História Doce Tentação - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Manuel Neuer, Mario Götze, Thomas Müller
Exibições 213
Palavras 1.606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Esporte, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, pessoas!
Estou de volta...
Espero que vocês gostem do capítulo de hoje!

Capítulo 10 - "Visita Inesperada!"


Uma semana tinha se passado desde o dia que encontrei o Manuel com sua ex - ou atual, não sei bem-.

Ele não me procurou, não mandou mensagem, ou sequer ligou, simplesmente desapareceu. Eu soube, pelo meu irmão, que ele tinha viajado para a casa de seus pais.

Fiz questão de não me lembrar dele - se bem que às vezes meu cérebro não contribuía, mas podemos esquecer essa parte -, ele foi apenas mais um idiota em minha vida, e não voltaria a me envolver com aquele calhorda.

Era claro como água, para mim ele tinha sido o errado de toda aquela situação. Eu não queria me apegar, e tinha o deixado ciente disso, mas isso não significava que ele poderia dormir com qualquer uma que aparecesse pela frente.

Ele tinha que ter ao menos consideração por mim, que estava junto a ele no evento anteriormente.

Eu estava sozinha em casa, pois Thomas tinha saído com Lisa, foram passar o final de semana com nossos pais, já eu, como estava brigada com o falso moralista do meu pai, preferi poupar minha mãe de qualquer desavença e aborrecimento, e acabei ficando em casa.

Já era mais de onze e meia da noite e eu estava no sofá embaixo do edredom, assistindo um filme de romance - nas telinhas era bem melhor que na vida real, com certeza -, e sendo acompanhada pela minha taça de vinho. Nada poderia ser melhor que aquilo.

No melhor momento do filme, ouvi a campainha sendo tocada e fui obrigada a me levantar para atender quem quer que fosse.

Quando cheguei à porta dei de cara com um loiro, um tanto molhado pela chuva que estava caindo incessante lá fora, me olhando fixamente com aqueles lindos olhos azuis.

- O que você faz aqui, Manuel? - perguntei o encarando, sem ao menos convidá-lo para entrar.

- Posso entrar? - não deu atenção a minha pergunta e se manteve sério.

- Não, Manuel. Não pode. - disse firme.

- Facilita, Bárbara! Vim aqui só para falar com você, será que você poderia contribuir e conversar comigo como uma pessoa civilizada? - havia seriedade tanto em sua expressão quanto em sua voz.

- Mas eu não quero falar com você, babaca! - me alterei um pouco. Num piscar de olhos, ele me puxou pela cintura colando meu corpo no seu. - Me solta, seu idiota! - falei baixo, mas ainda firme. Seu rosto estava a centímetros do meu.

- Me xinga mais! Vamos! - me desafiou olhando no fundo dos meus olhos. - Vamos Bárbara, estou esperando. - provocou ainda mais.

- Manuel, me solta. - falei séria.

- Não vou te soltar, Bárbara. - ele segurou meus cabelos firmemente. - Muito pelo contrário. - sussurrou antes de me beijar ardentemente.

No começo tentei não ceder a ele, mas acontece que eu estava lidando com Manuel Neuer, um dos caras mais lindo que eu conhecia e o que tinha mais pegada também.

Então, poucos segundos depois estávamos nos beijando loucamente. Ele fechou a porta e eu impulsionei para colocar minhas pernas ao seu redor.

Os toques bruscos e a forma violenta em que nos beijávamos mostrava como cada um estava tentando descontar no outro suas frustrações.

Quando dei por mim, estávamos nos sofá, ele acomodado e eu sentada em seu colo.

- O que você quer comigo, idiota? - perguntei ofegando assim que paramos de nos beijar.

- Não diz nada, Bárbara. Depois a gente conversa. - falou e atacou meu pescoço e colo.

Nossas peças de roupas foram rapidamente tiradas e ele começou a me provocar, mantendo longe a parte de meu corpo que eu mais queria perto.

- Babaca! - sussurrei perto de seus lábios e ele apenas sorriu.

Iria tirar aquela graça dele logo.

Encostei minha boca na sua e capturei seu lábio inferior com meus dentes, o mordendo um tanto forte.

- Ai... - resmungou e foi minha vez de sorrir maldosa.

Ele apertou minha bunda com força e entrou em mim de uma vez só.

Eu queria extravasar. A imagem dele com sua ex não saía da minha cabeça e eu não sabia o porquê. Minha vontade era de bater muito nele, mas me contentei em dar apenas um tapa em seu rosto.

Ele me olhou espantado pelo tapa que não tinha sido forte, mas também não poderia dizer que tinha sido de leve.

Parecíamos dois animais em plena disputa, se consumindo, tirando o máximo do outro e dando o máximo de si.

Depois de um tempo chegamos a um ápice delirante, diria até que foi mais intenso que outros que tive com ele.
Manuel deixou a cabeça descansar no encosto do sofá e eu me larguei em cima de seu corpo. Seu cheiro másculo era viciante e ficar ali, descansando em seu corpo e sentindo seu aroma não era uma má ideia.

- Tá mais calma agora? - perguntou depois de uns minutos, descendo e subindo a mão em minhas costas, me acariciando. Seu tom era meio zombateiro.

- Você estava bem melhor calado. - resmunguei em seu pescoço e dei uma forte mordida em seu ombro.

Sua pele tão branquinha ficou vermelha na hora, e a marca dos meus dentes estava ali.

- Sua filha da mãe... - falou e passou a mão, que antes estava em meus cabelos me fazendo cafuné, no local, analisando o que eu tinha feito.

- Você merecia muito mais. - falei convicta. Ele tirou sua atenção do ombro mordido e fixou os olhos nos meus.

- O que eu fiz? Você pode me dizer? Porque eu até hoje não entendi sua reação daquele dia. - disse de forma mais séria.

- Eu só achei injusto. Até aquele dia eu não tinha ficado com mais nenhum homem enquanto estava ficando com você. E você lá, pousando com sua ex. - meu mau humor estava de volta.

- Até aquele dia? Então quer dizer que você ficou com outro cara daquele dia pra cá? - perguntou inquisitivo com a sobrancelha arqueada.

- Não lhe interessa. - revirei os olhos. - E não foge do assunto.

- Eu não estou fugindo do assunto, Bárbara, mas a gente não tinha um acordo de fidelidade, pelo que me lembro. - falou passando a mão no rosto, um tanto sem paciência.

- E eu achei que tinha ficado implícito. - eu disse.

- Então você está chateada por achar que eu transei com a Nina? - nos encarávamos.

- Também. - respondi com a cara fechada.

- Já que é isso, pode desfazer bico. - riu de lado.

- Eu não estou fazendo bico. - retruquei.

- Está, sim. E pode tratar de desfazê-lo, pois a gente não transou, ou qualquer coisa assim. Quando eu voltei para casa, só você veio a minha mente, e eu mandei ela ir embora. - disse tranquilo.

- Vocês não tiveram nada? - perguntei desconfiada.

- Nada. - confirmou.

- Hum... - resmunguei, pensando se acreditava ou não.

- Somos amiguinhos de novo? - falou com uma expressão infantil e eu não resisiti, tive que rir.

- Somos, seu loiro lesado. - o abracei e mordi seu pescoço.

- Nossa, Bárbara! Hoje você está muito violenta, meu Deus! - me apertou em seus braços e beijou meu pescoço.

- Eu sei que você gosta... - dei um selinho nele e mordi seu queixo, sua barba de um dia me fazia cócegas.

- Gosto na hora do sexo, o que é totalmente diferente da gente estar aqui conversando na boa e do nada você começa a me morder. - disse como se explicasse algo a uma criança.

- Mas você é tão macio e gostoso. Tenho vontade de te morder todinho.  - falei o que pensava e ele riu.

- Você é doida, Bárbara. - disse sorrindo. - Outro dia deixo você me morder. Hoje quero me acabar no seu corpo. Senti sua falta! - deu uma pausa, como se esperasse eu dizer algo.

- Nem adianta que eu não vou dizer que senti falta de você. - revirei os olhos. - Você fez errado, tem que arcar com as consequências.

- Ainda acho que não fiz nada de errado, mas prefiro me calar para evitar briga.

******

Acabamos passando a noite conversando e fazendo umas coisinhas a mais, claro.

Pela primeira vez dormimos juntos, pois estava muito tarde e a chuva continuava a cair lá fora.

Deitamos enrolados um ao outro para descansar um pouco e acabamos apagando ali mesmo, no sofá da sala, usando apenas o edredom para esconder nossa nudez.

Acordei lentamente e estava deitada sobre o corpo macio de Manuel, que ainda dormia. Comecei a dar lambidinhas em seu mamilo e percebi que ele se arrepiava, em um minuto ele estava com os braços ao meu redor, apertando meu corpo contra o seu e nos virando, me deixando por baixo dele.

Estávamos na maior pegação, minha mão estava apertando sua bunda e as suas, estimulando meus seios. O cobertor já tinha sido jogado para longe há um bom tempo.

- Meu Deus! - de repente ouvimos uma exclamação vinda da porta, aquilo nos assustou.

Num momento Manuel estava em cima de mim, no outro, estatelado no chão, buscando alguma coisa que pudesse esconder seu corpo nu.

E o flagra se repetia!

Só que daquela vez foi pior, pois estávamos sem roupa alguma e quase transando loucamente no sofá da casa do meu irmão.

- Vocês poderiam me explicar o que está acontecendo? - Thomas acabou de adentrar a casa.

Manuel estava com uma manta cobrindo as partes principais e tinha acabado de jogar o cobertor para mim.


Notas Finais


E aí, gente? O que acharam?
Beijos e até o próximo capítulo!!


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