História Doce Engano - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Kiba Inuzuka, Kushina Uzumaki, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari, Tsunade Senju
Tags Hentai, Hinanaru, Kibaino, Naruhina, Revolução Naruhina, Shikatema, Songfic
Exibições 796
Palavras 3.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ecchi, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá!

Voltei rapidinho! rsrsrss
Essa parte é só para fechar as pazes deles.

Desculpem ainda não ter respondido aos comentários, o farei entre hoje e amanhã!
Desde já agradeço a cada um que comenta tão carinhosamente e aos novos favoritos, Obrigada!
Já estou sentindo um aperto em ter que me despedir de DE... :'(
Acho que mais dois capítulos e termina... ai ai..

Boa leitura!

Capítulo 32 - Capítulo 32


Fanfic / Fanfiction Doce Engano - Capítulo 32 - Capítulo 32

 

Naruto sente algo remexer, então abre os olhos preguiçosamente para ver o que é. Seus lábios, imediatamente, se curvam em um sorriso doce quando vê que ao seu lado está Hinata.

“Foi mesmo real desta vez!”

Tê-la ali em seus braços, tão próxima, parecia um sonho como tantos que tivera desde que entendeu seus sentimentos verdadeiramente. Apesar do cheiro de sexo que ainda paira no local, seu nariz se delicia com o cheiro dela. Não resistiu e levou as mãos a seus cabelos. Agora curtos, mas não menos bonitos. Davam-na um ar de maturidade. A verdade era que Hinata ficava linda de qualquer jeito aos seus olhos apaixonados.

Observou como o corpo dela tinha ainda mais curvas, sentiu alívio, pois a última vez que a vira, estava muito magra. Um pesar passou por seu peito, mas balançou a cabeça na tentativa de afastar os pensamentos inoportunos. Sabia que precisava consertar seu erro e rezava aos céus para que ela o permitisse uma segunda chance. Sabia que não merecia, mas era egoísta demais para deixa-la ser feliz sem ele.

Estava imerso em pensamentos, quando percebeu que olhos perolados o analisavam em silêncio. Sorriu novamente. Ela retribui, mas ele percebe que o sorriso não alcança os olhos dela. Começa a sentir medo de que ela o rejeite novamente. Decidi não dizer nada por ora, para não estragar o momento.

Inclina-se para ela e passa o nariz pelo rosto delicado, suavemente. Ela fecha os olhos e suspira com o carinho recebido. Não demora muito e ela se afasta um pouco, deitando com as costas no colchão. Naruto suspira frustrado com receio de iminente conversa, mas permanece olhando para ela.

– Que horas são? – ela quebra o gelo.

– Não tenho ideia. Ainda é de madrugada. – ele responde, pois percebe que tudo ainda está escuro.

– Hm... – ela murmura.

– Está tudo bem? – perguntou incerto.

– Na verdade, não está! – ela respondeu baixinho, mas ele ouviu perfeitamente bem.

– Hina... – ele começou, mas ela interrompeu.

– Precisamos conversar... direito, dessa vez. – Sentou-se ajeitando melhor o corpo. Percebeu sua nudez e por um momento sentiu-se envergonhada, puxou o lençol para cobrir o corpo. Naruto observou tudo com atenção e balançou a cabeça negativamente, depois sentou-se em frente a ela.

– Tudo bem... – ele concordou. Eles se encararam por um tempo que pareceu longo demais para ambos. As palavras certas se faziam necessárias e nenhum dos dois sabiam por onde começar.

– Não vai se vestir? – ela questiona se sentindo desconfortável em tê-lo gloriosamente nu para uma conversa tão séria.

– Não há nada aqui que você não conheça, Hime! – ele diz e pisca sorrindo abertamente para tentar descontrair o clima pesado que se instalou de repente.

– Você não muda... – ela permitiu que uma pequena risada escapasse, lembrando de um diálogo semelhante na noite em que se conheceram.

– Só quero mudar aquilo que te incomodar. – ele disse sério e sincero.

– Não é tão simples...

– Não faça isso.

– Isso o quê?

– Não busque desculpas para deixar isso ir.

– Não são desculpas. Você acha que é fácil esquecer? Que é só chegar aqui e achar que tudo ficará bem? Não é assim que funciona. Caramba! Coloque-se em meu lugar por um minuto. O que você sentiria se chegasse e me visse dizendo a um ex que senti falta dele e o beijasse?

Ele desviou a cabeça apertando forte os olhos. Sentiu raiva ao imaginar a cena.

– Eu... – ele apertava as mãos de modo que os nós dos dedos estavam ficando brancos. – Eu partiria pra cima dele e o mataria. – virou-se para ela e seus olhos exalavam raiva pura.

– Viu? Se só de imaginar você fica assim, então não pode querer que tudo volte a ser como antes de uma hora para outra. Falo sério quando digo que já o perdoei, mas daí a voltarmos é outra coisa.

– Fui um idota, eu sei. Não sei o que me deu que não a impedi. Estava muito confuso, admito. Te fiz sofrer e me sinto um imbecil de tê-la feito passar por isso. Sei que não te mereço, mas – ele fica de joelhos e se aproxima mais dela, pegando em sua mão, apertando em súplica – por favor, não me peça para ficar longe, para desistir de nós, porque eu não vou.

– Naruto... – ela suspirou pesadamente, encostou a cabeça na cabeceira da cama, olhou para o teto, depois voltou os olhos para ele. – em tão pouco tempo juntos, vivi mais coisas do que em toda a minha vida. Mas nosso relacionamento não é convencional. Mais difícil do que ter que disputar você com outras mulheres de sua vida é não ter você para mim sempre que eu preciso. A distância é nossa maior inimiga, eu não estou disposta a ter que esperar tanto para ter você, mas sou incapaz de te pedir que abdique do seu trabalho. Assim como o meu é importante para mim, sei o quanto seus resorts significam para você. Quero que você me apoie. Quero apoiá-lo também.

Ele levantou o rosto dela para que o encarasse.

– Você é a primeira mulher que eu já coloquei antes do trabalho, a única mulher que já fez o trabalho parecer insignificante. – ele aproximou-se. – Você é a única mulher que eu já persegui. E continuarei perseguindo, por quanto tempo for necessário.

Os olhos de Hinata se encheram de lágrimas, que ele afastou suavemente com os dedos.

– Hime, você se tornou tudo para mim. Posso ter demorado para perceber isso, mas aqui estou, disposto a provar que não preciso de nada além de você. É a mulher perfeita para mim. – Aproximou-se mais... de modo que precisasse apenas sussurrar: – Só você. Se você estiver comigo sei que o resto se arranjará. Preciso de você na minha vida. Eu nunca soube disso até que tentei viver sem você.

– Isso é você lutando por mim, é? – Ela murmurou analisando aqueles olhos azuis brilhantes em meio ao rosto contorcido por expressão de ansiedade e dor.

– Isso sou eu sendo honesto. Eu não queria feri-la, mas fiz isso, e sinto muito. Detesto estar longe de você. Quero estar do seu lado o tempo inteiro. – Ele balançou a cabeça. – É loucura. Sinto tanto sua falta que dói. É uma dor física. Eu nunca quis sofrer assim.

Ela o entendia perfeitamente, pois sentia o mesmo; uma dor que corrói por dentro, a falta dele, a certeza de não vê-lo mais, fazia com que um desespero a tomasse, talvez, só talvez valesse a pena virar aquela página e permitir não só a ele como a si mesma essa nova chance.

– O que eu sinto por você, jamais senti por outra pessoa. Tentei resistir. Pensei que pudesse controlar o sentimento, mas não posso. Eu quero estar com você. – Ele pegou-lhe a mão. – Eu não viajarei mais. O lugar onde alguém está pensando em você é o lugar para onde se deve voltar. E esse o lugar onde eu quero estar é com você. Meu lar será onde você estiver.

Ela assentiu. Engoliu em seco. Mas precisava como as coisas iriam ficar a partir dali.

– É lindo tudo isso que me falou, mas como faremos isso?

– Eu farei qualquer coisa que tiver de fazer. E já comecei a fazer. – ele abre um sorriso confiante.

– Ah, é? O que por exemplo?

– Eu vendi três resorts e a metade das ações dos outros três, apenas manterei o Pálace com cem por cento, você sabe, ele é especial...

– Não acredito que fez isso? – Hinata levou uma mão a boca para conter um soluço. – Você não precisava se desfazer do seu patrimônio por minha causa. Eu... não sei o que dizer... – murmurou ela. – Não quero que desista das coisas que são importantes para você.

– Eu não desistirei. – respondeu confiante.

– E quanto a aqueles coreanos?

Ele riu. – Eles encontrarão outra pessoa. Eu não estou mais disponível. – deu de ombros.

– Sério?

– Tenho muitas coisas para fazer por aqui... no trabalho e com você.

Hinata sorriu e jogou-se nos braços dele, que a recebeu de bom grado, apertando forte seu corpo contra o dela e afagando seus cabelos enquanto distribuía beijos em sua cabeça e aspirava os cheiros dos cabelos negros.

– Isso é um ‘Sim’?

– Sim! Sim! Sim!

Ela repetia contra o peito dele, feliz por saber que ele estava mesmo disposto a tentar algo mais.

– Hina, – ele a afastou para olhar em seus olhos – esse sim é também para minha pergunta?

– Que pergunta? – confusa, ela juntara as sobrancelhas de forma que um vinco formou-se entre elas.

– A que te fiz ontem à noite?

– Você me pediu uma segunda chance. Há algo mais? – ela esforçava-se para lembrar, mas nada lhe ocorria.

– Não! Foi sobre isso mesmo. – ele tentou disfarçar a frustração, mas também sabia que devia fazer as coisas direito e não de impulso.

Ele se inclinou sobre ela e a beijou, selando um novo começo. Depois, enterra seu rosto no pescoço dela e sobe até a orelha onde dá uma mordida e depois sussurra:

– Nós precisamos de um banho.

– Ah... não... está tão quentinho aqui. – ela fecha os olhos e faz peso morto. Naruto dá uma risada gostosa e a agarra a retirando da cama em seus braços.

– Apenas se segure, eu cuido do resto. – ele caminha com ela para o banheiro. Ela aproveita a proximidade para distribuir beijos pelo ombro e pescoço dele, que geme baixinho com o ato.

Ele para no box e estica o braço para ligar o chuveiro e depois ajustar a temperatura, quando está como ele quer, ele adentra embaixo do jato de água. Hinata o abraça ainda mais forte com as pernas e braços, depois procura com urgência pelos lábios do loiro que se entrega prontamente.

– Vou colocar você no chão – ele avisa, e ela brinca se segurando mais forte ainda. Ele ri. – Não vou conseguir lavar você se não estiver com as mãos livres.

– Não quero mais soltar você. Nunca mais.

Ele se surpreende com a declaração, mas sorri e beija sua testa. Então solta um dos braços e sobe o joelho para que ela se sente nele, se inclina para a prateleira e pega o sabonete para ensaboá-los.

Desliga a água e o faz com cuidado, depois pega o xampu, ainda com dificuldade, mas não se importa nem um pouco, ouvir que ela não quer soltá-lo é mais do que feliz. Hinata por fim, decidi pôr os pés no chão e retribui o gesto quando passeia seus dedos finos pelo corpo dele, massageando e acariciando gentilmente, sem pressa.

Por um momento, ela se atém ao rosto dele, sentindo seus machucados, cortesia de sua briga com Kakashi. Ele se segura para não gemer de dor, até agora tinha conseguido substituir sua dor física pela emocional e o medo de perde-la, mas agora, com o sangue frio, já sentia uma sensibilidade nos locais afetados.

Eles não conversam mais, os únicos ruídos são suas respirações pesadas e a água caindo quando ele volta a abrir o chuveiro. Se enxáguam e voltam a se beijar com desejo. A ereção de Naruto começa a fazer pressão em sua barriga e ambos gemem. Hinata leva a mão até ela e desliza devagar, mas não interrompem o beijo, ao contrário, este tornou-se ainda mais urgente.

Naruto leva sua mão a intimidade dela e massageia, lento, mas com precisão. Enfia dois dedos e ela arfa, jogando a cabeça para trás em êxtase. Ficaram algum tempo masturbando um ao outro. Intensificaram os movimentos até que não puderam mais aguentar. Gemiam um na boca do outro.

– Quero entrar em você.

– O que está esperando, então? – ela o provoca.

– Não me provoque, Hime! – ele rosna contra a pele de seu pescoço.

Sem mais perder tempo, ele avançara sobre seus lábios num beijo duro e ardente. Descera a mão por sua coxa e então levantou a perna dela acima de seu quadril e a penetrou de uma só estocada. Ambos gemeram com prazer. Estocou forte e possessivamente segurava o pequeno corpo curvilíneo de Hinata. Segurou a outra perna de modo que ela ficasse suspensa, logo a prensou contra a parede, fazendo-a gemer alto.

 Cessou o beijo e desceu seus lábios aos seios dela, sugando com vontade. Subiu pelo colo e foi para a orelha, onde mordeu de leve. As estocadas aumentando, sentiram os corpos vibrar anunciando o clímax. Gozaram chamando o nome um do outro. Os corpos molhados e colados enquanto respiravam ofegantes tentando regular os batimentos cardíacos.

– Eu te amo, Hime!

– Também te amo, meu amor!

– Quero cuidar de você para sempre – ele diz bem baixo, beijando sua testa.

– Tudo bem – ela ri concordando.

Ele deixa escapar um suspiro longo e cansado.

– Vamos ter que nos lavar novamente. – diz e depois sorri, recomeçando o processo do banho. Ao final, desliga o chuveiro.

– Vamos tirar você daqui.

Ele puxa a toalha da argola em que estava pendurada na parede e se enxuga rapidamente, depois a circula na cintura. Pega outra para Hinata e a envolve; enxuga seus cabelos e corpo.

– Quer que eu carregue você? – pergunta gentilmente. Ela acena a cabeça e estende os braços com manha para ser carregada. Ele sorri em aprovação e a levanta para carrega-la até a cama, onde a deposita com calma.

Hinata se ajeita entre os lençóis e o travesseiro, seus olhos pesando de sono e cansaço. Naruto pega uma calcinha limpa para vesti-la e depois veste sua cueca boxer. Quando estão prontos, ele a puxa para seu peito, a abraçando com carinho. Cheira seus cabelos e os beija.

– Obrigado, Hinata!

Ela se acomoda ainda mais sobre ele, sorri e beija seu peito.

 

Hinata acorda sentindo-se mais disposta do que na madrugada. Passeia os olhos curiosos pelo quarto, mas nem sinal do loiro. Olha para o travesseiro ao lado e não resiste abraça-lo e aspirar o perfume amadeirado que ficara impregnado na fronha. Fica assim mais um pouco e por fim, levanta-se indo ao banheiro.

Termina sua higiene e segue o cheiro delicioso que vem da cozinha. Deparando-se com uma mesa e café da manhã bem farta e um loiro de avental e cueca. Fica admirando os músculos contraídos de suas costas enquanto ele mexe com algo no fogão. Leva uma unha a boca, inconscientemente e morde para evitar babar com a visão privilegiada.

– Bom dia! – ele diz quando se vira e dá de cara com ela o cobiçando.

– Bom dia... – ela responde baixinho.

– Gosta do que vê? – ele a provoca, com um sorriso convencido.

– Muito! – ela não nega e sorri maliciosamente, enquanto caminha lentamente em sua direção. Põe-se na ponta dos pés e o beija, passa as mãos delicadas pelo abdômen rijo dele, morde o lábio inferior de Naruto e volta para a mesa para se sentar. Ele termina os ovos e senta-se com ela.

– Dormiu bem?

– Muito bem, obrigada! – ela sorriu. – e você?

– Melhor impossível! – ele a olhou intensamente.

Enquanto comem um papo descontraído se inicia.

– Como foi a viagem? – ele pergunta mostrando indiferença, mas louco para saber o que ela fez nesse tempo.

– Maravilhosa. – ela responde sonhadora demais e não percebe que ele enrijece o maxilar. – Foi como realizar um sonho de adolescência, sabe?! – ele agita a cabeça indicando que sim.

– Fiquei louco quando li sua mensagem. – ele confessa.

– Desculpe. – ela diz baixinho. – Eu realmente precisava ir. Você não iria me deixar em paz se eu pedisse, ia?

– Não! – ele responde prontamente, mas sente vergonha em seguida. – Como está indo o trabalho? – ele questiona desviando o assunto.

– Estava indo bem. Pretendo ser a melhor guia turística do país, sabe? – ela diz em tom de diversão, mas fala sério sobre focar no trabalho.

– Com certeza você já é. – ele a elogia. – Então, talvez eu possa ir aos tours, às vezes. Eu poderia decorar todas aquelas frases de filmes e alcançar o status de Ultra Fã.

Ela riu. Mas não imaginava que ele falasse sério. Não sabia se poderia lidar com a presença dele enquanto estivesse liderando um tour.

– Ter você no meu ônibus pode ser uma tarefa difícil.

Ele piscou.

– Eu declaro solenemente que nunca a molestarei na hora de seu tour. Somente em nossa casa, todas as noites.

– Você quer dizer, Minha casa! – ela diz divertida.

– Não... quis dizer Nossa casa! – ele afirma convicto.

– Mas você não tem uma casa... – ela murmura incerta.

– Não poderia dar um passo a mais sem uma casa, além do mais, acho que você não iria querer morar num hotel, não é?

Hinata se engasga com o pedaço de torrada que mastigava. Ele levanta rapidamente para dar umas batidinhas em suas costas.

– Respire fundo Hina... você está bem? – questionava claramente preocupado. Ela já não tossia mais, mas respirava com dificuldade.

– Você está me convidando para morarmos juntos?

Ele deu de ombros. – Se você me aceitar. Quero dormir e acordar com você todos os dias. Ela assentiu.

– Talvez, eu possa viajar com você de vez em quando... – ela divagou.

– Sempre que você quiser. Eu não visitarei os hotéis com tanta frequência. Por isso que vendi metade das ações, para ficar mais sossegado e ficar mais na cidade.

– Isso será o bastante para você? Digo, não irá se arrepender de atitude impulsiva? – ela deixou os olhos pousarem na mesa, tinha medo de encará-lo e ver dúvidas em seus olhos.

– Não é uma atitude impulsiva. E como eu poderia me arrepender se eu terei você comigo? Ei... olhe para mim! – ela o encarou. – Estou falando de compromisso de longo prazo. Quero uma família e a quero com você.

– Está falando de filhos?

– Estou falando de tudo. Quero estar envolvido. E para isso, abro mão do que for preciso. Não quero que eles precisem se esforçar para chamar minha atenção. Quero que nossos filhos saibam como são importantes.

Hinata levantou de sua cadeira e sentou-se no colo dele o abraçando em meio às lágrimas. A segurança que ela não recebera dos pais, ele estava disposto a dar não só a ela como aos filhos que um dia pudessem ter.

Ela enterrou a cabeça no pescoço dele falou contra a pele:

– Acho que se você disser a eles...

Ele meneou a cabeça.

– Palavras não são suficientes. Está tudo nas ações. Palavras não significam nada se não refletirem a ação. Eu quero mostrar a eles. Assim como quero mostrar a você.

– Você já fez isso.

– Não, eu acabo de começar. Amo você, Hina. Deixe-me lhe mostrar o quanto, pelo resto de nossos dias.

Mas nada poderia superar a sinceridade daquelas palavras, da determinação e do brilho em seus olhos. Nada poderia ser maior do que a alegria que agora sentia com a segurança que ele estava disposto a dar. Trabalhariam juntos para dar certo.

– Eu amo você.

– Eu preciso de você.

Seus olhares se encontraram, vulneráveis, reveladores. Confiantes.

– Eu acho que sou o homem mais sortudo do mundo. – sussurrou ele com a voz rouca.

Ela o olhou de volta, lembrando-se da camiseta que estampava a palavra ‘sortudo’, a qual ele sempre usava logo que a conheceu, sua camisa favorita e sorriu abertamente.

– Sim – concordou num sussurro. – Não há ninguém mais sortudo que você. Exceto eu.

Ela o abraçou mais forte e sentiu o sorriso dele contra sua pele.

– Nós passaremos o resto da vida discutindo sobre isso. – provocou ele.

Pura felicidade inundava-a. Ela era totalmente dele. Totalmente feliz.

– Eu sei.

 

 


Notas Finais


O Naru ainda irá pedi-la em casamento, decentemente, ok? Por isso que ele não tocou mais no assunto.. kkkkkkk
Sobre as sugestões de vcs, algumas já estavam em meus planos, outras não, mas acho que vai dar para atender a todos... espero não decepcioná-los..
enfim, amores... ufa... está acabando..
>.<

Bjs e até mais <3


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