História Doctor Who: Guerra nas Estrelas - Capítulo 16


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Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - À Todo Vapor


Fanfic / Fanfiction Doctor Who: Guerra nas Estrelas - Capítulo 16 - À Todo Vapor

 Os canhões de um cargueiro corelliano não eram algo de outra galáxia, ou algo extraordinário, mas que seriam o suficiente para abrir um caminho consideral, eram. Ou assim Carrie esperava.

O Doutor estava nos canhões inferiores e ela nos superiores, rezando para que aquela banheira não explodisse — ou explodisse, caso entrassem em Iego. O planeta era amaldiçoado, todos sabiam. Sabiam também que os Anjos habitantes de suas mil luas, apesar de belíssimos, não eram criaturas a se confiar.

— Tudo certo aí embaixo? — disse Carrie, ao colocar o comunicador.

Nenhuma resposta.

— Ei! — berrou do cockpit do artilheiro — Não vai me ajudar, não?!

— Vou, mas não desse jeito — disse o Doutor na borda da escada que levava aos canhões.

Correu para a cabine do piloto e puxou sua chave de fenda sonica.

— Qual de vocês é melhor atirador? — perguntou para Han e Chewbacca.

O Wookie grunhiu algo e apontou para o garoto. Han abriu os braços e inclinou a cabeça. Mesmo sendo uma criança, o garoto já tinha jeito de malandro.

— Muito bem, Han. Vá para os canhões e ajude aquela maluca, eu sei o que fazer.

Embora o tom do Doutor era imperativo, Han hesitou por um momento.

— Acho que não, doutor. Ninguém conhece essa nave como eu.

— Ninguém conhece esse universo como eu — disse, ao inclinar o rosto na direção dos canhões —, agora chispa.

O jovem Solo o fitou por um momento e saiu corredendo, passando pela retenção princiapl e rumando direto para as escadas que levavam ao cockpit do artilheiro.

— Tudo pronto, sua maluca. Vamos sair daqui. — Apertou um botão na lateral da cabine e começou a mirar.

— Sua o quê? — a voz de Carrie saia alta do comunicador.

— Foi o Doutor que disse.

— Depois eu quebro a cara dele — respondeu —, e a sua.

Ao mover os controles da arma, o assento se movia junto, de forma a deixar o atirador sempre em linha reta com o canhão e o alvo.

Os tiros de blaster possuiam um som diferente ao que Carrie estava acostumada, mas a potência era algo a se admirar.

Era possível ouvir os disparos de dentro da cabine do piloto. Enquanto Chewie pilotava, o Doutor usava sua chave de fenda nos painéis e na fiação, para garantir que aquele caminhão espacial não se transformasse em uma bola de fogo no meio do nada.

McGregor estava habituada com isso, que mal percebera no que estava atirando, basicamente tudo o que estava à sua frente. Podia ver a luz vermelha dos tiros do jovem Han saindo por baixo da nave, sem errar nenhum.

— Se prepare, Chewie — disse o Doutor com o braço erguido e a chave apontada para o teto da cabine —, quando eu contar até três você puxa as alavancas do Hiperespaço.

Chewbacca grunhiu algo, assentindo — embora hesitante.

— 1... 2... TRÊS!

A mão coberta de pelos do Wookie puxou a alavance de uma vez. As estrelas, os detritos e tudo que se podia ver do lado de fora se transformou em linhas azuladas.

Estouros e faíscas eclodiram pelo cockpit, bem como pela nave inteira. Cinco segundos depois, as linhas se transformaram em pontos novamente. E tudo ficou em silêncio.

Han Solo retirou o comunicador do rosto e respirou fundo, em alívio. Chewbacca abriu os braços em comemoração. E o Doutor desabou no assendo do piloto.

— Onde estamos? — perguntou com um sorriso no rosto.

Chewie respondeu. “Ainda estamos no sistema Iego, mas longe do planeta”. Isso era um alívio, embora o ele não fizesse idéia do porquê.

Ao saírem da cabine do piloto, Han correu para abraçar Chewbacca. Naquele momento, o Doutor lembrou que o rapaz ainda tinha 10 anos.

— Não precisa me agradecer — Carrie McGregor passava a mão pelos cabelos vermelhos com uma expressão serena no rosto —, seu maluco.

O Doutor olhou pra ela e sorriu de volta com o canto do rosto, sem perceber.



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