História Doces Intenções - Shawn Mendes - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cameron Dallas, Harry Styles, Justin Bieber, Kaya Scodelario, Nash Grier, One Direction, Sabrina Carpenter, Shawn Mendes, Skam (Vergonha), The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Cameron Dallas, Caroline Forbes, Christoffer "Chris", Harry Styles, Isobel Flemming, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Kaya Scodelario, Klaus Mikaelson, Liam Payne, Louis Tomlinson, Mikael Mikaelson, Nash Grier, Niall Horan, Personagens Originais, Sabrina Carpenter, Shawn Mendes
Tags Shawn Mendes
Visualizações 354
Palavras 2.422
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - FIVE


Fanfic / Fanfiction Doces Intenções - Shawn Mendes - Capítulo 5 - FIVE

Shawn dá uma última olhada para garantir que ninguém estava nos olhando e só quando tem certeza de que ninguém nos viu ele me põe pro lado de fora. Nós caminhamos até o estacionamento e por mais doido que eu ache tudo isso, a sensação de uma nova experiência me deixa animada.

— E se alguém sentir falta de nós? — eu pergunto.

— De você com certeza aquele garoto vai sentir. — ele revira os olhos. — Se perceberem nós dois nos fodemos, só.

— Só? — pergunto assustada. — Você acha isso pouco?

— Ah, Ash, pelo menos vamos nos foder juntos. — ele ri. — Acredite é pior quando a gente se fode sozinho.

— Mas... — ele põe um dedo em minha boca como pedido de silêncio. 

— Sem se preocupar, apenas divertir, ok? — ele pergunta e eu concordo com a cabeça. — Não me faça voltar lá e te jogar dentro daquela escola.

— Tudo bem. — rio. — Mas você já sabe para onde vamos?

— Já tenho alguns lugares em mente. — ele diz e eu abro a boca, mas ele me interrompe. — Nem adianta perguntar pra onde porque não vou dizer.

Depois disso acabo desistindo mesmo que a curiosidade seja maior que tudo. Assim que achamos o seu carro em meio a todos os outro, ele o destrava e entra enquanto eu fico parada, ele sai do carro e me olha confuso.

— O que foi? — pergunta confuso. — Desistiu?

— Não, estou esperando — respondo.

— Esperando o que? — ele pergunta mais confuso ainda.

— Você vir aqui e abrir a porta para mim. — sorrio.

— Você não tem braços? — ele pergunta e eu reviro os olhos.

— Se não é cavalheiro ao menos finja ser. — Ele revira os olhos e se da por vencido.

Ele caminha até mim e abre a porta, eu entro e ele fecha a cara enquanto revira os olhos umas mil vezes. Shawn da a volta no carro e se senta logo em seguida, assim que gira a chave ele se vira para mim antes de arrancar com o carro, mas eu o interrompo.

— Não se acostume com isso. — digo imitando sua voz e ele não consegue segurar a risada.

— Como você sabia? — ele arranca com o carro.

— Parece que eu te conheço melhor do que você imagina não é mesmo? — sorrio.

— Minha voz não é feia assim.

— Talvez seja sim. — rio. — Não vai mesmo me dizer para onde vamos?

— Vou te levar pro meio do mato e te foder lá. — ele diz serio e meus olhos saltam do meu rosto enquanto minhas bochecha ficam coradas e ele cai na risada.

— Isso não tem graça. — acabo rindo da risada dele.

— Você tinha que ver sua cara. — ele ri. — Relaxa baby, se um dia isso for acontecer, não vai ser contra sua vontade, você vai implorar para que aconteça.

— Dessa vez é a minha vez de achar graça. — rio. — Nunca imploraria, já você...

— Não precisa assumir, sei que é difícil. — ele procura minha mão e coloca a sua por cima como forma de consolo, sem tirar os olhos da estrada. — Está com fome?

— Muita. — respondo e ele me olha quando paramos no sinal.

— Então vamos passar em algum lugar para comer algo, tudo bem para você? — ele pergunta.

— Sim. — sorrio e ele volta a dirigir quando o sinal abre.

Dou uma olhada em meu celular e percebo que passamos bastante tempo naquele corredor, porque já são quase 9 horas. Shawn liga o rádio de seu carro e é legal poder conhecer um pouco do seu gosto musical que não é tão diferente do meu. A música de John Mayer começa e nem um de nós dois consegue se conter.

Não demora muito para encontrarmos algum lugar, eu como alguns cookies e tomo um cappuccino, Shawn faz o mesmo. Nós voltamos para o carro e durante o trajeto eu chego a perguntar algumas vezes os planos pra hoje, mas ele é cabeça dura mesmo, quando não quer falar algo não adianta nem implorar.

— Chegamos. — ele diz.

— Um.. um parque de diversão? Sério isso, Shawn? — pergunto incrédula.

— Quanto tempo você não vem em um desses? — ele pergunta rindo. — As vezes é legal se sentir criança.

— Na verdade... Eu nunca fui em um. — rio e balanço a cabeça.

— Preciso de uma lista de todas as coisas que você não fez, tenho que te fazer viver. — ele ri e sai do carro, eu permaneço lá dentro e ele entende o recado, vai até o meu lado e abre a porta. — Desse jeito você vai ficar mal acostumada, é a ultima vez.

— Última vez né. — rio. — Veremos.

— Da próxima vez te deixo trancada aí no carro pra morrer. — ele diz e eu o empurro.

Shawn e eu começamos pelos carrinhos de bate-bate é claro que ele em um e eu em outro, o que não foi uma briga justa.

Ele me puxa para ir em todos os brinquedos praticamente duas vezes, não me lembro da última vez que me diverti tanto, que ri tanto e consegui esquecer dos meu problemas. Até no carrossel nós fomos o que nos rendeu diversas fotos idiotas.

Ele tentou acertar na mira para ganhar um ursinho, lógico que o que ele queria não era o ursinho e sim provar para mim que era capaz de acertar o alvo. Depois de mil tentativas e de eu quase ter dormido, ele finalmente consegue, e claro, o ursinho fica comigo.

Depois de tentar muito finalmente consigo convencer o Shawn a ir comigo na montanha russa, ele me xinga cada vez que sobe e respira fundo cada vez que desce. Chegou até a me abraçar de medo e implorar para que não conte isso à ninguém é claro que eu ri bastante da situação.

Quando fomos no trem fantasma foi a vez dele de rir, eu nem ao menos abri meus olhos, não faço ideia de qual momento fui parar no colo de Shawn com a cabeça enterrada em seu pescoço, só sei que quando chegamos no final essa era a nossa situação. Eu gritei mais do que qualquer outro dia, chego até a pensar que vou ficar sem voz, e Shawn apenas pedia calma e falava que estava tudo bem em meio as suas risadas.

— Eu não conto a ninguém do seu surto do trem fantasma e você não conta o meu na montanha russa. — ele propõe.

— Vou pensar no seu caso. — ele ergue uma sobrancelha. — Tudo bem.

— Agora vamos, ainda tem um lugar para passar — ele avisa e eu concordo.

Nós caminhamos até o carro e eu faço birra até ele abrir a porta, é tão divertido isso que eu poderia passar o dia todo fazendo.

— Pega. — ele joga meu celular em meu colo.

— O que? — pergunto olhando meu celular.

— Manda uma mensagem para o seu pai avisando que o seu motorista não precisa te buscar, porque você vai passar em um lugar comigo e eu te deixo em casa. — ele diz enquanto arranca com o carro e eu concordo com a cabeça

— Pronto. — digo quando envio a mensagem e meu pai não demora para responder. — Ele disse para eu ter juízo.

— Ele deve ter medo de eu fazer algo.— ri.

— Ele gosta de você. — reviro meus olhos. — Agora para de falar besteira e canta.

— Cantar? — ele pergunta.

— Sim, você canta tão bem quanto Harry. — digo.

— Seu namoradinho? — ele ri. — Ele vai ficar furioso quando souber que você matou aula comigo?

— Primeiro: Ele não é meu namoradinho. — reviro os olhos. — E segundo: Sim, ele vai ficar muito furioso, mas não estou nem aí porque está sendo divertido.

— O que vocês são então? — interroga.

— Amigos... Com benefícios, as vezes. — respondo.

— Pensei que vocês namoravam. — ele diz surpreso.

— Não, nunca. — faço careta. — Não gosto dele assim.

— Se ele fosse eu você certamente já estaria toda caidinha. — ele ri.

— Você não consegue passar um minuto sem ser convencido né? — reviro os olhos.

— Eu sou realista. — ele avisa. — E você está se divertindo comigo, posso me achar.

— Você também está se divertindo comigo. — sorrio.

— Um pouco, por exemplo, você gritando de medo foi realmente divertido. — ele cai na risada e eu lhe dou um tapinha. — Chegamos.

— Mas essa não é a empresa do seu pai? — questiono surpresa.

— Sim, agora vem sem reclamar porque você fez a mesma coisa no parque e se divertiu bastante.

Nós descemos e dessa vez ele abre a porta sem ficar emburrado, tá ficando mais obediente a cada momento, gosto assim. Ele me leva até dentro da empresa e ninguém questiona nada, nós entramos no elevador e eu me seguro nele para tirar minhas botas.

— Tava demorando. — ele ri. — Não sei como você aguentou esse tempo todo.

— Meu amor, eu fui criada para andar de salto, se duvidar Christian Louboutin é meu padrinho. — digo e ele solta uma risada. — Agora me ajuda aqui vai. — ele me segura para que eu possa tirar e como se eu não fosse desastrada o suficiente acabo caindo e levando ele junto.

— Você tem que aprender a tomar mais cuidado. — ele diz com o rosto cada vez mais próximo de mim, até que o elevador abre e uma mulher nos olha estranho.

Nós nos levantamos na maior pressa e vergonha do mundo, depois de algum tempo elevador para no último andar, Shawn me leva ate uma porta e nós subimos uma escada e logo chegamos lá em cima.

— Aqui é meu lugar preferido. — Shawn diz. — Da para ver a cidade toda.

— É incrível Shawn. — digo enquanto tiro meu sobretudo e deixo ele no chão ao lado de minhas botas, Shawn acompanha com o olhar cada movimento meu.

— Senta aqui. — ele bate no chão ao lado dele para que eu me sente e é isso que eu faço.

— Aqui traz uma sensação de paz gostosa, sem contar com esse vento. — sorrio e ele faz o mesmo.

— Aqui você pode gritar a vontade quando está com raiva e ninguém vai brigar. — ele me olha. — Quando você estiver triste eu posso te trazer aqui.

— Obrigada. — encosto minha cabeça em seu ombro e ele faz carinho em meu cabelo. — Desculpa por ter te julgado mal antes.

— Eu fiz pior. — ele ri. — Vamos aproveitar esse momento de paz, porque sei que amanhã ou depois de amanhã nós vamos brigar de novo.

— É, eu também sei. — rio. — O céu está tão lindo.

— Verdade, eu gosto de olhar para o céu essa hora, quando as estrelas estão começando aparecer. — ele aponta para uma estrela. — Aquela é linda.

— Aquela ali é mais. — aponto para outra. — Nem parece que são uma bola de poeira.

O clima é leve entre nós, temos uma pequena briga sobre qual é a estrela mais bonita, ele é um chato e eu acabo concordando com ele no final, para que ele me deixe em paz. Até os momentos de silêncio foram bons.

Eu estava com saudade disso, de me sentir normal, de rir, de ser feliz, de me divertir e Shawn trouxe tudo isso pra mim. Eu desejo muitos mais momentos como esse.

Depois de um tempo lá nós vamos embora, mas antes de me levar em casa ele me leva para lanchar e eu o obrigo a comprar um hambúrguer. Ele tira todos os pedaços de tomate e eu rio ao descobrir que ele odeia tomates, eu o irrito até que ele ponha um pedaço na boca, a cara dele com certeza foi a mais engraçado e eu me arrependo amargamente de não ter gravado.

— Você está entregue. — ele diz assim que estaciona.

— Obrigada pelo dia de hoje Shawn. — digo e sorrio.

— Não se acostuma. — ele diz e eu rio.

— Não vou. — sorrio e pego o ursinho no banco de trás. — Obrigada por isso também.

— A minha intenção não era te dar um ursinho. — ele revira os olhos.

— Eu sei, mas vamos fingir que sim, agora tchau. — dou um beijo em sua bochecha. — E obrigada mais uma vez.

— Tchau. — sorri.

Eu saio do carro e quando estou me afastando o ouço me chamar.

— Ei, Ash.. — ele grita. — Não conte a ninguém que eu tenho um coração.

Eu sorrio e ele arranca com o carro, quando chego em casa a primeira pessoa que vejo é minha mãe, ignoro sua presença e subo para o quarto. Tomo um banho, visto meu pijama e desço paga pegar uma maçã e falar com o meu pai. Ele apenas pergunta se Shawn não fez nada e eu digo que me diverti muito com ele. Não conto nada do que houve com minha mãe, por mais que ela me odeie, ela não deixa de ser minha mãe e eu sei que meu pai brigaria muito com ela.

Antes de subir escuto a companhia tocar e vou atender. Me deparo com Harry com uma cara nada boa.

— Por que faltou hoje? — Harry pergunta.

— Fala baixo. — o empurro para fora.

— Filha, está tudo bem aí? — meu pai grita.

— Sim pai... É só o Harry. — respondo e fecho a porta para conversarmos do lado de fora.

— Porque você faltou? Porra, eu fiquei preocupado. — ele diz e por um segundo sinto pena.

— Bem, eu... Eu não faltei. — Eu matei aula com o Shawn. — digo rápido e ele me olha confuso.

— Com o Shawn? — ele se altera. — Sério isso, Ashley? Depois você diz que não devo me preocupar.

— E não deve. — respiro fundo. — Eu estava mal hoje e ele meio que cuidou de mim, foi só isso.

— Eu poderia ter cuidado de você. — ele esmurra a parede com raiva.

— Eu sei disso Harry. — chego perto dele na tentativa de acalmá-lo.

— Esse garoto, ele vai... — respira fundo e olha nos meus olhos. — ele vai roubar você de mim.

— Ele é só meu amigo, Harry. — digo.

— Eu também era. — ele fala tentando se controlar.

— Não, você é meu melhor amigo. — tento abraçar, mas ele recusa.

— Esse é o problema Ash, esse é o problema. — ele diz e se afasta me deixando sem entender o que aconteceu.

Espero alguns minutos e subo novamente para o meu quarto, mando algumas mensagens para o Harry e espero que me responda quando estiver mais calmo. Eu o amo, não suportaria viver sem ele, ele sempre foi meu melhor amigo.

Pego as matérias e atividades que perdi hoje, copio e respondo tudo. Depois me jogo na cama e converso com Emma e Beth que me aconselham a tentar falar com Harry de novo. Me lembro mais uma vez que esqueci de pegar o número de Shawn, amanhã eu pego.

Antes de dormir minha mente viaja no dia incrível que eu tive. O garoto que me tira a paciência, hoje me tirou sorrisos e risadas sinceras. Ele não é tão ruim quanto eu pensei que era. Talvez eu esteja começando a saber lidar com Shawn mendes.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...