História Do you remember ? - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Violette
Tags Drama, Memórias
Visualizações 88
Palavras 3.882
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


HELLO HELLO HELLO
Voltei, demorei mas voltei, foi meio difícil escrever esse capítulo, porquê estava com algumas dificuldades de inspiração.
Mas aqui estou eu, com mais um capítulo só para vocês. Espero de coração que gostem.
Um aviso: os dias que eles passarem na antiga cidade da Elena, serão divididos em capítulos, cada dia, pois não quero que tudo passe rápido demais.

Kisses

Capítulo 15 - Unless I try


Fanfic / Fanfiction Do you remember ? - Capítulo 15 - Unless I try

POV's Elena Smith.

Nós havíamos acabado de chegar na rua em que ficava a minha antiga casa, Rosalya lia uma revista de moda, ainda sentada no banco do passageiro ao lado de Lysandre, Castiel dormia com a cabeça em meu colo, e eu olhava pela janela enquanto acariciava seus cabelos. À noite já caía. Era incrivelmente estranho como tudo naquele lugar me era familiar, diferente de onde eu morava agora, eu podia ver o grande sicômoro que havia plantado no quintal do senhor John, lembro dele ter me dito que foi após plantar aquela árvore em seu quintal que conheceu sua esposa, que hoje já é falecida. 

Eu imaginei como reagiria ao estar em frente a aquela casa novamente, mas nada do que imaginei se comparou a como me senti realmente, me senti ansiosa, nervosa e com medo, medo de como meu pai reagiria ao me ver, e medo do estado em que ele iria se encontrar. 

— Acho melhor acordar a a bela adormecida.- Rosalya brincou enquanto guardava sua revista e tirava seu cinto de segurança.

— Ela tem razão.- Lysandre concordou enquanto descia do carro, e Rosalya o acompanhou em seguida.

Assenti com a cabeça para o nada, e então baixei o olhar para Castiel, toquei seu ombro o balançando levemente, e por incrível que pareça, foi o que precisou para ele abrir seus olhos, quando eles pararam em mim, seus lábios se contorceram um breve sorriso.

— Já chegamos?- ele perguntou e eu assenti, ele se levantou ajeitando sua roupa, e logo se virou para mim.- Está tudo bem?

— Vai ficar quando eu o encontrar.- respondi e abri a porta do carro, descendo do mesmo.

Nos dirigimos até a varando, e eu toquei a campainha quando me aproximei da porta, toquei duas, três, quatro vezes e mesmo assim ninguém abriu a porta, Castiel passou a minha frente e deu duas severas batidas na porta, mas mesmo assim ninguém a abriu. 

— A casa está vazia.- Rosalya comentou.

— Não podemos ir ao hospital hoje, a essa hora, já acabou o horário de visitas, isso se ele estiver lá.- Lysandre declarou, e eu temi o fato de talvez meu pai não estar no hospital.

— Castiel, tem uma cópia da chave, embaixo do tapete que você está pisando.- eu exclamei e o mesmo se abaixou verificando se estava lá, e por sorte estava.- Podemos passar a noite aqui, e amanhã vamos ao hospital dar uma checada.

Todos concordaram e então pegamos nossas coisas no carro. Na casa havia três quartos, mas como Rosalya e Lysandre estão juntos, não viram problemas em dividirem o quarto que era dos meus pais, Castiel ficou com o quarto de hóspedes e eu fiquei com o meu antigo quarto. Arrumei minhas coisas no guarda-roupa que havia no quarto, tirando o casaco que usava e o deixando sobre a cama, suspirei enquanto olhava meu quarto. Em todo esse tempo, esse era o lugar mais familiar que eu via.

— Posso entrar?- ouvi Castiel dizer do outro lado da porta, após dar duas leves batidas.

— Pode, é claro.- respondi e logo o mesmo abriu a porta, e enfim entrando no quarto.

— Eu só vim avisar que, Lysandre e eu vamos ir ao mercado, não tem nada na casa além de água, e algumas comidas já estragadas.- explicou e assentiu.- Tudo bem em ficar aqui com a Rosalya?

— Claro, não como se ela fosse me matar assim que tiver chance.- brinquei tentando fazê-lo rir, mas tudo o que consegui foi um sorriso fraco.- Está tudo bem?

— Eu que deveria perguntar isso para você.- ele respondeu.- Viemos até aqui, e se ele não estiver no hospital, e se ele já tiver morrido?

— Eu pelo menos vou saber.- respondi e dei de ombros.- Mesmo que ele já tenha morrido, não posso ir embora sabendo que talvez ele esteja vivo.

— Eu entendo.- ele concordou.- Bom, agora eu preciso ir, te vejo mais tarde.

— Espera.- pedi e fui até ele, segurei seu rosto e então beijei seus lábios, pedindo passagem e sendo prontamente retribuída por ele, suas mãos foram para a minha cintura, me puxando para mais perto dele. Quando nos afastamos, ele estava ofegante assim como eu.- Te vejo mais tarde.

Ele sorriu me roubando um beijo e então saindo do quarto, e eu fiquei como uma boba apenas olhando a porta com um sorriso em meus lábios. Pensando em como eu gosto dele, como eu gosto de beija-lo, como eu gosto de estar com ele, como eu gosto dele ao todo. 

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— Qual é o problema dessa televisão comigo?- Rosalya perguntou enquanto tentava novamente trocar de canal com o controle.

— Bate duas vezes o controle na sua mão e tenta de novo.- expliquei e assim que ela fez o que eu havia dito, conseguiu trocar de canal.

— Ainda se lembra dessas coisas?- ela perguntou sorrindo.

— É como se eu tivesse saindo daqui ontem.- respondi  e suspirei.- É tudo tão confuso. Já faz dois meses desde que eu acordei, e não me lembro de nada, nem de um dia se quer.  

— Nem posso imaginar como você deve se sentir em relação a isso.- ela disse se virando para mim, ficando sentada com as pernas sobre o sofá.

— É como se faltasse uma parte de mim, como se tivesse um vazio aqui dentro.- coloquei minha mão sobre meu peito.- E é como se isso fosse me consumir, e eu não aguento mais isso.

— Mas você tem a mim, o Lysandre e tem o  Castiel do seu lado, para te ouvir e tentar te ajudar.- ela disse e segurou minha mão.- Não pense que está nisso sozinha, porquê sempre vamos estar com você, acima de tudo.

— Obrigada.- respondi a abraçando, e depois que nos afastamos sorrimos uma para a outra.

— Então, você e o Castiel...- falou e sorriu maliciosa me fazendo rir.- Como aconteceu?

— Eu não sei- respondi honestamente.-, mas quando eu estou com ele, toda a preocupação, e a maior parte dos problemas, somem. E modo como ele faz com que eu me sinta...

— Que modo?- ela perguntou sorrindo, era bom ter alguém com quem conversar.

— Como se eu fosse perfeita, ele age como se não tivesse nada de errado comigo.- respondi e suspirei.- Ele age como se não tivesse problema, eu não me lembrar, como se não fosse minha culpa.

— Não é.- Rosalya afirmou.- Nada disso é.

— Mas minha mãe e Melanie, agem como se fosse, eu sinto como se fosse- admiti.- Eu não lembro o que como ou o que não como no refeitório da escola, não lembro como uso meus cabelos, não lembro como me visto, e isso incomoda elas. Mas já ele, ele me olha como se...como se...

— Te amasse...?- ela completou e eu assenti.

— Eu sei, é besteira não é?- eu ri fraco.

— Não, não é.- ela respondeu.- Eu também notei esse olhar dele, e eu acho que ele te ama.

— Mas não faz sentido ele me amar.- falei franzindo meu rosto.

— O amor não faz sentido, Elena.- Rosalya respondeu e sorriu.- Olhe para mim e o Lysandre, antes de estar juntos, eu namorava o irmão dele, o Leigh. Eu gostava muito dele, mas aí eu descobri que ele estava me traindo, eu fiquei muito triste. E o Lysandre ficou do meu lado, e então, quando eu olhei naqueles olhar bicolores, eu percebi que eu havia estado todo aquele tempo com o cara errado. E quando me senti pronta disse isso a ele, e incrivelmente ele se sentia da mesma forma. E hoje estamos juntos, e eu o amo, e sei que ele me ama na mesma intensidade. Eu nunca estive tão feliz, tudo bem não entender o amor, nós só precisamos saber sentir ele.

Eu apenas sorri para ela, e voltamos nossa atenção para a televisão, e após vinte minutos que passamos assistindo um filme qualquer que passava na televisão, ouvimos as portas do carro bater, e logo a porta sendo aberta. Dando espaço a Castiel e Lysandre carregando uma boa quantidade de sacolas, logo eu e Rosalya nos levantamos para ajudá-los.

— Vocês demoraram quase duas horas no mercado, e só trouxeram batata frita, hambúrguer, pão de hambúrguer, pizza de microondas, refrigerante e doces?- Rosalya perguntou enquanto tirávamos as coisas da sacola.

— Somos homens, isso para nós é um banquete.- Castiel respondeu dando de ombros, me fazendo rir.

— A próxima vez, uma de nós vai com vocês.- Rosalya afirmou, e eu sorri com a ideia de podermos fazer isso outra vez.

Ajudamos eles a guardar tudo nos armários e na geladeira, deixamos apenas duas das pizzas do lado de fora para podermos fazer para jantarmos. Todos estavam na sala enquanto eu continuei na cozinha, eu disse que iria ficar de olho nas pizzas, mas apenas queria ficar um tempo sozinha.

Eu precisava pensar no que dizer quando o encontrar, como explicar o que aconteceu comigo, que irônico, eu não sabia nem como explicar para mim mesma o que aconteceu, e agora teria que explicar para o meu pai. Eu ainda não conseguia acreditar que eu havia simplesmente o mandado embora quando ele me contou sobre sua doença, sabe que eu já tinha problemas na cabeça antes de sofrer o acidente? 

— Ouvi dizer, que pensar demais pode dar dor dar rugas.- Castiel falou da porta.

— Eu só estou distraída.- respondi sem me virar para ele, ainda com a cintura encostada na mesa da cozinha.

— O que está passando nessa cabecinha?- ele perguntou ficando parado ao meu lado na mesma posição que eu.

— Um pouco de tudo.- respondi.- O que vou dizer para o meu pai, como vou reagir quando o encontrar, se vou encontrá-lo, como vou explicar o que aconteceu comigo.

— Não tem que pensar nisso agora.- ele disse segurando minha mão.

— Sim, eu tenho.- rebati e suspirei.- Eu quero ajeitar tudo isso. Mas já que não consigo ajeitar tudo, quero pelo menos ajeitar isso, entende?

— Claro.- respondeu e então me puxou para perto me abraçando.- Só lembre que tem que se acalmar, respira fundo, usa o resto de hoje pra ficar bem. Vamos encontrá-lo, eu prometo.

— E se você tiver razão e ele já estar morto?- perguntei ainda abraçada a ele.

— Vamos lidar com isso, juntos.- ele disse enquanto fazia um carinho em meu braço.- Não vou te deixar sozinha.

Eu assenti com a cabeça ainda abraçada a ele, ele também não parecia querer me soltar. A conversa que eu havia tido com Rosalya se passou pela minha cabeça, naquele momento. Estaria eu, apaixonada por Castiel? Ou eu apenas estava com medo de ficar sozinha? De não ter nada além do silêncio, e as perguntas em minha mente. 

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Depois de comermos, cada um tomou banho, eu tomei no meu quarto, Castiel no de hóspedes, e Rosalya e Lysandre usaram o que havia no antigo quarto dos meus pais. Eu já havia levado a minha roupa para o banheiro, pois era uma mania minha, eu havia pego um pijama, blusa azul e um short listrado azul também. E mantive meus cabelos soltos, escovei meus dentes e sai do banheiro, me assustando ao encontrar Castiel sentado em minha cama.

— Castiel, você me assustou.- falei parada ainda na porta do banheiro.- Está tudo bem?

— Eu só queria ver se você já estava dormindo.- ele explicou ainda sentado me olhando.

— Eu ia tentar fazer isso, agora.- respondi e me sentei ao seu lado na cama.- Você ficou estranho depois do jantar, o que aconteceu?

— Eu só estava pensando.- respondeu e eu o olhei esperando que o mesmo continuasse.- Você tem certeza de que quer ficar comigo? Porquê eu não posso te dar o que a Rosalya e o Lysandre tem, não posso nem sequer ir com você ao shopping, porquê se alguém ver sua mãe pode ficar sabendo e aí acabou, se você não quiser ficar comigo eu vou entender, se quiser me deixar, mas preciso que me diga isso.

— Eu não vou a lugar algum, eu sei o que eu quero, e eu quero você.- toquei seu rosto e sorri levemente ao vê-lo fechar seus olhos, aproveitando meu toque.- Eu não vou a lugar algum, entendeu? Vou ficar com você, enquanto me quiser.

— Eu nunca vou deixar de querer você, Elena.- ele disse abrindo seus olhos e os focando em mim.

Deixei com que meu corpo fizesse o que ele tanto queria, e me aproximei de Castiel, beijando seus lábios. Suas mãos foram para a minha cintura, me puxando para cima dele, me fazendo sentar em seu colo. Minhas mãos estavam emaranhadas em seus fios rubros, enquanto as dele ficavam acariciando minhas costas, e depois desciam para a minha cintura, sempre me puxando para mais perto dele. Eu friccionei meu corpo conta o dele, fazendo com que nossas intimidades se chocassem, e eu pude perceber que ele gemeu de encontro a minha boca.

Quando nossas bocas se afastaram ainda continuamos muito próximos, passei meu polegar sobre seus lábios, e sorrimos um para o outro. E logo nossas bocas já estavam juntas novamente, minhas mãos foram para a barra de sua blusa, a puxando para cima, nos afastamos por um momento, apenas para tirá-la por sua cabeça, mas logo voltamos a nos beijar. Suas mãos desceram em direção a minha bunda, me incitando a rebolar em seu colo, e assim eu fiz. 

Empurrei seu peito o forçando a deitar na cama, e desci meus beijos para seu pescoço, sua mão veio até meu ombro direito, abaixando a alça da minha regata e beijando meu ombro desnudo, depois descendo para o leve vão entre meus seios que não era escondido pela blusa, mas logo sua mão desceu trazendo junto com ela minha blusa, a tirando pela minha cabeça. Nos olhamos ofegantes, e ele sorriu de canto.

— O que estamos fazendo?- ele perguntou.

— Eu só estou me dando, o resto desse dia.- respondi e seu sorriso aumentou e nos virou na cama. 

Ele olhou meu corpo, e depois abaixou o lado esquerdo do meu sutiã, deixando meu seio a mostra. Ele abaixou seu tronco, e então colocou o bico em sua boca, lambendo. Meu corpo teve um leve espasmo, e levei minha mão para seus cabelos, os puxando levemente, suas mãos foram para as minhas costas abrindo o fecho do meu sutiã, o tirando do meu corpo e o jogando na cama, fazendo o mesmo processo com o outro seio.

Levei minhas mãos em direção a sua calça de moletom, desfazendo o laço que ele havia feito com os cordões, abaixando ela levemente, para que ele entendesse que eu queria que ele a tirasse, e assim ele fez. Em seguida ele tirou meu short o jogando no chão do quarto, voltando para cima de mim de novo, e esfregando sua ereção em minha intimidade. E uma nova onda de calor se passou pelo meu corpo, meu corpo reagia com arrepios aos toques de Castiel, seus lábios, suas mãos, sua pele, tudo nele me levava ao frenesi. Ele beijou meus lábios enquanto levava uma de suas mãos em direção a minha intimidade, entrando por debaixo da calcinha, acariciando meu clitóris, o que fez com que eu arqueasse minhas costas, dois de seus dedos entraram dentro de mim, me fazendo revirar os olhos de prazer.

— Castiel...- seu nome escapou por entre meus lábios, tive a impressão de que ele gostou de tê-lo ouvido, pois começou a movimentar mais rápido seus dedos dentro de mim.

Ele abaixou seu corpo, até que seu tronco ficou entre minhas pernas, seu rosto ficando de frente com minha intimidade. Seus dedos saíram de dentro de mim, mas um gemido alto de prazer escapou por meus lábios quando senti sua língua em mim, sugava meu clitóris, e depois ia para o meu interior, colocando a ponta de sua língua e a tirando repetidas vezes, fazendo com que meu corpo desse espasmos, e eu sentia que estava próxima. Castiel, parecendo perceber isso se afastou, me fazendo olha-lô confusa, mas seu sorriso cafajeste fez com que eu esquecesse qualquer coisa.

— Eu deveria...- eu comecei a dizer mas ele juntou nossos lábios.- Eu deveria te retribuir.

— Relaxa, nada me daria mais prazer do que o que já estamos fazendo aqui.- falou próximo ao meu ouvido e me arrepiei com sua voz rouca.- Mesmo que isso te convença a parar, preciso saber. Você tem certeza?

— Eu não fiz tudo isso, para parar na hora 'H'.- respondi e sorri de canto para ele, começando a brincar com o elástico de sua cueca. 

— Você é linda.- sorriu enquanto me olhava.

Ele abaixou sua cueca, deixando com que seu membro ficasse a mostra, e então voltou a me beijar, mas percebi quando seu beijo começou a ficar mais lento, até que ele parou.

— O que foi?- perguntei tocando seu rosto.

— Estamos sem camisinha.- ele abaixou a cabeça e eu ri de seu jeito.

— Rosalya me deu algumas depois do jantar, estão na minha mochila.- respondi e ri novamente quando o vi se levantar rapidamente e ir até onde minha mochila estava.

Logo ele voltou para a cama, rasgou o lacre da embalagem e colocou a camisinha. Ele se apoiou no cotovelo direito, para que seu peso não ficasse totalmente sobre mim, seus lábios foram para o meu pescoço, beijando minha pele, e então seu membro deslizou para dentro de mim, e uma sensação de pura prazer e êxtase tomou meu corpo. Suas estocadas eram rápidas e brutas, e tudo que podia ser ouvido no quarto eram os nossos gemidos e o som de nossos corpos se chocando. 

— Castiel...- falei entre gemidos.

— Como...isso é...bom.- ele disse em meu ouvido, e eu apenas gemi em aprovação.

Meus lábios e mãos não tinham um lugar certo para estar, mas minhas mãos apertava suas costas quando a sensação de calor se tornava mais forte. Ele ergueu seu tronco estocando mais rápido dentro de mim, e eu precisei me agarrar aos lençóis para não soltar o grito de prazer que estava entalado em minha garganta.

Ele nos virou na cama, ficando sentado no meio dela, com meu corpo sobre o dele, seu membro ainda dentro de mim. Nos olhamos por alguns segundos ofegantes, ele sorriu quando coloquei minha mão direita em seu rosto, e em seguida eu juntei nossos lábios, ele tocou minha mão com a sua. Enquanto sua outra mão me ajudou a começar a me movimentar para cima e para baixo, meu gemido foi abafado por sua boca. Ele separou nosso beijo, descendo seus lábios para o meu colo, e minhas mãos voltaram para sua nuca, dando leves puxadas nos fios rubros.

Eu me sentia próxima, e fiz com que nossos movimentos acelerarem, ele também parecia estar próximo pois me auxiliava. Procurei sua boca, assim que senti o prazer extremo ser liberado pelo meu corpo, abafando meu alto gemido, duas estocadas depois, Castiel também chegou ao seu clímax, mas ele não procurou esconder seu gemido, deixando em seguida que sua cabeça descansasse em meu ombro esquerdo, enquanto tentávamos acalmar nossas respirações, meu corpo tremia ligeiramente ainda com a sensação de êxtase passando por ele. Sorri quando Castiel me deitou na cama dando um beijo em meu ombro, e depois se levantou indo até o banheiro, soltei uma leve risada ao ver sua bunda. 

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— Como foi quando seus pais te emanciparam?-  perguntei, estávamos deitados na cama, de lado, um de frente para o outro. Ele havia posto uma cueca e eu vesti sua blusa e uma calcinha.

— Não foi algo que eu quis, então eu parei de falar com eles por uma semana.- ele respondeu e riu fraco.- Não pelo fato de que eles iriam voltar a viajar, porquê eles já faziam isso, só pagavam para alguém ficar comigo. O problema era que eu tinha certeza que eles não iriam ter a obrigação de voltar, e foi o que aconteceu. Já faz tanto tempo que eu não tenho uma conversa de verdade com o meu pai, nem lembro qual foi a última coisa que eu disse para ele.

— E a sua mãe?- perguntei, e sorri minimamente quando seus dedos começaram a fazer desenhos imaginários no meu antebraço.

— Ela fica entre eu e ele, não consegue escolher um lado, e ao mesmo tempo que isso é bom, também não é. Sinto como se eu fosse um motivo para eles brigarem.- ele admitiu e suspirou.- Me sinto só, naquela casa sem eles.

— Você tem a mim agora.- me aproximei, me aconchegando em seu peito.- Vou ficar com você até quando me quiser.

— Obrigado...- murmurou antes de beijar minha testa, me rodeando com seus braços em seguida.

— Acho que deveríamos dormir.- disse passando minha mão, por debaixo do seu braço e começando a fazer um leve carinho em suas costas.

— Eu também.- respondeu se aconchegando melhor perto de mim.- Boa noite.

— Boa noite.- respondi, já fechando meus olhos.

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Contraí meus olhos, ainda fechados, quando senti a luz sobre eles, e detestei não ter lembrado de fechar as cortinas. Me remexi na cama, na esperança de conseguir voltar a dormir, o que não deu certo. Abri meu olhos, me virando para o outro lado, para evitar a luz em meus olhos, e sorri ao ver o corpo de Castiel, estirado na cama, com o lençol cobrindo apenas de sua cintura para baixo, deixando de fora sua barriga, que subia e abaixava lentamente, por conta de sua calma respiração. Ele parecia, em paz.

Me aproximei sorrateiramente dele, deixando em beijo em sua bochecha e depois levantando da cama. Andei até o banheiro, fechando a porta em seguida, me olhei no espelho e sorri, as imagens da noite anterior se passaram pela minha mente, fazendo meu sorriso aumentar, havia sido incrível, assim como tudo parecia ser quando Castiel estava junto. Naquele momento, eu esqueci sobre não ter memória, sobre minha mãe e minha melhor amiga me esconderem algo, sobre o câncer do meu pai, e até mesmo sobre Castiel também me esconder algo. Eu me senti, completa.

...

Eu virava as panquecas, em seguida as colocando junto com as outras no prato. O silêncio da casa, até que me deixava confortável, talvez não fosse o silêncio, talvez fosse apenas a certeza de que haviam pessoas dormindo nos quartos, que haviam me ajudado mais do que tudo nos últimos dias, era a melhor sensação que eu poderia sentir.

— Sabe, depois de uma noite dessas, eu esperava acordar com você, na cama.- me virei dando de cara com o belo ruivo, de bermuda, sorrindo de canto.

— Isso deveria ser um jeito estranho de dizer que foi uma boa noite- perguntei desligando o fogo e indo até ele, colocando meus braços em volta de sua cintura.

— Não foi uma boa noite.- disse beijando minha testa.- Foi uma noite maravilhosa.

— Dispenso demonstrações de afeto logo pela manhã.- Rosalya falou enquanto entrava na cozinha, nos fazendo rir e nos separar.

— Dormiram bem?- perguntei quando vi Lysandre também berrar na cozinha.

— Tirando o fato que a Rosalya chutou a minha barriga durante a noite, eu dormi muito bem.- Lysandre respondeu enquanto pegava café.- E vocês dois?

— Eu dormi muito bem.- comentei bebendo meu café.

— É eu também.- Castiel falou enquanto se servia de panquecas.

Durante o café, Rosalya falava sobre moda, Castiel tentava fazê-la parar de falar de moda, Lysandre tentava fazer Castiel parar de tentar conversar Rosalya a parar de falar de moda, enquanto eu assistia toda a cena rindo deles. Era bom ter aquilo, naquele momento, era o mais próximo de família que eu tinha.


Notas Finais


E então? O que acharam? Comentem e me diga a sua opinião.
Me desculpem se o hentai estiver ruim, é que eu não sei escrever hentai muito bem, mas fiz o meu melhor.
Espero que tenham gostado
Comentem e favoritem
Amo vocês
Kisses


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