História Doce amor - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dakota, Kentin, Leigh, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya
Tags Amor Doce, Docete, Lysandre
Visualizações 20
Palavras 1.810
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Shoujo (Romântico)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Longa noite


Acordo no hospital, minha cabeça está doendo e tenho náuseas. Levanto da cama e tombo para trás de novo ao sentir uma dor na região da clavícula, ah sim..  Se me lembro bem eu fui esfaqueada com uma tesoura...  que ót...

 

 - Rosie você acordou - deixo de lado meus pensamentos ao ouvir a voz do Lysandre - eu estava tão preocupado com você - sinto em sua voz que é verdade, ele se aproxima , e senta do meu lado da cama - me desculpe eu não achei que ela iria machucar você... é só que... bom ela não esta em seu juízo perfeito, desde que tudo aquilo aconteceu sabe?, perder a mãe daquele jeito..

 

- Como foi?

 

- Que ela perdeu a mãe?- Lys faz uma careta que indica que ele esta pensando se deve ou não me contar por fim ele suspira e diz - nós íamos nós apresentar na Taverna do Logan era o nosso primeiro show pago, era um grande feito sabe? Arabeth chamou a todos que conhecia e implorou para que a mãe fosse, a dona Elys odiava rock, mas aceitou ri mesmo assim, então no dia do show a gente arrumou todo o equipamento e estávamos prontos para começar, mas a dona Elys ainda não tinha chegado, Arabeth estava furiosa e começou a ligar para a mãe sem cessar, a dona Elys atendeu e disse que já estava chegando que só precisava passar a ponte que da para a taverna, porém enquanto ela dizia uma camionete com o motorista bêbado estava vindo, perdeu o controle e bateu no carro da dona Elys, que caiu da ponte e morreu, como Arabeth estava no telefone ouviu tudo na cabeça dela a mãe morreu por que estava no telefone, ela se culpa o tempo todo, isso mexeu com a cabeça dela.

 

    Quando ele termina de falar eu fico chocada, agora eu entendi o motivo das coisas que ela me disse.

 

 - Você era o único apoio dela não era?

- Não, várias pessoas tentavam ajudar ela, mas ela não via isso, ele só via eu, aquilo não era saudável.

- Mas por minha culpa ela deve ter piorado - sinto um peso no coração eu tirei o único amor que lhe restara - eu não devia ter me aproximado de você - me arrependo no momento em que acabo de falar.

 

 - Você queria não ter se lembrado de mim ? - ele pergunta magoado.

 

- Não quis dizer isso - digo pegando na mão dele - eu só estou me sentindo mal por ter tirado você dela...

 

- Você não me tirou dela Rosi, eu queria ter terminado aquela relação há tempos, ela era muito dependente de mim, eu precisava acabar com aquilo, só não tinha o incentivo - ele me olha com grande intensidade - mas encontrar o grande amor da minha vida fez com que eu quisesse resolver tudo de uma vez só.

 

-você também é o grande amor da minha vida - digo puxando ele pra perto - eu te amo mais do que já amei qualquer coisa ou qualquer um - antes que eu perceba ele já esta encima de mim me  beijando com intensidade eu levo minha mão até seus cabelos enquanto enrolo minha perna com a dele, estamos alinhados um com outro, eu começo a erguer sua camisa, então a Rosa grita:

 

- AQUI NÃO, eu acho super normal você não tirar as mãos dela Lys, mas no hospital é muito filme pornô - ele coloca as mãos na cintura pra indicar que está falando serio, mas então começa a rir e logo abandona a pose.

 

- Ah rosa - Lys fala saindo de cima de mim, luto contra a vontade de puxa-lo de volta - grande estraga prazeres.

 

- Que pornô você anda assistindo rosa? - digo brincalhona pra disfarçar que estou tão vermelha quanto Lysandre, me sento na cama - mas então, quando vou sair daqui?

 

- Hoje, bom daqui á pouco o doutor me disse pra vir ver se você está acordada para ele falar com você, deveria ser um trabalho da enfermeira blá, mas já conheço ela de outra vinda aqui e realmente a detesto, então eu vim - ele sorri travessa - dêem graças a deus que fui eu a entrar pela porta e não aquela velha.

 

- OK, agora vá chamar o médico - Lys diz sorrindo - quero levar ela logo pra casa.

 

Rosa só sorri toda fofa e sai pela porta, deixando eu e o Lysandre sozinhos, nos olhamos por alguns segundos então desviamos o olhar com ambos os rostos levemente corados.

 

- Bom vá trocar de roupa, Rosalya trouxe algumas dela para você vestir- ele diz levantando - eu vou esperar lá fora.

 

- Ok, mas - digo já de pé ao lado dele - não precisa sair se não quiser - sinto meu rosto esquentar, e vejo que ele também corou.

 

- Ah Rosie - ele diz pegando na minha cintura - se você soubesse o que eu quero fazer com você, não diria isso - ele beija minha testa - vou esperar lá fora.

 

   Ele me solta e sai do quando, me deixando meio desnorteado ao epnsar o que ele quer fazer comigo... chega Rosie, perder sangue mexeu consideravelmente com a sua cabeça em. Coloco a roupa que a rosa trouxe, notando que é bem o estilo dela, sexy sem ser vulgar. Saio do quarto e vejo o Lys me esperando ao lado da porta.

 

 - Pronto Lys, aliás estou aqui a quanto tempo ? - pergunto enquanto andamos até a sala do médico.

 

-  Bom nós trouxemos você aqui ontem à tarde, você ficou desacordada até agora pouco que são em torno de 13;00 horas - então ele segura o meu pulso e diz - espere um instante - tira a sua blusa e põe em mim - isso ta muito curto, não consigo falar com você sem querer te jogar em um desses quartos de hospital.

 

- ah... bom.. é ok - digo totalmente envergonhada olhando para o vestido que a rosa trouxe, como eu não percebi antes? sou pelo menos 7 cm mais alta que a rosa o vestido fica mais curto em mim do que nela, abotoo os botões da blusa que passa de meus joelhos, termino quando chegamos no sala do medico.

 rosa esta nos esperando na porta, eu entro e medico diz que não foi nada grave que tive muita sorte, e diz que logo cicatrizará, eu só preciso trocar os curativos direito, saio de lá com varias pomadas.

 saímos do hospital, rosa segue seu caminho e Lysandre e eu seguimos o nosso fomos o caminho todo conversando de mãos dadas chegamos no nosso prédio e entramos no elevador, quando chegamos no meu andar ele desceu comigo.

 

 - Bom acho que essa é minha deixa- ele se vira pra sair, mas eu o puxo de volta.

 

- Não quero ficar sozinha Lys - é a verdade a simples ideia de ficar sozinha me enche de medo - dorme comigo.

 

- Claro que durmo Rosie - ele beija minha testa e entramos ambos no meu apartamento - está com fome?

 

- Só um pouco - digo indo para a cozinha- sinto muito mas eu não cozinho nada bem então vamos comer hummm - digo olhando para a geladeira - lasanha de micro-ondas.

 

- Eu gosto de lasanha - ele diz pegando a lasanha da minha mão - vá tomar um banho eu faço isso.

 

- Ok, ok.

-  Vou para o banheiro e demora uns bons 30 minutos na banheira, coloco um pijama fofo e vu para sala, Lys esta de cabelo molhado e com um pijama também,  algo que o deixa ainda mais sexy, está segurando dois pratos com lasanha

 

 - Você demorou tanto que deu tempo de eu ir tomar banho também - ele me entrega o prato e nos dirigimos até a sala.

 

    Comemos enquanto assistimos a uma serie na tv, quando terminamos de comer ficamos em silencio, eu quero pular nele, mas e a vergonha como fica? antes que eu possa fazer qualquer coisa ele segura meu queixo e me beija - eu não aguento mais Rosie - ele diz beijando meu pescoço tomando o cuidado para não encostar no corte perto da clavícula.

 

 - Lysandre? - ele para de me beijar - acho melhor irmos para meu quarto.

- você tem certeza? eu paro se você não quiser continuar, posso esperar...

- mas eu não posso - digo mordendo o lábio dele enquanto levanto já o puxando para meu quarto - e nem quero.

 

   já no meu quarto ele começa a me beijar e me deitar na cama enquanto faz isso, ele se afasta um pouco de mim e tira a minha camisa do pijama, logo em seguida tira a dele também, eu o puxo pela nuca e volto a beija-lo, ele passa mão dele sobre minha barriga e sobe ate meus peitos, ele abre meu sutiã pelo fecho da frente, e começa a chupa-los e eu enconcientemente solto um gemido, o que da o incentivo a ele já que começa massagear o outro, logo eu não aguento mais, quero ele, como nunca quis ninguém.

- Lysandre tira logo a calça- sussuro em meio a um gemido.

 

   Ele obedece e tira a calça, tira meu shorts e minha calcinha em seguida - agora ambos estamos nus, ele tira uma camisinha da calça e quando esta tirando a cueca box eu olho para o teto, quero olhar, mas a vergonha não deixa, já com a camisinha ele separa minhas pernas e começa a massagear minha vagina com os dedos, e mais uma vez eu luto para segurar os gemidos então ouço ele dizer;

 

 - Não segure, quero ouvir você gemer - então ele me penetra devagar o que torna ainda mais inquietante eu começo a gemer e ele aumenta a velocidade, eu começo a me mexer também ele continua me beijando, eu aranho suas costas, e mais uma vez aumenta a velocidade em que me penetra,eu continuo gemendo então ambos chegamos no clímax juntos, estamos ofegantes, ele retira seu pênis de mim me fazendo estremecer de prazer, dessa vez eu olho, e céus é grande... ele se deita ao meu lado eu coloco minha cabeça no seu ombro ele me olha e me beija mais uma vez então diz;

 

-  Fui muito brusco?

-  De forma alguma, foi perfeito - beijo ele - se eu não estivesse tão cansada, iria querer de novo.

- Sempre temos o amanhã - ele sorri e me alinha confortavelmente na cama - agora durma.

- Ok - eu o abraço e digo de olhos fechados- se eu acordar de madrugada e te atacar vai na onda.

- E se eu te atacar primeiro?

- Nesse caso teremos uma longa noite - então apago.

  



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