História Doce Tentação - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Manuel Neuer, Mario Götze, Thomas Müller
Exibições 117
Palavras 1.823
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Esporte, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, povo lindo!!
Peço mil desculpas por toda essa demora, e quero dizer que não os abandonei... Vou voltar a postar normalmente.
Mil beijos ♥♥♥♥
Espero que gostem do capítulo!

Capítulo 11 - "Não temas"


- Acho que eu estou traumatizado... - assim que chegamos à sala de jantar, Thomas falou pensativo, olhando para o nada.

Ele tinha nos dado um tempo para tomarmos um banho e ficarmos "compostos", como disse ele.

Sentei-me à mesa junto a Thomas e Lisa e convidei Manuel para se juntar a nós:

- Vamos tomar café, Manuel! Senta! - apontei para a cadeira ao meu lado.

- Não. Obrigado, Bárbara. - me olhou rapidamente. Ele parecia um tomate de tão vermelho. - Desculpa mesmo, Thomas. Isso não vai se repetir. - falou rápido sem olhar qualquer pessoa que estava naquela mesa.

- Tudo bem, cara. Tirando o fato de que eu estou um tanto traumatizado, está tudo bem. - meu irmão respondeu com naturalidade. - Só queria te avisar que a Bárbara tem um quarto, e que nele tem uma cama. Vocês realmente não precisavam utilizar meu sofá novo. - ele suspirou. - E a propósito, eu vou te mandar a conta do sofá que vou comprar, pois naquele ali eu não sento mais.

- Nossa, que infantil, Thomas! Deixe sua irmã ser feliz. E fique satisfeito  por ela estar ficando com seu amigo e não com um qualquer. - Lisa disse.

- Não estou reclamando disso. Por mim, eles se casam hoje mesmo. Só não quero que transem em meu sofá. - disse indignado. - E outra, pela Bárbara não, que eu cresci a vendo sem roupa, mas eu não precisava ver o Manuel pelado.

- Mas vocês não tomam banho nos vestiários, e se veem pelados sempre? - perguntei.

- No vestiário não tem motivos para que ele fiquei duro, Bárbara. Está aí a diferença. - meu irmão fez careta e eu e minha cunhada fomos obrigadas a rir.

- Bom, gente, eu já estou indo. - Manuel falou e eu quase tinha me esquecido de sua presença ali.

- Tá cedo, Manu! - falou Lisa.

- Não, Lis. Eu preciso resolver umas coisas em casa. Tchau! - se virou rapidamente e quando o alcancei, ele já estava na porta.

- Tchau, loiro! A noite foi ótima. - falei sorrindo.

- Tchau, minha doidinha! - ele disse e me puxou para um abraço assim que estávamos do lado de fora da casa, e logo depois me deu um beijo de tirar o fôlego.

- Mais tarde eu te ligo para combinarmos alguma coisa, pode ser? - perguntei.

- Pode sim, vou ficar em casa o dia todo. - disse e logo me deu um selinho e foi embora.

******

Estava tirando minha soneca da tarde, logo após o almoço, quando meu celular começou a tocar  incessantemente.

Pelo visto tinha me esquecido de colocá-lo no modo silencioso.

Olhei a tela e vi que era Manuel quem estava me ligando.

- Oi. - atendi com uma voz rouca de sono.

- Oi, Bela Adormecida. - ele disse com uma voz risonha.

- Você me acordou, cretino. - falei mal-humorada, enfiando o rosto no travesseiro.

- Desculpe! - ele disse. - Mas você me disse que me ligava para combinarmos alguma coisa, e até agora não me ligou, achei estranho.

- Eu estava descansando. - me sentei na cama e bocejei.

- Ainda bem que já descansou, porque daqui a pouco vamos sair. Passo aí em trinta minutos, esteja pronta.

- Aonde vamos? - perguntei curiosa.

- Ao shopping. - respondeu. - Tchau! - depois disso, ele desligou a chamada.

******

Vinte e cinco minutos mais tarde eu já estava arrumada e esperando Manuel.

Aquele sábado estava menos frio que o de costume para aquela época do ano, então optei por vestir uma calça de moletom cinza, uma blusa branca de manga e tênis preto, e adicionei um colete jeans que eu amava.

Peguei minha bolsa de lado, assim que ouvi uma buzina, Manuel tinha chegado para me buscar.

No momento em que saí de casa, vi o goleiro encostado ao seu carro, um SUV preto que era sua cara: lindo, discreto e grande.

Quando eu cheguei perto dele, ele me puxou pela cintura e colou nossos corpos. Passei minhas mãos pelo seu tronco largo e me agarrei a ele ainda mais sentindo seu cheiro.

- Vamos? - ele perguntou depois de me soltar de um abraço apertado, beijando a minha testa.

- Vamos! - respondi já entrando no carro. - Quais são seus planos mesmo? - perguntei depois de um tempo.

- Tô precisando de umas roupas e vou comprar uns livros. - me respondeu. - Se quiser, a gente pode assistir a um filme.

- Não sou muito fã de cinema... Mas você pode me levar para comer um hambúrguer bem grande e gorduroso. - levantei a sobrancelha como se tivesse o desafiando e me virei no banco para olhá-lo.

Manuel riu e fez um gesto afirmativo.

- Tudo bem. - falou.

******

Assim que chegamos ao shopping fomos direto a uma loja de roupas masculinas.

- Barby, vamos ver umas camisas. - me puxou pela mão.

Era a primeira vez que ele me chamava pelo apelido, e um sorrisinho idiota insistiu em aparecer sem motivo algum.

Fomos até umas araras e eu ia lhe mostrando algumas peças, ele dizia das quais gostava ou não e íamos separando as que ele experimentaria.

Enquanto ele foi ao provador, fui escolher umas cuecas para Manuel - a pedido do próprio, diga-se de passagem.

Depois de mais de duas horas e inúmeras peças de roupas compradas, fomos em direção à livraria. O loiro tinha me prometido que depois iríamos comer, então fiz questão de apressá-lo.

Ele tinha grudado nossas mãos, despretensiosamente, mas não deixei de rir por isso.

Eu estava com uma toca cinza e meus óculos Ray-Ban, e Manuel estava com seus óculos modelo aviador e um boné preto que o deixava ainda mais lindo.

Quando chegamos à livraria, a atendente foi muito solícita e entregou os livros que Manuel já tinha escolhido, ou seja, fomos ali só para buscar sua encomenda. Ele até me perguntou se eu iria querer algum livro, mas o respondi que não, pois queria comer logo.

Já era umas quatro horas da tarde quando chegamos à praça de alimentação, de vez em quando uma ou outra pessoa nos encarava, mas ninguém tinha se aproximado ainda.

Nos sentamos em uma mesa mais afastada e fizemos nossos pedidos. Eu escolhi um grande hambúrguer, um milkshake de morango e muita batata frita; Manuel tinha uma dieta a seguir, então pediu apenas um suco de laranja e dois sanduíches de peito de peru, o que eu considerava pouca comida, já que o loiro tinha quase dois metros de comprimento.

- Sério que você não quer nem um pedacinho? - perguntei a ele, estendendo meu hambúrguer em sua direção.

- Não posso, Bárbara, já disse. - falou revirando os olhos.

- Tudo bem! Só tentei ser legal... Você não tira os olhos do meu lanche, achei que seria legal de minha parte te oferecer um pedacinho. - revirei os olhos também, imitando seu gesto.

Assim que terminei de falar, uma criancinha parou ao lado do Manuel.

- Oi! - o menininho de no máximo cinco anos falou olhando para o homem a sua frente. - Você é o Manuel Neuer? - perguntou.

Por causa do boné do Manu, o garotinho estava em dúvida.

- Sou, sim. - o goleiro respondeu e riu, voltando toda sua atenção para a criança. - E você, quem é?

- Meu nome é Henry. - falou um pouco envergonhado, mas seus olhos brilhavam de animação.

- Então quer dizer que você me conhece, Henry?! Você torce pelo Bayern?

- Sim. - sorriu lindamente ao responder. - Você pode dar um autó... Au... Autóga... - o menininho tentou falar o que eu acredito ser autógrafo, mas não conseguiu e coçou a cabeça cheia de cabelos escuros e eu sorri de tamanha fofura.

- Um autógrafo? - Manuel perguntou sorrindo e Henry balançou a cabeça em afirmação. - Olha, você tem uma camisa minha. - observou quando o menino já tinha colocado uma caneta nas mãos do goleiro e virado de costas, o sobrenome do meu “amigo” estava estampado em sua roupa.

Manuel autografou sua camisa e Henry se virou para nós dando um sorriso.

- Obrigado! - agradeceu.

- Eu mereço um abraço? - Manu perguntou e eu sorri vendo a cena do abraço dos dois.

- Tchau! - ele disse se afastando, nos deixando bobos com sua beleza e fofura.

- Que lindo, Manu! - falei sorrindo e ele concordou. - Vamos? - perguntei assim que terminamos de comer.

- Vamos! - pagou a conta e se levantou, pegando em minha mão logo em seguida, nos guiando à saída do shopping.

******

- O que essa cueca o elefante está fazendo aqui, Bá? - Manuel me perguntou, me dando um apelido diferente do que todos me chamam.

Já tínhamos chegado a sua casa. Ele estava tirando compras das sacolas eu estava esparramada em sua cama o olhando.

Tive que rir da cara que ele fez ao olhar a cueca que eu tinha comprado junto às outras.

- Você não gostou? - me fiz de inocente.

- Que sem noção, Bárbara. - eu não me aguentei e comecei a rir e ele me seguiu. - Você não quer que eu vista isso, né? - perguntou levantando uma sobrancelha.

- Se eu comprei, é porque eu quero. Tô louca pra te ver vestido nessa cueca de elefantinho, Manu! - ri e me afundei em seus travesseiros, ficando de bruços.

- Nem vem! Isso não vai acontecer, pode esquecer. - terminou de colocar as roupas no cesto para serem lavadas e se jogou em cima de mim, sem soltar todo o seu peso.

Ele deu uns beijinhos em meu pescoço, mas logo foi se deitar os meu lado na cama. Me arrastei, colocando minha perna em cima das suas e me deitei em seu tronco, enterrando meu rosto em seu pescoço cheiroso, ficando daquele jeito por um tempo, sem dizer nada.

- O que aconteceu? - Manuel me perguntou passando a mão em minhas costas, num carinho lento que só ele sabia fazer.

Suspirei.

- Amanhã é aniversário da minha mãe. - fechei os olhos após falar.

- Sério?! Você vai a casa dela para vê-la? - sua voz era preguiçosa.

- Não vou. O marido dela faz questão de proibir minha entrada em sua casa e minha mãe simplesmente não sabe se impor. Então fica por isso mesmo. - sorrio amargamente.

- Tente falar com ela pelo menos, Bá. Tenho certeza que ela ficará muito feliz. - ele passou os braços ao meu redor e me apertou em seu abraço que me trazia, acima de tudo, segurança.

- Vou ver... - falei.

- Qualquer coisa eu estou aqui, de braços abertos para você. Não temas. - sussurrou bem baixinho a última frase em meu ouvido.

O abracei bem forte, me perguntando como um homem podia ser tão perfeito daquela forma.


Notas Finais


O que acharam??
Espero que tenham gostado!!
Até o próximo, beijos!!


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