História Doce Chantagem - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Mebuki Haruno, Sakura Haruno
Tags Casamento Por Chantagem, Drama, Kakasaku, Romance, Tecy_chan
Exibições 95
Palavras 1.641
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Ecchi, Famí­lia, Hentai, Josei, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Leiam as notas finais...

obrigada por estarem acompanhando. Tenham uma ótima leitura e até a próxima.

Capítulo 5 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Doce Chantagem - Capítulo 5 - Capítulo 7

CAPÍTULO SETE

 

Lágrimas de dor e frustração rolavam nas faces de Sakura, no mesmo instante em que contemplava as marcas deixadas no rosto do marido. Ela não estava arrependida de tê-lo esbofeteado, mas também não se sentia feliz por tê-lo feito.

— Saia da minha casa, Kakashi. Nunca mais quero vê-lo enquanto eu viver.

— Primeiro preciso que me escute, Sakura. Não posso ir embora agora que finalmente você se deu conta de que eu existo.

— Está bem. — Ela cruzou os brancos frente ao peito e declarou: — Diga o que tem a dizer.

— Em primeiro lugar, não entendo como pôde acreditar que eu estava envolvido com Ino.

— Vá direto ao ponto, Kakashi. Ele respirou fundo para se encorajar.

— Eu me submeti ao teste por duas vezes, logo nas primeiras semanas em que me contou que estava grávida. O primeiro resultado foi inconclusivo. E, de certa maneira, isso me deixou feliz. Estava com medo de que tivesse feito o maior erro da minha vida e, por isso, foi mais fácil colocar toda a culpa em você.

— Hum...

— Não precisa me olhar com tanta arrogância! Afinal, você tinha passado um final de semana com Naruto Uzumaki...

— Naruto era meu chefe e se tratava de uma conferência de negócios. Todos os diretores da firma estavam presentes.

— Mas isso não impediu que ele entrasse em seu quarto!

— Ele se ofereceu para apanhar minha bagagem!

— E eu tinha ido para buscá-la quando o surpreendi dizendo o quanto era bom ter você, antes do meu soco quebrar o nariz dele.

— Expliquei que ele apenas estava sendo gentil e que não havia nada entre nós.

— Mas não acreditei.

— Você não queria acreditar. E isso é diferente.

— Sei que agi como um idiota. Mas ainda estava lidando com o fato de achar que o bebê não era meu.

— Então o primeiro teste foi inconclusivo? — Sakura perguntou, tentando retomar o assunto principal.

— Sim — afirmou ele e enfiou as mãos nos bolsos traseiros da calça. — E, naquela época, nós havíamos decidido deixar Londres e vir morar nesta casa. Porém, passamos a viver como dois estranhos. Não nos olhávamos nem sequer nos falávamos.

Sakura lembrava-se muito bem. Foram semanas e semanas de solidão e angústia. Kakashi lhe havia contado sobre a vasectomia e a razão disso. Não queria filhos. E ela lhe dissera com toda a convicção que, quisesse ele ou não, o fato era que ela estava esperando um filho dele.

— No final, eu já não podia mais suportar — confessou ele — o que estávamos fazendo um ao outro e decidi que era hora de superar meu orgulho e perdoar o que quer que tivesse acontecido, se quisesse salvar nosso casamento. "Contudo, a maneira rude e fria com a qual eu propus uma trégua a enfureceu e você saiu do quarto jurando que iria me abandonar. Eu corri para alcançá-la, sabendo que havia feito uma besteira. Mas você já estava em meio à escadaria e, quando gritei seu nome, você olhou para cima. No mesmo instante, seu avô entrou pela porta e distraiu-lhe a atenção. Foi quando você perdeu o equilíbrio e..."

Sakura cobriu os olhos com a palma de uma das mãos e implorou: — Não diga mais nada, por favor!

— Eu preciso falar, Sakura. Tenho que desabafar minha culpa! Demorei demais para acudi-la e você perdeu o bebê! Depois disso, nunca mais consegui tirar aquela imagem da minha memória...

— Pensa que comigo é diferente? Eu me culpo por ter saído correndo daquela maneira.

— Esse é o ponto, Sakura. Você sempre quis manter uma fachada aparentemente fria, como aprendeu no internato inglês, porém, seu lado emocional japonês foi o que sempre a dominou. Eu sabia disso e deveria ter-me controlado para não gritar com você. Por isso me culpo pelo tombo ter acontecido.

— Bem, acho que ambos tivemos culpa, mas não há nada que possamos fazer agora. A minha grande mágoa é você ter-se afastado tanto depois disso e procurado consolo em uma amante.

— Kami-sama! Nunca tive uma amante depois do nosso casamento! Será que não ouviu nada do que eu disse? Preferi ficar distante de você porque achava que minha presença aqui a fazia lembrar-se do que havia acontecido e a deixava pior.

De repente, Sakura começou a entender a extensão do seu engano e começou a chorar. Kakashi a abraçou e ela afundou o rosto no peito acolhedor e soluçou feito um bebê. Lágrimas de alívio e paixão se mesclavam.

— Sabe do que você precisa, querida? Ela manteve as faces pressionadas contra a muralha de músculos e apenas meneou a cabeça. — Precisa de mim. Unidos conseguiremos superar nossa perda.

— Eu queria odiá-lo — ela confessou com um soluço.

— E odiou saber que ainda me amava, não é? — Kakashi perguntou com ternura e, tomando-a no colo, fez o que seria o mais sensato. Levou-a para a cama.

Kakashi a beijou até que os soluços se acalmassem. Sakura permitiu que o marido a livrasse das roupas e lhe sugasse os seios enquanto os dedos ágeis acariciavam o centro de sua feminilidade. O prazer sentido era tão grande e tão ansiado que Sakura começou a chorar outra vez.

— Você quer que eu pare? — perguntou preocupado, enquanto, com o polegar de uma das mãos, afastava as lágrimas das faces úmidas e coradas da mulher.

— Quero que me leve com você — pediu ela com a voz embargada.

Kakashi não respondeu. Aquele não era o momento ideal para discutirem para onde deveriam se mudar. Com a respiração arfante, ele se ergueu e livrou-se das roupas. Sakura o observou, encantada. Não poderia haver homem mais bonito do que Kakashi. E ele era tão magnífico quando estava excitado que parecia a imagem viva de um deus grego.

Sakura estudou-lhe o rosto e concluiu que aquele sempre fora o homem de seus sonhos. Fosse nos momentos de ódio ou paixão, Kakashi nunca deixara de ser seu tipo, preferido. Ele passou a beijá-la e afagá-la nos pontos que sabia serem os mais sensíveis e, de vez em quando, encorajava-a a fazer o mesmo com ele.

Havia tanto tempo que ela não sentia o toque dos dedos másculos, que não demorou muito para que Sakura estivesse totalmente úmida e preparada para recebê-lo no interior do corpo pulsante e ávido. As lágrimas haviam cessado e foram substituídas por gemidos de prazer no instante em que ele a penetrou devagar.

Quando Kakashi atingiu o ponto sensível do prazer feminino, Sakura se contorceu desvairada, reagindo às ondas eletrizantes. Ele acelerou o ritmo das estocadas e ambos foram levados a uma turbulência erótica e desenfreada. A cada nova investida, o prazer era maior. E, quando ela gritou alucinada, ele a abraçou com força e deu o golpe final. A sensação era de pura loucura e urgência em atingir a satisfação plena e absoluta. As vozes roucas e ofegantes ecoaram no silêncio do quarto, antes de tombarem exaustos e saciados.

Por algum tempo, eles permaneceram silentes, lado a lado, recuperando-se da mais intensa experiência sexual de suas vidas. Até que Sakura apoiou um dos cotovelos no colchão e amparou a cabeça na palma da mão.

— Quando ficou sabendo do resultado do segundo teste?

Ele ainda permaneceu algum tempo imóvel. Depois, girou o corpo para poder encará-la e respondeu: — Na semana passada. Assim que descobri que o filho era meu, decidi voltar correndo para lhe pedir perdão e até me ajoelhar se fosse preciso. Foi quando aconteceu o telefonema de Ino e ela me contou que pretendia fazer um aborto. Eu precisava falar com ela antes que cometesse aquela loucura.

— Ainda não consigo me conformar em ver você jantando com ela a sós em um restaurante.

— O mesmo posso dizer de você e obito.

— É muito diferente — ela protestou. — Ele é seu amigo e nós só conversamos sobre coisas sem importância.

— Acontece que ele disse na minha cara que eu não merecia você. O que acha que obito pretendia com essa insinuação? Ela sorriu.

— Ele teve a intenção de fazer-lhe ciúmes para que você tomasse uma atitude. Obito sabia que eu estava a ponto de desistir do nosso casamento. Não foi por isso que você acabou se interessando em saber o resultado do segundo teste depois de tanto tempo?

Kakashi ficou em silêncio por alguns segundos, como se estivesse absorvendo a verdadeira razão da atitude do amigo. Depois, clareou a garganta com um ruído característico e dissimulou: — Pensei que o assunto fosse sobre Ino.

— Ah, sim... — ela murmurou com um sorriso matreiro.

— Ela estava com medo da reação da família e considerava o aborto como única solução. Você sabe como pensam os japoneses tradicionais. Ainda são resistentes em aceitar a situação de uma mãe solteira. E foi por causa disso que atrasei a viagem que pretendia fazer. Se eu voltasse naquele instante para falar com você e deixasse Ino sozinha em Londres, não tinha certeza se ela não entraria em desespero e acabaria fazendo o que tinha em mente. Por isso eu a trouxe comigo, mediante a promessa dela de que pensaria a respeito, pelo menos até o Natal. Não imaginava que ela decidisse fazer aquela declaração nessa mesma noite.

— E por que ela fez isso?

— Não sei. Talvez esteja desesperada demais. Não fiquei lá o suficiente para descobrir.

— Ou, quem sabe, ela quisesse que todos pensassem que o filho era seu. Afinal, estava havendo muitos comentários sobre o encontro de vocês em Londres.

— No que está pensando?

— Talvez eu ainda não esteja completamente convencida de toda essa história — revelou Sakura e sentou-se na cama. — Um erro pode levar a outro com facilidade, caro.

— Bem, se deseja provas mais convincentes, acho que terá que esperar uns sete meses. Mas acabará por me pedir desculpas, Sakura. Eu não dormi com Ino!

O som de um carro se aproximando da casa os alertou. Sakura ergueu-se da cama e foi até a janela.

— Acho que você terá que arrumar essas provas antes do que imagina, Kakashi. É meu avô quem está chegando.

 

 

..........CONTINUA..........

 


Notas Finais


Bom minna-san, esse seria o penúltimo capitulo, mas eu tive um pequeno bloqueio e isso foi o que pude fazer por hoje, mais a segunda parte será publicada ainda essa semana então não se preocupem.

mais como estão sabendo desde o primeiro capitulo essa fanfic não seria longa então estamos na reta final dessa historia.

tchau minna-san.


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