História Doce como café - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Comedia, Mistério, Revelaçoes, Romance
Exibições 2
Palavras 712
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Fluffy, Mistério, Romance e Novela, Visual Novel

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Você assiste alguma coisa? Séries? No momento estou assistindo várias, e elas dão cada idéia extraordinariamente louca.

Bem, haverá um pequeno tempo entre a criação de cada capítulo, de 5 a 15 dias, peço desculpas, mas faculdade é realmente difícil.

Capítulo 2 - Capítulo I


45 ANOS DEPOIS

Minha vida chega a ser calma.

"É uma habilidade saber esconder a própria habilidade."

- François La Rochefoucauld

O ano está começando, é um dia de feriado, primeiro de janeiro, muitas pessoas aproveitam esse dia passando-o com a família ou com os amigos, eu poderia ser uma dessas pessoas, porém, não sou, prefiro assim. Me falta tempo para aproveitar, mas eu realmente não me importo.

Acordei com o despertador tocando, eu havia ido dormir as oito e quinze da noite anterior, pois é, eu fui dormir cedo no ano novo, mas não á nenhum problema, já é um costume, dormir esse horário me deixa descansada o suficiente para o trabalho, nada pode sair errado.

Levantei-me da minha cama, conferi o horário, são exatamente seis e vinte três da manhã, ainda possuo algum tempo.

Arrumei-me, fiz o meu lanche matinal e terminei de preparar o de minha madrinha.

Após comer o meu fui entregar o dela. Costumo fazer isso durante todos os dias, é um hábito.

- Blanco, café-da-manhã. - Falei abrindo a porta do quarto dela com uma das mãos e entrando no cômodo. A janela do quarto estava aberta, o que deixava o vento frio entrar no quarto, o inverno ainda não havia acabado, o clima frio prevalecia, ruidosamente se impondo para todas as pessoas. - Aqui está, tem bolo, pão de queijo, chá de olival, tudo que pode lhe sastisfazer.

Comentei colocando a bandeja no pequeno criado mudo ao lado da cama dela. Sentei na ponta da cama e retirei o tampão do ouvido dela.

Minha madrinha sempre foi bastante estranha, desde que a conheço por gente ela dorme com tampões de ouvido, diz ela que isso é para que não haja interrupções em seu sono durante as noites, mas não creio que seja mesmo para isso.

O quarto dela é revestido, para impedir o som de entrar. Já foi planejado exatamente para que não houvesse esse problema.

- Acorde, Blanco. Já amanheceu, você vai se atrasar para sua reunião. - Murmurei baixo, em seu ouvido, tentando acorda-la.

Levantei-me ficando em pé ao lado da cama, ela abriu um pouco os olhos, e me olhou.

- Bonne Journée, Sam. - Respondeu a senhora, coçando os olhos, dando um pequeno borcejo e sentando-se ereta na cama. - Obrigado pelo café da manhã. - Blanco segurou a bandeja, colocou-a sobre o próprio colo, pegou um pedaço do bolo de limão que estava cortado em fatias e o mordeu. - Que delícia, sua mãe sentiria-se muito feliz ao comer isso, o orgulho dela seria enorme. Por que você não leva para que ela experimente?

Levar doces a minha mãe? Ótima ideia, com certeza ela ficara animada, mas... Será que ela gostaria do sabor? Ela é uma confeiteira de primeira classe, está acostumada com os mais belos e saborosos confeitos, minha mãe viajou por quase todos cantos do mundo, já deve, com certeza, ter provado os mais variados e deliciosos doce, nada que possa se comparar com os meus.

Estreitei os olhos diante da fala.

- A senhora acha mesmo que eles estão bons? - Indaguei sorrindo de forma fraca, peguei a faca que estava na bandeja e cortei uma fatia do bolo, segurei um pedaço e o pus na boca, enorme prazer foi me concebido ao provar aquele gosto.

O sabor era delicioso, disso eu tinha certeza, mas, mesmo assim, preciso de uma opinião sensata, a minha não conta já que eu mesma que preparei.

- Acha mesmo que a mamãe gostaria se eu levasse uns pedaços para que ela provasse? Não acha que eles estão meios doces? - Perguntei após termirnar de mastigar e engolir.

- Não estão doces demais, tenho certeza que sua mãe aprovaria. - Ela sorriu de forma meiga e eu retribui. É sempre tão bom vê-la feliz.

- Vou levar para que ela experimente então. - Comentei um pouco mais animada, pelo visto terei que visitar a empresa de minha mãe hoje.

- Faça isso! - Falou Blanco, logo prestando atenção em seu lanche. Ela começou a colocar o chá em uma das xícaras que eu levara. Percebendo que não havia mais necessidade de ficar naquele local me retirei, indo em direção a cozinha da casa, precisava ainda fazer o almoço antes de sair.

...


Notas Finais


Obrigado por ler.


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