios se roçaram, seu hálito bateu contra minha boca. Deus, eu quero tanto beijá-lo de novo. — Verdade ou desafio?

— Desafio... — respondi sem conseguir pensar direito, droga, ele estava se aproveitando da situação. Ele levou a boca até minha orelha, mordendo meu lóbulo e rindo fraco.

— Jungkookie... Tire sua cueca e a minha, sem sair daqui...”

 

É... Foi exatamente assim que acabamos na situação em que estamos agora. E eu não vou, em hipótese alguma, tirar minha cueca, muito menos a dele. Agora é oficial, ou Jimin é um pervertido sem limites, ou tem sérios problemas e um deles é na audição. Eu não acabei de dizer a ele que não estou pronto para perder a minha virgindade ainda? Qual parte disso ele não entendeu? Talvez o fato de eu ter desafiado ele a tirar a roupa o fez achar que sou tão bipolar a ponto de mudar minha decisão sobre isso, assim, tão rápido.

Saí de meus devaneios com um selinho, ele estava esperando que cumprisse o desafio, dava para ver isso estampado em seus olhos. Algo como esperança.

— Jimin, não! Escolhe outra coisa vai! — implorei fazendo manha e birra. Ele apenas sorriu e negou, bufei inconformado, só sobrou uma alternativa, apelar para o lado vitima. — Onde fica a parte do “não vou te forçar a fazer nada”?

— Jungkook! Ei, não estou te forçando e é só um jogo... Não vamos chegar a transar. — Jimin pareceu sério ao falar, talvez ele não tenha mesmo essa intensão. Todavia isso é muito vergonhoso, tudo bem que só estou em uma cueca boxer apertada, mas ainda sim, ficar sem nada e ver ele sem nada... Ah! Desse jeito vou enlouquecer! — Jungkook?

— Tá bom! — aceitei, por que sou muito idiota, só por isso mesmo, mentira, talvez seja por que... Não, é por que sou idiota mesmo.

Ele sorriu, com aquele sorriso safado que só ele tem e se afastou um pouco só para que eu conseguisse tirar, mas não saiu de cima de mim, afinal, a dificuldade fazia parte do desafio. Tive que evitar encarar seus olhos para fazê-lo, acho que desta vez vou detonar o estoque de vergonha...

Desci minhas duas mãos e segurei no cós da minha cueca branca, comecei a tirá-la e arrisquei dar uma pequena olhada para o rosto do Park, me arrependi na mesma hora. Ele estava quase perdendo os olhos na minha ereção que logo seria completamente revelada. Voltei a olhar para o nada e arqueando um pouco as costas, eu finalmente a abaixei até o joelho e não consegui evitar gemer de alivio. A vontade de me tocar só aumentou... Ouvi Jimin gemer também, isso não ajudou muito... Sério que ele tem tanto autocontrole assim?

Jimin me ajudou usando os pés para terminar de removê-la, agora só faltava a sua... E que eu tenha forças...

Dessa vez eu olhei, eu quis olhar. Segurei no tecido escuro e o puxei para baixo, fiz isso devagar. Jimin gemeu baixo como se não fossemos os únicos ali e ninguém pudesse nos escutar. Abaixei primeiro a parte de trás, passando devagar minhas mãos pela sua bunda, e não, eu não perdi a oportunidade de apertar aquela carne deliciosa. Quando terminei fui para frente, puxando o tecido também... Tirei tudo até os joelhos, seu membro duro praticamente saltou para fora e isso fez espirrar um pouco do pré-gozo que saia em minha barriga, dessa vez seu gemido saiu alto. Foi como se estivesse aliviado. Usei meus pés para terminar de descer a peça.

Olhei para o que espirrou na minha barriga e fiquei com uma puta vergonha e ao mesmo tempo sentir prazer com isso e simplesmente não sei explicar o motivo.

Sem aviso nenhum Jimin se soltou em cima de mim. Nossas ereções se chocaram e dobrei minhas pernas. Ele chegou próximo de mim rápido o suficiente para me ouvir gemer baixo perto do seu ouvido. Estou tão quente, mais ainda do que antes, por que agora, tenho um Jimin pelado com uma puta ereção roçando na minha, mesmo que sem querer.

Eu segurei seu ombro e encostei meu rosto no seu pescoço, minha respiração estava começando a ficar desregulada. Cada vez que ele se ajeitava causava uma fricção gostosa nossos membros. Nós deveríamos parar antes que não consigamos mais nos segurar. Eu estava tentando, juro... Mas é tão difícil! Agora mesmo que não vou conseguir fazer com que meu amiguinho se acalme, não com Jimin roçando seu pau em mim.

— Sua vez... — a voz dele saiu rouca, fraca, necessitada... Ainda estamos jogando?

— Anh... — droga, eu simplesmente não consigo falar nada, se eu disser algo vai soar como um gemido... Droga Jimin! — Verdade ou... Anh, Jimin para quieto! — minha voz saiu chorosa e fechei meus olhos. Nunca fiquei assim com ninguém... Como posso ainda não ter saído correndo e me trancado no meu quarto?

— Desculpa... Kookie, eu estou me segurando tanto... — sua voz saiu sofrida. — Desafio.

— Me beija! — praticamente implorei. Queria tanto a boca dele na minha.

— Esse já foi kookie — Jimin disse roçando seus lábios nos meus.

— Não me importo, Jimin me beija, por favor! — abri meus olhos encarando os dele que pareciam famintos, isso me fez pulsar...

Ele não esperou eu pedir de novo e me beijou. Devorou minha boca se impulsionando para frente, nos fazendo gemer juntos quebrando o ósculo, ele voltou a me beijar de novo e continuou com os movimentos. Cada vez que ele ia e vinha com seu corpo, eu sentia que ficava mais duro, mas necessitado, passei meu braço por baixo do seu e agarrei suas costas. Minhas pernas se abriram mais e ele agarrou uma delas.

Minha boca foi abandonada e ele chupou meu maxilar, beijou, mordeu, desceu pelo meu pescoço marcando ele. Eu já não me segurava, gemia em suspiros, sem muita voz, apenas o barulho das minhas cordas vocais que não sabiam que som transmitir, apenas saía assim, descoordenado.

Ele voltou a subir os beijos, mordendo e lambendo meu lóbulo. Não parou os movimentos, na verdade eles ficaram mais intensos, mais rápidos. Meu corpo estava tremendo de tão quente. Não tem como eu gozar só com isso, certo? Ele falou algo no meu ouvido, mas eu não entendi, nem mesmo prestei atenção.

Como isso pode ser tão bom? Estamos apenas nos esfregando, nada demais. Meu corpo está tão necessitado que chega a me dar tremores de tanto prazer. Como posso estar sentindo isso com tão pouco? Ter o corpo dele em contato tão íntimo com o meu, ter seu cabelos se esfregando no meu rosto enquanto ele maltrata meu pescoço, seu membro sendo esfregado no meu, eu sentindo ele e ele me sentindo...

Soltei um gemido de surpresa ao ser virado, ficando por cima dele. O olhei para ele bem abaixo de mim. Acho que esqueci do meu nome por um momento. Seus olhos entre abertos, a cabeleira ruiva completamente bagunçada, os lábios inchados, os músculos e veias tão visíveis... Ele estava todo bagunçado, talvez até mais do que eu.

— Verdade ou desafio Jungkook? — perguntou tentando recuperar o folego.

— Desafio! — quase gritei, é talvez eu seja mesmo outro louco pervertido, por que eu escolhi desafio sabendo que seria algo prazeroso.

— Cavalga em mim, Jungkookie, faça isso total dedicação. Vai fazer isso?

— Uhum... — murmurei aceitando, não sei quando, mas acho que minha vergonha pegou o trem e se mandou. Quando me apoiei me preparando para começar ouvi batidas na porta.

Só uma pessoa bateria quando se tem campainha. Que eu esteja errado. Olhei apavorado em direção à porta e percebi Jimin acompanhar meu olhar.

— Quem se... — ele começou mais se interrompeu ao ouvir voz do outro lado.

— Jungkook filho, está aí? — a voz do meu Appa soou preocupada. — Ouvi uns barulhos estranhos, está tudo bem?

Jimin se alarmou e me empurrou de cima dele. Sim, o infeliz me empurrou, cai de bunda no chão! Ele levantou do meu lado quase esfregando seu pau na minha cara.

— Desculpa. — sussurrou me ajudando a levantar, só não xingo e bato nele agora, por que temos outro problema, e ele se chama Jeon Cheohyung.

— Se troca logo! — falei. — Appa eu já vou! Espera aí que estou... Não sei! Só espera!

— Jungkook, está escondendo algo de mim? — meu velho perguntou do outro lado e Jimin me olhou aterrorizado. Claro que ver o futuro sogro desse jeito não é a melhor opção, principalmente de relevarmos o fato de que meu Appa se lembra de Jimin também ter culpa do que houve naquele tempo...

E foi assim que nos vestimos, correndo de lado para o outro, pegando nossas roupas e vestindo de qualquer jeito enquanto eu tentava enrolar um senhor Jeon que nem pra avisar que viria aqui em casa, ele não tinha que estar no colégio?

Vesti a camiseta umas duas vezes errado, primeiro do lado dos avessos e depois com a frente pra trás. Jimin vestiu a calça errada, ou seja, a minha e depois quando foi vestir a sua colocou as duas pernas em uma única entrada. Tive que me segurar para não rir do tombo que ele levou por isso, mas depois me ferrei colocando a minha cueca. Sabe como é difícil tocar no seu pênis ereto e todo necessitado e apenas forçar ele pra dentro da armadura de tecido.

Nós conseguimos nos vestir, foi até rápido se compararmos a zona que fizemos.

Pedi para Jimin pegar uma pasta das atividades que faríamos no acampamento, assim pelo menos nós enganaríamos meu Appa, ou pelo menos tentaríamos. Fui rápido até a porta e suspirei segurando firme nela antes de abrir.

— Appa! — cumprimentei assim que abri a maldita porta e ele apenas entrou parando logo em seguida atrás de mim. Jimin...

— Professor Park, o que faz aqui? — meu Appa não é burro, ele provavelmente vai descobrir...

— Ah, só estamos revisando umas coisas — Jimin respondeu.

— Coisas... Que tipo de coisas? — meu Appa como sempre não caiu em uma desculpinha qualquer.

— Do acampamento — respondi antes de Jimin e me sentei no sofá ao lado dele, onde a pouco estávamos... Foco Jungkook, foco!

— Ah sim, bom vim no intuito de passar um tempo com meu filho, mas vejo que ele já tem companhia. É uma pena...

— Verdade... — Jimin murmurou fingindo tristeza.

— Já sei! — meu Appa falou se empolgando. Essa não, não diga isso, por favor! — Vou ficar aqui com vocês e ver como estão planejando fazer isso! Que tal? — droga... — Mas tem certeza que está tudo bem? — assentimos freneticamente e desesperados. — Demoraram tanto para me atender e estão descabelados e... Jeon Jungkook! — dei um pulo de susto quando ele gritou meu nome. — Que marcas são essas no seu pescoço e... Espera, aquilo ali é uma cueca? — se levantou e foi até a peça no chão, olhei para Jimin o repreendendo. Não acredito que ele não vestiu a cueca. A cueca! — O que estava acontecendo antes deu eu chegar, por que isso aqui, definitivamente não é seu! — e como eu disse, meu Appa não é burro.

 

 

 

 


Notas Finais


E então o que acharam?
Desculpem-me pela cena hot meio merda... Não me dou bem fazendo isso em primeira pessoa... Sorry. Vou tentar fazer uma melhor da próxima vez! *-*

Um minuto de silêncio para, 2NE1 mano, 2NE1! TÔ ACABADA, acompanho essas rainhas há seis anos... ;-; A gente sabe que um dia vai acabar, mas a esperança é a última que morre não é mesmo?Eu ainda não estou crendo...

Até o próximo!


BEIJÃO! *3*


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