História Doctor Who: The Red Time - Capítulo 4


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Categorias Doctor Who
Tags 19th, Doctor Who, Emma, Red, Stone
Exibições 4
Palavras 1.298
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Científica, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Pansexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Red - Parte 4


Indo até o balcão, O Doutor subiu em cima do mesmo e, pegando o sininho que é usado para chamar a atendente, junto de falas como "escutem aqui!" Ou "Atenção, atenção...", todos se reuniram em volta do mesmo, que começou a falar.

— Caso ninguém percebeu até agora — O Doutor, sacando sua Chave de Fenda, apontou para um rapaz que estava encolhido num banco, ouvindo música alta e mexendo no celular, alheio á tudo em sua volta. O fone deu curto-circuito, e O Doutor tomou a atenção do rapaz (que fez uma careta) quando continuou a fala. — Estamos no espaço. Mantenham a calma, só precisamos ficar juntos. Evitem ficar andando, por que alguém, aqui neste local, está sendo procurado.

— Então quer dizer que somos suspeitos? — Questionou a mãe daquele garotinho, que estava dormindo num carrinho de bebê ao seu lado.

— Sim, potencialmente. — Deu de ombros o 10°.

— O único modo de sabermos quem é o culpado é interrogando um de cada vez. — Uma voz surgiu: era uma mulher, com roupas que lembram aqueles detetives de filmes antigos. Seu sobretudo bege, parecido com o do nosso querido Doutor, fez com que o mesmo despertasse um interesse pela mesma (eu não acho que foi por isso não...).

— Brilhante! — Em seguida, ele desceu da mesa e apontou para Red, e depois para Donna. — Red, Donna, aqui comigo.
Todos estavam olhando para ele. Por um momento, o Doutor ficou meio corado.

— Que foi gente, podem voltar para suas mesas! — Disse a tal detetive.
Então, o Doutor concluiu:

— Não, não. Quero que prestem atenção em mim: eu, ela e aqueles dois ali — Neste momento, Red e Donna direcionaram o olhar para ele. Os dois estavam cuidando da mulher, que adormeceu. — Vamos sentar nestas mesas aqui, e iremos interrogar um por um, sem demora.

...
 

Ao interrogar todos, eles se juntaram na mesma mesa que, anteriormente, o trio se sentou para comer.

— E aí, o que descobriram? — Começou Red.

— Nada de tão importante. — Começou Donna. Nenhum deles já tiveram algum contato extraterrestre ou algum tipo de assalto, ao menos os que eu entrevistei.

— Já eu, achei algo interessante. — Disse a detetive. — Aquele garoto dos fones de ouvido disse que já viu algum tipo de E.T., que era deste jeito aqui. — Ao apresentar a folha rabiscada, estava com um desenho de um Dalek, exatamente do jeito que ele é de verdade. —Ele disse que ele estava subindo, e estava com algumas roupas na sua suposta ventosa embutida.

— O que um Dalek faz na Terra, sendo que ele não está invadindo ou algo assim do tipo? E como não havia mais deles? —Questionou Red. O fato de ele simplesmente saber a existência de Daleks e não saber o que era aquela planta o deixou impressionado.

— Estava buscando algo... deve ter relação com o que estava dentro da roupa.

— Mas o que uma roupa tem a ver com tudo isso? É só, sei lá, uma roupa. Por acaso ele irá vestí-la? — Continuou a questionar Red.

— Não sabemos. — Finalmente respondeu a detetive. E você? — Estava referindo-se á O Doutor.

— Eu não consegui muita coisa. Minhas perguntas não conseguiram extorquir nada de importante. E eu só queria saber o resultado dos jogos...

— Bem, pelo jeito esse interrogatório não serviu de nada. — Concluiu Donna.
Um grito de desespero tomou a atenção do grupo. Ao olharem, a mãe do garotinho estava gritando de desespero, clamando o nome de seu filho.

— BENNETT! BENNETT!  — Berrava ela aos prantos. Estava andando de um lado para o outro, procurando o filho.

Logo, um alto-falante, que vinha do lado exterior do estabelecimento, começou a comunicar a seguinte mensagem, que agora, lembrava a voz Dalek:

"DETENTO, RENDA-SE. VOCÊ TEM 10 CHANCES."

Sem pensar, os quatro correram para a porta, e saindo do estabelecimento, olhando para cima, viram uma enorme nave redonda em formato de disco, com um círculo brilhante em seu centro. Era totalmente preta, e seu tom metálico fazia com que o brilho do espaço ficasse iluminando sua carcaça. O barulho que as turbinas da nave reproduziam faziam com que O Doutor tivesse que gritar para os outros três, a sua volta, ouvissem:

— Ok, temos de achar um jeito de subir ali! — Exclamou O Doutor.

— Ok, eu sei um modo muito eficiente! — Respondeu Red, sacando a chave de fenda sônica do Doutor e a apontando para a nave. Tomando a saída de voz do auto-falante que havia na nave, Red usou o a chave de microfone, e disse:

— O DETENTO ESTÁ AQUI FORA, OLHE PARA CÁ DE ONDE O SINAL ESTÁ VINDO! — Berrou Red, que estava apertando o botão da chave, emitindo um sinal. Retirando de perto da boca, fez um gesto para todos se reunirem perto dele. - Juntem-se! Assim todos nós subiremos para a nave!

— Como eles não perceberam isso?! — Duvidou Donna.

— Eles são burros, confiem em mim! — Respondeu Red.

— Como você sabe tanto sobre tudo Red? — Também questionou O Doutor, ignorando o fato de Red ter pego sua chave de fenda.

— Eu simplesmente sei     

  ...

Ao chegarem na nave, estavam no meio de um grande tribunal, onde o centro onde eles estavam era um palco esférico. Estavam rodeado de diversas formas corporais, mas todos usavam máscaras, todas da cor branca num formato de rosto sem vida, tanto que os buracos na máscara para poderem enxergar estavam obscurecidos. Todos usavam sobretudo preto, que cobria todo o corpo. Estavam no meio de uma audiência macabra.

Assustado, o Doutor sussurrou, suando frio:

— Deslizadores do Tempo. Não existe nenhum registro oficial deles. Todas as informações sobre eles vieram de conversas, relatos, teorias, etc. Eles também são conhecidos como Viajantes do Tempo. São invisíveis, e são considerados lendas urbanas, até agora. Eles estão em todos lugares, e só era possível sentir a sua presença, pois a frequência que estão é tão diferente da nossa realidade que as fotos em que eles supostamente apareceram são muito antigas, e todas foram tiradas na Terra. Eles são a raça mais misteriosa de todo universo, e dizem que são os juízes supremos do Tempo, e só alguém muito perigoso ou ameaçador é perseguido por essas entidades.

— Então, quer dizer que eles te perseguem por um bom tempo, não é, Doutor? — Tremulava Donna, pois todas aquelas máscaras a encarando fazia ela olhar para todos os lados, sentindo-se insegura.

— Sim, mas nunca me acharam. Eles são como uma sombra no escuro, e dizem também que eles são curadores que consertam erros no tempo, mas de forma silenciosa.

— Isso se encaixa em parte com você, não é, Doutor? — Disse Red.
O Doutor não respondeu. Claro que o contexto era parecido, mas era bem difícil O Doutor fazer algo sem chamar atenção.

— O julgamento irá começar agora! — Disse, em alto e bom som, o Deslizador que, por estar com uma capa branca, aparentava ser o Juiz. Sua voz lembrava a de um Ood, e isso era estranhamente reconfortante.

— E esse negócio de eles terem as vozes de outras raças? Isso está me assustando... — Falou, demonstrando tal temor na voz, Red, que pelo jeito, era o único que sabia sobre distintas raças, depois do Doutor.

— Meritíssimo, permita-me alegar que há duas almas que não precisam ser julgadas, pois não cometeram erro qualquer. —Entre a plateia, surgiu uma voz parecida com a de Rose, o que fez O Doutor estremecer.

— Sim, isso a corte já percebeu. — Garantiu o juiz, que levantou-se. — Preparem o teletransportador e as mande de volta para a Terra, junto com residência.

Ao dizer isso, Donna e a detetive começaram a desaparecer, e, assustadas, começaram a olhar em volta e para seu corpo. Um flash ocorreu, e as duas sumiram, sobrando O Doutor e Red. Os dois estavam respirando pesadamente apavorados, e um de costas para o outro, estavam olhando para todos os lados, como se estivessem enfrentando uma fera que vinha de todos os lados.
 


Notas Finais


Opa, mais um episódio aí pra vocês! Desculpa a falta de post's, estava muito ocupado e acabei esquecendo de postar. Mas, eu prometo, essa é a penúltima parte, e já partiremos pro segundo episódio! Obrigado por você, que leu até aqui


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