História Doce Submissão - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eldarya
Personagens Ezarel
Tags Eldarya
Visualizações 93
Palavras 2.329
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Lemon, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OI OI amores!!
Essa e a minha primeira historia ( hot) fiz com todo carinho pra voces, espero que gostem, e desde ja desculpas se tiver algum erro!
Então boa leitura a todos <3
Beijos

Capítulo 1 - Rendida


Fanfic / Fanfiction Doce Submissão - Capítulo 1 - Rendida

Oh Deus,

 Oh meu Deus, eu devo mesmo estar louca, eu não deveria ter me convencido desta insanidade! Também quem mandou beber! Respira Stella, respira fundo! Olhei para a porta e estremeci, ele poderia entrar a qualquer momento... E se ele estivesse acompanhado?

Oh Deus, oh Deus...

Não, nada de pânico STELLA,

Oh merda! Desde que cheguei em Eldarya me vi completamente louca por aquele elfo rabugento, e para completar sabe como estou agora? Eu estou pelada.

Sim, pelada, nua, como eu vim ao mundo, bem no quarto dele, usando uma minúscula calcinha e uma cinta liga no meu corpo.

Oh Deus, tinha que estar usando justo isso?

Eu me odiava.

Olhei o meu corpo nu e corei novamente, eu deveria estar completamente insana quando tive essa ideia... Não eu devia estar insanamente bêbada, a quem estou querendo enganar?

Eu sabia que era uma má ideia! Bem, bem lá no fundo, eu pressenti que era uma péssima ideia. O quê será que eu imaginava mesmo? Que ele iria entrar aqui e me ver completamente nua e me agarrar?

Cristo, tudo bem que não sou mais virgem! Eu não sei se terei coragem de começar!

Com certeza eu vou assustá-lo! Mas eu o queria tanto, não aguento mais estar todo dia vendo ele me provocar e não fazer nada... Não, nada de ser covarde Stella! Você já fez a pior parte, vir até o quarto dele, se deitar na cama dele toda nua, quer dizer, exceto pela calcinha e a liga hehe...

Mas e se ele não gostasse?

Santo oráculo! Eu tinha que sair dali o mais rápido possível. Levantei-me apressadamente e me embolei nos lençóis... Sim, eu tinha desfeito os lençóis na duvida de que pose seria a mais sensual. Caí no chão! –Deus me ama mesmo– ... Mas ainda assim me levantei rapidamente. Mal dei um passo e a maçaneta girou... Oh merda! Ele já estava aqui! Joguei-me na cama, o meu corpo quicou, me agarrei aos lençóis e me deitei numa pose que achei que fosse bem sensual.

Merda! Não sei como fazer isso... – entrei um pânico total.

Mas agora já era! Apoiei os cotovelos no colchão, o meu rosto em uma das minhas mãos e a outra mão, bem, eu não sabia o que fazer... Será que colocava sobre o peito? ou seria melhor sobre a minha “coisa”? ... Merda! Eu nem conseguia pensar no nome das minhas partes de menina, sem gaguejar ou corar, mesmo em pensamento, como iria seduzi-lo?

Eu sabia que aquilo era uma péssima ideia. E só ficou mesmo pior quando a porta finalmente abriu e a luz acendeu... Eu continuava movendo a mão, desocupada, como uma retardada. Por fim, parei-a em minha coxa. Olhei para ele com a minha melhor cara de sedutora. O que eu esperava que não parecesse que eu estava com dor de barriga...

- Olá Ezarel. – ronronei! Eu parecia uma gata. Uma gata doente, fato!

Ezarel em questão estava parado com a boca semiaberta, os seus olhos verdes-azulados passeavam pelo meu corpo, se demorando em meus seios e na minha mínima calcinha. Senti a minha mão, que estava sobre a coxa, suada e a esfreguei contra a cama... Ele ainda me encarava, dando um passo em minha direção, mas então, parou... Acho que estou ferrada agora!

- HUMANA? – ele balbuciou como se fosse uma pergunta, como se ele não pudesse realmente acreditar que fosse eu ali...

- Sim?! – sussurrei corando profundamente, então movi a minha mão, aquela desocupada, mais para cima a deslizando pelo meu corpo. – Fe... Feliz Aniversário E. . .Ezarel! – gaguejei e corei mais ainda.

Ele arqueou uma sobrancelha, lambeu os lábios e encarou fixamente o meu corpo, os seus olhos brilhavam perigosamente, por algum motivo, bem lá no fundo, eu sentia que havia me metido em um problemão...

Acho que o meu corpo inteiro deveria estar vermelho naquele momento, pois eu me sentia muito, muito quente. Um pequeno e torto sorriso surgiu nos lábios dele quando ele se inclinou sobre mim... O seu longo dedo passou pela minha pele chegando ao meu seio esquerdo, onde rodeou o mamilo rosado, eu arfei. Seu sorriso ficou maior, algo como um lobo, pronto para atacar...

- Você é o meu presente, pequena escrava? – ele beliscou o meu mamilo e o meu corpo inteiro estremeceu.

- Oh... – o meu braço tremeu e caí sobre os lençóis, o corpo dele se inclinou mais sobre o meu. Seu dedo desceu até chegar a minha calcinha, onde ele o segurou na ponta.

- Ah pequena Stella, não sabe no que está se metendo... – ele sussurrou me tocando acredito que a caminho da minha intimidade... A minha respiração estava arfante, o meu peito subindo e descendo, a minha calcinha ensopada. Ele traçou a minha calcinha com o dedo e tocou bem no meu centro pulsante, eu ofeguei e ele riu, o seu dedo pressionou a minha entrada e eu gemi baixinho, ele rosnou e se levantou de repente...

- Vá embora humana inutil... – ele ficou de pé de costas para mim, as mãos em punhos e as lágrimas não derramadas, encheram os meus olhos.

- Não... não me quer? – ele se virou de repente para mim, eu baloucei.

- Oh Stella, você não sabe o quanto... Mas eu não sirvo para você.

- Não entendo? – ele pegou a minha mão e me ajudou a me levantar, pensei que ele me expulsaria do quarto, mas ao invés disso, ele ficou atrás de mim, a sua mão grande afastou o meu cabelo e ele suspirou contra o meu pescoço.

- Eu sou um homem cheio de desejos, Stella. – sussurrou e esfregou o seu nariz em minha garganta, ele pressionou o seu corpo contra o meu e a sua ereção se apertou dura contra o meu bumbum.

- Eu... Eu te desejo... – sussurrei e ganhei um apertão na bunda.

- Não! – ele rosnou. – Só fale quando eu mandar humana impertinente. – comprimi os lábios. – Boa menina

Ezarel!

– Quieta humana. – deu uma tapa em minha bunda. Ele caminhou até a cama e me jogou lá, meu corpo quicou no colchão e me apoiei nos cotovelos para encará-lo.

– Hmmm, você fica maravilhosa em minha cama minha humana impertinente. – minha boca secou e o encarei de boca aberta enquanto ela abria sua camisa e a jogava no chão.

Seu glorioso peito nu ficando há mostra, ele sorriu safado e abriu à calça, meu coração disparou e minha mente ficou em branco. Nunca imaginei que esse elfo poderia ser tão sedutor assim.

Meus temores e insegurança foram todos jogados pela janela quando vi o homem que vem atormentando todos os meus dias no QG, deliciosamente nu, e com seu pau em ponto de bala. Ele sorriu abertamente e massageou seu pau com calma, esfreguei minhas pernas já sentindo minha calcinha totalmente molhada.

– Vem aqui Stella. – apressadamente fiquei de quatro na cama e fui até ele, Ezarel se aproximou da cama e colou seu pau na minha cara e o ficou passando por minha bochecha.

– É isso que você quer humana? – assenti apressadamente e o tentei segurar e ele agarrou meu pulso. – Não, não quero que você diga. Diz pra mim o que você quer.

– Eu... Eu quero seu você Ezarel, sempre quis.

– Hmmm, isso e bom saber minha humana impertinente que me deixa de orelhas quentes!

Acho que já esta na hora de deixar o clima ainda mais quente e mostrar para o meu chefe o quanto eu o desejo e assim olhando para seu delicioso pau abri a boca e o engoli, ele gemeu alto e puxou minha cabeça com força, fazendo seu pau chegar a minha garganta. O chupei e passei a língua pela extensão deliciosa, ele grunhiu e ainda segurando meu cabelo, começou a mover minha cabeça, praticamente fodendo a minha boca bem lentamente.

Eu já vazava molhando minhas coxas, louca pra sentir ele entre minhas pernas. Ele afastou minha boca de repente e lambi os lábios encarando seu pau, em seguida olhei pra cima e ele gemeu baixo e me soltou e foi para a poltrona que sentou na outra noite e massageou seu membro me olhando.

– Ate que você não e tão inútil assim! Venha ate aqui sua safada. – mesmo com as pernas bambas fui apressadamente até ele, e fiquei de pé na sua frente, ele sorriu e sem deixar de tocar seu pau me olhou com fome. – Tire essa calcinha para mim.

– Sim senhor. – tirei minha calcinha lentamente a jogando no chão, ainda deixando as meias no lugar, esse movimento fez com que meus seios balançaram, estavam pesados e meus mamilos duros e ele nem havia me agarrado ainda.

–De joelhos agora Stella. – obedeci como um cachorrinho, era automático, acho que não negaria nada a esse elfo, nunca.

– Bom, agora quero ver o que você e capaz de fazer.

Oh Deus...

Timidamente me aproximei dele ainda de joelhos, ele afastou bem as pernas para que eu ficasse entre elas, e segurando meus seios os coloquei em volta do seu pau e apertei. Ele grunhiu alto e lambeu os lábios me olhando.

– Isso continua escrava.

Engolindo com força obedeci, os apelidos que ele me deu em tom de ofensa esse momento me deixavam cada vez mais exitada, e assim tomei coragem comecei a mover meus seios de cima pra baixo, minha boceta estava pingando no chão enquanto seu pau babava na ponta, e não resistindo inclinei a cabeça e chupei seu gozo.

– Ohhh, isso... – ele murmurou e sem deixar de mover meus seios pra cima e pra baixo o chupei sempre que seu pau babava.

Ele tremia um pouco e respirava com dificuldade, mas não me mandava parar, sua mão voltou a agarrar meu cabelo e levantava meu rosto me encarando com desejo ardente, meu corpo estava em chamas, e acho que gozaria sem ter tido ele entre minhas pernas.

– Santo oráculo... Você é uma safada mesmo. – ele gemeu seu pau tremendo contra minha boca e entre meus seios. – Mais rápido. – ele mandou novamente e aumentei meus movimentos.

Não demorou a ele rosnar e xingar enquanto gozava em minha cara e boca, o chupei como pude sem deixar de apertá-lo entre meus seios.

Quando seu pau amoleceu na minha boca, eu soltei meus seios e o agarrei com as duas mãos e voltei a chupar até deixá-lo limpinho, minha língua ia de cima a baixo e chupei suas bolas uma de cada vez, ele já estava ficando duro novamente, mas ele me empurrou.

– Chega humana. Vá para a cama. – mandou e corri pra cama sentando, ele sorriu. – Fique de quatro.

Obedeci ofegante e ansiosa pra saber o que ele faria agora, senti seu peso afundando no colchão, e sua presença atrás de mim, estava arfante e derretendo de desejo por ele. Sua mão grande veio para minha bunda e massageou toda a extensão do meu traseiro, um lado depois o outro, em seguida veio para entre minhas pernas e esfregou minha entrada ensopada.

– Hmmm, molhadinha pra mim querida Stella. Desde que você chegou sonho com o gosto da sua bocetinha, tão deliciosa. – arfei com força esperando seu próximo movimento e quase desmaiei quando me deu um tapa com força.

– Oh... – ele riu uma risada safada que me arrepiou toda, seus dedos tocaram minha pele nua e suspirei com força, eles entraram em minha boceta úmida e rodearam lá dentro, meu corpo ardeu e rebolei contra seus dedos.

– Tão ansiosa... – ele retirou seus dedos e afastou minhas pernas e de repente sua cara estava lá, sua língua em minha boceta, chupando com força.

Gemi alto sentindo o ataque da sua língua molhada, que ia do meu clitóris até minha entrada, eu estava entrando em combustão e explodi em sua boca. Ele me chupou bebendo meu gozo, mas não afastou a boca.

Seus dedos vieram para minha boceta e sua língua foi para meu clitóris onde ele mordiscou e eu gritei alto rebolando com força. Ele gemeu e chupou forte e afastou a boca de repente, pensei em protestar, mas não saia som nenhum da minha boca. Eu estava mole e pronta pra gozar novamente.

Senti seu peso sair da cama e ele voltou em seguida e agarrou minha cintura e sem aviso me penetrou, com força me jogando um pouco para frente, gozei na hora gritando de prazer.

– Isso putinha, que bocetinha apertada.

– EZAREL...

– Está gostando do meu pau safada?

– Oh sim... – ele riu e saiu de mim lentamente e voltou com força, eu gritei alto e ele gemeu repetindo o movimento.

Saindo lentamente e voltando com força, meu corpo inteiro pulsava e tremia e minha boceta parecia levar choques de prazer, acho que se gozasse de novo eu desmaiaria, mas ele parecia estar cheio de gás. Senti uma palmada forte na bunda e empinei para trás.

– Isso humana, empina esse rabinho e rebola pro mestre aqui.

– Oh EZAREEEL... – gemi e rebolei o sentindo começar a se mover mais rápido, seu pau entrando e saindo e rodando dentro de mim.

– Isso sou seu mestre, agora rebola vadia, rebola gostoso.

– Sim ezz. . Mestre... – rebolei como uma vadia, enquanto ele dava tapas em minha bunda e gemia meu nome, seu pau pulsava e gozava dentro de mim, e minha boceta já mastigava seu membro.

Pela terceira vez gozei de novo e fiquei largada na cama.

Ele saiu de dentro de mim e se jogou ao meu lado, tão acabado quanto eu.

– Feliz aniversario Ezarel! – Falei já de forma envergonhada ao lembrar tudo que avia acabado de fazer com meu chefe

– Devo dizer que adorei sua surpresa Stella! – nos olhamos intensamente demonstrando que ainda avia desejo de continuar.

–Já que você se deu de presente para mim Stella saiba que vou tela para mim por muito tempo. – ele começou a me beijar e recomeçamos tudo novamente.

 

Talvez não tenha sido uma ideia tão ruim assim me dar de presente para meu chefe, aproveitei cada minuto da noite que se passou, sabendo que agora eu pertencia a Ezarel, e que toda essa loucura se tornaria comum para nos dois.


Notas Finais


Espero do fundo do coração que tenham gostado, ate uma próxima povo!!


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