História Doce Vingança - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lu Han, Sehun
Tags Chanbaek, Colegial, Exo, Vingaça, Yaoi
Visualizações 221
Palavras 1.962
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ora, ora
Eu estou tão feliz com esses 200 fav, eu não fazia ideia que ia chegar onde chegou, acho que tem um olho na minha lágrima.

Aqui tem um especial muito bom para vocês

Capítulo 17 - Especial: Doce KaiSoo 2


Eu não acredito

Eu não consigo acreditar na cara de pau do Baekhyun.

Como ele teve a cara de pau de dizer na minha cara que eu não era um bom amigo, só porque eu não contei a ele que perdi minha virgindade com Jongin, sinceramente, e ainda vem o Chanyeol e diz que ele e o Baekhyun tranzaram, sinceramente. Ele não pode nem me culpar por nada, na manhã seguinte a qual eu perdi minha virgindade, ele estava todo puto com alguma coisa e nem me contou o que era e nem queria falar comigo e depois que ele resolveu voltar a falar comigo, ele só falava de Chanyeol pra cá, Chanyeol pra lá e eu como bom amigo o escutei, eu deveria mesmo era meter a mão na cara dele pra largar de ser um lesado e perceber que o Chanyeol gosta dele, todo mundo sabe disso menos ele, porque é um idiota.

Na atual situação, eu me encontrava em um restaurante devorando um hambúrguer com Jongin ao meu lado, comendo também um hambúrguer.

-Amor, come devagar, assim você vai engasgar! - Disse Jongin.

-Não! Não tô' nem aí, eu tô' muito puto com aquela puta no cio - Falei de boca cheia mesmo, estava muito puto para formalidades.

-Que puta no cio? - Perguntou confuso.

-O Baekhyun - Respondi e acidentalmente cuspi um pedaço de hambúrguer na mesa e sem ligar muito, peguei da mesa e o comi de volta.

-Amor! Come devagar - Me repreendeu Jongin.

-Me desculpe e que eu estou tão chateado com ele - Disse quando terminei de engolir o pedaço que havia mordido - Ele fica fazendo cú doce pro Chanyeol, só fala do Chanyeol e ainda por cima vem me falar que eu sou um mau amigo? Eu devia dar na cara dele.

-Relaxa amor, essa briga de vocês é passageira, logo logo vocês se resolvem.

-É, talvez a gente só precise de um tempo separados - No fundo, eu só queria o Baekhyun de volta, sem o Chanyeol, ou até mesmo o Jongin, queria que as coisas voltassem ao normal.

Depois de devorar dois hambúrgueres e três copos de milkshake, fomos para minha casa.

-MÃE CHEGUEI - Gritei assim que entrei, mas não houve resposta alguma - MÃE TÁ EM CASA? - Nada novamente.

Andei pela casa a procura dela e não a achei, fui até a cozinha procura - lá e encontrei um bilhete.

*Kyung, eu fui para a casa de sua vó, parece que ela não está bem.* *Volto segunda feira.*

*Tem comida na geladeira e eu deixei dinheiro na dispensa. Pode chamar seus amigos pra ficar com você.*

*Comporte - se.*

*Mamãe.*

-O que é isso? - Diz Jongin surgindo do nada atrás de mim.

-Ai menino, que susto. E um bilhete da minha mãe, parece que minha vó está doente e ela foi lá cuidar dela.

-Ah que pena.

-Temos a casa toda pra gente até segunda feira - Falei e Jongin me olhou com malícia.

-Vou em casa buscar minhas coisas e já volto - Me deu um selinho em foi embora.

Enquanto esperava Jongin voltar, decidi tomar um banho, relaxar o corpo. Assim que terminei o banho, fui direto para cozinha e nem sei exatamente porque, não estava com fome, abri a geladeira e fui olhando os pedaços de carne cortados, um kimchi provavelmente feito por ela e algumas besteiras. De repente, eu lembro de Baekhyun e sem conseguir segurar, acabei chorando, eu queria meu Baekhyun de volta, queria ele aqui comigo, comendo tudo isso.

Sinto alguém me abraçar por trás, o que me deu um medo, já pensou era um assassino? Mas na verdade era Jongin.

-Shh, eu sei que você sente falta dele - Me virou de frente e me abraçou, me encolhi em seus braços e chorei mais ainda.

'''---'''

Minha tarde foi resumida em choro, sorvete, doramas e ficar deitado de conchinha. Ficamos a tarde toda deitados na minha cama assistindo algum dorama.

-Amor, eu estou com fome - Disse Jongin de repente.

-Vamos fritar a carne que mamãe deixou na geladeira e comer com kimchi e lamen - Chega aguei só de pensar.

-Não é essa fome que eu estou falando - Ele me deitou na cama e se pôs em cima de mim, eu apenas ri observando seus movimentos - Tem tanto tempo que a gente não brinca - Começou a distribuir beijos pelo meu pescoço, prendendo minhas mãos acima da cabeça - Estou com saudade de sentir você - Comecei a sentir meu pênis dando sinais.

Começamos a nos beijar, enquanto Jongin tirava nossas roupas, quando já nos encontrávamos nús na cama e estávamos praticamente nos esfregando enquanto ainda nos beijamos, que Jongin do nada parou de me beijar e sussurrou em meu ouvido:

-Amor, fica de quatro pra mim - Arregalei os olhos e por um instante, não sabia o que fazer.

-O que? Pra que?

-Quero fazer uma coisa com você.

-Que coisa?

-Deixa eu fazer logo.

-Ai nossa! Tá bom.

Fiquei na posição que ele pediu e meu Deus, que constrangedor, eu senti meu rosto queimando em vergonha, mas quando senti a mãos de Jongin segurarem minhas nádegas abrindo e fechando, não pude deixar de arfar.

-Jongin o que você está fazen... Ahh, que delícia - Não pude evitar de gemer, quando ele colocou a língua em meu buraquinho, ora chupando, ora lambendo.

Eu me sentia no paraíso, aquela era a melhor sensação que eu já senti na minha vida, eu sentia que poderia gozar a qualquer momento, comecei a praticamente rebolar na cara de Jongin a procura de mais daquela sensação, meu corpo começou a tremer e meus gemidos viraram gritos, segurei fortemente o lençol, me empinei rebolando mais e quando já estava quase gozando, senti sua mão começar a masturbar meu pênis e aí eu não consegui segurar mais e gozei intensamente, meu corpo todo tremeu e um choque elétrico de sensações maravilhosos percorreram todo meu corpo, esse fora com certeza o melhor orgasmo da minha vida.

Meu corpo praticamente caiu na cama, apenas não, por Jongin estar segurando meu quadril.

-Ainda não acabou meu amor - Disse e posicionou seu membro em meu buraquinho e por ainda estar sensível ao recente orgasmo, gemi com seu toque íntimo.

Sem muita enrolação, ele começou a me penetrar.

Meu Santo Deus, doeu pra cacete, não me lembrava da dor, mas já que estamos aqui não vamos parar.

Quando já estava completamente dentro de mim, ele ficou um tempo parado, suas mãos passearam pelo meu corpo e pararam em meus mamilos, gemi manhoso enquanto ele apertava meu botãozinho entre o indicador e o dedão, sua outra mão foi até uma de minhas bundas e começou a apertá-la, gemi mais manhoso ainda, mas quando sua mão foi para o meu membro, eu não me segurei, comecei a estocar sua mão, consequentemente fazendo seu membro entrar e sair de dentro de mim. O ouvi gemer perto do meu ouvido e começou a me estocar sem parar seus movimentos em meu pênis.

Suas estocadas eram rápidas e alucinantes, eu o sentia pulsar e cada vez que ele entrava, ia mais fundo e mais fundo, segurei na cabeceira da cama e comecei a impulsionar meu quadril na direção de suas estocadas e quando eu fiz isso, ele foi tão fundo que acertou em algum lugar, que me fez revirar os olhos e gritar pedindo por mais.

-De novo Nini, faz isso de novo, ah isso - Começou a acelerar mais seus movimentos, -se é que era possível- enquanto eu empurra meu quadril em sua direção.

Quando novamente ele acertou esse lugarzinho mágico, segurei na cabeceira da cama e empurrei meu quadril, quase que sentando em seu colo, quando senti que seu pênis ainda pressionava meu pontinho doce, comecei a rebolar sentindo sua glande se friccionar com meu pontinho doce e eu só conseguia gritar pedindo por mais. As mãos de Jongin foram até minhas nádegas e começou a aperta-las me ajudando a rebolar mais.

Sem conseguir aguentar mais eu gozei novamente e mais intenso do que a primeira vez e enquanto eu ainda gozava, Jongin começou a me estocar freneticamente atrás de seu próprio orgasmo, consequentemente prolongando o meu. Senti seu gozo me preencher e gemi dengoso.

Quando ele se retirou de dentro de mim, praticamente me joguei na cama, já me preparando pra dormir.

-Não, não, não, vamos banhar primeiro e trocar o lençol - Disse Jongin me levantando.

-Ah eu quero... - Comecei a dizer, mas o resto da minha frase se tornou resmungos que nem mesmo eu compreendi.

-Vem eu vou te dar banho - Me levantou e me segurou no colo me levando até o banheiro.

Como disse, ele me deu banho, com direito a esfregada nas costas e tudo, quando ele terminou de me banhar e se banhar, ele saiu do banheiro e disse que já voltava. Depois de um tempinho, ele voltou com duas toalhas e duas cuecas.

Com todo o carinho do mundo, ele me secou e me vestiu, e quando terminou de se vestir e arrumar a baguncinha que fizemos no banheiro, novamente ele me pegou no colo e me levou de volta para o quarto.

Me deitou na cama, -e percebi que os lençóis já estavam trocados- se deitou ao meu lado, nos cobriu e me abraçou como se eu fosse um ursinho de pelúcia.

-Eu te amo Kyung - Disse de repente fazendo meu coração acelerar, quase que saindo pra fora do meu peito.

-E-e-eu também t-te amo Nini - Falei apertando seus braços que estavam ao redor de minha cintura.

E então me entreguei ao sono.

'''---'''

-NINI EU TÔ COM FOME - Eu acabará de acordar e meu estômago já reclamava. Passei a mão sobre o colchão e não senti o corpo do grandão lá - NINI, CADÊ VOCÊ?

-Eu tô aqui amor, para de gritar - Disse aparecendo do nada na porta do quarto - Eu já fiz o almoço, vem comer.

-Almoço? Que horas são?

-Já é uma e meia da tarde - Disse e saiu.

Nossa como eu dormi, saí do quarto e fui direto para a cozinha, onde Jongin havia fritado a carne, esquentado o kimchi e feito bolinho de arroz, sem pensar duas vezes fui direto pra mesa comer.

Passamos o resto do dia morgados no sofá, conversando, rindo, nos beijando, trocando carícias mais íntimas e acabando por dormir lá mesmo.

Agora, nós caminhávamos para ir para a escola.

-Ninguém merece uma segunda feira - Falei enquanto adentrava a escola.

-Quer matar aula na biblioteca? - Perguntou Jongin, já me levando em direção a mesma.

Chegando lá, abrimos um livro qualquer para não levantar suspeitas e ficamos conversando.

-Kyung, eu sei que nunca te perguntei, mas o que aconteceu com seu pai? - Perguntou com um semblante sério.

-Ele nos abandonou quando eu tinha dez anos, mamãe e eu, parece que ele tinha outra família e não amava mais minha mãe, desde então tem sido apenas ela e eu - Disse calmamente.

-Nossa! Eu sinto muito por isso, deve ter sido difícil pra você, que na época era criança.

-Nem tanto o Baek... O Baek, ele... Ele estava do meu lado o tempo todo - Senti meus olhos se encherem de lágrimas e sem permissão elas começaram a rolar, Jongin nada disse, apenas me abraçou.

Só agora eu percebi o quanto Baekhyun me fazia falta, desde sempre ele esteve comigo, dos bons até os maus momentos, ele sempre me apoiou e me motivou a seguir em frente. Eu precisava do meu Baek de volta.

Quando o sinal tocou, fomos para a sala, enquanto eu me dirigia até o meu lugar, fiquei pensando em como eu voltaria a falar com ele, talvez eu compre uma pizz...

O QUE AQUELA BIXA DESNATURADA ESTÁ FAZENDO COM MEU BAEKHYUN?

NÃO ACREDITO NO QUE ESTOU VENDO...

A DESGRAÇADA DO MINSEOK COM O MEU BAEK.

AGORA A PORRA VAI FICAR SÉRIA.

AH SE VAI.


Notas Finais


O Soo sente saudades do Baek, dói o coração ver ele assim.

Gente o que acharam? Comentem para eu ver.
Amo vocês


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