História Doce Armadilha - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Hopev, Menção Hopekook, Menção Namgimin, Seoktae, Taeseok, Vhope
Visualizações 143
Palavras 1.284
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Dizem que TaeHyung é um santo

Capítulo 3 - Doce ômega


Fanfic / Fanfiction Doce Armadilha - Capítulo 3 - Doce ômega

 

TaeHyung estava nervoso e mal se contentava naquele altar. A cerimônia estava correndo bem como o planejado e todos estavam muito alegres coma união dos reinos, assim como a do ômega e do alfa que estavam já recebendo as benções dos céus e selando seu compromisso um para com o outro. Estava tudo correndo bem, mas entre aqueles dois estavam acontecendo uma estranha tenção e o alfa era o que estava mais nervoso ali, este que vasculhava em sua mente uma forma de agradar o ômega que estava ao seu lado, já que estavam se casando e passariam uma vida inteira ao lado um do outro. Queria uma boa união e uma estabilidade ainda maior, mas parecia que não era bem isso que teria.  

 
 

Mas sempre que olhava para HoSeok o mesmo parecia distante e nem um pouco interessado em puxar assunto, mesmo que eles estivessem no altar, nem mesmo um oi ele lhe dera desde que o encontrou, tão bonito em sua roupa típica, tão brilhante chamando atenção de todos, um exemplo de beleza o que lhe deixou um pouco acanhado, já que se achava um tanto quanto simples demais em relação ao mais novo. Mas procurou afastar esses pensamentos assim que começou a receber os milhares de elogios que vinham de todos os lugares em relação a si.  

 
 

Estava contente com isso e sentia que estava se casando com a pessoa certa, mas esse pensamento aos poucos sumia de sua mente quando ele fitava o rosto de seu – agora marido – e este nem ao menos lhe retornava o gesto. Nenhum sorriso, nenhuma intenção de aproximação, nada. Apenas um lindo boneco frio e sem qualquer intenção de lhe dar mais do que a graça de sua presença. Estava trêmulo e um pouco assustado. Ele era o alfa, sabia disso, mas sentiu-se ameaçado assim que imaginou que em menos de uma hora teria de estar no quarto a sós com aquele ômega.  

 
 

Tinha de consumar o casamento, mas não forçaria o outro a nada. Restava apenas esperar.  

 
 

 
 

O tempo correu e ele se perdeu um pouco entre os cumprimentos, boa comida e bebida e a música que tocava, esta lhe acalmava aos poucos e lhe dava uma sensação plena. Estava evitando olhar para seu marido, já que isso lhe causava uma angustia enorme. Ele nem ao menos queria ter sua mão na dele e isso estava lhe causando pressentimentos ruins. Por isso procurou pensar no melhor, mas isso não durou muito. Não quando já estava em uma carruagem em completo silencio com seu ômega. Este que não fazia mais do que olhar para fora e mordiscar o lábio inferior em aflição. Perdeu seu ar por um momento com aquela cena e isso não lhe causou mais do que uma angustia que podia ser sentida através do seu cheiro. O Jung notara aquilo, mas nada disse o que deixou com que seu alfa achasse que ele o odiava ainda mais do que já pensava e o mais velho pensou e repensou se fora uma boa ideia ter casado.  

 
 

 
 

[…] 

 
 

 
 

TaeHyung não sabia se deveria se sentar ou se levantava, não sabia se encostava em Jung HoSeok ou se deixava para consumar aquele casamento depois. Não sabia se podia beijar aquela boca bonita ou se tocaria naquele corpo maravilhoso. Tinha medo e ao mesmo tempo se ardia em desejo ao imaginar aquele corpo colado no seu. Queria fazer sexo com seu ômega e depois ter filhotes com ele, ter um reino próspero e mostrar que o amava e que estava sendo retribuído a altura por ele. Era apenas isso que queria e nada mais. E o mais novo estava tão lindo com seus cabelos sendo banhados pela luz da lua que escorria por entre as frestas.  

 
 

– Tudo bem se não quiser fazer nada agora, temos muito tempo ainda. – disse depois de um longo período em silêncio. Estava nervoso e não conseguia se controlar. Queria que tudo fosse diferente. 

– Tudo bem, meu senhor. Eu agradeceria. – o mais novo disse em um fio de voz e TaeHyung quis sair correndo. Achou que estava fazendo tudo errado e que o Jung o detestava. 

– Não precisa me chamar de senhor. – disse baixinho. – Sou seu marido, pode me chamar apenas de TaeHyung mesmo. – sorriu simplista e o outro nem ao menos respondeu. 

– Só preciso me acostumar, sim? – comentou ao se deitar e engatinhar na cama até alcançar os travesseiros, onde colocou um na cabeça e abraçou o outro. Estava sentindo a ausencia do seu lafa de companhia, que dormiria no quarto ao lado. 

– Claro. Eu entendo. – TaeHyung fez o mesmo que o ômega e se deitou. Queria ficar de frente para ele e observar dormir ao menos e assim o fez. – É questão de tempo sim. Concordo plenamente. – procurou oferecer seu melhor sorriso ao outro. Este que fez que sim fechando os olhos.  

 
 

Mais silencio...nenhum dos dois estava dormindo apesar do Jung manter seus olhos fechados. TaeHyung estava preocupado e pensava em como se aproximar de seu esposo. Achava que aquilo era somente coisa de momento e que ele não seria assim depois de um tempo. Que teriam uma vida agradável e que logo poderiam ser até amigos e não somente dois estranhos que estavam ali por mera obrigação. Essa era sua vontade e ele tratou de adormecer depois de sentir o cansaço se alastrar por seu corpo. O cheiro do ômega era bom e lhe deixava confortável mesmo assim.  

 
 

HoSeok estava preocupado com seus costumes loucos e com seus fetiches estranhos. Não sabia se seu marido os aceitaria e aquilo lhe preocupou ainda mais. Olhava as vezes para o Kim de soslaio e via que ele não era do tipo que parecia apreciar aquelas coisas. Sentiu medo de que seu alfa lhe condenasse por isso e aos poucos a aflição lhe tomava. Não queria estragar seu casamento, mas também estava sendo complicado para si deixar algo de que gostava muito. Pensou em JungKook e em como pedir conselhos a ele. Por sorte ele estava mais perto do que imaginava e assim se sentia seguro. Passaram-se as horas e ele não conseguia dormir. Assim achou que não faria mal algum abandonar seu marido na noite de núpcias e tentar ter uma última boa noite de sono. Por isso se levantou meio acanhado e lentamente e se dirigiu ao quarto do alfa de companhia.  

 
 

– O que está fazendo aqui? – JungKook se surpreendeu ao sentir algo pesar sobre si. Estava já no sono profundo e com bons travesseiros nos ouvidos a fim de tentar abafar os “gemidos” que eram para estarem vindo do quarto ao lado. Mas ao invés disso lhe veio um HoSeok sonolento. 

– Vim dormir. – disse simplista. 

– Era para dormir com seu marido e não comigo. – JungKook repreendeu. – O que vão dizer se te acharem aqui? Vão mandar cortar a minha cabeça ou achar que eu corrompi a sua virgindade. 

– Tsc...sabe muito bem que nunca fez isso seu idiota. E bem, eu não consigo dormir ao lado dele, não ainda. E é só por essa noite. Não se preocupa com isso não. – disse e sem cerimônias ocupou o espaço ao lado do amigo, lhe puxando em um meio abraço. Era o melhor lugar e ele amava aquele calor do Jeon. 

– Hyung, volta pra sua cama, com seu marido que é mais seguro pra nós. – o alfa estava aflito e com um pressentimento ruim. 

– Deixa disso e dorme. Antes de amanhecer eu volto pra cama. Ele nem ao menos vai notar que eu sai. - completou e fechou seus olhos, suspirando contente e logo pegando no sono. 

 
 

Só que o que ele não esperava era que Kim TaeHyung o tivesse seguido e que não estivesse nada contente com o que estava vendo.



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