História Doces Intenções - Capítulo 4


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Categorias Cameron Dallas, Harry Styles, Justin Bieber, Kaya Scodelario, Nash Grier, One Direction, Sabrina Carpenter, Shawn Mendes, Skam (Vergonha), The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Cameron Dallas, Caroline Forbes, Christoffer "Chris", Harry Styles, Isobel Flemming, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Kaya Scodelario, Klaus Mikaelson, Liam Payne, Louis Tomlinson, Mikael Mikaelson, Nash Grier, Niall Horan, Personagens Originais, Sabrina Carpenter, Shawn Mendes
Tags Shawn Mendes
Visualizações 213
Palavras 2.393
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Amém Harry Styles

Capítulo 4 - FOUR


Fanfic / Fanfiction Doces Intenções - Capítulo 4 - FOUR

Chego em casa percebo que não havia ninguém, o que não me assusta, minha mãe está sempre gastando dinheiro, meu pai sempre trabalhando e meu irmão reveza entre empresa e vagabundar. Com a maior fome do mundo corro para a cozinha, Esmeralda prepara um belo sanduíche para mim e eu me sinto a pessoa mais feliz do mundo.

Subo para o quarto e começo a fazer minhas lições de casa, quanto mais cedo eu terminar, mais cedo vou poder me arrumar. Começo por física e matemática e depois de algum tempo termino de fazer tudo. Ainda faltavam mais de duas horas.

Me jogo na cama e essa é a melhor sensação do mundo, minha cama é o melhor lugar do mundo. Pego meu celular e respondo algumas mensagens, incluindo Harry que faz questão de me relembrar o horário. Mando uma mensagem para o meu pai dizendo que ia sair com Harry e ele não reclama, apenas pede para que eu não chegue tarde.

Com toda minha força de vontade consigo levantar da cama e ir tomar um banho relaxante. Escovo meus dentes e começo a me maquiar, nada muito pesado, mas opto por um batom vermelho.

Coloco um cropped preto com desenhos de flores que marca perfeitamente bem meus peitos, uma saia de couro verde escura colada e de cintura alta que marca minha cintura e minhas curvas. Por último e não menos importante meu salto favorito preto que não era tão alto.

Pego o meu celular e minha bolsa e desço para a sala, não demora nem 10 minutos e eu escuto as buzinadas de Harry. Abro a porta e vejo ele encostado em seu carro, como sempre. Ele estava lindo. Uma calça azul escuro colada, botas marrom, camiseta preta e uma blusa de pano puxada para a cor roxa por cima. E é claro, uma touca em sua cabeça, alguns de seus fios estavam para fora da touca. Esse homem fica lindo com qualquer roupa. Muito orgulho de poder dizer: EU PEGO.

— Você está linda, Ash. — sorri e me abraça.

— Você quem está. — dou um selinho nele. — Que orgulho de beijar essa boquinha.

— Você é muito sortuda mesmo. — ele ri. — Mas eu sou bem mais.

— Isso é verdade — eu rio e beijo ele.

Harry abre a porta do carro para que eu possa entrar e o clima entre nós e calmo.

Harry é e sempre vai ser meu melhor amigo. Eu sei que nosso lance é um pouco confuso, tudo aconteceu no final do ano passado em uma festa, nós nos beijamos e aí a ficha caiu, porque não aproveitar um pouco mais? Eu e ele combinamos de nunca deixar que isso atrapalhe nossa amizade e claro, a maior regra de todas, nunca se apaixonar. Apesar das nossas crises de ciúmes parecerem de casal, nós nunca vamos ser um, sempre houve brigas por ciúmes, mesmo antes de tudo isso, agora não seria diferente. Ele pode pegar quem quiser, e eu também, contanto que nenhum dos dois esconda e que não seja nenhum de nossos amigos.

Ele é o garoto mais adorável do mundo, Harry Styles é incrível, mesmo com todo esse jeitão dele, mesmo que as vezes ele seja chato, eu sei o quão incrível ele é. E além de tudo, é lindo, a unica certeza que eu tenho nessa vida: Harry Styles pode usar qualquer coisa, mas é impossível ele ficar feio.

— Eu gosto disso — digo.

— Disso o que? — ele pergunta confuso.

— Disso. — aponto pra mim e para ele. — Nós. O fato disso não entre a gente não afetar nossa amizade.

— Eu também gosto. — ele sorri. — Nós somos melhores amigos desde criança Ash, nada afetaria nossa amizade. Apenas tenho a sorte de poder beijar a garota mais linda e popular da escola.  — Diz rindo.

— Bobo. — rio. — Canta pra mim.

Ligo o rádio e Harry canta, eu amo sua voz, apesar dele berrar a maior parte do tempo.

Eu e Harry assistimos a um filme de romance que estava em cartaz só porque eu insisto muito já que ele queria assistir um filme de terror. Quase não prestamos atenção no filme, porque ficamos rindo o tempo todo, além de nos beijar e dele jogar pipoca em algumas pessoas.

Depois que saímos compramos dois hambúrgueres e apostamos quem come mais rápido, claro que ele conseguiu, eu nem havia chegado na metade e já tinha desistido, depois de comer o dele, ainda tinha espaço para o resto do meu. Esse garoto é um buraco sem fim.

Ele me leva de volta pra casa, e encosta seu carro um pouco perto, como ainda estava cedo nós aproveitamos para dar uns... Digamos... Pegas?

— Você é maravilhosa. — ele sussurra no meu ouvido. A essa altura do campeonato eu já estava em seu colo há muito tempo.

— Você é incrível. — arfo quando sinto sua língua quente em contato com a minha pele sensível do pescoço.

Ele me puxa para um beijo, e outro.. E outro. Os vidros do carro já estavam embaçados, creio eu, mas isso não importava, eu me mexo em seu colo e ele geme meu nome.

— Sabe qual a melhor parte de te conhecer bem? — digo em seu ouvido.

— Qual? — ele pergunta de olhos fechados, apenas aproveitando as sensações que eu proporciono.

— É saber todos os pontos fracos. — sussurro em seu ouvido e ele aperta suas mãos em meu quadril. — Por exemplo, aqui. — passo a língua em seu pescoço um pouco abaixo de seu ouvido e ele sussurra um 'porra'. — E aqui. — desço mais um pouco meu rosto e desabotoo um pouco da sua camisa — Aqui mais ainda. — distribuo beijos em algumas partes de seu peitoral.

— Porra, Ash. — ele me puxa para um beijo cheio de vontade e meu telefone nós interrompe.

— Mensagem do meu pai, tenho que ir. — digo e ele faz cara de decepção.

— Sério? — ele faz bico.

— Sim, tchau bebê. — dou um selinho nele e saio de seu colo, pego meu espelho e dou uma leve ajeitada. — Boa sorte, e use bem suas mãos. — sorrio e ele olha para seu membro que já tinha vida própria.

Chego em casa e vou até meu pai para avisar que estou bem, ele me deseja boa noite e eu vou para o meu quarto. Tiro minha roupa e tomo um banho, limpo a maquiagem e escovo meus dentes. Ponho meu pijama que dessa vez era da Barbie e me jogo na cama.

Antes de dormir dou uma olhada em minhas mensagens e respondo todas, graças a Deus ainda era cedo e eu tinha tempo de sobra. Amanhã tenho que lembrar de pegar o número do Shawn para combinarmos de fazer o trabalho. Antes de dormir recebo uma mensagem de Harry.

                                              "Mate-me se quiser pois usei minhas mãos, mas imaginei as suas. H"

Dei uma risada de sua mensagem pervertida e respondi na mesma hora. Depois de algum tempo meus pensamentos vão novamente para Shawn, ele tem alguma coisa que me chama muita atenção, mas não sei ao certo o que é. Confesso que ele é bonito, que seu sorriso é perfeito e seus lábios chamativos. Mas não é beleza. É além disso. Eu vejo desafios no Shawn. Eu não o compreendo, talvez por isso pense tanto nele. Ele é diferente de tudo o que eu já vi.

(...)

Acordo cedo no outro dia, dessa vez sem tanta preguiça assim, acho que finalmente estou pegando o jeito. Infelizmente ainda é quarta então ainda tenho 3 fucking dias de aula até o próximo final de semana.

Hoje o dia amanheceu frio então acabo tomando um banho rápido e fazendo minhas higienes de sempre. Faço uma maquiagem simples e passo um batom roxo em meus lábios.

Como o dia estava frio escolho uma blusa branca qualquer, jeans, e por cima meu sobretudo preto, ponho uma bota preta de cano alto e deixo meus cabelos soltos, apesar de não ser nenhum pouco fã de deixá-los soltos, e por último uma touca em minha cabeça. Assim que desço para o cozinha percebo que nem papai e nem Richard estavam em casa.

— Onde estão papai e Richard? — pergunto para minha mãe assim que me sento.

— No meu bolso. — ela ajeita o óculos e depois olha para mim. — Fazendo algo eficiente, já que você não faz nada.

— Como se vocês me deixassem fazer algo. — sussurro e ponho meu suco.

— Claro que não deixamos. — ela respira fundo para continuar. — Você não serve para nada querida, NADA. Você nem deveria existir, ok? Nem foi planejada, você é praticamente um projeto que deu errado. Todos nós sabemos que você é incapaz de fazer qualquer coisa e é por isso que não deixamos nada. A única coisa que você serve é para encantar os compradores com a porcaria da sua beleza, e claro, ficar se agarrando com garotos dentro de um carro ou você pensa que não vi? Nem sei onde você aprendeu a ser tão baixa garota. Te chamar de filha é o pior pesadelo que pode existir.

Escuto todas as palavras de Marie calada e assim que ela acaba de cuspir todas essas coisas em mim eu me levanto, pego minha mochila e vou até Rodolfo que me leva para a escola sem me perguntar nada.

Eu não faço ideia do que eu fiz para minha mãe para que ela me odeie tanto. Tudo que eu fiz sempre foi pensando nela, exatamente como ela diz para que eu faça as coisas, e ela simplesmente vomita tudo isso em mim?

Assim que chego na escola dou graças a Deus por ninguém que eu conheça me parar, vou até o banheiro ver o meu estado e ouço o sinal tocar, as pessoas vão saindo uma por uma e eu vou até o armário para pegar meus materiais. Assim que abro meu armário me deparo com varias fotos. Eu e meu pai. Eu e Richard. Eu, meu pai e Richard. Richard e minha mãe. Mas nenhuma minha e de minha mãe.

E só então me dou conta do quanto dói não ser amada pela sua própria mãe. A dor me consome por completo, a essa hora os corredores já estão vazios e essa é minha deixa para sentar no chão e poder chorar o quanto quiser. Cada pedaço de mim deseja saber onde eu errei, mesmo que lá no fundo eu saiba que a culpa não é minha.

— Você... Você está bem? — me assusto com Shawn que aparece do nada.

— Estou. — respondo simples e viro minha cara em uma tentativa inútil de esconder minhas lagrimas.

— Não parece. — ele diz.

— Você não deveria estar na aula? — pergunto.

— Você também. — ele responde e o silêncio se instala entre nós. 

— Você vai ficar aqui? — pergunto.

— Vou. — ele se senta ao meu lado e eu me viro para encarar ele. — meu coração fica mole quando vejo alguém chorar, mas não conte a ninguém.

— Tudo bem. — rio em meio as lagrimas.

Depois de algum tempo meu choro volta cada vez mais forte, sinto Shawn me puxar para que eu coloque minha cabeça em seu peito e ele começa a fazer carinho em meu cabelo, me assusto no começo mas não o impeço.

— Foi aquele menino? Como é o nome dele mesmo? "Reri"? — ele pergunta e eu rio enquanto nego com a cabeça. — Tudo bem, vou ficar aqui e se você quiser contar o que houve eu escutarei até o final.

— É minha mãe. — sussurro. — Ela não me ama.

— Como não ama? — pergunta. — Ama sim, toda mãe ama seus filhos, mas as vezes elas podem não saber demonstrar.

— Você diz isso porque a sua mãe deve te amar. — digo enquanto seco minhas lágrimas.

— A minha mãe já morreu. — ele diz e eu sinto um nó na garganta e levanto minha cabeça para encará-lo.

— Eu.. Eu sinto muito. — digo e o abraço. — Me desculpe.

— Ei, tudo bem. — sussurra. — Você não sabia e o foco aqui é você.

— Ela me disse coisas horríveis, Shawn. Ela disse que o pior pesadelo dela é me chamar de filha. — sussurro. — Ela nunca me amou, desde criança, sempre foi Richard. Ela disse que eu sou um projeto que não deu certo, talvez eu seja mesmo. Minha vida toda é em função de minha mãe, ela deseja que eu seja perfeita mesmo que eu não queira. Todos acham que minha vida é perfeita, mas eu só queria uma mãe que me ame.

— Ei, Ash... — ele coloca as mãos em meu rosto e limpa algumas lágrimas enquanto olha no meu olho. — Se sua mãe não te ama então eu sinto muito por ela. Eu nunca mais vou dizer isso de novo, então guarde essas palavras. — avisa e olha em meus olhos. — Você é incrível, mesmo que as vezes seja mimada e na maior parte do tempo nós estejamos discutindo, eu sei que você é incrível, em todos os sentidos. Todos os lugares que você passa, você consegue encantar as pessoas e não é só com sua beleza. Você é uma menina linda por dentro e por fora, não deixe que te digam o contrário, nem mesmo se essa pessoa for eu. Se ela não te ama, então se ame o suficiente para que não precise do amor dela.

— Obrigada Shawn. —  o abraço e dou um beijo em sua bochecha deixando o mesmo sem graça. — É muito bom saber que você tem um coração.

— Não se acostume. — ele sorri.

— Você sempre diz isso. — rio.

— Já disse que é para garantir que você não se esqueça. — ele ri e se levanta. — Venha.

Ele estende sua mão para que eu consiga me levantar e vai me guiando. No início pensei que íamos para sala, mas elas ficavam em outro bloco. Ele me leva até um corredor.

— Pra onde estamos indo? — eu pergunto baixo.

— Nos divertir. — ele diz me deixando confusa. — Matar aula Ash, matar aula.

Assim que ele termina de falar uma pessoa aparece no final do corredor e ele me puxa para nós escondermos atrás de uma parede que por ser pequena fez com que nossos corpos ficassem colados e ele põe a mão em minha boca para garantir que não vou falar nada. Depois que o cara sai ele abre uma porta que provavelmente era do zelador, depois outra, e vamos até um outro corredor e assim que ele abre a última porta, nós estamos literalmente fora da escola.

— Você nunca matou aula? — ele pergunta e eu balanço a cabeça negativamente. — Há muitas coisas que eu preciso te mostrar, pequena Ash.


Notas Finais


Tá ficando bom, galerous?


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