História Doce Inimizade - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inazuma Eleven (Super Onze)
Personagens Fudou Akio, Kidou Yuuto
Tags Inazuma Eleven, Yaoi, Yuuto Kidou X Akio Fudou
Exibições 99
Palavras 1.094
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoas desse planeta! Quero agradecer aos comentários, sério eu amo vocês :3
E leiam as notas finais, é "meio que" importante...
Sem mais delongas, boa leitura!

Capítulo 11 - Um novo passo


Fanfic / Fanfiction Doce Inimizade - Capítulo 11 - Um novo passo

Os três primeiros dias de descanso passaram rápido, Kidou passou-os com os amigos, jogando bola, tendo algumas "noitadas" e se divertindo com todos. 
Os outros dois dias foram entediantes. Até choveu para "ajudar".
Esse tempo foi mais que suficiente para pensar em Akio Fudou. Chegou a conclusão de que daria uma chance para ele. Mesmo se amaldiçoado por isso, era um fato incontestável: sua vida não era a mesma sem ele, no momento em que se viu apaixonado pelo garoto, tudo mudou. Com Akio tudo parecia mais colorido, mais leve, mais... tudo parecia melhor! Ele sabia que os dois não tinham nada sério, que era apenas diversão, mas toda a raiva que sentiu naqueles dias, todas as sensações que apenas ele lhe proporcionava...
E se Akio se sentisse assim também? Eles poderiam ficar juntos? Tinha essa questão também, o que fariam a respeito do pai homofóbico?
Eram tantas coisas que passavam por sua cabeça naquelas horas de tédio... todas elas com o nome dele em comum.
-Kidou-sama! - Era Marialva, uma das empregadas, batendo em sua porta. - Há um amigo do senhor ali em baixo, mandei-o entrar e esperar na sala.
-Obrigado, Maria, mas não me chame de "senhor", parece que tenho trezentos anos! - Brincou.

Ouviu uma risada vinda da moça e o som dos passos dela se afastando lentamente. Levantou-se e foi até o local indicado pela empregada.

O que encontrou realmente lhe surpreendeu, e muito.

-O que faz aqui?

-Olá para você também, Yuuto - Sorriu cinicamente - Eu vim passar as férias com o meu namorado.

-E quem disse que sou seu namorado?

Akio riu e se aproximou de Kidou, tocando-lhe levemente a face.

-Detalhes, detalhes... eles não tem tanta importância.

Estava pensando na incrível cara-de-pau do moreno, quando de repente ele lhe beijou.

Não sabia como reagir, seu cérebro gritava para que desse outro belo soco nele, mas seu coração aquecia, seu estômago esfriava, suas mãos tremiam e todo o seu corpo pedia por mais, mais de Akio, mais daquele amor louco e doentio...

Logo já estava entregue. Odiava o fato de o querer tanto. Odiava o fato dele lhe ter tão facilmente, dele ser irresistível.

-Me desculpe... - Fudou sussurrou em seu ouvido após romperem o beijo. - Me desculpe por ser um idiota, acho que demorei muito tempo para perceber o quanto você é importante para mim.

-Você  é mesmo um idiota - Kidou concordou, afundando o rosto na curva de seu pescoço - Mas eu amo você e esse seu lado idiota também, não precisa ter tanto medo.

-Então você sabe até disso, mini-gênio?!

Sorriram cúmplices.

-Eu deduzi.

Era verdade, Fudou tinha medo, como nunca teve. Nunca se envolvera tanto com alguém, nunca havia sofrido por amor, nunca sequer amara, era a primeira vez que sentia tudo aquilo. Mas com Yuuto era diferente, com Yuuto tudo parecia melhor. Era amor, não era?! Sentia-se amado, como nunca antes. Sentia como se algum tipo de fogo queimasse sua alma toda a vez que ele lhe tocava.

-Então... está tudo bem, de novo? - Perguntou receoso.

-Tudo como devia estar. - Sorriu.

-Seja meu - Akio pediu em outro sussurro, sentindo lágrimas escorrerem por seu rosto - e me faça apenas seu, Kidou.

O mais alto arregalou os olhos, teria ouvido direito?

-Você quer o quê? Amor? Sexo? - Perguntou com medo da resposta.

-Chame do que quiser, apenas faça com que tudo pare, como você sempre fez - Fudou respondeu. - Como todas as vezes que vivemos aqueles momentos tão únicos...

Akio capturou os lábios dele em um beijo sedento, saciando-se daquele gosto que tanto sentia falta. Sentiu as mãos de Kidou em sua cintura. Era uma troca de posições, uma troca de possessividade, uma troca de carícias -um tanto quanto agressivas-, uma troca de sentimentos diferentes e iguais ao mesmo tempo.

Cessaram o beijo em busca de ar e aproveitaram para retirar suas respectivas camisas, jogando-as em um canto qualquer da sala.

Kidou voltou a juntar seus lábios aos de Fudou, empurrando-o levemente para que deitasse no sofá do comodo, ficando por cima e acariciando o peito do aman-namorado.

Mordeu o pescoço alvo, fazendo o garoto arfar em resposta. Gostava daquelas reações de Akio, nunca podia prevê-lo, e isso o excitava.

Passou a língua por um caminho invisível, desde a clavícula até o umbigo, desabotoando a calça dele e a retirando em um movimento rápido, quando a porta foi aberta, interrompendo-os.

Kidou congelou, olhando para Akio, um tanto desesperado.

A figura de Marialva, a empregada gentil, apareceu pela porta, ao ver a cena que se desenrolava no sofá a mulher empalideceu, arregalou os olhos e depois ficou tão vermelha que podia ser facilmente confundida com um tomate.

-E-eu... - ela começou, deixando a bandeja com alguns aperitivos sobre a mesinha ao lado da porta, ela se curvou em uma reverência - M-me desculpem pela in-intromissão! E-eu n-não sabia q-que...

-Tudo bem, Maria. - Kidou a consolou, endireitando a postura.

A moça se retirou tão rápido quanto um raio após murmurar mais algumas desculpas, deixando Kidou um pouco aturdido com o acontecimento. Mas alguém ali estava muito longe de se abalar por aquilo.

-Onde estávamos? - Akio perguntou acariciando seu rosto e esboçando um sorriso malicioso.

[...]

-Onde está o Kidou, Marialva? - A voz grave do mais velho ecoou pelo corredor.

A empregada congelou, o que faria agora? Não podia deixar o pai de seu protegido entrar naquela sala e flagrar o filho enquanto ele... bom, vocês sabem!

-E-ele... - começou pondo-se discretamente em frente a porta da sala - Ele recebeu a visita de um a-amigo, senhor.

-Amigo? E por que está gaguejando?

-Eu n-não estou acostumada a receber as visitas do Ki-Kidou-sama.

-E o que eles estão fazendo?

(N/A: Sexoooo!!!)

-E-estudando! - A resposta apareceu e ela quase a gritou. - Estudando anatomia humana, me parece que terão uma prova muito importante futuramente, senhor.

-Bom, se é algo tão importante, (N/A: você nem imagina...) vou deixá-los estudar.

Ele se retirou, deixando que a garota se escorasse na porta, suspirasse e agradecesse por ter corrido tudo bem.

Ela já estava calma quando ouviu um gemido deveras alto vindo do cômodo atras de si. Corou da cabeça aos pés ao imaginar o que o casal estava fazendo, principalmente ao ouvi-los chamarem o nome um do outro.

Chocada e envergonhada ela saiu dali, parecia mesmo que ambos se amavam, ela pensou, aquelas súplicas não pertenciam ao vocabulário de alguém que só estava se divertindo. Internamente, a garota desejou sorte aos dois, pois eles precisariam...

De muita sorte.


Notas Finais


Então... Sinto muito pelo cap ser tão curtinho, prometo que o próximo será maior.
Eu não sei se vou conseguir cumprir os meus prazos, pq estou estudando muito ultimamente... então já peço desculpas antecipadas.
Comentem e me façam feliz!! Bjks mil e até mais! <3
(Espero que ninguém contrate assassinos profissionais para matar nenhum personagem... todos são importantes para a história)


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