História Doctor And Patient - Capítulo 5


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Tags Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Fifth Harmony
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Palavras 1.015
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


O próximo capítulo, já será o último. Espero que estejam preparados. Pois como eu disso no começo, isso é adaptação de um conto erótico, logo é bem curto mesmo. Como uma short-fic.

De qualquer maneira, boa leitura e boa noite.

Capítulo 5 - Perder O Juízo


A cabeça de Camila está entre as minhas pernas, ela chupa o meu clitóris e dou gritinhos de prazer. A boca dela é totalmente desinibida e me explora com vontade. Ela mete a língua rígida dentro de mim e suspiro longamente. Estou sentindo muito tesão.

Puxo os cabelos dela e ela me chupa mais forte, insere um dedo em mim, depois outro e mais outro.

– Amor, amor... Vou gozar! – aviso.

– Goza,amor. Deixa vir. – Obedeço, porque é impossível agir de outra forma. Gozo, explodo, viajo pelo cosmo.

Camila me vira de costas e me coloca de quatro, arremete, entra e sai de um jeito muito atrevido, ela faz tudo tão gostosinho que nunca me canso ou me satisfaço. Quero sempre mais dela. Esgoto-a sempre, até a última gota.

– Agora estou indo amor, porra! – grita, urra e se derrama dentro de mim.

Seis meses juntas. Parece que nos conhecemos há anos, há séculos, na verdade.

Já conhecemos as nossas respectivas famílias, fazemos programas com os amigos dela e com os meus, nos chamamos de amor, nos tratamos com amor, sabemos muitas coisas uma da outra e adoramos estar sempre juntinhas.

Ela ainda me leva e me busca no consultório, todos os dias, e temos feitos pequenas viagens nos finais de semana.

Eu me interesso em saber tudo sobre o trabalho dela, Camila é psiquiatra. Adora o que faz. É uma profissional conceituada, atende um monte de celebridade e é tão badalada que até escreve uma coluna mensal para uma revista de medicina.

Nunca senti ciúme dela até hoje, nunca precisei. Ela sempre me faz sentir segura, como se só eu importasse. Mesmo quando está muito ocupada arruma um tempinho para me enviar um SMS, telefona só para mandar um beijo, compra o meu sorvete preferido, lembra todas as datas especiais.

Eu aproveito cada dia, cada momento juntas, sorvo tudo com gulodice, mas não fico conjecturando, porque sei que da mesma forma que ela surgiu na minha vida, ela pode desaparecer.

O Noah me fez compreender que o importante é viver o hoje, porque o futuro pode nunca acontecer. E a Camila me ensina que o presente pode mesmo ser o nosso maior presente, e que é preciso abrir o papel com cuidado, desembrulhar com alegria, meter a mão na caixa devagarzinho e se deliciar com a surpresa. Brincar com o conteúdo, observar as suas formas e cores com prazer e entusiasmo, e se divertir com ele até que um novo dia chegue e outro presente nos seja dado.

Emagreci os quatros quilos que estavam me incomodando, mas não foi tão difícil como eu pensava, nem tão complicado como das outras vezes em que iniciei um regime. Foi acontecendo. Primeiro passei a caminhar junto com a Camila antes de ir para o trabalho. Depois passei a me alimentar melhor, nos horários certos e cortando as besteiras.

Não me senti pressionada a emagrecer, não queria pressionar ninguém, pensei na saúde, no meu bem-estar, na melhora da minha flexibilidade e naquela minha dor persistente no joelho que precisava sarar. Camila sempre demonstrou gostar de mim do exato jeitinho que sou. E nunca serei magra, só consigo ser menos gordinha... Ela diz que adora ter onde pegar. Então, os quilos a menos foram suficientes para eu me sentir bem e ela continuar satisfeita.

Ela se joga ao meu lado, sorri para mim, e sorrio de volta. Enlaça os dedos aos meus e fecha os olhos. O semblante dela está suave, satisfeita, e me sinto em paz, sonolenta e feliz.

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– Amor, se estiver doendo, avisa. Porque eu estou achando muito bom... – ela geme.

– Ai... Está doendo de um jeito gostoso, muito gostoso. Entra mais, vai. – peço.

Camila avança mais um pouquinho, ela está com medo de me machucar, nunca fui até o fim com isso antes. As experiências anteriores foram frustrantes, por isso nunca deixei Camila ir por esse caminho. Entretanto, tudo com ela é tão especial que resolvi me oferecer e ver como seria. E está sendo ótimo.

– Essa sua bunda é tão espetacular. Redonda, grande... E você está me apertando tanto que estou tendo que me controlar muito para não gozar imediatamente.

– Amor, entra mais, quero você toda. Estou com muita vontade de sentir você toda. – digo e rebolo contra seu membro, e ela entra mais um pouco.

Uma excitação gigante toma conta de mim, a boceta pinga, os mamilos ardem eriçados, o corpo se torna ultrassensível e sei que sexo anal com ela  será com tudo que fazemos juntas, maravilhoso.

– Se masturba para mim, amor, enquanto como a sua bunda, vai safada! – ela bate em minha nádega direita e eu a atendo.

– Ca-camila, vou gozar... Ah! Entra toda, sem dó, quero você... – nem bem termino a frase e ela estoca fundo em mim.

Urro, contorço, me enlevo. Ela urra também, começa o vaivém, e em poucos segundos estou gozando. Sei perfeitamente quando ela goza, porque ela grita anunciando, estremece e logo depois geme alto.

Um ano juntas e uma intimidade enorme. Ela me conhece como poucos, porque eu me relevo para ela sem o menor pudor, sem medo, sem subterfúgios e sem incômodo algum.

Camila se deu para mim, inteira, de uma forma espontânea, e até meio maluca, tão de repente e tão forte que não tivemos tempo de pensar direito. E quando tivemos tempo para pensar só nos veio a certeza de que estarmos juntas é o mais certo a fazer.

Um dia ela levou as minhas coisas para casa dela, fez uma surpresa e fique feliz, não me preocupei com as consequências, nem com o status do nosso relacionamento. Não ganhei uma aliança, não usei um vestido de noiva, não assinamos um papel, mas dividimos uma rotina juntas e gostamos disso. Ela é minha companheira, minha amante, minha cúmplice. Ultimamente tem me apresentado como sua esposa.

As nossas famílias já se conhecem, convivem; os nossos amigos agora se tornaram comuns, partilhamos todos eles e os incluímos em vários programas.

A felicidade é tão simples, tão descomplicada que às vezes até assusta. E eu só precise perder o juízo um pouco para dar de cara com ela.


Notas Finais


Teve lana, sheuhsue. Espero que tenham apreciado. Leia minha outra fanfic, pois aquela será bem longa!
https://spiritfanfics.com/historia/pleasure-house-8811961


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