História Doces e Picolé - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Kise Ryouta, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Momoi Satsuki, Murasakibara Atsushi, Nijimura Shuuzou
Tags Lemon, Murakise, Páscoa, Pwp
Visualizações 90
Palavras 5.985
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


repostando ~

boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo Único


O dia estava um pouco agitado. Quase a todo o momento o treino do time da Teikou era atrapalhado por um mar de fangirls que ficava dando gritinhos histéricos, querendo a todo custo falar com o modelo.

Não era um simples dia. Era páscoa.

Uma das oportunidades únicas no ano de receberem um sorriso galanteador do loiro, um beijo na bochecha e um autografo do mesmo. Maneiras que muitas sairiam batendo umas nas outras, e quem quer que se bote no caminho delas até Ryouta.

Akashi andava irritado quase ao extremo, Kise estava temendo pelo pescoço dele naquele momento. Mas o que podia fazer se era bonito e famoso?

Todavia, bem que ele poderia dizer a elas para voltar mais tarde.

Só que não, ele ficava acenando, sorrindo e vendo diversas delas com sacolas em mãos, transbordando de bilhetes e embalagens coloridas.

Após uns minutos – que mais pareceram eternidade para as fãs - o treino acabara.

Aomine bufou ao ver aquela multidão de garotas entrando na quadra, assim como Akashi, as não pelo mesmo motivo, seu motivo era: droga, a maioria é tábua.

Quase passaram por cima de Kuroko, só que esse foi puxado para trás por Midorima, que observava aquilo com uma cara de reprovação.

— Kyah! Kise-senpai! — Uma morena jogou-se nos braços do loiro. Todas as outras as olharam transparecendo fúria.

Começaria novamente, um ataque de fangirls, chocolate para todo lado. E os meninos não queria estar ali para ver algo como aquilo. Aomine avistou Momoi puxando Kuroko pela camisa e foi até ela.

Midorima e Akashi se afastaram também. Restando somente Murasakibara que olhava para os doces voando com os olhos brilhando, as garotas guerreavam para entregarem um simples chocolate ao loiro.

— Garotas, acalmem-se. — Ryouta pediu, tentando de forma delicada tirar a garota que praticamente grudara em si. — Podem fazer uma fila? — Sorriu da forma que sabia que as garotas se derreteriam.

E deu certo.

A morena que grudara em si soltou o aperto para por a mão a frente do rosto, corando e dando aqueles gritinhos afeminados de doer os ouvidos.

Por fora o modelo estava sorridente, parecendo esbanjar felicidade, mas por dentro, ele somente queria que aquilo acabasse duma vez.

Mesmo gostando do que fazia, aquilo era realmente cansativo e lhe tomava muito tempo.

Uma vez e outra o loiro olhava pelo canto dos olhos e percebia que Atsushi fitava as sacolas que eram coladas ao lado de si, uma pequena baba era possível ser vista no canto da boca do garoto.

Deu uma risadinha baixa, que acabou sendo motivo de mais surtos das garotas ao ver a cena do modelo ao rir de forma tão doce. Depois de longos minutos, todas receberam a atenção devida que tinha de ganhar e foram embora.

Kise suspirou, cansado.

Se não bastara o treino puxado que Akashi havia dado, teve de fazer isso ainda. Mas logo voltou a sorrir, o importante é que tinha acabado e ele estava livre, livre de treino, fãs, tinha o restante do dia para si.

— Onde está o Kurokocchi? — Perguntou a si mesmo, olhando para a quadra e depois as inúmeras sacolas ao seu redor.

Ryouta queria compartilhar eles com a sombra, seria um dia maravilhoso, já tinha planejado aquilo dias antes. Seria um dia com chocolates e Kurokocchi.

Saiu à procura do albino, encontrando ele minutos depois com Aomine e a rosada, parecendo conversar algo.

— Kurokocchi! — Kise fez seu típico escândalo, indo em direção ao azulado e abraçando-o. — Vamos comer os chocolates das minhas fãs? — Indagou de forma esperançosa, esperando uma resposta positiva.

O azulado virou minimamente o rosto.

— Desculpa Kise-kun, já tenho coisas para fazer essa tarde... — Disse o menino virando-se novamente e seguindo seu caminho junto a Aomine e Momoi.

— Eh?! — Kise ficou surpreso. Como ele era direito e seco... Assustava. — Aominecchi e Momocchi também? — Indagou, ainda tendo um fio de esperança de algum deles ficarem com ele.

Não queria ter de recorrer a Midorima e nem seu capitão, o esverdeado com toda certeza do mundo iria rejeitá-lo com algum discurso confuso e complicado.

Akashi ele preferia não arriscar, depois do treino que tivera ele parecia incomodado com algo e um pouco mais nervoso que de costume.

Era melhor não tomar muita aproximação.

— Fica pra próxima... — Respondeu o moreno se distanciando com passos preguiçosos, sem ao menos dar-se o trabalho de virar-se para encarar Kise enquanto falava.

Colocou as mãos no bolso e seguiu seu caminho com Kuroko logo atrás de si.

— Dai-chan! Tetsu-kun! Esperem... — Momoi saiu correndo atrás dos garotos lançando um olhar onde se lia: desculpa outra hora talvez, e voltando novamente a atenção ao maior e menor com quem andava.

— Ah... — O loiro tinha uma mão ao ar na direção dos garotos e a garota que distanciaram.

O sorriso que antes estava em seu rosto murchou-se rapidamente, dando lugar para uma linha reta e amargurada em seus lábios. Tratou de esquecer aquilo, cadê sua felicidade que tanto esbanjava quando precisava dela?

O sorriso falso de modelo e a alegria exagerada pareciam ter desaparecido. Olhou para trás e viu Midorima, que se botava a sair da quadra também. Não faria mal perguntar, né?

— Midorimacchi. — Chamou já um pouco menos alegre do que antes. — Vai fazer algo hoje?

— Não. Mas também não vou ficar com você, Oha-Sa havia previsto o primeiro lugar para mim e o último para gêmeos, não quero ficar perto de quem tem azar demais. — Foi direto, arrumando os óculos no nariz enquanto saía. Na porta, ele parou por um momento. — Todavia, mesmo com todo esse azar, algo pode alegrá-lo, algo ou alguém que você esqueceu. — Dito isso, saiu.

Kise voltando ao ginásio abriu a porta do mesmo varrendo o local com os olhos, à procura de seu capitão. Distante, pode vê-lo, em pé ao lado do carrinho com as bolas. Estava conversando com alguém, de frente para si, impossibilitando a visão de Kise reconhecer essa tal pessoa.

Porém pode distinguir os cabelos negros que esta possuía sua alta estatura e como conseguia fazer Akashi rir discretamente e seu rosto corar.

Ryouta riu baixinho.

Akashicchi envergonhado é tão fofo. Viu a mão do dono dos cabelos negros afagar a cabeça de seu capitão, logo se abaixando para ficar na altura de seu rosto.

O loiro sentiu uma súbita vergonha o invadir, prevendo o próximo movimento dos dois.

Saiu dali antes que o visse, seu pescoço ia rolar se seu capitão soubesse que ele andava lhe espionando, ainda mais em momentos como esse.

Suspirou chateado.

Tinha visto a última pessoa que poderia salvá-lo da solidão, mas não devia atrapalhar aquilo. Resolveu que iria pegar suas sacolas e ir pra casa, tomar um banho e comer seus doces de frente pra TV.

Quando se aproximava de onde havia deixado suas sacolas, viu que ainda restava uma pessoa na quadra. E esse encarava agachado, as sacolas, com uma pequena baba e olhos brilhantes para as embalagens largadas.

— Murasakibaracchi? — O modelo chamou. Botou-se ao lado deste, vendo uma face de gula no arroxeado. — O que faz aqui ainda?

— Eh... — O maior virou minimamente seu rosto observando atentamente os olhos dourados do modelo. — Eu já estava indo para casa, Kisechin... — Colocou a ponta de um dedo sobre seu lábio inferior e voltou a perder seu olhar na imensidão de doces à sua frente.

Suas atitudes contrariavam ao que dissera de forma engraçada.

— He... Tinha me esquecido que você gostava de doces. — Comentou de forma simpática, sem ser falso. Sentou-se do lado do mais novo, olhando-o com um sorriso. — Você quer? Não vou conseguir comer todos eles sozinho. — Fez um bico diante do abandono de seus amigos. — Vamos comer juntos? — Sugeriu, sentando-se sobre as pernas, colado ao arroxeado, abrindo uma das sacolas.

— Kisechin, vamos sim. — Seus olhos brilharam novamente, o arroxeado passou um dos braços envolta do pescoço do loiro, o aproximando mais de si.

Afagou seus cabelos e colocou uma mão dentro da sacola que Kise segurava.

Não havia somente chocolate, vários tipos de doces estavam distribuídos em sacolas e embrulhos de presente na frente dos dois garotos que se encontravam sozinhos no ginásio.

Ryouta ficou feliz com aquela reação do maior. Realmente doces poderiam unir duas pessoas nesse dia de páscoa? Facilitando o trabalho de Atsushi, o modelo virou a sacola de cabeça para baixo, fazendo os diversos doces caírem no chão.

Suas embalagens eram tão demasiadamente coloridas que doíam a vista. Viu o mais novo atacar os doces parecendo uma criança, abria as embalagens de forma rápida e se deliciava, fazendo um barulho de bater de dentes com a barra de chocolate.

O loiro pegou um saquinho de balinhas coloridas, jogando diversas na mão e botando-as de vez na boca. Até que não estava por ser ruim.

Em poucos minutos de sacola em embalagens, foram ficando todas vazias e largadas pelo espaço da quadra. Restando apenas um pacotinho com um maiubo de sabor especial e limitado.

O copiador pegou esse, sorrindo vitorioso para Murasakibara e começando a comer o doce, sozinho, provocando o arroxeado. Se bem que o maior tinha comido praticamente quase tudo.

Aquilo fora cruel com Murasakibara, era um dos doces de que mais gostava e o sabor era especial, Kise tinha que dividir!

Antes que pudesse pensar segurou o braço do loiro para redirecionar o maiubo para sua própria boca, porém o loiro foi mais rápido e comeu o doce inteiro aproximando sua cabeça deste para capturá-lo antes do arroxeado.

Com isso pode ouvir um protesto junto da cara irritada do maior.

— Kisechin!

— Naah, Murasakibaracchi, ssu ~ — O loiro ria com o doce inteiro na boca, e de certa forma cuspindo o que tinha da boca pra fora enquanto falava.

Demoraria um tempo para comê-lo, não conseguia mastigar tão rápido e engolir de uma vez como Atsushi. Olhando a face emburrada do mais novo, ele ficou até com certa pena, mas já estava em sua boca, não teria como ele fazer nada para dar para o garoto.

O arroxeado cruzou os braços virando-se de frente para Kise, passando a olhá-lo atentamente com uma cara nada agradável.

Quando o loiro estava próximo a engolir e já abrir a boca novamente para falar algo provocativo, Murasakibara o puxou pelos cabelos e trouxe seu rosto para próximo de si.

Seu nariz se encostou ao do loiro e ele pode sentir o cheiro doce do hálito de Kise, queria experimentá-lo. A respiração quente de ambos se misturava atingindo os lábios úmidos e entreabertos.

O maior colocou a língua para instantaneamente e atacou a cavidade à sua frente, vasculhando cada local à procura do sabor do maiubo.

Fechou os olhos se concentrando na língua de Kise, entrelaçando a sua com a dele e percebendo que o loiro ainda estava sem reação quanto aquilo tudo.

O que o Murasakibaracchi está fazendo?

Sua língua se movia sem se quer autorização de seu cérebro, simplesmente se movia, acabando por se enlaçar com a do arroxeado e eles trocarem aquele gosto do maiubo, junto de suas salivas e os de mais doces que comeram, dando um gosto um tanto doce por demais em suas bocas.

E era bom. A cena do moreno e seu capitão subitamente passaram por sua cabeça. Era normal... Dois homens...

Esquecendo-se de tudo, ele levou meio que receoso suas mãos a nuca de Atsushi, colocando seus dedos por trás dos fios roxos que estavam no pescoço e apertando o contato, fechando seus olhos e retribuindo o beijo.

As línguas destravavam uma batalha de controle, mas Murasakibara assumia o comando, e puxando Kise pela cintura o aproximou mais de si, fazendo com que o loiro passasse suas pernas ao lado de seu corpo.

A falta de ar se fez presente para ambos, e com certa relutância, separaram os lábios deixando um fino fio de saliva os ligar, enquanto suas testas mantinham-se juntas.

— Caramel candy... — Murasakibara sussurrou o sabor do doce a centímetros da boca de Kise, e é claro, ele acertara, na embalagem jogada em um canto qualquer se lia tais palavras.

— Hm... Que esperto você... — O modelo sibilou de forma provocativa.

As chamas amarelas estavam acesas, aquele loiro era fácil de ser pego e se esquentava rapidamente. Os olhos por um momento saíram das ametistas e suas mãos desceram da nuca pelas costas enormes.

Ao chegar à cintura, ele sentiu uma embalagem de plástico tocar em sua mão e era gelado. Ficou um pouco confuso e olhou para o arroxeado novamente.

— O que você tem aí atrás Murasakibaracchi?

— Hmm... — O arroxeado demorou um pouco para responder, sorrindo de canto e admirando cada traço do modelo à sua frente. Puxou a sacola atrás de si, colocando-a entre os dois corpos, sentindo a plástico gelado tocar-lhes a barriga coberta pelas camisas. — Picolé... — Retirou um de dentro do saco, sentindo uma gota branca escorrer pela sua mão, contornando seu braço.

Eles iriam derreter logo se não fossem comidos ou utilizados.

— Woah... Está derretendo! Vamos chupar logo. — Pegou no braço no mais novo, fazendo sua língua percorrer desde a gota da tez até à palma e os dedos, sorrindo no fim.

Tirou um picolé de dentro da sacola, vendo como estava bem mole e se derretendo fácil. Segurou pelo palito e retirou a embalagem, logo colocando na boca, sentindo algumas gotas escorrerem por seus lábios.

Resmungou algo com o doce na boca, mordendo uma ponta e colocando a outra embaixo de sua boca, evitando cair em sua roupa e pele.

Pelo queixo uma gota do picolé de morango de Kise, escorria. O arroxeado tratou de limpá-la antes que pingasse, aproximou-se do rosto do loiro, tocando com a ponta da língua a pele de seu queixo e depois chupando o local.

Afastou-se minimamente e segurando o braço do modelo, guiou o picolé de morango até sua boca, devorando-o inteiro. Mas, ao fazer isso, o que tinha em mãos começava a gotejar, sujando sua calça.

— Eh... Murasakibaracchi, você sujou sua roupa... — Comentou com um sorriso lascivo de canto a canto. — Vai manchar assim... Deixa que eu limpo pra você, ssu~

Ryouta não esperou resposta, afastou-se um pouco para ficar ajoelhado no chão, com o rosto na altura da onde o sorvete havia caído.

Por coincidência - ou não -, onde estava sujo era em cima de onde provavelmente estaria a intimidade do arroxeado.

A boca do modelo salivou, por um motivo inexplicável, e logo ele tratou de se apoiar no joelho com uma das mãos, enquanto sua língua saíra pra fora da boca, umedecendo o pano da roupa inferior dele, começando a chupar o doce do tecido, dando risinhos baixos enquanto corava um pouco.

— Kisechin... Eu me sujei aqui... — Murasakibara apontou o começo da camisa, onde tinha deixado o picolé pingar formando um rastro até seu peito.

Falava apoiado nas mãos atrás de si, enquanto olhava Kise de cima, chupando o picolé de derretia escorrendo por seus dedos e pingando em sua roupa.

— Nee... Você faz muita bagunça, sabia? — Umedeceu os lábios, olhando para o doce escorrendo pela pele alva.

Voltou a ficar agachado na frente dele, inclinando-se para começar-lhe a chupar o peito onde escorria o líquido. Colocou suas mãos nas coxas do arroxeado, usando como apoio enquanto sua língua subia e descia pela tez dele.

Fez um trajeto com ela, subindo pelo peito, pescoço e queixo, parando no picolé, lambendo ele junto com o maior, enquanto seus olhos olhavam no fundo das ametistas de forma fogosa.

Ah, loirinho...

As línguas contornavam o doce gelado, fazendo-o derreter, sujando as bocas. Logo o picolé já estava na metade fazendo a língua do maior se encontrar com a de Kise, iniciando mais um beijo, misturando os diferentes sabores.

Murasakibara puxou o menor para seu colo, prensando-o contra si, suas mãos grandes largaram o picolé que caiu entre a intimidade dos dois e suas mãos passaram a adentrar a camisa do loiro, acariciando a pele enquanto subia o tecido.

Ryouta gemeu ao perceber o doce se desfazendo naquela região. O toque gelado e viscoso em contato com seus corpos quentes e principalmente ali, o fez se derreter por igual. Separou suas bocas quando precisou de ar e ofegou, gemendo contido, fazendo um biquinho.

Ajudou o mais novo a se desfazer de sua camisa, expondo seu peito um pouco musculado em comparação ao de Atsushi e seus botões róseos.

— M-Muracchi... — Chamou de forma dengosa o nome do outro, procurando esfregar suas virilhas, fazendo as intimidades se roçarem com o gelado e molhado.

O arroxeado derrubou Kise no chão de forma delicada, ficando entre as pernas abertas do loiro, que havia separado.

Seus olhos transpareciam a definição de luxúria, ao olhar o corpo perfeito do loiro abaixo de si, seu rosto corado, seu peito subindo e descendo no ritmo de uma respiração descompassada.

Sentiu uma queimação interna, uma excitação e vontade incontrolável de matar seus desejos carnais que afloravam ao ver Kise daquela forma.

Pegou outro pacotinho de picolé, abrindo-o e levando à boca de Kise para que este chupasse. O copiador abriu a boca permitindo o gelado lhe invadir na cavidade.

Sua língua rodeava o doce de forma até obscena, fazendo círculos, envolvendo com seus lábios, levando-o totalmente para dentro de sua boca, fazendo uma insinuação de vai e vem, para no final soltar com o barulho úmido e alto.

Seus olhos dourados estavam mais brilhantes do que nunca.

Em vez de morder, ele forçava seus lábios numa sugada mais forte, fazendo um pedaço do picolé vir para sua boca e ele sorrir de forma maliciosa, engolindo e lambendo os lábios róseos.

Murasakibara desceu com o picolé, passando-o pelos lábios do loiro, deslizando-o pelo pescoço nu, trilhando um caminho até um dos mamilos.

Começou a rodear com o gelado o botão róseo de Kise, vendo-o ficar ereto, com a outra mão beliscava o esquerdo, observando cada expressão, cada arfada de prazer do loiro.

— Aah... Muracchi... — Gemeu manhoso, se contorcendo minimamente em baixo de Atsushi. — Isso é tortura... Hmm... ssu~

Agora por onde o mais novo havia trilhado sua pele estava pegajosa e doce, misturando ao salgado natural de sua tez.

O maior lambeu os lábios sentindo sua boca salivar. Abandonando os mamilos de Kise, continuou a trilhar o caminho, passando o picolé pela barriga do garoto, vendo-o estremecer, chegou ao seu abdômen e por fim ao baixo ventre de Kise.

Parou ali, levou o gelado à boca, terminando de comer o pouco que restara dele. E então foi até o loiro, com um sorriso malicioso nos lábios, debruçou-se colocando a língua para fora e lambendo a boca entreaberta do garoto, mordendo seu queixo até chegar ao começo da trilha, que partia de seu pescoço desnudo.

A língua do arroxeado refez a mesma trilha por onde o doce tinha passado, dando atenção especial a cada pedaço de pele, degustando-a por completo, deixando-a completamente limpa, e a marca perfeita de seus dentes junto de uma enorme marca vermelha que ficaria bem mais escura logo.

A maior parte grudenta do picolé ficava nos mamilos róseos, onde ele brincou sua língua, dentes e boca fizeram o mesmo, chupando, mordendo de leve e lambendo os botões, fazendo-os ficar vermelhos rapidamente.

Seu quadril foi pra cima, inconsequentemente e involuntário, roçando sua intimidade na barriga de Atsushi, indicando e mostrando claramente que ele já estava excitado com aqueles toques.

O maior seguiu após terminar o trabalho nos mamilos e desceu até o baixo ventre, parando ali, lambendo os lábios em deleite e olhando o copiador profundamente.

Murasakibara levou uma das mãos à intimidade de Kise, apertando o local com um pouco de força, esfregando-a em movimentos de vai e vem, por fim, resolveu remover a calça do menor, deixando-o somente de Box.

Apertou as laterais da coxa do loiro, deixando a pele avermelhada, inclinando-se lentamente até encostar o rosto sobre o membro coberto de Kise, sentindo-o pulsar e o calor que emanava dele.

— Que sabor você tem, hm, Kisechin?

Ryouta deixou um sorriso pervertido trajar em seu rosto rubro, enquanto gemia e ofegava com dificuldade.

— Por que você não experimenta Muracchi? — Provocou, levando as mãos aos fios roxos compridos do mais novo. — Se gosta de sabores peculiares, aposto que vai amar.

Apertou os fios com força, estimulando o rosto a ir mais para baixo, necessitando de seu toque o quanto antes.

Murasakibara riu, fazendo sua respiração quente bater contra a intimidade do garoto. De forma um tanto grosseira, puxou a Box de Kise para baixo liberando seu membro, envolveu-o com a mão passando a fitar os olhos do modelo.

Sem demorar muito, envolveu a glande somente com os lábios, e depois a contornou com a língua, ouvindo um gemido de desejo escapar dos lábios do loiro. Segurou suas pernas, puxando-as para cima e colocando-as sobre os ombros.

Obtendo mais facilidade para colocar o falo rijo de Kise por inteiro na boca, sugando até à base, prensando-o com a língua contra o céu da boca.

— Ahn~... M-Muracchi... Mais ssu~... — Instigou, jogando seu quadril para cima, fazendo seu membro ir cada vez mais fundo na garganta de Atsushi.

Sua cavidade úmida e quente engolia-lhe por completo fazendo o prazer invadir-lhe mais que intensamente. As mãos do copiador seguraram com ainda mais força os fios roxos do garoto, recebendo um rosnado provavelmente de dor do mesmo por sua atitude bruta.

Ele não podia aguentar. A cavidade do outro cabia seu membro por completo lhe satisfazendo como nunca conseguiu com uma garota ou sozinho antes.

Murasakibara segurou com firmeza as duas nádegas do loiro, o apoiando e auxiliando a cintura de encontro à sua boca, para engolir por completo o membro de Kise.

Tirando-o da boca, lambendo toda a extensão, da glande até à base, descendo aos testículos, os chupando e levando novamente o falo inteiro aos lábios úmidos, fazendo movimentos rápidos e contínuos.

— M-Muracchi~! E-eu... Ah... — Enterrou os dedos nos fios escuros, forçando a cabeça do rapaz para baixo.

Acabou se desmanchando na boca de Atsushi, o sentindo lambendo toda sua semente, se afastando do membro e percebendo como esse ficara lambuzado devido a ter gozado dentro de uma cavidade úmida daquela forma.

O loiro arfava ruidosamente, sua boca entreaberta, os olhos cerrados, as bochechas rubras, o corpo em completa combustão.

Era uma visão tentadora.

O maior engoliu todo o líquido que preenchera sua boca, passando a língua pelos lábios e dando um sorriso de satisfação.

Debruçou-se sobre Kise que arfava tendo seu rosto quente e capturou seus lábios fazendo-o provar do próprio gosto.

— Doce... — Falou passando a língua pelo lábio inferior do loiro, mordendo-o.

— Obrigado. — Agradeceu ainda arfando, investiu o quadril de encontro ao do mais novo novamente, sentindo-o duro. — E você Muracchi, não quer também dar um jeito nisso e me deixar saber que gosto você tem? — Sugeriu de forma provocadora.

Sua língua afiada estava sempre a postos. E também, aquele arroxeado deveria ser uma tentação por baixo das roupas, ele devia ser bem grande, assim como todo seu corpo.

Suas pupilas dilataram e sua boca novamente salivou só pela ideia disso. Ryouta precisava dele.

— Prove-me o quanto quiser Kisechin... — Murasakibara falou com o tom de voz rouco, emanando luxúria através do olhar.

Suas mãos desceram até o cós de sua bermuda, abaixando-a e a tirando, retirou os fios que caíam teimosos atrapalhando sua visão, passando a olhar nos orbes dourados, prevendo o prazer que sentiria.

Atsushi usara uma Box da cor de suas madeixas. O copiador lambeu os lábios, notando a ereção crescente que estava por de baixo dos panos.

Aproximou-se de quatro, indo até dar de rosto com a ereção, pegando pelas laterais, ele puxou para baixo a peça, restando apenas a cueca impedindo de chegar ao pedaço de carne.

Puxou com os dentes a peça intima, sentindo o falo ser liberado e bater de encontro ao seu rosto. Engoliu brevemente um seco, mas ao mesmo tempo fazendo querer mais o arroxeado para si.

Com o auxílio de uma das mãos, ele começou a estimular o membro, lambendo com sua língua a glande, lambuzando e deixando escorregadio aquele enorme membro.

— Ah... — O maior jogou a cabeça para trás, arfando com o toque da língua de Kise em seu falo rijo e pulsante.

De forma nada gentil, agarrou os cabelos loiros, forçando Kise contra, quase fazendo o garoto afogar-se com o tamanho.

Era grande demais para ser engolido por completo. O membro lhe atingia a garganta e mesmo assim não estava todo dentro de sua cavidade, ainda faltava praticamente uma palma.

Ele gemeu com o falo, indo e voltando com sua cabeça rápida e forte, forçando seus lábios e pressionando a língua no membro, sentindo-o pulsar cada vez mais dentro de sua boca.

Levou uma mão por baixo de seu corpo, tocando seu falo e logo após a entrada, contraiu-se rapidamente, gemendo dengoso. Queria sentir todo aquele volume dentro de si.

Murasakibara pegou mais um picolé, abrindo-o e chupando, enquanto apreciava a visão de Kise, sugando-o, lambendo e engolindo seu membro com malícia no olhar.

Uma das mãos ainda conduzia o garoto, guiando-o como queria. Era suficiente, infelizmente o menor não provaria de seu gosto, não ainda.

Puxou-o pelos cabelos para que parasse, deitando-o no chão e se debruçando para um breve beijo, ainda com o picolé em mãos.

O modelo sentiu o doce pingar em sua pele desnuda, fazendo um rápido arrepio seguir por seu corpo em chamas.

— Muracchi? — Ryouta perguntou um pouco desnorteado.

Não iria sentir o gosto do arroxeado? Fez um pequeno bico diante de sua situação. Aquele loirinho realmente não tinha jeito.

O maior sorriu ao ver a expressão de Kise, ele mal podia imaginar o que o arroxeado pretendia fazer em seguida.

Sem aviso prévio, uma das grandes mãos escorregou pela coxa de Kise, arranhando, chegando a uma das nádegas brancas, marcando-a de vermelho com o aperto e o cravar das curtas unhas na mesma.

Viu o menino abaixo de si grunhir baixinho e arregalar os olhos quando um dedo entrou em si, sem aviso algum.

— Aah... Muracchi... — O loiro rebolou contra ele quase de imediato.

De onde vinha tanto fogo em uma pessoa só?

Ele queria mais que apenas um dedo dentro de si, ele queria Atsushi, ele o queria por completo, arremetendo-se em si, indo até seu fundo, fazendo-o gemer sem parar, perder a voz e implorar por mais.

Mas a única coisa que pode fazer no momento fora rebolar contra o dedo em si, fazendo uma carinha ao arroxeado que parecia lhe implorar por seu tato, seu toque, principalmente seu membro.

Kise era extremamente sexy, deixava Murasakibara louco, suas vontades quase venciam seu senso e então ele reprimia o ato de entrar no loiro, o estocar com força até este só saber gemer seu nome.

Mas, torturá-lo, atrasando o momento, também era prazeroso.

Colocou o segundo dedo, o movendo devagar, enquanto chupava o picolé da outra mão, foi então que uma ideia lhe passou pela cabeça.

Retirou-se rapidamente de dentro do loiro e separando suas nádegas, tocou com a ponta do doce gelado de baunilha na entrada do menor.

— A-Ah! E-ei... Muracchi, o que pensa que vai fazer com isso? — Indagou meio surpreso.

Aquilo estava estranho, ele não pensara em fazer mesmo aquilo, certo? Contraiu-se sentindo aquele gelado lhe escorrer num local tão íntimo e cerrou os olhos, arfando baixinho.

O maior alargou o sorriso levando uma mão à boca de Kise, calando-o. E com um pouco de força, devido à contração do orifício, empurrou para dentro do loiro o picolé, vendo-o estremecer por completo.

— O que deseja Kisechin...

O copiador gemeu, tão dengosamente que fora obsceno até mesmo para seus ouvidos. A mão do arroxeado foi mordida no mesmo momento.

A-ah... Está derretendo... D-dentro...

Ele não desejava o picolé que o outro vinha chupando dentro de si, estava gelado, viscoso, derretendo e tudo isso fazia o corpo de Ryouta se contorcer.

Murasakibara girou o palitinho, puxando minimamente e enfiando novamente antes do picolé derreter-se por inteiro devido à temperatura quente da apertada cavidade do modelo.

Retirou o pauzinho, lambendo o líquido que pingava dele, observando o deslizar do picolé derretido, por entre às nádegas do loiro.

— M-Muracchi... Está derretido dentro... s-ssu~ — Gemeu o nome do rapaz, atiçando-o. Isso tinha que funcionar, ele não aguentava mais.

Aquilo estava dentro dele, qualquer mínimo movimento era possível se sentir o líquido em suas paredes internas, se tornando tão quente quanto seu corpo.

O corpo do menor começava a expelir o líquido, e Kise se contorcia, arfando, resultando em um riso nasal do maior.

— Kisechin, você é uma delícia sabia? — Passou um dos dedos pela entrada lambuzada, levando-os à boca, chupando-o.

Olhou para o garoto e se posicionando entre às penas abertas do menor, roçando seu membro nele.

— Claro que sabia Muracchi. — Ryouta se gabou, dando uma piscadela fraca para o mais novo, enquanto cerrava seus punhos, já prevendo a dor que viria.

Atsushi pareceu brincar até mesmo num momento como aquele. Como ele conseguia se controlar num ponto tão decisivo e longe desse?

O loiro estava a quase a implorar para que ele lhe penetrasse e o comesse com todas as forças.

O líquido que estava em seu interior tocava a glande melada pelo garoto, aquilo talvez fosse ajudar na hora da penetração, mas duvidava muito devido ao tamanho e grossura do outro.

O arroxeado forçou-se para frente, pressionando a entrado do menor, sem entrar. Segurou a cintura dele puxando-o para si enquanto moveu-se para frente com força, fazendo a glande deslizar para dentro.

Olhando para Kise, pode ver uma lágrima escorrendo de seus olhos.

Passou a mão pelo peito do garoto, procurando sua mão, segurou-a sem dizer uma única palavra, se controlando ao máximo para não começar a estocá-lo com força e rapidez, e acabar por machucar o loiro.

— M-Muracchi... — O copiador chamou o mais novo, dando uma pequena investida contra seu membro. — Já pode se mexer... — Sorriu fraco.

A dor que sentira ainda era um pouco forte, mas nada que não passasse e ele pudesse logo sentir o prazer que o outro iria lhe proporcionar.

Apertou forte sua mão, sentindo a cintura do arroxeado fazer um leve movimento para frente e para trás, dando as primeiras estocadas.

— Kisechin... Ah! Você é tão apertado... — O interior quente do loiro, apertava de forma prazerosa o membro de Murasakibara, fazendo-o soltar arfadas contra o pescoço do menino.

Apertou sua mão e lateral com mais força, usando da mesma para enterrar-se em Kise por inteiro, saindo e entrando lentamente. Mordeu a bochecha dele, investindo certeiro na cavidade.

— Aah... É bom, n-não é...? Ssu~ — A mão livre de Ryouta envolveu o pescoço do rapaz, fazendo seus corpos ficarem cada vez mais colados, enquanto o maior desferia estocadas já mais rápidas e fortes.

O membro facilmente acertara em sua próstata, não somente pelo tamanho, mas Atsushi tinha uma habilidade para isso que o loiro queria saber como ele a adquiriu. Ele era bom.

— Delicioso... - O maior falou contra a orelha de Kise, mordendo a pontinha, puxando entre os dentes.

Começou a ir cada vez mais rápido, sentindo as costas do loiro se arquear a cada batida com força em sua próstata.

Trincou os dentes, puxando Kise para seu colo, dando um tapa em sua bunda, marcando-a de vermelho.

Ah, aquilo fez somente o fogo do copiador - que já era enorme - se alastrar cada vez mais.

Em seu colo, ele começou a ditar um pouco os movimentos, subindo e descendo, o falo roçando em suas paredes internas, que se espremiam a cada vez que a glande batia em seu ponto.

— Muracchi... Bata mais, me deixe marcado por você por completo. — Ryouta pediu, lambendo os lábios, levando a mão do maior até suas nádegas, instigando a lhe bater.

O som de um tapa forte ecoou pelo ginásio, junto de um longo gemido do loiro. Murasakibara sorriu.

— He... Você gosta Kisechin? — Sua língua contornou os lábios, deliciando-se com a cena.

Uma das mãos agarrou a coxa de Kise arranhando a pele branca, enquanto a outra desferia tapas contínuos nas nádegas alvas do menino.

— U-uhum... M-mais forte... — Pediu de forma manhosa.

Ardia, sim, e muito. Mas aquilo nem chegava perto do prazer que lhe dominava por dentro, sendo exposto por fora através de sua boca, faces, gemidos e chamados ao nome de Atsushi.

Ele queria cada vez mais, cada vez mais forte e rápido, aquela interminável queimação que passava por seu corpo inteiro.

Tirando uma mão do arroxeado, ele a levou para seu membro que gotejava solitário. Tocou a glande de forma superficial, sentindo o pré-gozo lhe escorrer pela extensão lhe dando sinais que não demoraria muito mais tempo para se desmanchar.

O arroxeado acatava o pedido do garoto, puxando seu quadril para baixo, estocando dentro dele com a mesma força usada nas palmadas que dava em sua bunda.

Sua boca se ocupava com a pele do pescoço de Kise, ele a lambia e mordia tirando mais e mais sons provenientes da boca do outro, gemidos manhosos.

Dos lábios de Murasakibara apenas palavras sujas e obscenas saíam, sendo sussurradas em um tom de voz rouco, banhado em luxúria.

O prazer o deixava louco, Kise era delicioso, seu corpo, sua voz, gestos e expressões, tudo contribuía lhe trazendo algo inexplicável.

Com uma sequência de estocadas, já em ritmo alucinante em seu interior, Ryouta acabou por se desmanchar, sujando corpos, piso da quadra e gemendo demoradamente em um tom mais alto do que deveria.

Ainda sentia o arroxeado investir contra si, procurando chegar também ao tão esperado nirvana, dentro de sua cavidade.

Não demorou muito mais que alguns segundos, acabando por gozar dentro do copiador, soltando um gemido rouco, entre dentes numa última e profunda enterrada no corpo do loiro.

Murasakibara abraçou o corpo contra o seu, passando as mãos pelas costas suadas do loiro. Caiu de costas trazendo ele consigo, se retirando lentamente de dentro de seu interior, sentindo seu próprio líquido escorrer do menor sujando sua perna.

O cabelo grudava em sua testa e seu peito subia e descia descompassadamente. Ficou olhando o teto do ginásio, enquanto acariciava a cabeça de Kise com o rosto colado em seu peito.

Ryouta não acreditara no que acabara de fazer com aquele rapaz. Nunca sentira atração pelo mesmo, na verdade, nem o notara muito. Ele às vezes era mais quieto que Kuroko na maioria das vezes e ficava sempre em um canto comendo algo.

Mas depois daquilo ele passaria a rever como encararia novamente seu companheiro de equipe.

— Muracchi, o que acha de ir lá à minha casa? — Perguntou o loiro, sendo um pouco direto até demais. — Provavelmente minhas irmãs deixaram algum tipo de doce lá em casa também...

Era como atrair uma criança.

O rosto do arroxeado encarou o do loiro em cima de si. Levantou-se com Kise em seu colo e sorriu para ele.

— Claro que sim Kisechin... — Beijou a bochecha, o colocando no chão.

Kise nunca lhe mostrara uma forma tão sexy antes, talvez tivesse gostando do menor mais que o suficiente, talvez estivesse apaixonado.

Saiu de seus pensamentos no momento em que olhou o chão e a sujeira que haviam feito, seria problemático limpar tudo aquilo.

O copiador pareceu ter um surto interior, lembrando-se de algo rapidamente e se botando em pé, nu.

— M-Muracchi... — A cara que o modelo fez foi por dois motivos bem plausíveis. A semente do arroxeado escorria por suas nádegas, e ele estava com medo. — Temos que limpar isso agora, Akashicchi ainda está por aqui, se ele vir...

— Akachin... — Os olhos de Murasakibara arregalaram-se por um momento lembrando-se do ruivo. Abaixou-se catando as roupas sujas do chão e jogando-as em cima do loiro. — Rápido Kisechin! — Começou a vestir as suas próprias, um tanto desajeitado.

Ryouta e o arroxeado se vestiam apressadamente, com medo de serem pegos por seu capitão, que se soubesse o que havia ocorrido entre eles, no meio da quadra e deixando aquela sujeira.

Possivelmente aconteceriam dois homicídios com razão.

Após se vestirem, ambos - sabe lá deus como -, conseguiram limpar aquela sujeira antes de Seijuurou das às caras e foram para a casa de Kise.

Já o que aconteceu entre eles em quatro paredes, sozinhos, na residência do loiro, isso é outra história.


Notas Finais


obrigada a todos quem leram! Comentários são sempre bem vindos ~

kissus & see'ya ♥


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