História Doce Casamento - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kris Wu, Lu Han, Sehun
Tags Baekyeol, Chanbaek, Hunhan
Exibições 990
Palavras 3.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoas ^^
Olha só quem apareceu kkk...
Entao era pra mim ter postado 12:00h mais tive que fazer umas luzes na amiga e só acabei agora... Então tá aí!

-"Até as notas finais ;)

Capítulo 9 - Enfim Casados!


Fanfic / Fanfiction Doce Casamento - Capítulo 9 - Enfim Casados!

 

O dia com a Dona SunHee, me carregando de um lado para o outro, foi extremamente cansativo. Ela me levou pra provar terno, marca horário em Spar, escolher flores, escolher cores de arranjos, provar comidas de vários bufês, e por ultimo a escolha do bolo e os docinhos... Confesso que na parte da comida "Eu Adorei!" Mais de resto foi um saco. 

 

E lá estava eu outra vez! O sol não tinha nem dado as caras ainda, mais eu já estava de pé; tomando um café da manhã reforçado, para aguentar o meu dia de noivo. Que estava mais pro dia da noiva da coisa, porque aquelas duas mulheres (Mamãe e Sogrinha) marcaram tantos tratamentos de beleza, que até fazia parecer que no final da bela cerimônia, eu e Chan Yeol iriamos pro quarto e faríamos fuqui, fuqui a noite inteira. 

 

Com uma cara desanimada e sonolenta, lá se foi o pequeno Byun pra sua jornada de preparos para o tão sonhado casamento. Onde passou grande parte do dia trancafiado dentro de um Spar, sendo torturado com depilações, pinças etc. 

 

Umas 15:30h da tarde, o pequeno em fim foi liberado para voltar pra casa da Sogra, sendo trancado em um dos quartos da residência, que impedia do povo o ver, principalmente Chan Yeol. Lá terminaram de vesti-lo com uma calça social preta que modelava suas curvas do quadril, não podendo-se esquecer dos sapatos sociais bem ilustrados. Na parte de cima, o menor vestia uma camisa social rosa bebê e um Blazer branco, que modelava perfeitamente sua cintura fina. 

 

Sua maquiagem foi pensada e feita especialmente para realçar seus olhos, deixando-os bem marcantes, ainda mais com aquelas lentes verdes que tinha colocado. Também não exageraram em seus lábios, apenas reforçaram o tom rosado, já natural deles. E seus cabelos eram os que mais destacavam naquela produção toda, depois de muito tempo os usando descoloridos em um tom de loiro,  agora estava com os mesmos em sua cor natural, deixando todos que o viram de queixo caído com o contraste magnifico que deu na pele branquinha do mesmo. 

 

— Óh! Meu menino... Tais tão... tão belo! — Yang Mi que olhava atentamente seu filho dos pés à cabeça, disse maravilhada e com lágrimas nos olhos pela perfeição que o mesmo estava.  

 

— Mamãe, não choras!.. Eu não posso borrar a maquiagem. — O pequeno já estava com a voz embargada, em ver sua mãe se emocionando daquele jeito. Mais se segurava ao máximo para que não derramasse uma lágrima se quer. 

 

— Desculpe-me meu menino!Só estou... emocionada em ver o quanto você cresceu, e que, agorinha vai estar casado seguindo sua vida longe das minhas asas de mamãe coruja. 
— Sorriu acariciando as bochechas gordinhas do filho antes de depositar um selo carinhoso na testa do mesmo. 

 

— Estão pron... Nossa! C-Como meu bebê está... Lindo! — O pai de Baek Hyun entrou no quarto, interrompendo o momento de mãe e filho. Em busca de avisar que Chan Yeol já o esperava no altar, mais se surpreendeu com a beleza de seu menininho. Que já não era tão menininho assim. 

 

— Obrigado Papai! — Sorriu grande e feliz para o mais velho, se desvencilhando de sua mãe e indo até o mesmo para se aconchegar em seus braços. — Pelo amor de Deus, você também não! — Reclamou ao escutar a fungada que seu pai deu, que fazia de tudo para tentar segurar a emoção. — Não chora papai. — Pediu docemente passando a olhar o mesmo.

 

— Q-Quem tá chorando aqui? — Disse se desvencilhando do abraço que compartilhava com o pequeno e se virou de costas enxugando rapidamente as lágrimas teimosas que insistiam em escorrer. 

 

— Você! — Acusou divertido, com a falsa pose de duram que seu pai tentava manter. 

 

— Foi só um cisco. — Mentiu, voltando a se virar, encarando a esposa com uma expressão emburrada, por está estar rindo de si. 

 

— Desemburra essa carranca meu amor. — Disse a mulher se aproximando e dando um beijo terno na bochecha do menor. — Vamos? Chegou a hora! — Perguntou, ganhando um sorriso de ambos. 

 

Baek Hyun entrelaçou o braço no do seu pai e saiu do quarto para o andar de baixo da casa, sendo acompanhado por sua mãe. Pararam apenas quando chegou na frente da porta de vidro que dava pro jardim sem que atravessassem.

 

— Vou avisar que já podem soltar a música. — Sua mãe avisou saindo pela porta, demorando alguns minutos para que uma música belíssima, fosse iniciada em um piano. 

 

E foi nesse momento que meu coração começou a bater mais forte dentro do peito. Mesmo sabendo que aquele casamento estava sendo feito por aparências, não deixei de me sentir feliz por estar me casando com o homem que tanto amo. 

 

Segurei mais firme no braço dado por meu pai e atravessei a porta de vidro, que impedia os convidados ali presentes, de me verem. Todos estavam de pé, virados em minha direção, mais meus olhos apenas tinham foco a minha frente. 

 

Chan Yeol quase me fez desmaiar com sua beleza. Se todos diziam que eu estava lindo, imaginem agora o meu futuro marido... Com um terno preto, feito especialmente pro seu corpo malhado, além daquele topete feito em seus cabelos, o deixando tão... Tão Homem... sei lá. Só sei que em passos lentos cheguei até ao altar, onde meu pai deu a minha mão para Chan Yeol que a aceitou a segurando. 

 

Nossos olhos estavam compenetrados um no outro, e os dele estavam tão indecifráveis... que eu não saberia dizer o que o mesmo pensava ou sentia naquele momento. Ele sorriu de lado para mim, meio que debochado, deveria ser  das minhas bochechas coradas, já que eu sentia as mesmas arderem de vergonha. Depois disso nos viramos de frente para o padre e nos ajoelhamos diante ao mesmo, dando início a cerimônia que foi demorada como todas as outras, até chegar a parte que interessava a todos. 

 

— Park Chan Yeol, você aceita Byun Baek Hyun como seu legítimo esposo? Para amá-lo e respeitá-lo, até que a morte os separem? — Perguntou o padre.

 

— Sim, aceito! — Respondeu. 

 

— E você Byun Baek Hyun, aceita Park Chan Yeol como seu legítimo esposo? Para amá-lo e respeitá-lo, até que a morte os separem? 

 

— Sim, aceito! — Respondeu. 

 

O padre deu continuidade à benção, até chegar no Rito do Matrimônio. Que são aquelas promessas que o casal faz um para o outro. 

 

— Eu Park Chan Yeol prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saudade e na doença, por todos os dias da minha vida. Amém! — Falou segurando a mão esquerda do menor, e no final da frase encaixou o anel no dedo anelar do pequeno. 

 

Os anéis eram belíssimos cravejado em ouro, com uma pequena diferença, o do Byun tinha pequenas pedrinhas de diamantes no meio ao contrário da do maior, que era lisa, sem as tais pedras preciosas.  

 

— Eu Byun Baek Hyun prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saudade e na doença, por todos os dias da minha vida. Amém! — O menor fez o mesmo processo que o maior, só que com as mãos trêmulas de nervoso, e com um pouco de dificuldade conseguiu encaixar o anel no dedo do outro. Seu coração batia forte dentro do peito, deixando sua respiração desregular. A hora do beijo estava chegando e o menor se sentia apavorado, por não saber como se beijava outra boca. 

 

Voltaram a se virar de frente ao altar e fizeram suas assinaturas no livro da igreja, antes de ficarem um de frente para o outro, novamente. 

 

— Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Amém! — O padre fez o sinal da cruz no ar, sobre as cabeças dos recém casados, antes de encerrar a cerimonia com um. — Podem se beijar! 

 

Chan Yeol que olhava para o padre até então, voltou seus olhos paro o menor, que mordia seus lábios inferiores. Em uma tentativa de controlar seu nervosismo, causado por não saber como se comportar diante daquela situação. Mais não precisou fazer muito, Chan Yeol tomou a iniciativa em puxa-lo pela cintura e aproximar seus lábios aos semelhantes. 

 

— Relaxa e me siga. — Sussurrou para que só o mais novo o ouvisse, antes de em fim selar os lábios finos nos seus. E com sua língua experiente pediu passagem, logo sendo concedida pelo pequeno, onde começou um beijo calmo e de toques tímidos e suaves. 

 

Aquele contato era tão novo para Baek Hyun, que o mesmo chegava a soltava alguns grunhidos satisfatórios, durante o beijo que compartilhavam. Perdendo totalmente a noção do tempo, que ficaram trocando carícias tímidas com o músculo molhado um do outro. 

 

Todos os presentes no jardim batiam palmas ao fundo e gritavam, felicitando felicidades ao novo casal. E durante o último selo, sorrimos um para o outro e nos viramos para começarmos a caminhar no meio daquela algazarra de pétalas coloridas de todos os tipos de rosas, que eram jogadas em nossa direção. Mesmo sendo tudo superficial, o menor não deixou de se sentir feliz com aquele momento. 

 

 

Um pouco mais tarde...

 

O jardim estava lindo todo enfeitado por velas e lâmpadas amarelas que iluminavam precariamente o local, dando aquele ar de romance. Eu e Chan Yeol já tínhamos cumprimentado a maioria dos convidados, e estávamos agora em um canto perto das mesas de doces, com o maior segurando a minha cintura e eu com a cabeça apoiada em seu peito. Fazíamos singelos carinhos um no outro e trocávamos alguns selinhos, para que todos achassem que estávamos apaixonados e felizes com a nossa união. 

 

— Isso ainda vai demorar muito? — Perguntei rodeando meus braços na cintura do mais velho, e apoiando meu queixo em seu peito, enquanto olhava para seu rosto à cima com um biquinho manhoso enfeitando os lábios. 

 

— Ainda nem cortamos o bolo Baek Hyun, Porque à pressa? — Arqueou uma sobrancelha, desconfiado, ao mesmo tempo que encarava o mais baixo.

 

— Estou cansado Channie, quero dormir! — Disse roçando seu narizinho no peito do mais velho. 

 

— Cansado? Mais já? 

 

— Sim, cansado! Sua mãe e minha mamãe me mataram hoje. 

 

— O que elas fizeram com a sua ilustre pessoa? 

 

— Me levaram pra um Spar e me torturaram. 

 

— Te torturaram com o que? 

 

— Com cera quente e pinça 

 

— Cera quente e pinça? 

 

— Sim, a cera foi pra tirar todos os meus pelinhos do corpo e a pinça para as minhas sobrancelhas. 

 

— Você era peludinho Byun? — Perguntou com ar de riso, mais tentou segurar quando o outro fez cara feia. 

 

— Não assim, eu só rapava minhas partes íntimas e de baixo do braço, e não as minhas pernas. — Aumentou o bico, sentindo suas bochechas corarem. — Eu quase não tenho pelinhos nas pernas Chan. 

 

— Awnt' Judiaram do bebê Byun. — Ironizou negando com a cabeça. — Que pena! — Debochou ainda mais, começando a rir ao levar tapinhas do menor. 

 

— Sem graça! — Emburrou cruzando os braços e virando a cara. 

 

— Vamos só cortar o bolo, aí então, saímos de fininho para um hotel. — Disse puxando o menor de volta para seus braços, ao perceber que seus bisavós estavam de olho neles. 

 

— Porque vamos pra um Hotel? — Perguntou, voltando a se aconchegar no corpo do maior. 

 

— Com esse povo todo aqui, duvido muito que conseguiremos dormir. — Respondeu puxando o rosto do mais novo pra cima, onde deixou um selar na boca do mesmo. — Vem! Vamos nos sentar. — Puxou o menor até a um canto especialmente do casal e se sentaram em suas mesa, passando a observar a festa dali. 

 

 

[ღQuebra de Tempoღ]

 

Depois dos noivos cortarem o tão esperado bolo e fazerem aquele brinde com champanhe, que entrelaçava os braços um no outro. Voltaram a se sentarem em seus lugares, tendo a companhia da mãe e do pai de Chan Yeol. 

 

— Mãe! — Chamou a atenção da genitora. —  Baek Hyun e eu estamos cansados, já podemos ir? — Pediu depois de um bom tempo sentados na mesa. 

 

— Claro! Acho que já deu o que tinha que dá, não é mesmo querido? — Sorriu perguntando para o marido ao seu lado. 

 

— Sim querida, vão logo! Vamos despistar seus bisavós, enquanto isso. — Sorriu para o filho e se levantou junto da mulher. 

 

— Chan Yeol quando você acordar amanhã, vem pra casa tá bom? Tenho algo a dar para vocês dois. — Disse dando a volta na mesa e depositando um selar na testa de cada um, antes de sair acompanhada do marido até os bisavós de Chan Yeol. Os distraindo para não perceberem a saída do casal.  

 

— Vem! — Disse ao perceber a distração que seus pais conseguiram, levantando junto do menor e de mansinho saíram da casa, entrando direto no carro do mais velho. 

 

— É muito longe? — Perguntou o mais novo já com seus olhinhos vermelhos de sono. 

 

— Uns 10min. daqui. — Respondeu, não tirando sua atenção do trânsito. Baek Hyun confirmou de leve com a cabeça e se acomodou no carro, lutando contra o sono até que chegassem. 

 

 

••••

 

— Chegamos! — Estacionou o carro de frente para o hall do Hotel e saiu, entregando a chave para o manobrista. Deu a volta estendendo a mão para Baek Hyun e entraram no enorme prédio, indo direto até a recepcionista para pegarem a chave. 

 

Com a chave do quarto em mãos, foram até o elevador e subiram até o último andar do prédio, com um Baek Hyun pendurado em Chan Yeol, quase babando em seu terno. 

 

— Baek Hyun da pra você me larga? Tenho que abrir a porta.— Perguntou se afastando daquele anão, que ficava ainda mais manhoso quando estava com sono. 

 

— Uau! — Baek Hyun falou surpreso ao entrar naquele quarto enorme e maravilhosamente perfeito. — Precisava de um quarto tão... já que vamos passar apenas uma noite? 

 

— E por acaso, você acha que eu tenho cara de dormir em quartos simples? — Arqueou uma sobrancelha, encarando o menor enquanto caminhava até o mini bar que tinha ali. 

 

— Você é tão metido Park Chan Yeol. — Fez um biquinho tirando seu Blazer e o jogando em uma poltrona de couro na cor beje. 

 

— Lógico que sou, tenho dinheiro! — Ironizou, colocando gelo no copo de Whisky e dando um gole pequeno gole, antes de se encaminhar até a cama e se sentar nela.

 

— Você não tem nem vergonha de dizer que é metido. — O menor retirou seus sapatos e caminhou até o banheiro, se maravilhando com o cômodo nada pequeno. — Eu não ia tomar banho.. — Falou de dentro do banheiro. — Mais agora que eu vi essa banheira, tenho que entrar nela. 

 

A animação na voz do menor era palpável, fazendo o maior pensar onde tinha ido, todo aquele sono de minutos atras que o menor sentia. 

 

— CHAN YEOL — Gritou do banheiro quase matando o maior de susto. — MEU DEUS! ESSA BANHEIRA FAZ MASSAGEM! 

 

— Sem escândalos Baek Hyun, até parece um pobre dando grises de felicidades, ao experimentar o luxo pela primeira vez. — Reclamou, ganhando uma risada do pequeno. 

 

— Channie mais na minha casa não tem uma dessas. — Falou manhoso observando a banheira de hidromassagem encher. 

 

— Eu coloco uma na nossa casa. — Disse deixando o copo no criado mudo, para afrouxar a gravata e tirar o palito. 

 

— Vamos morar sozinhos Chan? Vamos ter uma casa só pra gente? — Baek Hyun pulava feliz pelo banheiro, já estando totalmente nu com seu amiguinho balançando pelo ar. 

 

— Sim, ou você quer morar com meus pais a vida toda? — Riu, terminando com sua bebida e largando o corpo vazio, para esticar as costas na cama. 

 

— Ahmm!... Chan você vai... hum!... Bancar minhas idas ao shopping? — Perguntou já estando dentro daquela banheira, enquanto soltava gemidos pela massagem que a mesma fazia em seu corpo. 

 

— Vou, mais apenas uma vez por mês. — Seu senho franziu desconfiado do que o menor aprontava dentro daquele banheiro. 

 

— Não!.. A-Ahm!.. Tem que ser duas vezes por mês Chan. — Exigiu choroso. 

 

— Baek Hyun, nem seus pais te bancam duas vezes por mês, porque eu tenho que te bancar? — Perguntou incrédulo com o espírito consumista daquele anão. 

 

— P-Porque você... A-Ahm que delicia!... Agora é meu marido, e maridos agradam seus esposinhos 

 

— Não no meu caso, mas...  Baek Hyun você está transando com a banheira? — Perguntou assustado, com o tanto de gemidos que escutava de lá de dentro e isso estava se tornando um perigo pro seu baixo ventre. 

 

— Não! Mais essa massagem.. PQP... Ta quase me fazendo ter um orgasmo. 

 

— Mais é um virgem mesmo. — Resmungou soltando uma risada, enquanto entrelaçava os dedos atras da cabeça.  

 

 

••••

 

Chan Yeol estava quase pra invadir o banheiro e puxar o Byun pelos cabelos, já que o santo cujo, não parava de cantar. A sua voz era até que bonita, mais não era esse o seu problema. O problema era que ele estava cansado e queria tomar um banho, e o pequeno anão estava a duas horas trancado no banheiro namorando com a banheira. 

 

— O Carrapato do Himalaia... — Chamou. — Da pra você sair desse banheiro ou tá difícil. — Falou agoniado e já sem paciência com aquela demora. 

 

— Calma, calminha grandão eu já sai. — Avisou, atravessando a porta do banheiro vestido em um roupão de seda cor de pêssego, que fez o maior se perder por alguns segundos. Na moldura daquele corpo pecaminoso e branquinho. Se aquele anão soubesse que era um porno ambulante vestido daquela maneira, estaria ferrado. 

 

Chan Yeol não queria admitir mais aqueles fios negros fizeram do menor irresistível, deveria ser a falta de costume, já que o pequeno sempre descoloriu os fios de loiro e se lembrava muito pouco dele, com a cor natural dos cabelos. 

 

E como sempre, Baek Hyun não percebeu as secadas que ganhava do maior, estava muito ocupado secando seu cabelo em frente ao espelho. 

 

— Já passava da hora de você largar aquela maldita banheira. — Reclamou se sentando na cama. 

 

— Awnt' Está com ciúmes Chan Chan?... — Acusou provocativo. — Não fica assim, Bae Bae é só seu. — Disse todo sorridente e correu com os braços abertos em direção ao maior, preparado para se jogar em cima do mesmo. Só que Chan Yeol foi mais esperto e se esquivou, fazendo o menor cair de cara no colchão. 

 

— Não me erra Byun! — Exclamou nervosamente, antes de se trancar no banheiro, voltando a respirar aliviado. Se ele sentisse aquela pele macia em cima de seu corpo, correria o risco de abusar sexualmente daquela criança pura e inocente.

 

— Chato! — Fez um biquinho subindo mais pra cima da cama e se embrenhando em meio às cobertas e travesseiros fofinhos, sentindo-se extremamente relaxado e confortável. 

 

Chan Yeol tomou um banho rápido de chuveiro mesmo, teria outras oportunidades para experimentar a banheira. Por hora estava muito cansado e queria apenas terminar logo e se deitar. Ao sair do banheiro vestido com um roupão felpudo na cor preta, andou enxugando seus cabelos ate ao lado da cama com o espaço vago. Deixou a toalha de lado e desligou a luz do quarto, permanecendo apenas a luz precária do abajur, iluminando o ambiente. Tirou seu roupão ficando apenas de bóxer, e se deitou na cama, ao lado do pequeno, que não demorou a se grudar em seu corpo e o cheirar. 

 

— Hmm... Tão cheiroso o meu maridinho. — Ronronou esfregando o nariz no pescoço do mais velho, que se segurou para não se deixar arrepiar. 

 

— Não sei se você se lembra querido anão de jardim, mais fora das vistas da sociedade. Contato físico não existe. — Disse empurrando aquele corpo seminu pra longe do seu. 

 

Mais estávamos lidando com o minúsculo carrapato do Himalaia. Claro que ele iria voltar a se grudar em Chan Yeol, e que foda-se o que ele pensava. 

 

— As nossas alianças são maravilhosas.. — Sorriu, levantando sua mão para encarar a jóia em seu dedo anelar. — Quem escolheu? — Perguntou curioso. 

 

— Eu! — Respondeu, fechando os olhos em uma tentativa de se concentrar, para não ter um ereção com aquela pele lisinha se roçando em seu corpo. 

 

— Sério? — Sorriu encarando o semblante sereno do maior. — Pensei que gostaria de usar anéis mais discretos. 

 

— Escolhi esse anel pensando nisso, não quero que ninguém tenha dificuldades em vê-lo. — Suspirou — Quero ter a oportunidade da pessoa me perguntar... "Você é casado?"... e eu responder, "Sou muito bem casado, acho que o tamanho da minha aliança não nega isso. Não é mesmo?" — Sorriu, narrando a situação que queria estar, só pra dar um fora em alguém. 

 

— Você me assusta Chan Chan. — Riu da besteira que ouviu e se ajeitou ainda mais nos braços do maior, para aos poucos ir se rendendo ao sono 

 

— Vê se dorme Bae Bae — Gozou do apelido, ganhando uma risada baixa e sonolenta do menor, que já estava perto do mundo dos sonhos. — Apelido ridículo esse! — Resmungou antes de também cair no sono.

 

Continuação...


Notas Finais


Eu vim com um cap. Grandão pra vocês!
Espero que tenham gostado, tentei passar um pouco da emoção de um casamento, espero que tenha dado certo kkk^^

E QUE VENHA A LUA DE MEL ψ(`∇´)ψ


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