História Doce Magia - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Tags Amor Doce, Castiel
Visualizações 9
Palavras 1.423
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


<3

Capítulo 3 - My Mutant Room


Fanfic / Fanfiction Doce Magia - Capítulo 3 - My Mutant Room


 
- To open the doors to this my sweet hell! - Falei vendo o loiro abrir os portões de ouro e Nathaniel me olha assustado, acho que falei alto demais...
 
- Olha, eu sei que você não gosta da ideia de estudar aqui, porem vai ser divertido estar aqui, não vai ser um “doce inferno”.
 
- Olha ele sabe inglês- Fui sarcástica, ele revirou os olhos.
 
- Bom -Soltou um suspiro- Vamos entrar, tenho que te mostrar o colégio.
 
- Ok, eu não tenho escolha mesmo.
 

---SZ--

 
Estávamos no jardim, indo em direção aos dormitórios, quando...
 
-CUIDADO TOTÓ! -Ouvi uma mulher gritando para ao que parecia ser um cachorro, já que a velha o chamou de “totó”.
 
Virei para ver o que estava acontecendo e tinha uma bola de fogo indo em direção a um cachorro muito fofo, não sei o que deu em mim ou da onde tinha tanta rapidez [que daria inveja até no Flash] eu só sei que no segundo seguinte eu estava agachada no chão com um braço em volta do cachorro e o outro na nossa frente como se fosse um escudo, fechei os olhos com força, esperando o impacto, mas ele não veio.
Quando abri os olhos e me surpreendi com o escudo azul em forma de estrela nos protegendo, o mesmo que me protegeu anos atrás, mas isso é história pra outro dia, depois que bola de fogo atingiu, o mesmo desapareceu e eu soltei a respiração que nem percebi que estava prendendo.
Levantei-me com o cachorrinho e leve em direção a mulher.
 
- Eu acho que ele é seu. -Entreguei o cachorro para mulher, e só aí percebi que ela e o Nathaniel me encaravam surpresos, essa eu não entendi, aqui magia não era pra ser meio que “normal”? – Que foi? Fiz algo errado?
 
- NÃO! Claro que não. É só que nós achávamos que você não tinha nenhum controle com sua magia. Mas agora acho é que, estávamos enganados!-Disse Nathaniel regulando seu olhar confuso entre mim e a mulher do cachorro.
 
- Vocês não estão enganados, aquele “escudo” lá aparece quando alguém tenta usar qualquer tipo de magia contra mim, aprendi isso alguns anos atrás, mas, isso não vem ao caso agora. -Antes falassem alguma coisa sobre isso, encerrei o assunto.
 
– Certo, não tocamos no assunto por agora, mas, acho melhor amanhã na aula dizer isso. -Assenti com a cabeça. -Aproposito essa aqui ao meu lado é a Sª Shermansky, a diretora de S.M. E esse que “cachorrinho” que você salvou de ser queimado é o Totó, como você escutou. – O loirinho apontou respectivamente para cada um, eu só não entendi por que ele falou cachorrinho com aspas...
 
- Prazer senhorita Killer, desculpe-me pelo o alvoroço e muito obrigado por salvar o Totó, eu não sei nem como lhe recompensar! -Disse a diretora Shermansky.
 
- De nada, não se preocupe comigo, eu não quero nada. (Disse sem emoção alguma, na verdade, eu só queria meu quarto [que eu ainda desconheço] e dormir.).
 
- Ei, Nathaniel, o que você acha de eu recompensa-la com...
A diretora ignorou meu comentário e falou alguma coisa no ouvido de Nathaniel e eles começaram a sussurrar achando que eu não estava ouvindo, mas como minha audição é mais aguçada que o normal eu ouvi:
- A suíte especial do terceiro andar?!
 
- A senhora não acha arriscado demais deixar ela sozinha no mesmo andar que ele?!
 
- Mas eles vão ficar em quartos diferentes, e pelo o que percebi ela pode muito bem se defender sozinha!
 
- Certo, então dê a suíte especial a ela.

 
- Da pra pararem de sussurrar como se eu não conseguisse ouvir?! E que suíte especial é essa? Quem é “ele”? E por que sozinha no mesmo andar que “ele”? - Bombardeie-os de perguntas.
 
- Você conseguiu ouvir? –A diretora parecia assustada - Isso não importante agora vem vou lhe mostrar seu quarto, e Nathaniel, pode ir, eu cuido dela a partir daqui.
 
- Certo Sª Shermansky. Tenha um bom dia, Angelle! – Sorriu.
 
- Hum-hum. -Resmunguei, depois voltei o olhar para a diretora.
 
A diretora me fez caminhar aquela escola toda até chegarmos a uma escada, subimos e tinha três caminhos, um para direita, um para esquerda e outro para frente e tinha placas indicando que para direita eram os dormitórios femininos e para esquerda os dormitórios masculinos. Para a minha surpresa não entramos nos dormitórios femininos, muito menos nos dormitórios masculino. Entramos no corredor da frente e no final do corredor tinha mais uma escada. Subimos e lá encontramos outro corredor, só que esse era diferente, ela era... Hm... Chique, ele tinha três portas, uma do lado esquerdo, uma do lado direito e outra na frente, a do lado esquerdo era vermelha e tinha algumas minis guitarras pretas como estampa, a da frente era amarela e tinha várias estampas como televisões videogames e etc. nela também tinha o nome “Área de Lazer” escrito em preto, e a da direita era bem simples só era marrom, sem estampa.
 
-Esse aqui é o quarto do Castiel. – Apontou pra porta vermelha com guitarras pretas – Ele é de quem eu e o Nathaniel estávamos falando, e é com ele que você vai dividir o andar!
 
- Pera ainda, porque dividir um andar inteiro? Não tem dormitórios pra isso, não? -Eu tô achando que essa velha aqui doida, só acho.
 
- Sim, Sim. Mas, como você salvou meu lindo totó da morte, eu acho que você merece um agrado, Castiel também veio parar aqui por uma coisa parecida. -Ela disse como se fosse à coisa mais normal do mundo, Certo eu não acho mais que ela é doida, eu tenho é certeza! – Aquela porta da frente como você pode ver é a aria de lazer exclusiva para vocês dois, venha vamos entrar!
    
       A diretora foi em direção à porta e eu a segui né fazer o que, nos entramos e... Uau, que lindo, tinham janelas enormes que davam uma bela vista para o jardim da escola, na sala tinha de tudo videogames, T.V, mesa de pingue-pongue, maquinas de refrigerante e um mini palco com instrumentos e microfones, nele tinha um piano! Acho que não falei, mas piano é meu instrumento favorito, eu sei tocar vários, mas, o piano é meu xodó, já achei minha distração aqui nessa prisão.
 
-Você pode vir aqui à hora que quiser, menos em horário de aula é claro, aqui nesse andar só entra você ou o Castiel, os outros alunos só entram se tiver a autorização. Bom, venha deixa eu te mostra seu quarto! (A Sª Olívia me levou em direção à porta simples, mas, enorme.) – Esse é seu quarto, mas, não se preocupe a decoração não vai ser essa, vai ser a que você desejar.
 
- Como assim? - Fiz com cara de tédio e confusão.    
                                                                                                                                                                                

- É só você imaginar o quarto que quer, e esse quarto se transformara nele. - Certo isso aqui está ficando legal. – Para que termos magia se a para usar? –Completou.

 

- Certo. – Imaginei meu quarto, e logo o quarto simples [mutante] se transformou no que eu queria.

 

- Acho melhor guardar suas coisas e dormir porque amanhã tem aula. Aqui estão seus horários e seus livros. – Entregou-me um papel e os livros, que ela tirou de Nárnia, só pode. – Aqui na escola não temos uniforme, então use a roupa que quiser se sentir fome o refeitório estará aberto até as 22h00min que é quando o sinal noturno bate a partir desse horário é proibido ficar andando pelos corredores da escola. Até amanhã senhorita Killer. - Se despediu e foi embora.

 

Assim que ela saiu, eu comecei a desfazer minhas malas e guardar as coisas respectivamente em seus cantos. Depois que terminei, arrumei minha mochila e olhei as horas no meu celular já eram 19h00min, é eu tenho roupa até demais! Como não estava com fome só coloquei meu “pijama” que consistia um short moletom cinza super curto, mas, bem confortável, um blusão também de moletom cinza, enorme que ficava até o meio das cochas e cobria o short, meias “7/8” também cinza, e minhas pantufas laranja de monstros, caso eu tenha que sair da minha cama durante a noite, pode parecer criancice, mas eu não tô nem aí! Joguei-me na minha mais nova cama me cobri com meu edredom preto e dormi, afinal amanhã seria um longo dia, mesmo que aqui a magia seja “normal” não posso machucar ninguém, tenho que me controlar, tenho que controlar meus demônios, lembre-se: Encobrir, não sentir, não deixarem saber...

 


Notas Finais


-3-


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