História Doentia obsessão - Capítulo 36


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Categorias Justin Bieber, Lucy Hale
Personagens Personagens Originais
Tags Criminal, Justin Bieber, Lucy Hale, Obsessão, Romance
Exibições 1.608
Palavras 728
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


GENTEE SORRYYYYYY
EU SEI QUE DEMOREI UMA SEMANA PARA POSTAR, E INFELIZMENTE É ASSIM QUE EU VOU POSTAR (apenas uma vez por semana) É QUE EU REALMENTE ESTOU SEM TEMPO.


BOA LEITURA :)

Capítulo 36 - Você me chamou de que?


Fanfic / Fanfiction Doentia obsessão - Capítulo 36 - Você me chamou de que?


- Como vai sua nova vidinha de solteira, Carter? 


Me virei com um sorriso debochado, sabendo bem quem era. Eu reconheceria essa voz em qualquer lugar do mundo. 


- Esta como sempre,  Bieber. Até porque eu sempre - destaquei a ultima palavra -,fui solteira - sussurrei com um sorrisinho debochado.


- Por que esta fazendo isso? -  e pela primeira vez ele falava comigo sem aumentar a voz, sem me humilhar, ou dizer coisas que iriam me fazer mal.  E EU ESTAVA ADORANDO ISSO. Era ótimo saber que ele passou de um machista para um humilhado. 


Que decadência hein, Bieber.


- Porque eu percebi que a vida é curta demais para eu ficar sofrendo por um idiota.  - o fitei dos pés a cabeça com cara de nojo. 


- Stacy, olha... - o interrompi: 


- A gente pode esquecer tudo. Eu não guardo mágoas das pessoas - sorri vendo um brilho nos seus olhos, como uma criancinha mimada- Até porque você precisa de amigos tanto quanto eu - sorri, e essa frase fez um sorriso irônico nascer na sua boca. 


- Eu tenho muitos amigos - abria um sorriso tão egocêntrico que eu tive vontade de soca-lo. 


- Eu quis dizer amigos... de verdade, Justin - sorri, não demonstrando chateação, diferente dele, que fez cara de poucos amigos.


Ele me olhou confuso. E então eu resolvi esclarecer:


- Sabe quantas vezes o Zayn me ligou depois que nós terminamos? - deixei um largo sorriso começar a nascer na minha boca - e sabe quantas vezes o Chaz me aconselhou ir embora da sua casa? - continuava o provocando. 


- Isso não é verdade - abriu um sorriso sem humor, parecia nervoso. 


- Acredite no que quiser, isso é um problema seu - o fitei óbvia - Mas eles fizeram isso porque perceberam que, por fora você pode ser tudo isso - apontei para ele -,mas por dentro você não passa  de uma criança carente implorando por atenção - sussurrei fazendo algo descer em sua garganta - Mas... - abri um sorriso - Como eu disse: Podemos ser amigos, se quiser - fiz uma cara de cínica - Aliás, você precisa disso mais do que qualquer outra coisa. - falei séria e sai batendo no seu ombro. Com um sorriso vencedor, é claro. 


Assim que cheguei ao andar de baixo sorri debochada. Era tão ótimo tudo aquilo. Era tão ótimo não sentir intimidação ou medo. Era ótimo dizer o que eu penso e não ter ninguém para debater contra aquilo.


POV'S JUSTIN BIEBER 


Minha boca abriu em sinal de espanto. 

Quem essa vadia pensa que é para falar assim comigo?

 Será que ela esqueceu quem eu sou o que eu sou capaz de fazer quando ela age feito uma vagabunda?

Caso ela esqueceu, eu vou fazer questão de lembrá-la. 

Isso foi a última coisa que eu pensei antes de descer aquelas escadas, a procura daquela vagabunda. 
 

Eu rodeava o olhar pela boate torcendo para encontrá-la, e um sorriso nasceu na minha boca ao ver que ela estava no OpenBar, de frente para o Bar Man, de costas para o público, com aquele salto agulha vinho e com aquele vestido... Aquele maldito vestido preto que batia poucos centímetros a baixo da poupa da sua bunda. Aquelas deliciosas pernas estavam totalmente a amostra, e aquilo não me agradou muito, mas aquele corpo me deixava completamente excitado e me faziam ignorar coisas que eu realmente não queria ignorar. - como o fato de ela estar se insinuando para o BarMan-. 


POV'S  STACY CARTER 


- Esta aqui! - o loiro estendeu a bebida para mim, que sorri em agradecimento, com uma certa timidez. Eu estava pronta para me virar e fazer qualquer coisa, quando sinto uma mão tirando todo meu cabelo das costas colocando na parte esquerda do ombro, deixando a parte direita totalmente exposta. Frisei a sobrancelha, imóvel tentando adivinhar quem era.


Senti breves beijos no meu pescoço e novamente aquelas malditas borboletas estavam aparecendo no meu estômago. Senti uma mão passar no meu braço e parar na minha cintura, dando leves apertões enquanto passava a língua no meu pescoço. Fechei os olhos tentando absorver no máximo aquela sensação. Fazia tempo que Taylor não conseguia fazer eu me sentir assim. 


Sorri e me virei. 


- Taylor, eu... - parei de falar assim que vi quem era. 


- Você me chamou de que?


Notas Finais


Obrigado por todos os favoritos. Amo vocês.
xoxo.


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