História Doctors - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags Bambam, Got7, Jackson, Jaebum, Jinson, Jinyoung, Mark, Markjae, Youngjae, Yugyeom
Visualizações 82
Palavras 2.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, boa noite ^-^ como estão?

Eu pretendia atualizar mais duas fics minhas, mas eu acabei, por pura burrice, perdendo o capitulo que tinha escrito de Doctors, tive que reescrever e então não tive tempo para as outras, me desculpem.

Mas espero que gostem do capitulo, ficou melhor que o original na minha opinião ^-^

Capítulo 2 - Informações


Mark

A maneira como Chungho havia feito a pergunta deixou Mark e todos na sala estupefatos, não esperavam tal súbita pergunta e que também, se foi para Youngjae ou a enfermeira já que a palavra gay podia ser usada para ambos os sexos, ninguém sabia, pois Chungho já sabia sobre Mark á muitos anos.

Chungho acabou logo se dando conta disso também.

Tinha ficado tão entusiasmado com o que viu se desenrolar a sua frente e a clara implicância disso que uma ideia lhe veio à mente e querendo tirar a limpo, antes que cometesse algum equívoco, ele nem mediu suas palavras ao fazer a pergunta. E nem as faria como a forma que tentou consertar sua pergunta.

– Desculpe, doutor Choi, você é gay? – repetiu a pergunta Chungho não se esquecendo de citar para quem estava perguntando, olhando esperançoso para Youngjae pegando o médico de surpresa com isso.

Mark deu um forte tapa em sua própria testa, descrente em tal falta de tato de seu tio ao fazer uma pergunta assim e ainda repeti-la daquela maneira.

A Coreia do Sul, com o passar dos anos começou a aceitar bem relacionamento entre pessoas do mesmo sexo, mas fazer uma pergunta assim para alguém que não conhecia direito, mesmo que tenha salvado sua vida, era um pouco demais.

– Isso é pergunta que se faça assim na lata? – retorquiu Raymond dando um leve empurrão no ombro do amigo, tendo os mesmos pensamentos que seu filho sobre o assunto.

– Sem problemas, senhor Tuan. – assegurou Youngjae sorrindo, não queria que o assunto fosse mais do que era. Ele se virou, olhando ainda sorrindo para o paciente na cama. – Sou bi, Chungho-sshi.

Mark não gostou muito dessa resposta.

O americano tinha plena consciência que estava mais do que gostando do médico, e a forma como eles estavam se olhando e flertando quando se encontravam no café e nesse momento, diziam que era um sentimento recíproco, mas agora que sabia que Youngjae era bi, Mark estava duplamente preocupado.

Antes ele só tinha que tomar cuidado com homens que tentassem dar em cima de Youngjae, mas agora ele teria que se preocupar com as mulheres também. Não que ele não tivesse confiança em si mesmo, mas ele e Youngjae ainda não tinham nada para apaziguar esse sentimento de insegurança que ele nem sabia que sentia em relação ao outro homem.

– Isso é maravilhoso. – exclamou Chungho sorrindo feliz dando um soco no ar o que fez Youngjae rir ao ver tal atitude infantil em um homem com o dobro de sua idade.

– Oque que você está matutando nessa cabeça, seu velho caduco? – Raymond conhecia bem o amigo, sabia que aquele sorriso infantil só podia significar que ele teve alguma ideia boba, mas que também poderia ser boa.

– Ainda estou longe de ser velho e mais ainda de ser caduco. – somente naquele momento Chungho se lembrou do empurrão que levou e deu o troco no amigo.

Dois toques na porta chamou a atenção de todos. A porta do quarto se abriu e uma enfermeira entrou se curvando respeitosamente. Mark não percebeu o olhar predatório da mulher em si.

– Me desculpe, doutor Choi, mas tem uma pessoa que está a sua procura e deseja falar com o senhor o quanto antes. – falou a enfermeira um pouco nervosa.

Youngjae soltou um suspiro. Não precisou pensar muito para saber bem quem estava o procurando para a enfermeira estar agindo assim e nem revelar quem era. Isso também o informava que não podia ficar mais no quarto.

– Mark-hyung. – Youngjae se virou, olhando para Mark que o encarava com os olhos arregalados pela forma que o outro o havia chamado, contudo, um sorriso logo se formou nos lábios do americano antes dele morder o lábio inferior.

O médico nunca havia chamado o outro usando esse honorifico, não em voz alta, e logo percebeu o que fez. Mas sorriu ao ver a reação que causou no americano.

“Definitivamente, Mark-hyung não podia morder o lábio assim” pensou olhando sugestivamente para os lábios do americano que em sua opinião estava sexy demais fazendo algo completamente normal.

– Da próxima vez que vier aqui, por favor, venha disfarçado, você está chamando muita atenção com sua beleza e isso está atrapalhando o serviço de algumas pessoas. – o médico olhou sugestivamente para as duas enfermeiras, ele havia percebido o olhar que a enfermeira à porta havia lançado ao outro homem.

– Doutor Choi. – reclamou as duas ficando ainda mais constrangidas fazendo o médico rir.

– Volto para ver o senhor depois, Kim Chungho-sshi. – Youngjae se curvou para os três, se despedindo dos dois Tuans e de seu paciente, e saiu do quarto com as duas enfermeiras.

– Sua beleza é problemática, Mark-ah. – falou Chungho rindo. – E além dos olhares que presenciamos, ele ainda ti chamou de hyung. Pode ir se explicando.

– Não tenho que me explicar a você. – Mark não queria ter aquela conversa com seu tio. – E o que foi aquela pergunta? Você não pode ir...

– Mas tem a mim. – Raymond rapidamente interrompeu o filho, não iria deixar ele se safar dessa. O Tuan mais velho havia presenciado tudo e ele nunca havia visto o filho com aquele olhar que ele lançou em direção ao jovem médico.

Mark encarou os dois homens a sua frente. Ele podia ver a determinação no olhar de ambos. Era com esses olhares que Mark entendia perfeitamente porque os dois eram considerados dois dos melhores advogados do pais.

– Nós conhecemos em uma cafeteria que fica perto do escritório. – Mark soltou um longo, bem longo, suspiro. Ele sabia que nada no mundo poderia parar os dois de conseguirem o que queriam, principalmente se isso os envolvia de alguma forma. O americano lembra como foi terrível a vida da sua irmã mais velha quando ela contou que estava saindo com alguém anos atrás. – Acabamos sempre indo no mesmo horário.

– Desde quando? – Mark definitivamente não gostava quando o advogado Chungho entrava em ação, ele era mais agressivo que seu pai ao fazer perguntas.

– Desde que me mudei para Seoul. – confessou e foi inevitável não abrir um sorriso ao se lembrar de como se conheceram. Um dia inesquecível com certeza.

– Vocês se encontram a um mês? –perguntou Raymond incrédulo. Todo esse tempo e seu filho não tinha lhe falado nada.

Por um segundo ele se sentiu um fracasso como pai por não notar que seu filho estava interessado em alguém e ele nem conversou sobre isso com ele, como eles já fizeram várias vezes no passado, mas Raymond logo se lembrou que eles mal tiveram tempo juntos.

Nesse mês que Mark veio para Seoul, o americano estava ocupado com a mudança e a adaptação em um pais estrangeiro além dos ocasionais trabalhos para se inteirar na firma. Mark tinha ido somente uma vez na casa dos pais para ver a mãe e o irmão mais novo, mas logo voltou para o apartamento que tinha no centro da cidade alegando cansaço.

– E vocês já tiveram um encontro, certo? – Mark desviou o olhar perante a pergunta do tio. – O que você está fazendo com o charme Tuan? – Chungho estava incrédulo. Pela forma como os dois estavam se olhando eles deveriam ter tido pelo menos um encontro, mesmo que tenha sido desastroso.

– Não é assim. Não tivemos oportunidade. – Mark tentou se justificar. – Eu estava ocupado com a mudança, a adaptação e os infinitos trabalhos que surgiram, não tinha como convida-lo, além de que, somente na semana passada que começamos a conversar e passar mais tempo juntos.

– Isso é inacreditável. – Raymond parecia muito desapontado também.

Chungho apontou para a porta do quarto com uma clara ordem. Não podia permitir que algo assim continuasse, não com a ideia que estava correndo em sua mente.

– Você não está falando sério, samchon? – Mark sentiu um gelo em seu estomago.

– Ah, claro, essa é uma boa ideia. – Raymond apoiou o amigo, fazendo o mesmo movimento do outro. – E não se atreva a voltar aqui sem antes ter um encontro marcado com ele e não desrespeito o charme Tuan assim de novo.

– Eu não desrespeite. – tentou argumentar Mark. – E você, abeoji, se me lembro bem, você nem convidou a omma para o primeiro encontro.

– O que significa que o charme Tuan funciona muito bem. – Raymond sorriu orgulho. – Nem precisei convidar e foi em menos de um mês desde que começamos a flertar.

Mark não podia acreditar no que estava acontecendo na sua frente. Ele definitivamente não iria cair na pressão que os dois estavam lançando pra cima dele.

– Eu soube que Youngjae-ah tem admiradores aqui nesse hospital. – as palavras calculadas de Chungho surtiram o efeito que ele queria ao ver que a atenção de Mark estava direcionada a ele de uma forma predatória. – Ele sendo bi, isso deixa as margens para quem possa ser bastante grandes, não acha?

Mark saiu do quarto sem dizer mais nada fazendo uma careta. Ele não queria, mas as últimas palavras de seu tio o fez cair direitinho no plano deles, mas não se importou pensando pelo lado positivo de tudo. Isso deu o incentivo que precisava para fazer o que já deveria ter feito.

O americano fechou a porta, ainda podendo ouvir o pai e o tio conversando no quarto, mas agora não podia distinguir o que eles falavam e nem queria saber, pois uma coisa sabia, ele era o tópico da conversa e vindo deles, depois do que aconteceu no quarto, só iria deixa-lo mais constrangido.

Mark olhou em volta não encontrando Youngjae em lugar nem, mas viu as duas enfermeiras conversando com uma terceira no balcão da recepção daquele andar. Ele ponderou se deveria ir até lá e perguntar sobre o médico. Youngjae saiu do quarto para conversar com alguém e parecia ser algo importante.

Mas Mark balançou a cabeça dispersando qualquer novo pensamento que surgisse que fizesse com que ele desistisse de conversar com o mais novo. Mesmo que tivesse que esperar por horas, ele iria conversar com Youngjae e apropriadamente o convidaria para sair.

Com passos determinados, ele foi até as enfermeiras. A terceira enfermeira que não conhecia avisou as outras duas sobre a aproximação dele. Os duas se viraram imediatamente e os olhos delas se arregalaram assim como suas bochechas ficaram instantaneamente rosadas ao verem o americano.

Mark se curvou em cumprimento as mulheres.

– Desculpa interromper, mas eu preciso falar com o Doutor Choi, poderiam me informar a onde ele está? – perguntou educadamente, mas as duas enfermeiras parecia que tinha ficado mudas. Mark direcionou seu olhar para a terceira enfermeira quando os segundos se tornaram demais. – É importante.

– Ele está na lanchonete. – informou a mulher rolando os olhos para as amigas. Como Mark não sabia a onde ficava a lanchonete ela o informou sobre isso também.

– Obrigado pela informação. – agradeceu o americano e rapidamente saiu dali, ouvindo a terceira enfermeira ficar brava com as outras duas por terem agido daquela forma.

Mark entrou no elevador apertando o botão do térreo, a onde ficava a lanchonete. Sozinho na caixa de metal ele deixou seus pensamentos correrem em ideias para convidar Youngjae a sair com ele. O americano fez diversas caretas as suas ideias.

De uma forma estranha, todas as ideias terminavam com ele pagando algum mico muito constrangedor na frente do médico e de quem mais estivesse na lanchonete.

A porta do elevador se abriu e deixando suas ideias de lado, Mark se lembrou da instrução da enfermeira e virou a esquerda. Seguindo por um amplo corredor.

Duas enfermeiras estavam caminhando a sua frente, completamente absurdas na conversa que estavam tendo que nem repararam no americano atrás delas.

Mark tencionou passar por elas, ele não era alguém que escutaria a conversa de outra pessoa que claramente não estava se dirigindo a ele, mas ao ouvir o nome de Youngae, ele refreou seus passos sem querer, sua atenção voltada para as duas mulheres.

– É sério, Youngjae-sshi parece gostar de provocar Jaebum-sshi. – falou a enfermeira da direita. – Ficou dando sua atenção completamente pra gente enquanto assinava os papeis e o sorriso que ele estava no rosto era um forte indicio disso.

– Tenho que concordar. – disse a outra mulher. – Jaebum-sshi olhava paras as costas de Youngjae-sshi com aquele olhar de que queria matar alguém. Eu senti todos os pelos do meu braço se arrepiarem com isso e o olhar nem era direcionado a mim.

– E a hora que ele terminou de assinar os papeis e chama Jaebum-sshi para ir embora? – a enfermeira dramaticamente leva as costas da mão contra a testa suspirando.

– “Vamos”. – a enfermeira da esquerda engrossa a voz como se estivesse imitando alguém. – A voz do Jaebum-sshi é de derreter qualquer iceberg.

– E ele ainda pega a bolsa que Youngjae-sshi estava segurando quando eles saíram. – as duas começam a se abanar sorrindo uma para a outra. – Esses dois deixam a gente louca.

– Não sei porque Youngjae-sshi fica com esses joguinhos e não pega Jaebum-sshi de uma vez, é claro que o sentimento que um tem pelo outro é reciproco. – disse emburrada. – E isso seria um alivio para todos no hospital, já que todo mundo torce por eles.

– Talvez, Youngjae-sshi queria que Jaebum-sshi faça o movimento final. – argumentou a outra. – Se me lembro bem, Jaebum-sshi é o único que se segura em relação aos seus sentimentos.

– Eles são tão problemáticos...

Mark parou de andar, deixando as duas enfermeiras seguirem seus caminhos, sentindo um gosto amargo na boca. Ele se lembrava porque não gostava de escutar conversas que não era direcionadas a ele, assim como elas podiam ter boas informações, elas traziam as ruins também.

Por um segundo, Mark se sentiu traído. Mesmo que ele e Youngjae não tivessem nada, ele não podia acreditar que o médico já tinha alguém em sua mira e ainda sim flertava e lançava olhares para Mark que diziam que ele não queria somente uma amizade com ele.

Mas o segundo passou e o americano logo se martirizou por tal pensamento.

Youngjae não era o tipo de pessoa que fazia joguinhos com os sentimentos das pessoas, tinha que ter uma explicação lógica para isso e ele queria muito ouvi-la.

Mark deu um passo à frente, determinado a ter sua resposta e se ela fosse verdadeira ainda queria ter o encontro com o médico – não iria desistir, pelo que ouviu Youngjae e Jaebum ainda não estavam juntos, ainda tinha chances – e acabou se esbarrando em alguém com uma força desnecessária.


Notas Finais


Espero que tenham gostado ^-^

Se me dão licença eu já vou indo, pois estou escrevendo o terceiro capitulo de Magnetic e meu Deus, meus pensamentos puritanos foram para o espaço com essa fic.

Muito obrigada a todos que leram e até o próximo capitulo ^-^


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