História Doce Amargo - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Hoseok, Jikook, Jimin, Jimin Seme, Jungkook, Jungkook Uke, Supremexx, Taehyung, Vhope, Yoongi
Exibições 2.817
Palavras 2.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


SIM ESTOU VIVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Então antes de tudo eu quero gritar bem alto Somos 2K!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ((oi eu fiz um jornalzinho p agradecer pq se fosse escrever aqui ia ficar maior que o capítulo q n))

OUTRA NOVIDADE GENTE NÃO ME MATEM, ESSE CAPÍTULO FOI MUITO TRABALHOSO PRA MIM, É SÉRIO, PARECE SIMPLES MAS NÃO É, EU TIVE QUE JUNTAR MUITA FORÇA E CORAGEM PRA ESCREVER ELE.

Agora me desculpar por nao ter respondido os comentários do capitulo passado, mas vou fazer isso: AGORA!


Bom, só era pra ser postado amanhã pra desejar um feliz dia das crianças pras minhas crianças q ENTAO APROVEITEM O PRESENTINHO DA TITIA SUPREMA BEBES ♥

leiam as notas finais ♥

Capítulo 17 - Um Fio de Esperança


   Já fazia alguns minutos que a chuva caia forte e acompanhada de raios e trovões, tornando a cidade mais deprimente e silenciosa. As gotas eram grossas e faziam um barulho calmo quando escorregavam do telhado da casa luxuosa e tocavam a varanda e o gramado verde. Era fim de tarde e pela décima vez Yoongi revirava os olhos presenciando com descontentamento a discussão a sua frente.

 – Ele é meu amigo, Hoseok!

 – E eu sou seu namorado!

   Taehyung abriu a boca, encarando-o com incredulidade vendo que ele falava sério.

 – Já fazem mais de duas semanas que nem nos vemos direito! Eu sei que ele precisa de você mas eu também preciso. E sua faculdade? Você a trancou no meio do semestre, pediu demissão do seu trabalho e vive com a quantia que seu pai te dá. – O garoto cruzou os braços vendo que as palavras de seu namorado haviam sido tiradas de si, o Kim não possuía argumentos. – Está apaixonado por ele.

   E depois daquilo tudo que Taehyung foi capaz de fazer foi calar-se ainda mais. Não que aquilo fosse verdade, mas queria chorar ali mesmo. Talvez por conta da raiva, do desespero, da mágoa ou até mesmo de saudade. Levantou-se da poltrona e encarou Yoongi para depois passar seu olhar ao namorado e criar coragem.

 – A única resposta que eu vou te dar é o meu silêncio, é tudo que você merece de mim. – Retirou a aliança de sua mão e a lançou contra o namorado sentado no sofá a sua frente, balançando a cabeça negativamente e iniciando seus passos para a saída.

   Antes que pudesse chegar a porta fora agarrado por braços quentes, forçando-o a ficar. Girou o corpo e passou a bater como podia no peito alheio começando a perceber suas lágrimas pesadas caírem. Desistiu de bater e puxou com as mãos a camisa de frio do outro, despejando suas agonias na mesma.

 – E-eu estou assustado. – Hoseok o apertou mais nos braços, sussurrando confortos para si. Taehyung tentou recompor-se antes que encharcasse mais a camiseta e perdesse o resto de suas forças. – Tenho que ir no hospital, não é bom deixa-lo sozinho. – Levantou os olhos para o amado e o encarou por instantes. – Eu te amo.

 – Não tem realmente ninguém para ficar com ele? Qualquer um! – Emburrou-se após receber uma negação e estava pronto para solta-lo quando a voz calma do irmão o fez parar.

 – Agora tem. Digo, dá pra ver como o relacionamento de vocês está afetado, assim como Taehyung está exausto. Eu fico com ele, acho que nos falamos umas duas vezes mas é melhor que aguentar o Hoseok se lamentando. – O garoto de madeixas coloridas se levantou, parando ao pé da escada e virando metade do rosto para traz. – Só vou buscar meu casaco, a propósito o Jungkook é solteiro, né?

   Antes que alguém pudesse se pronunciar o garoto subiu as degraus, deixando o irmão e o cunhado ainda estáticos.

 – O que você acha?

 – Eu não sei. Seu irmão é legal mas não confio totalmente nele. – Sentiu os braços do namorado descer até sua cintura e beijinhos singelos em sua bochecha avermelhada pelo choro anterior.

 – Eu conheço o Yoongi, ele não vai fazer nada que o Jungkook não queira, amor.

 – E é isso que me preocupa.

   Após alguns instantes o cabelos róseos desceu, vestindo algo mais confortável e apresentável, pegou as chaves de seu carro e conversou com o casal sobre Jungkook. Optou por ir ao hospital sozinho e telefonar quando chegasse, afinal por mais que brigasse e discutisse com Hoseok, ainda queria que ele tivesse um tempo com o Kim.

   Trancou o automóvel e saiu, passando pelas portas de vidro do enorme prédio e se dirigindo para a ala especial. Não se assustou quando entrou no quarto do mais novo, este que possuía duas poltronas, uma televisão, duas macas e um tipo de interfone para, pelo que deduziu, pedir comida.

 – Errou de quarto.

 – Não errei, na verdade acertei em cheio.

 – O que você quer?

 – Ser seu amigo, evitar que o relacionamento do meu irmão acabe e óbvio que ganhar dinheiro dele, espero que ele não ache que farei isso de graça.

   O moreno nada mais disse, apenas se limitou a assentir com a cabeça e apontar para uma poltrona. Jungkook sentiu as bochechas queimarem de leve por lembrar de seu cabelo horrível, roupas amareladas e cheirando a remédios, assim como seu rosto amassado e aparência magra.

 – Seu cabelo é bonito. – Elogiou observando com atenção a tonalidade rosa.

 – Obrigado. – Yoongi sorriu, recebendo outro sorriso em troca.

   E mais uma vez Jungkook voltou a fazer sua inspeção rápida, parando na mão descansando sobre o braço da poltrona.

 – Você tem tatuagens! Quantas? – Encarou com admiração a palavras “Smile”, tatuada na parte superior de cada um de seus dedos, assim como a rosa mais para cima e o começo de uma tribal através do pulso.

   O garoto não respondeu, apenas retirou o casaco um pouco úmido pelas gotas de chuva e deixou que o moreno as olhasse. Tinha em média dez juntando os dois braços.

 – Será que o Tae deixa eu fazer uma? – Questionou-se mais para si do que para Yoongi, pondo a mão no queixo e fechando os olhos por segundos.

 – Ué, você não precisa da permissão dele, quando sair daqui eu te levo pra fazer se quiser.

   Não fora preciso dizer mais nada para que Jungkook criasse amizade com o garoto de cabelos róseos. Ficaram conversando sobre coisas banais do dia durante aquele final de tarde e início da noite e dentre isso descobriram os gostos parecidos que tinham.

   Já do outro lado da cidade, Jimin encontrava-se ruindo. Os negócios iam bem em sua empresa, mas dentro de si era como se desmoronasse todos os dias quando acordava. Fazia algumas horas que todos os funcionários haviam ido embora e encontrava-se sozinho no prédio, sentado em sua cadeira de couro, encarando a cidade pelos vidros de sua sala.

   Analisava com desgosto aquela imensidão de estabelecimentos e pessoas, percebendo que chovendo ou não, seus dias eram cada vez mais escuros e infelizes. Não queria admitir, mas estava perdidamente apaixonado.

   Aquilo parecia uma doença, algo que não deixava que seu coração e sua mente tivessem um descanso por um só dia ou noite. Mas era isso que merecia.

   Observou a paisagem mais um vez e suspirou. Abotoou o terno e se levantou, caminhando para fora e cessando os passos quando estava na frente da mesa de Jungkook.

 – Você falava muito, mas é pior quando sua voz não está aqui.

   Talvez foi no súbito impulso ou numa decisão desesperada que por algum motivo desimportante no momento Jimin resolveu ir até o hospital para vê-lo, mesmo que sempre que fizera isso ficou do lado de fora da sala o observando pelo vidro escuro. Desceu até o estacionamento e ligou seu carro, dando partida em direção ao garoto.

   Não tinha muita pressa naquele dia, na verdade nunca tinha depois de todo esse tempo. Sua aparência não estava das melhores, mas tentava se recompor aos poucos. Depois de chegar e destravar o carro adentrou no alojamento, cumprimentando com apenas um sorriso de lábios colados as recepcionistas.

   Passou pela ala de pediatria e pôde notar o Dr. Kim ali, mesmo que não fosse sua área o de cabelos castanhos gostava de estar ali, dizia que as crianças o faziam bem. A cada passo que o Park dava seu coração se aliviava, vestia apenas a calça e a camisa social todavia se sentia mais leve do que nunca.

   E tudo aquilo foi jogado no lixo quando dobrou o corredor e antes que pudesse chegar a porta viu um garoto sair dela. Ele era um pouco mais alto, um corpo mais magro e pele clara, cabelos tingidos de rosa e vestimentas simples. O garoto fechou a porta e ergueu o olhar vendo Jimin estático no corredor vazio, o mesmo ainda deu alguns passos ficando mais próximo.

 – O que está fazendo aqui?

   O garoto deu um riso suave, baixo e contido.

 – Eu que deveria perguntar isso. Até onde eu sei, Jungkook lhe mandou embora.

 – Você não sabe sobre nada. – Jimin, já irritado, começou a andar em direção a porta. No entanto parou quando a fala alheia atingiu seus tímpanos.

 – Sei que você beijou um desconhecido, sei que Jungkook saiu correndo e também sei que ele só está aqui por sua culpa.

   O moreno fechou os olhos aceitando aquelas palavras. Estavam lado a lado, contudo ninguém ousava se olhar. O Park buscou o resto de sua tolerância para questionar.

 – Como você soube?

 – Ora, Jimin, talvez seja porque... Porque eu sou esse desconhecido.

   O mundo pareceu morrer ali. Naqueles torturantes segundos que Jimin ouviu aquilo até quando em um movimento impensado virou-se para o garoto e socou seu rosto com toda a força que conseguiu unir em sua vida. O golpe forte na bochecha fez o outro cambalear e escorar-se contra a parede branca, sentindo o sangue escorrer por seu nariz. O moreno aproximou-se, o segurando pelo colarinho da camisa com raiva.

 – Fique longe dele!

   Antes que o de cabelos rosados pudesse reagir, o outro o soltou entrando no quarto em seguida. Jimin fechou os olhos e respirou fundo, tentando acalmar o turbilhão de coisas dentro de si.

   Quando se deu conta de que estava realmente dentro do quarto abriu os olhos e direcionou o olhar para Jungkook, este que se limitou a deitar a cabeça para um lado e curiosamente sorrir.

 – Desculpe, eu... Eu já estou indo-

 – Pode ficar, se é o que você quer.

   Jimin ainda permanecia em pé, seus dedos doíam um pouco e era visível perceber sua expressão de aflição. Jungkook empurrou corpo para um lado da cama e bateu com a mão sobre o colchão, indicando que o moreno deveria sentar-se ali.

   O Park caminhou em passos curtos ali o acolchoado, ajeitando apenas uma perna sobre o móvel e encarando intensamente o garoto.

 – Está tudo bem?

 – Eu gostaria que estivesse. – Jimin levou uma das mãos até o rosto do Jeon, fazendo um carinho em sua bochecha e tentando sorrir.

 – O Jin hyung disse que você vem aqui quase todos os dias, mas nunca entrou para me ver ou falar comigo. Por quê?

   Um suspiro longo foi ouvido, assim como Jungkook retirou a mão alheia de seu rosto e a depositou em seu colo, brincando com os dedos do Park.

 – Eu não sei. Você queria que eu entrasse?

   As bochechas do mais novo tomaram uma tonalidade mais rósea, ao mesmo tempo que ele abaixava o olhar e limitava-se a encarar apenas a mão do outro sobre sua coxa inocentemente. Quando criou coragem para responder, ergueu o rosto e arrependeu-se por perceber que ele estava perto demais.

   Tentou distanciar-se, todavia parou ao sentir uma das mão segurar sua nuca e puxa-la mais para frente em direção ao moreno. Fechou os olhos quando os lábios roçaram de leve, selaram-se juntos em algo molhado e bom, lento e vicioso.

   Jungkook pôs as mãos no peito de Jimin o puxando mais e sentindo as mãos descerem para suas costas e cintura. Abriu um pouco mais os lábios quando sentiu a língua alheia pedir passagem para em seguida se enroscar com a sua e começarem a se movimentar em sintonia de um modo lento e calmo, algo como uma vontade imensa de matar a saudade aos poucos.

   Subiu uma das mãos para a nuca e puxou os cabelos negros com um pouco de força, sentindo a pressão em sua cintura aumentar juntamente com as respirações que passaram a descompassar.

   E, ao ver que aquilo estava muito confuso, Jungkook o empurrou com um pouco de esforço. O som erótico e estalado que percorreu o quarto quando os lábios se separaram fez Jimin cair na realidade também, entristecendo.

 – Desculpe.

 – Não peça desculpas, se eu não quisesse teria te empurrado desde o início.

 – Então quer dizer que você quis?

 – Ah, não enche.

   Depois daquilo Jimin realmente pensou que tudo ficaria bem de novo, até ouvir o som de batidas leves na porta. E, se pudesse saber quem era, jamais teria pedido para entrar.


Notas Finais


GENTE O QUE FALAR DE MIN YOONGI?? BIXA OUSADA qqqq

O BEIJINHO JIKOOK QUE LINDO LINDO!!!!!!!
amores eu lancei as fics que eu comentei com voces, vou deixar o link delas aqui pra quem quiser conhecer e do jornal tbm:

dialeto de separação (ABO):
https://spiritfanfics.com/historia/dialeto-de-separacao-6590086

Succubus:
https://spiritfanfics.com/historia/succubus-6496351

Jornal:
https://spiritfanfics.com/perfil/jiminmalvado/jornal/doce-amargo-agradecimento-pelos-2k-6706850

ESPERO OS COMENTÁRIOS LINDOS E CHEIROSOS DE SEMPRE, TITIA SUPREMA AMA VOCES CRIANÇAS! ♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...