História Doce Dor - Capítulo 6


Escrita por: ~

Visualizações 49
Palavras 1.366
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O que estão achando da história até agora?

Espero que gostem desse capítulo e dos próximos também!

Capítulo 6 - O beijo mais doce


Fanfic / Fanfiction Doce Dor - Capítulo 6 - O beijo mais doce


Meu coração estava acelerado. Ryan seguiu meu olhar até eles.
- Está tudo bem, princesa?
-Esta... - uma lágrima persistência insistia em me fazer chorar, mas eu não queria que Ryan me achasse fraca - tudo bem...
Eu pedi a ele que fôssemos embora, mas ele fez questão que ficasse-mos. Estava dançando do outro lado da boate com Ryan, mas eu não conseguia esquecer as mãos do Miguel em cima daquelas oferecidas. Pedi a Ryan pra ir ao banheiro, não consegui manter meu sorriso depois daquilo, então eu fui e Ryan ficou sentado na mesa.
Assim que acabei de sentar no vaso, a porta do banheiro se abriu. Não consegui ver quem era da minha cabine, mas reconheci a pessoa sobre quem falavam aos risinhos.
- Nossa!! Ele é tão lindo! Aqueles ombros fortes! Aí meu Deus amiga, ele disse que gostou de mim!
- Nem me fale!! Me convidou pra passar na casa dele mais tarde, Miguel... Até o nome me deixa exitada - disse a outra garota com a voz sedutora.
No momento em que ouvi aquilo meu xixi prendeu assim como a respiração. Eu e Miguel mesmo depois de tudo ainda éramos noivos. Então não poderíamos namorar com outras pessoas. "Isso não o impede que ele tenha relações sexuais com outras", o pensamento me fez partir o coração. Eu jamais casaria com alguém que... dormisse com outras mulheres. Sai pela porta sem olhar no rosto das meninas que continuavam a fofocar, enquanto retocavam a maquiagem.
Ryan tinha desaparecido, então resolvi chamar um táxi. As luzes me deixavam tonta e começavam a ofuscar minha visão. Fui até o bar pegar uma água, mas a moça me deu cerveja. Estava tão abalada que acabei bebendo a lata toda e as outras várias que a garçonete me trouxe.
- Eu estava te procurando! - Ryan segura meu ombros - me deixou preocupado! Pensei que tivesse acontecido alguma coisa naquele maldito banheiro.
- Desculpe, você saio do banco e eu não te achei mais...
- Você está bêbada?!
- Não, eu não estou - tentei mentir - nossa que camisa bonita.
- O quê?! Rose... Por que está me tocando desse jeito?!
- Você está tão cheiroso...
Ele somente sorriu e me segurando minha mão me levou até o motorista que nos trouxe. Durante todo o caminho, não consegui parar de olha-lo. Ele me abraçava com tanto carinho e amor...
Assim que chegamos, ele me ajudou a subir as escadas. Chegando no meu quarto a primeira coisa que quiz era deitar na cama e fui tomada por uma energia intensa. Me veio a vontade de pular, abraçar e ter Ryan que era impossível conter. Ele era tão bom pra mim é tão... sensual naquela camisa.
Eu tentei ir até ele mas tropecei nos meu próprios pés e bati a cabeça na cômoda. Minha cabeça começava a dor mas não tirou do meu corpo todas as minhas vontades inusitadas. Aquele garçonete não devia ter me dado todas aquelas cervejas. "Ah..." exclamei quando Ryan me ajudou a me levantar e me levou de volta para cama.
- Você está bem, princesa? Da próxima não te deixo mais sozinha - disse com um leve sorriso preocupado.
Eu queria ele... Quem sempre me apoiou e me amou.
Coloquei minhas pensas no seu colo para tirar os saltos. Eu não tinha mais controle sobre mim, queria me sentir amada... Sei que não deveria, mas comprimi os seios no decote, fazendo pressão no sutiã.
- Meu sutiã está TÃO apertado - eu disse sem pensar direito nas palavras que saiam melosas.
Ele apenas me olhava atentamente, com os olhos exitantes, o que o deixava ainda mais bonito sob a luz fraca do lustre.
- Vou pegar um remédio pra sua cabeça - disse ele se referindo ao galo na minha testa.
Senti um calor sufocante esmagar os pulmões, fazendo -me suar. O ar-condicionado estava no mínimo e as minhas roupas grudavam ao meu corpo ainda mais por ele ser justo. A sensação era muito incômoda.
Abri o zíper da vestido com certa dificuldade. Já desnudava o busto quando ele voltou com os remédios.
- Rose! O que está fazendo? - perguntou com a voz carregada de excitação e ao mesmo tempo surpresa.
"Droga, o que estou fazendo? Eu não sei", meus pensamentos eram nebulosos.
- Estou com calor... - respondi inocentemente.
Desci o vestido até os pés, restando apenas a calcinha e o sutiã para me cobrir a nudez.
- Venha, tome um comprimido - Ryan disse desviando os olhos de mim para o copo de água e o comprimido em suas mãos.
Fiz o que ele sugeriu e deitei na cama de bruços. Ele se sentou ao meu lado e antes que ele pudesse dizer qualquer coisa sobre a quantidade de bebidas alcoólicas que eu tinha ingerido eu perguntei:
- Você me ama?
- Claro que eu amo - ele respondeu automaticamente, parecendo ofendido com a pergunta - mesmo estando noiva de um riquinho, eu te amo.
- Eu também te amo - disse eu, me segurando para não contar o que Miguel tinha me obrigado a fazer noite passada.
Sentei em seu colo e o abracei procurando conforto. O bater de seu coração me fez lembrar dos meus pais.
- Hey, princesa. Não chore... O que aconteceu?
- Você é o único que me restou... Meus pais se foram... Meus familiares nem devem saber que existo. Mas não é culpa deles, não moram nesta parte do mundo... E tem você e Miguel. Ele era tudo pra mim a alguns anos, mas ele mudou... E você... - Chorava como um bebê em seu abraço - Eu amo você... - repeti, confirmando para mim mesma o que eu dizia - Eu amo você.
Eu queria beija-lo, mas me faltavam força e coragem para tal. Felizmente ele tomou a iniciativa e me beijou. Um beijo apaixonado e terno, que se aprofundou sem minha conscientização imediata para um beijo mais envolvente. Ele tocava-me com carinho, como se eu fosse uma boneca que com o mínimo descuido pudesse se quebrar. Seu sabor era o melhor que já experimentara, o mais doce dos morangos, recém colhido. Foi só quando suas mãos desceram para minha cintura que me lembrei seminua e imediatamente me afastei. Tomada pela vergonha cobri a mão com a boca. "Essa não", eu pensava repetidamente.
- Eu... Me desculpa, não sei onde estava com a cabeça - Ryan se desculpou, baixando o olhar para as mãos.
- Por favor, não se desculpe, a culpa foi minha. Meus pensamentos estão confusos - eu disse, confortando-o.
- Então você não me ama? - indagou me olhando profundamente nos meus olhos, sua voz adocicada me partia o coração.
- Claro que eu amo, você sabe que te amo faz tempo. Se não fosse por Miguel e pela nossa condição precária no Brasil, você seria o meu noivo.
Os olhos azuis dele se iluminaram, em seguida abriu uma gaveta e me entregou uma toalha.
- Suponho que não devamos contar para o seu futuro marido sobre o beijo.
- Eu só queria casar por amor, não precisa jogar na minha cara que não vou... - meu coração se apertou no peito.
- Desculpa, não foi a minha intenção. Se quiser podemos voltar para o Brasil, eu posso sustentar nos dois.
- Eu sei mas... Eu e Miguel fomos melhores amigos na infância, por muito tempo ele foi a pessoa que eu mais amei. Ainda estou tentando aceitar que ele mudou.
- Eu não quero que ele magoe você, mas também não quero que ele volte a ser como era. Eu sei que você gostava muito dele, mais do que gosta de mim agora.
- O que? Ryan, claro que não, eu... - ele me silenciou gentilmente tocando em meus lábios.
- Não, não adiante tentar enganar a si mesma - ele fez uma breve pausa - é melhor eu ir.
Seus olhos encontraram os meus e imediatamente a preocupação de seus olhos foi omitida, pois Ryan sorriu como sempre sorria.
- Boa noite, meu anjinho - disse dando um beijo na minha testa e se despedindo.
- Boa noite - respondi em um sussurro enquanto a porta se fechada.
   


Notas Finais


Os capítulos estão demorando para sair por causa de vários problemas de saúde que estou tendo e também falta de inspiração.

Vou postar mais frequentemente daqui para frente.

OBRIGADA a todos os leitores!!

No próximo capítulo, descubra o que fez Miguel deixar de ser o menino doce que era na infância. E também uma pequena reunião familiar!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...