História Doces Intenções - Shawn Mendes - Capítulo 4


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Categorias Barbara Palvin, Cameron Dallas, George Clooney, Harry Styles, Justin Bieber, Nash Grier, One Direction, Pretty Little Liars, Sabrina Carpenter, Shawn Mendes, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Barbara Palvin, Cameron Dallas, Caroline Forbes, Ella Montgomery, George Clooney, Harry Styles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Klaus Mikaelson, Liam Payne, Louis Tomlinson, Nash Grier, Niall Horan, Personagens Originais, Sabrina Carpenter, Shawn Mendes
Tags Shawn Mendes
Visualizações 554
Palavras 1.305
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Amém Harry Styles

Capítulo 4 - Break heart


Fanfic / Fanfiction Doces Intenções - Shawn Mendes - Capítulo 4 - Break heart

Point Of Views - Ashley Salvatore

Nova York, Manhattan - EUA - 23 de agosto, 2017.

Eu, realmente não sei distinguir se quarta feira é um dia bom ou ruim, mais um dia acordando cedo dessa vez sem tanta preguiça assim, acho que finalmente estou pegando o jeito. A primeira semana de aula já havia passado, Infelizmente eu estava mais do que atarefada, ainda é quarta então ainda tenho 3 fucking dias de aula até o próximo final de semana.

Hoje o dia amanheceu frio então acabo tomando um banho rápido e fazendo minhas higienes de sempre. Faço uma maquiagem simples e passo um batom roxo em meus lábios.

Como o dia estava frio escolho uma blusa branca qualquer, jeans, e por cima meu sobretudo preto, ponho uma bota preta de cano alto e deixo meus cabelos soltos, apesar de não ser nenhum pouco fã de deixá-los soltos, e por último uma touca em minha cabeça. Assim que desço para o cozinha percebo que nem papai e nem Richard estavam em casa.

— Onde estão papai e Richard? — pergunto para minha mãe assim que me sento.

— No meu bolso. — ela ajeita o óculos e depois olha para mim. — Fazendo algo eficiente, já que você não faz nada.

— Como se vocês me deixassem fazer algo. — sussurro e ponho meu suco.

— Claro que não deixamos. — ela respira fundo para continuar. — Você não serve para nada querida, NADA. Você nem deveria existir, ok? Nem foi planejada, você é praticamente um projeto que deu errado. Todos nós sabemos que você é incapaz de fazer qualquer coisa e é por isso que não deixamos nada. A única coisa que você serve é para encantar os compradores com a porcaria da sua beleza, e claro, ficar se agarrando com garotos dentro de um carro ou você pensa que não vi aquilo semana passada? Nem sei onde você aprendeu a ser tão baixa garota. Te chamar de filha é o pior pesadelo que pode existir.

Escuto todas as palavras de Marie calada e assim que ela acaba de cuspir todas essas coisas em mim eu me levanto, pego minha mochila e vou até Rodolfo que me leva para a escola sem me perguntar nada.

Eu não faço ideia do que eu fiz para minha mãe para que ela me odeie tanto. Tudo que eu fiz sempre foi pensando nela, exatamente como ela diz para que eu faça as coisas, e ela simplesmente vomita tudo isso em mim?

Assim que chego na escola dou graças a Deus por ninguém que eu conheça me parar, vou até o banheiro ver o meu estado e ouço o sinal tocar, as pessoas vão saindo uma por uma e eu vou até o armário para pegar meus materiais. Assim que abro meu armário me deparo com varias fotos. Eu e meu pai. Eu e Richard. Eu, meu pai e Richard. Richard e minha mãe. Mas nenhuma minha e de minha mãe.

E só então me dou conta do quanto dói não ser amada pela sua própria mãe. A dor me consome por completo, a essa hora os corredores já estão vazios e essa é minha deixa para sentar no chão e poder chorar o quanto quiser. Cada pedaço de mim deseja saber onde eu errei, mesmo que lá no fundo eu saiba que a culpa não é minha.

— Você... Você está bem? — me assusto com Shawn que aparece do nada.

— Estou. — respondo simples e viro minha cara em uma tentativa inútil de esconder minhas lagrimas.

— Não parece. — ele diz.

— Você não deveria estar na aula? — pergunto.

— Você também. — ele responde e o silêncio se instala entre nós.

— Você vai ficar aqui? — pergunto.

— Vou. — ele se senta ao meu lado e eu me viro para encarar ele. — meu coração fica mole quando vejo alguém chorar, mas não conte a ninguém.

— Tudo bem. — rio em meio as lagrimas.

Depois de algum tempo meu choro volta cada vez mais forte, sinto Shawn me puxar para que eu coloque minha cabeça em seu peito e ele começa a fazer carinho em meu cabelo, me assusto no começo mas não o impeço.

— Foi aquele menino? Como é o nome dele mesmo? "Reri"? — ele pergunta e eu rio enquanto nego com a cabeça. — Tudo bem, vou ficar aqui e se você quiser contar o que houve eu escutarei até o final.

— É minha mãe. — sussurro. — Ela não me ama.

— Como não ama? — pergunta. — Ama sim, toda mãe ama seus filhos, mas as vezes elas podem não saber demonstrar.

— Você diz isso porque a sua mãe deve te amar. — digo enquanto seco minhas lágrimas.

— A minha mãe já morreu. — ele diz e eu sinto um nó na garganta e levanto minha cabeça para encará-lo.

— Eu.. Eu sinto muito. — digo e o abraço. — Me desculpe.

— Ei, tudo bem. — sussurra. — Você não sabia e o foco aqui é você.

— Ela me disse coisas horríveis, Shawn. Ela disse que o pior pesadelo dela é me chamar de filha. — sussurro. — Ela nunca me amou, desde criança, sempre foi Richard. Ela disse que eu sou um projeto que não deu certo, talvez eu seja mesmo. Minha vida toda é em função de minha mãe, ela deseja que eu seja perfeita mesmo que eu não queira. Todos acham que minha vida é perfeita, mas eu só queria uma mãe que me ame.

— Ei, Ash... — ele coloca as mãos em meu rosto e limpa algumas lágrimas enquanto olha no meu olho. — Se sua mãe não te ama então eu sinto muito por ela. Eu nunca mais vou dizer isso de novo, então guarde essas palavras. — avisa e olha em meus olhos. — Você é incrível, mesmo que as vezes seja mimada e na maior parte do tempo nós estejamos discutindo, eu sei que você é incrível, em todos os sentidos. Todos os lugares que você passa, você consegue encantar as pessoas e não é só com sua beleza. Você é uma menina linda por dentro e por fora, não deixe que te digam o contrário, nem mesmo se essa pessoa for eu. Se ela não te ama, então se ame o suficiente para que não precise do amor dela.

— Obrigada Shawn. — o abraço e dou um beijo em sua bochecha deixando o mesmo sem graça. — É muito bom saber que você tem um coração.

— Não se acostume. — ele sorri.

— Você sempre diz isso. — rio.

— Já disse que é para garantir que você não se esqueça. — ele ri e se levanta. — Venha.

Ele estende sua mão para que eu consiga me levantar e vai me guiando. No início pensei que íamos para sala, mas elas ficavam em outro bloco. Ele me leva até um corredor.

— Pra onde estamos indo? — eu pergunto baixo.

— Nos divertir. — ele diz me deixando confusa. — Matar aula Ash, matar aula.

Assim que ele termina de falar uma pessoa aparece no final do corredor e ele me puxa para nós escondermos atrás de uma parede que por ser pequena fez com que nossos corpos ficassem colados e ele põe a mão em minha boca para garantir que não vou falar nada. Depois que o cara sai ele abre uma porta que provavelmente era do zelador, depois outra, e vamos até um outro corredor e assim que ele abre a última porta, nós estamos literalmente fora da escola.

— Você nunca matou aula? — ele pergunta e eu balanço a cabeça negativamente. — Há muitas coisas que eu preciso te mostrar, pequena Ash.


Notas Finais


Tá ficando bom, galerous?


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