História Doce Ilusão - Capítulo 15


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Categorias Amor Doce
Personagens Castiel, Debrah, Iris, Nathaniel, Peggy, Personagens Originais
Tags Amor Doce
Exibições 21
Palavras 879
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Meus queridos leitores mais um capítulo p vcs tive q dividir esse capítulo em 3 partes pq estava muito grande😂
Esse vai contar o lado do pai do castiel sobre oq ele fez espero q gostem .
Vou tentar o máximo possível para postar até segunda.
Bjs!
Leiam as notas finais.

Capítulo 15 - Capítulo 14 - O outro lado da moeda!


Fanfic / Fanfiction Doce Ilusão - Capítulo 15 - Capítulo 14 - O outro lado da moeda!

     Mag Decidiu que precisava visitar Albert na clínica mais cedo possível, já que ele sabia quem ela era e motivo por que estava lá. Não gostava da perspectiva de ver o homem que usara a cláusula de um contrato para se vingar de um ex-amigo porque, por mais ingênuo que Damien Magnos tivesse sido, fora isso o que Albert fizera.

E, embora ainda estivesse chocada com as coisas Castiel lhe revelara sobre seu pai, Mag ainda sentia que devia a ele a consideração de ouvir do próprio Albert toda história.

Por insistência de Castiel, Mag permitiu que ele a levasse à clínica, onde alguns jornalistas estavam de plantão para acompanhar as condições de saúde de Albert, e pularam sobre eles assim que passaram pela porta.

— Sr. Bettencourt, é verdade que seu pai está pior do que diz o porta-voz da clínica?

— Ele melhorou?

— As ações da Bettencourt vão subir com a expectativa de sua tomada total de controle?

As perguntas partiam rápido de todas as direções, os microfones empurrados sem cerimônia em direção a eles e Mag percebeu como Castiel Bettencourt era importante para os noticiários.

— Vocês ouviram a declaração do porta-voz da clínica. As condições de meu pai são estáveis – respondia Castiel enquanto continuava a andar.— Não tenho nada a acrescentar.

— Sr. Bettencourt! — A voz da jornalista se ergueu acima das . — Podemos deduzir, por sua chegada aqui acompanhado...— O olhar ávido caiu em Mag. — Que seu relacionamento com a supermodelo Debrah D'Angelo está realmente terminado?

Mag arquejou de leve quando um flash lhe explodiu no rosto.

— Sem comentários.

O braço de Castiel circulou os ombros de Mag num gesto instintivo de proteção, e ela afundou o rosto naquele peito forte quando a câmera funcionou de novo antes que ele pudesse leva-la para dentro do edifício.

— Desculpe por isto. — O rosto era severo.—Faz parte, lamento.

— Está tudo bem. — E Mag sentiu a falta súbita daquele braço em torno de si.

Achava que jamais se acostumaria a viver sobe a luz dos holofotes, como ele. E tentou não pensar no que a jornalista perguntara enquanto Castiel a levava em direção ao elevador.

— Lembre-se, ele está doente — recomendou Castiel quando ela recusou sua companhia no quarto de Albert.

— Ao contrário do seu pai, eu tenho ética.

Mag viu uma enfermeira que passava encarar Castiel, e mais uma vez comprovou como ele era atraente para todas as mulheres. A constatação, aliada ao estado abalado dos nervos, a fez enrubescer ao adentrar o quarto de Albert.

— Era um ambiente claro e lindamente mobiliado. Mag viu o equipamento em torno da cama onde Albert estava deitado, com as costas sobre uma pilha de travesseiros.

— Como está se sentido? — A preocupação de Mag era verdadeira, apesar de tudo.

Ele estava pálido, mas parecia muito relaxado.

— Sem preliminares, criança. — Ainda o mesmo homem impaciente, dispensou a preocupação dela. — Pode ver como estou. Vivo! E você, acredito...— Os olhos claros eram muito diretos.—...que gostaria de me dizer algo.

Agora Mag se perguntou por que se preocupara tanto com o que dizer. Albert ara tão parecido com Castiel. Os homens Bettencourt sempre iam direto ao ponto. Bem, ela também.

— Por que fez o que fez com o meu pai? Não me importo com quantos documentos ele assinou, você podia ter admitido que o conceito do MiracleMed era dele.

A boca de Albert se contorceu enquanto ele pensava na melhor maneira de responder.

— Cast lhe disse isso? Que eu poderia ter feito a coisa descente e decidi não fazer?

— Não, ele não precisou.

Então era por isto que ele parecera tão devastado no dia anterior, pensou Mag, quando voltara da clínica. Mas Castiel não lhe contara porque, lógico, queria proteger o pai, embora estivesse abalado pelo comportamento dele.

— Ah, sei sobre sua...esposa. — Doía horrivelmente dizer aquilo, aceitar que o pai tivera um caso. — E, sim, o Castiel me contou. Mas isto não era o motivo para...

Mag não conseguiu continuar. A dor e o ressentimento, a raiva e a sensação de traição... Estava tudo lá, angústia de sua expressão.

— Você já amou, Mag?— A voz havia suavizado enquanto ele lhe estudava o rosto. — Não, não responda, isto não desculpa nada. Mas Ambre foi a única mulher que amei depois que a mãe de Cast me abandonou... abandonou nós dois... por um rancheiro australiano. Não suportei quando vi tudo acontecer de novo. Fiquei louco de raiva e ciúme. Damien me roubou... me tirou uma coisa que dinheiro nenhum pode comprar. Desde então, porém, percebi que estava meio ensandecido, e era idiota demais para enxergar que ela se casara comigo pelo meu dinheiro. Pensei que era justo tomar alguma coisa dele. Mas isto me assombrou todos estes anos: ter feito o que fiz com um colega e amigo. Sei que não tem grande valor, mas lhe peço desculpas. Estou profundamente arrependido.

Mag não sabia o que pensar... o que dizer. As emoções eram fortes demais, controvertidas demais. Lágrimas lhe queimavam os , e então fez a única coisa que podia: fugiu. Apenas para se chocar contra alguma coisa quente e sólida enquanto dobrava um canto de corredor.

  — Que diabos...?


Notas Finais


No outro capítulo eu pedi a opinião de vcs sobre uma outra finc, se faria ou não uma finc do Alex hétero ou fizesse do nath o do nath já ta pronta só do alexy q n por favor me dizem o q acharam e obrigado.
Bjs!


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