História Doces Carícias - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Amor Doce
Tags Amandre, Amor Doce, Bdsm, Daddy, Ddlg, Little Girl, Lysandre, Lysandre Muun
Exibições 567
Palavras 3.569
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Hentai
Avisos: Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OI GENTE! TUDO BEM?
Sei que estou há algum tempo sem postar, estive extremamente ocupada nessas últimas semanas e ainda passei por um bloqueio criativo, ou seja: merda, merda, merda :/

Ainda assim, esse final de semana tive ideia para essa One e decidi escrevê-la como forma de voltar a ativa, pretendo atualizar todas as minhas fics pelo menos até o final da próxima semana e voltar a postá-las com frequência. Aos meus leitores, me perdoem a demora T_T

AGORA VAMOS FALAR DE COISA BOA
Após receber a benção e ajuda das Deusas amigas e escritoras @ChelePlushie (que por sinal me deu a ideia do título e me ajudou na sinopse), @Musalinn, e @Ankhy, estou pronta para revelar essa primeira tentativa de DDLG (Daddy dom little girl) QUE NÃO TEM NADA A VER COM PAI E FILHA, só para não deixar mal entendidos aos que não conhecem <3 IUAEHIUAEHIUAEHIUAHE então, não se assustem, vcs sabem que eu não sou loka!

Aliás, MIL obrigadas a @Piscyan que fez essa capa maravilhosa, socorro você é tipo, INSUPERÁVEL <3

Sem mais delongas, deixo-lhes com AMANDRE!!!
Até as notas finais <3

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Doces Carícias

Chegar em casa cansada e estressada do trabalho já não era mais nenhuma surpresa para Amanda Spivak, principalmente nos últimos dias. Há pouco tempo fora convocada para liderar uma equipe de cientistas, mais especificamente, físicos experimentais, e isso estava deixando-a mais pressionada do que nunca, pois trabalhar sozinha era sua maior especialidade.

Com as mãos trêmulas, a jovem girou a chave na porta e pôde adentrar seu apartamento como se fosse o melhor lugar do mundo, e não deixava de ser. Sabia que a partir daquele momento todo o seu estresse iria dormir e só voltaria no dia seguinte. Pode ser um pouco estranho admitir que, para isso, ela dependia unicamente de uma pessoa, a qual não estava presente na sala de estar como de praxe.

Ecoando pelo apartamento, Amanda pôde ouvir o som alto do teclado vindo do escritório. Não era uma hora que seu noivo costumava trabalhar, e ela sabia que, se ele estava escrevendo, é porque os prazos estavam se esgotando.

Desanimada, mas decidida a não atrapalhar com seu egoísmo, Amanda nem se deu ao trabalho de comer, tomar banho, ou simplesmente trocar de roupa. Ela seguiu direto para o quarto e se jogou na grande cama de casal, abraçando seu enorme urso panda que era quase de seu tamanho. Ajeitou-se melhor colocando a perna do urso entre as suas, ficando praticamente em posição fetal. Aproveitou brevemente o conforto daquele momento antes de, por fim, pegar no sono.

...

Os dedos de Lysandre já se moviam sozinho pelo teclado, as palavras digitadas eram vistas de forma duplicada pelos seus olhos cansados, ele sabia que já estava na hora de parar, pois se continuasse forçando não ficaria feliz com o resultado final.

Espreguiçando-se na cadeira em frente ao computador, Lysandre finalmente decide dar atenção ao horário marcado no relógio. Arregalou os olhos ao perceber o quão  tarde era, e a preocupação exagerada lhe invadiu ao considerar que sua amada ainda não havia chego em casa.

Levantou-se rapidamente e saiu do escritório com certa agressividade, mas rapidamente acalmou seu coração acelerado ao notar a mulher estirada na cama. Lysandre se aproximou da loira que dormia profundamente, sua posição ocupava praticamente a cama inteira, fazendo com que Lysandre não conseguisse segurar uma curta risada. O fato dela não trocar de roupa não passou despercebido por ele, e rapidamente soube que ela provavelmente nem havia comido.

O platinado se ajoelhou no chão, logo ao lado da cama. Amanda estava de costas para ele, aninhada com o urso panda. Lysandre sentiu uma pontada de ciúmes por saber que não é só com ele que ela dorme desse jeito, mas sua atenção fora rapidamente desviada disso ao ouvir o baixo som agudo que Amanda proferiu enquanto dormia. Lysandre mordeu o lábio inferior e desejou tê-la para si naquele exato momento, mas sabia que não era a prioridade.

Os dedos do garoto dançaram carinhosamente pela bochecha da jovem, que não se moveu um centímetro com o toque. É claro que Lysandre não via problema algum em deixá-la ter sua boa noite de sono, mas algo dentro dele não conseguia ficar em paz com a ideia de que ela não havia cuidado de si mesma desde que chegara do trabalho, e se sentia pior ainda ao saber que falhou miseravelmente ao não exercer essa função naquele dia.

Com toda a gentileza que conseguiu reunir, Lysandre sacudiu a garota de leve.

— Ei, Amanda... — ele sussurrou, sabia que não seria o suficiente para despertá-la, mas não custava tentar.

Amanda proferiu mais um gemido baixo, o toque de Lysandre dessa vez havia surtido efeito, fazendo a garota virar para o outro lado, ainda dormindo. O platinado não queria sacudi-la de forma mais brusca, muito menos falar alto em seu ouvido. Sendo assim, ele decidiu se aproveitar da nova posição da noiva para beijá-la carinhosamente.

De início, os lábios da loira continuaram imóveis, mas Lysandre continuou a umedecê-los, até conseguir adentrar com sua língua. Amanda, aos poucos, começou a correspondê-lo, ainda sem saber exatamente o que estava acontecendo, praticamente continuava a dormir.

— Hmm... - gemeu a garota. — Eu... — tentou dizer, mas além da sonolência, a língua de Lysandre dentro de sua boca dificultava ainda mais.

Percebendo a situação, Lysandre se afastou aos poucos.

— Diga — pediu o garoto, que ainda acariciava o rosto da jovem com delicadeza.

— Eu... ainda não encontrei a equação... — Amanda resmungou de olhos fechados.

Lysandre trancou a risada com um pigarro, ao mesmo tempo em que se apiedou da garota por saber o quanto seu trabalho estava sendo estressante ultimamente.

— Você não precisa se preocupar com isso agora — sussurrou o platinado, Amanda acabou despertando um pouco mais e ameaçando abrir os olhos, mas eles pesavam.

— Estou com fome — a garota reclamou, ainda se esforçando para conseguir abrir os olhos, Lysandre soltou uma curta risada.

— Darei um jeito nisso, mas você precisa se levantar e colocar algo confortável — Lysandre respondeu.

Amanda deu um longo suspiro, ainda de olhos fechados. Em seguida, usou toda a força que tinha para finalmente abri-los, dando de cara com o par de olhos heterocromáticos que tanto amava. O olhar de Lysandre estava fixo na garota, o coração dela acelerou ao sentir isso, aquele rosto gentil que a encarava era completamente e somente dela. Não conseguiu segurar um sorriso com o pensamento, Lysandre sorriu em resposta, depositando um beijo em sua testa.

Amanda ergueu os braços como forma de pedir para que Lysandre a levantasse, e foi o que ele fez. Primeiramente sentando-a na cama, e, por fim, puxando-a para ficar em pé. Amanda caiu nos braços do garoto graças a um pequeno desequilíbrio, eles acabaram ficando abraçados por vários segundos.

— Irei tomar um banho — anunciou a loira, Lysandre assentiu.

— Quando sair, terá uma boa janta a sua espera, depois poderá dormir novamente — respondeu o garoto, fazendo Amanda sorrir. Ela não disse nada, mas sabia que não conseguiria dormir novamente.

Eles se separaram depois de muita relutância, Amanda foi para o banho e Lysandre para a cozinha.

A garota não demorou muito, separou seu pijama mais confortável, que também era o seu favorito, e entrou no chuveiro. Sentiu que deveria ter tomado esse banho desde o começo, pois assim aliviaria o estresse acumulado em suas costas, mas a preguiça que a dominou quando chegou em casa não havia permitido.

Enquanto isso, Lysandre preparava rapidamente dois sanduíches bem recheados que seriam capazes de matar qualquer fome. Ele queria ter feito comida, mas havia se focado demais no trabalho e acabou esquecendo. Naquele momento, o garoto sabia que ser rápido era melhor do que perfeccionista, então optou por algo simples de se fazer.

Ouviu a porta do banheiro ser aberta e nesse momento soube que sua amada estaria esperando por ele, sorriu ao imaginar a reação da garota ao ver o sanduiche e comê-lo com vontade, seu coração acelerava com a ideia dela apreciar tudo o que era feito por ele. Lysandre amava fazê-la feliz, tratá-la bem... mimá-la.

Pegou o prato grande com os dois sanduíches, um copo de coca-cola, e se dirigiu para a sala de estar, onde pôde se deparar com a visão que tanto amava. Amanda estava deitada no sofá, por cima de seu urso panda, com o pijama que ele mais gosta de vê-la usando, por saber o quanto ela o ama. A loira estava com o rosto virado para a televisão, mas era perceptível que não prestava atenção em nada, é como se ela fosse dormir novamente a qualquer momento, se não fosse pela aparição de seu noivo, que despertou sua atenção.

— Isso parece bom — ela disse com curiosidade, levantando a cabeça para enxergar melhor o que havia no prato. Lysandre facilitou ao aproximar-se da garota.

— Eu realmente espero que aprecie — Lysandre respondeu com um sorriso, ele sabia que ela iria gostar, mas mesmo assim fazia questão de ter certeza absoluta.

Lysandre depositou o copo e o prato em cima da mesa de centro para que pudesse se posicionar no sofá de forma confortável. Colocou o grande urso panda para o outro lado do sofá e ocupou seu lugar, Amanda se esticou para pegar o prato na mesinha logo antes de aninhar-se nos braços do platinado.

— Hum... — Amanda gemeu quando mordeu um enorme pedaço do sanduíche. — Sinto que não como há anos — completou.

— Você deveria ter me chamado quando chegou — Lysandre advertiu, a loira deu de ombros e não respondeu, fazendo o platinado suspirar e relaxar no sofá enquanto começava a comer seu sanduíche. — Não acha que esse trabalho está lhe estressando demais?

Amanda parou de mastigar por alguns segundos, engoliu, e o encarou.

— Estou realizando o meu sonho — ela respondeu, um pouco mais séria. — Está tudo bem, o dia apenas foi longo...

— Em qual fase da lua estamos? — Lysandre perguntou.

— Como? — Amanda perguntou em resposta, confusa. Lysandre arqueou uma sobrancelha.

— Você adora a lua... em qual fase estamos? — O platinado insistiu na pergunta.

Amanda parou e refletiu por alguns segundos, ela tentou olhar pela janela mas não estava visível daquele ângulo. Pensou, pensou, e pensou...

— Crescente? Não! Minguante? — Respondeu sem qualquer certeza no tom de voz. Lysandre deu uma curta risada.

— Cheia — respondeu. — Estamos na lua cheia e você nem reparou nela — completou, Amanda ficou ligeiramente chateada consigo mesma. Ela amava a lua cheia... naquele momento ela pôde perceber que o estresse no trabalho estava afetando-a mais do que parecia.

— Certo, talvez eu esteja estressada — Amanda se rendeu enquanto colocava o prato vazio de volta na mesinha de centro. Ela voltou para os braços de Lysandre e se aninhou em seu peito, abraçando-o. — Mas estou melhor.

Lysandre depositou um beijo na cabeça da garota, ele sabia que aquela conversa só iria deixar a situação mais chata, nada poderia mudar o fato de que Amanda precisa trabalhar. Seu único desejo é pelo menos poder descarregá-la.

— Me alcança o Amandre — pediu a garota, despertando Lysandre de seus pensamentos.

— Vai mesmo chamá-lo assim? — O platinado perguntou de forma divertida enquanto pegava o urso panda e o movia para perto.

— Ele está presente em muitos dos nossos momentos, nada mais justo do que dar a ele esse nome — Amanda respondeu como se fosse óbvio. Lysandre riu enquanto assistia a garota brincar com os bracinhos do urso. — Ei... a lua está bonita? — Ela perguntou, ainda entretida no que estava fazendo.

Lysandre colocou dois dedos em baixo do queixo da noiva, e gentilmente a fez encará-lo.

— Magnífica, como o brilho de seus olhos — respondeu. Amanda sorriu com o elogio e desviou sua atenção para a janela, na tentativa de enxergar a lua.

— Sabe... tem um lugar melhor para vermos — Lysandre disse confiante, a loira o encarou.

— E onde seria? — Ela perguntou, mas o platinado não respondeu. Em vez disso, Lysandre se levantou com ela no colo e a colocou no chão.

— Por que não lhe mostro? — Perguntou em resposta, encarando-a com um sorriso.

— Tudo bem — respondeu a garota, que pegou o enorme urso e se dirigiu para o lado do noivo. — Eu deveria trocar de roupa?

— Não será necessário.

Antes de sair, Amanda roubou um pirulito do vidro que havia em cima da mesa de jantar. Era seu doce favorito.

Lysandre a guiou até o elevador, eles subiram até o último andar possível. Amanda já sabia para onde eles iriam, e isso a deixou animada; ela adorava o terraço do prédio. Cada morador tinha uma cópia da chave e ela acredita que quase ninguém além deles costumava usar, pois normalmente conseguiam ficar sozinhos.

— É a sua cara me trazer pra cá — Amanda disse enquanto Lysandre destrancava a porta que levava ao telhado. O platinado sorriu sem encará-la.

— Eu sei que você gosta — respondeu, puxando-a carinhosamente pela mão em direção ao lado de fora.

O vento fresco bateu no cabelo de ambos, a noite estava agradável. Um pouco mais fria que o restante do dia, e eles adoravam isso. Lysandre e Amanda se sentaram encostados numa parede, a garota sentou por cima de seu urso panda, e o platinado tomou o lugar ao seu lado, entrelaçando seus dedos com os dela.

— Tão linda, a lua — Amanda comentou, encantada.

Ela pegou o pirulito que havia consigo e deu para o Lysandre abri-lo. O platinado o fez como se fosse costumeiro, e era. Logo que abriu, colocou o pirulito diretamente na boca da loira. Amanda se encostou em Lysandre e levantou a cabeça para poder apreciar a lua enquanto o platinado a acariciava.

O silêncio entre eles se manteve por um bom tempo, não era incômodo para nenhum dos dois. Apreciavam a companhia do outro e todo o amor que demonstravam através de pequenos gestos. A cabeça de Amanda subia e descia com a respiração de Lysandre, ela sentia levemente em seus fios de cabelo o ar que ele soltava de suas narinas. Enquanto isso, Amanda se concentrava em chupar seu pirulito, fazendo barulhos esporádicos, o que não passou despercebido pelo platinado.

Lysandre começou a prestar atenção em sua noiva que se deliciava com o pirulito de morango, era o favorito da garota. Ao focar sua total atenção nisso, os barulhos proferidos e os movimentos de sua boca levemente avermelhada pelo doce começaram a deixá-lo inquieto. Ele passou a encará-la com desejo, suas mãos fecharam com força em torno dos dedos da garota.

— O que houve? — Amanda perguntou, olhando para cima e dando de cara com um par de olhos penetrantes. Seu coração palpitou.

— Você... — Lysandre sussurrou, passando seus dedos carinhosamente pelo rosto da garota. — Nada.

— Não pareceu nada — Amanda rebateu, confusa. Lysandre sorriu e fez um não discreto com a cabeça.

— Estava apenas lhe admirando, como sempre — confessou o garoto, Amanda o abraçou com força e voltou a prestar atenção na lua.

...

— Queria ter ficado mais tempo — Amanda reclamou quando eles chegaram em casa.

— Podemos voltar lá amanhã, caso não esteja ventando tanto — Lysandre sugeriu, a loira concordou.

— Bom, acho que vou fazer um café...

— A essa hora? — Lysandre perguntou, perplexo. — Está tarde, você vai acabar ficando sem sono.

— Argh... um chá, então — Amanda respondeu insatisfeita, pegando mais um pirulito do pote e indo para a cozinha colocar água para ferver.

Lysandre ficou observando a garota preparar o chá enquanto chupava mais um pirulito. Não era incomum ela saborear o doce, porém, especialmente naquele dia o platinado se sentia cada vez mais inquieto, como se ela estivesse provocando-o propositalmente, como se... ela soubesse que está no controle.

E, para ele, isso não deveria acontecer. Não nessa situação.

Lysandre se aproximou por trás da garota, que estava apoiada na pia, e a abraçou. Amanda relaxou o pescoço quando o garoto passou a beijá-lo.

— H-hmm — gemeu a garota, atiçando ainda mais o platinado.

— Você está me provocando demais hoje, meu amor — Lysandre falou de forma calma, ao mesmo tempo que parecia um sermão. — Não sente-se mal?

Amanda negou com a cabeça e tirou o pirulito da boca para poder falar.

— Estou me divertindo, na verdade — ela respondeu com a voz ligeiramente rouca e provocante.

Lysandre respirou fundo e, por fim, deu meia volta para ir até o quarto. Amanda sorriu pelo canto dos lábios, ela sabia que provavelmente havia conseguido o que queria, esperou pacientemente que ele voltasse enquanto tomava seu chá recém pronto. De costas para a porta, ela foi pega de surpresa quando Lysandre colocou a venda por cima de seus olhos.

— Era isso o que você queria? — Ele perguntou no ouvido da garota, fazendo-a se arrepiar da cabeça aos pés.

— E você não? — Amanda perguntou em resposta. Lysandre a apertou contra si de forma relativamente brusca, fazendo a garota soltar uma curta e baixa gemida com o impacto.

Agora sem enxergar nada, Amanda colocou a caneca de chá na pia e se virou para o platinado. Ela pôde sentir seus dedos a tocarem de leve no rosto, aproveitou a oportunidade para pegar o dedo indicador com a boca e chupá-lo como fizera com o pirulito anteriormente. Em resposta, Lysandre se aventurou com a mão livre por baixo da blusa da loira, que sentiu um calafrio com o toque.

— H-hum...  — ela gemeu em meio a um barulho com a boca, e de repente levou um enorme susto com o tapa estralado e forte que levou na coxa.

— Isso foi pelo gemido — explicou o garoto, fazendo com que Amanda entendesse na hora as condições daquela noite: sem gemidos.

Eles começaram um beijo de língua intenso, o coração da loira batia cada vez mais rápido com a situação, ela estava de olhos vendados e não saberia de onde o tapa poderia vir. Já, para Lysandre, o momento lhe permitiria testar as próprias habilidades, ele queria fazê-la se contorcer e gemer, sem conseguir se segurar.

Amanda agarrou o pescoço de Lysandre com seus dois braços e pulou para seu colo, o platinado a pegou, segurando-a pelas coxas. Eles continuaram se beijando enquanto Lysandre se dirigia para a sala de estar, ele jogou a garota no sofá, que ficou estirada por cima do urso panda. Amanda agarrou o braço do urso e o apertou com força, segurando-se para não gemer com o toque da boca de Lysandre pela sua virilha.

Ele passava sua língua suavemente de forma que a deixava completamente arrepiada, mas ao perceber que ela estava conseguindo segurar os gemidos, deu uma forte e inesperada mordida.

— A-ah! — Amanda não segurou um gemido de dor, o que resultou em mais um tapa estralado na coxa.

Lysandre sorriu ao vê-la morder o lábio inferior enquanto segurava o braço do urso panda como se tentasse transferir toda sua dor e prazer, para que dessa forma eles não se revelassem em forma de gemidos. Mas ele não pretendia facilitar.

O platinado a despiu sem pressa e passou alguns segundos admirando a visão, saber que ela era inteiramente dele o deixava maravilhado.

— O que foi? — Amanda perguntou ao perceber o tempo que Lysandre passou sem se mover, apenas admirando-a, mas isso ela não conseguia enxergar.         

— Oh — Lysandre pareceu despertar, não era tão incomum assim ele se perder em pensamentos, mesmo numa hora dessas. — Estava apenas dando-lhe um tempo para se preparar — completou maliciosamente. Amanda sorriu.

— Me preparar para o que? — Ela perguntou de forma provocante.

— Para isso — Lysandre respondeu enquanto colocava as pernas da garota por cima de seus ombros, passando a beijar carinhosamente a região da vagina.

Amanda ficou completamente arrepiada, a delicadeza dos lábios de Lysandre a fazia sentir calafrios, ela se contorcia e apertava o urso com toda a força que tinha. O platinado ao perceber, decidiu provocá-la ainda mais, passando a ponta da língua no clitóris.

— L-lys... a-ahnn... — Amanda não conseguiu segurar o gemido, e Lysandre não pegou nem um pouco leve no tapa que veio a seguir.

Lysandre continuou provocando-a com seus lábios. Por vezes, passava a língua e a estimulava mais ainda, fazendo-a desejar tanto aquilo que os tapas constantes pelos seus gemidos já não eram sua maior preocupação. Pensando que não poderia ficar mais enlouquecida, Amanda viu que estava completamente enganada a partir do momento em que sentiu Lysandre passar um creme  refrescante por toda a região, assoprando lentamente logo em seguida.

— H-hmm... f-faça logo! — Suplicou a garota, já não se importando mais com os tapas, tudo o que ela queria era sair daquele desejo torturante, ela queria que ele a agradasse. E Lysandre sabia disso, sabia que estava enlouquecendo-a... e nada poderia deixá-lo mais feliz.

— Você acha que merece? — Lysandre perguntou de forma provocante enquanto retirava seu pênis da boxer.

— S-sim... — Amanda respondeu, fazendo o platinado soltar uma curta risada logo antes de começar a esfregar seu pênis pela vagina da loira, que suspirou de alívio.

Simultaneamente, Lysandre a beijou pela barriga e subiu lentamente até a boca, trocaram um intenso e prazeroso beijo logo antes do platinado se aventurar pelos peitos da loira, mordiscando-os com leveza e deixando-a arrepiada.

Com dois de seus dedos, Lysandre penetrou a vagina de Amanda e passou a masturbá-la com um ritmo acelerado. Os olhos da garota praticamente orbitavam de prazer por trás da venda, ela havia esperado tanto por aquela sensação que sentia como se a onda de prazer fosse fazê-la explodir. Lysandre percebeu que estava em um bom momento para penetrá-la com seu pênis, e assim o fez.

Mantendo uma velocidade constante, Lysandre alternava entre seu pênis e seus dois dedos para deixar Amanda cada vez mais enlouquecida, os gemidos que ela proferia saíam numa altura que ela já não conseguia mais controlar, o frio na barriga que ia descendo lentamente até sua vagina era como estar nas nuvens.      

Não demorou tanto assim para que ela sentisse suas pernas fraquejarem de uma forma inexplicável juntamente com uma explosão prazerosa que a fez gritar, seu gozo escorreu pelos dedos de Lysandre, que não parou o trabalho. O platinado trocou os dedos novamente pelo pênis e dessa forma permaneceu até que Amanda pudesse sentir novamente a explosão, que veio seguida de outras.

Cansado e arfando, o platinado pôde finalmente se saciar após conseguir o que queria, retirou seu pênis pouco antes do clímax e gozou pela barriga da loira, que sorriu com a sensação quente que lhe atingira. Lysandre retirou a venda dos olhos da amada cuidadosamente e eles trocaram um olhar cheio de cumplicidade. Ele se deitou no sofá ao lado da loira, fazendo-a virar de costas para si, ficando de conchinha. Amanda relaxou seu corpo sobre o urso que se manteve em baixo dela, exausta... mal conseguia se mover.

Lysandre soltou uma curta risada.

 — O que foi? — Amanda perguntou com a voz fraca.

— Acho que precisaremos lavá-lo novamente — respondeu o platinado de forma divertida.


Notas Finais


E aí, gostaram? Foi meu primeiro DDLG então pode ser que esteja fraco, me perdoem e não desistam de mim PKSAOPDJKOIGHJFSAOIJDIFJHDSFJH
Ainda assim, realmente espero que tenham gostado >.<

Para os que acompanham minhas fics Amandre e gostam tanto da personagem quanto eu, saibam que eu fiz um tumblr para ela! Lá tem tudo sobre a personalidade, fichas, relações, e até umas regrinhas caso queiram utilizá-la em alguma fanfic <3
Link: http://amandaoc.tumblr.com/
Beijocas <3

Enfim, acho que é isso por hoje! Espero encontrá-los durante a semana em minhas fics.
Beijão <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...