História Dogs II - Overcome - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Kise Ryouta, Nijimura Shuuzou
Tags Akashi, Dogs, Filho Aokise, Filho Kagakise, Kise, Knb, Oi Mãe, Overcome
Exibições 83
Palavras 954
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Cross-dresser, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


E eu finamente voltei.
Em plena uma quinta feita friorenta (pra quem é de sp, pelo menos kkkk) eu retorno sem mais nem menos, como se nada tivesse acontecido. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk DESCULPE A DEMORA! Estava em crise com esta fanfic! hueuheuheuh
Simplesmente não sabia o que escrever. Sabe o famoso buraco da ideia? Aquele que, você sabe o que vai acontecer, você sabe de tudo, tudo! Mas não sabe o que deve acontecer naquele MEIO para continuar a história devidamente como quer... aquele buraco... então. estava passando por isso.
Com esse buraco já 'tapado', já resolvido, finalmente escrevi... E não foi muita coisa, infelizmente. Capítulo relativamente pequeno, sorry D:

Enfim~ Aqui está um desenho dos bebês -3-
Fiz no corre', então desculpe se não tiver muito bom >_>
Aí eles estão com uns meses á mais, pouca coisa. Apenas para ficar melhor.

Bjs na bunda e boua leitchura '3'

Capítulo 11 - Saudades


Fanfic / Fanfiction Dogs II - Overcome - Capítulo 11 - Saudades

“Você não tem escolha!”

                E no final, aquele médico estava certo...

                Quatro dias depois da péssima notícia que Kise havia recebido, ele foi liberado do hospital. A dolorosa separação havia chegado, e o loiro não tinha o que fazer para reverter a situação. Sabia que eles iriam ficar num lugar melhor do que pudesse proporcionar, mas ainda assim era triste se separar deles, e ainda por cima, tinha receio deles serem adotados e serem separados.

                Agora na viatura, estava á caminho da prisão com as mãos algemadas. Já não derramava nenhuma lágrima pois não tinha mais forças, mas seu peito ainda doía como nunca. A sensação de estar sozinho era terrível.

                “Será que Garcia sentiu-se assim quando se separou de sua filha?” Pensou ao se lembrar da colega, que também estava grávida.

                Minutos mais tarde, finalmente chegaram na penitenciaria. Saiu da viatura e foi escoltado até chegar no prédio. Assim que foi solto das algemas, uns seguranças os esperavam para o levar para o pátio. Estava aflito, queria dizer alguma coisa para os policiais antes deles saírem, sua garganta estava entalada.

                -E-espera! –Disse rapidamente, voltando-se aos homens fardados que estavam prestes á voltar para o carro.

                -Hm? –Um deles disse.

                -Meus filhos... –Deu uma pausa, percebendo as expressões que logo os dois homens esbanjaram. Desinteresse. “Tocando nesse assunto de novo?” –E-eu quero saber se posso visitá-los... –Disse nervosamente.

                -Você? Você sair daqui para ir visitá-los no orfanato?

                -Ou então eles virem para cá, não sei... Quero vê-los!

                -Se você não tiver alguém que possa trazer eles para visita, provavelmente não. –Respondeu, dando de ombros. Em seguida, os dois policiais saíram da penitenciaria, e deixaram Kise aos cuidados dos seguranças, que logo o levaram para o pátio.

                Assim que adentrou a grande área, onde a maioria das presas estavam tomando sol e descansando, viu alguns olhares alheios curiosos o encarando. Sentiu-se levemente desconfortável, logo andando para perto do muro e se isolando da maioria, sentando no chão e abraçando os joelhos.

                Estava tão infeliz de ter voltado para aquele lugar...

                Não demorou muito para perceber que estava sendo recepcionado, ao sentir a luz do sol ser tapada por uma sombra. Levantou se cabeça e encarou a mulher que estava á sua frente, esbanjando um sorrisinho desafiador.

                Era a tal mulher que queria brigar consigo assim que ficou sabendo que seus filhos eram filhos de Aomine e Kagami.

                -Então finalmente voltou... E vejo que sua barriga está fazia.

                Frisou as sobrancelhas, não gostando de ouvir o que aquela mulher dizia.

                -Então finalmente posso fazer isso... –Agarrou a gola do uniforme de Ryouta e o trouxe pra cima, empurrando-o com certa violência contra o muro, e logo acertando um forte soco de direita em seu rosto. A mulher sabia bater, tanto que o baque foi forte, capaz de fazer Kise cair para o lado e ralar algumas partes do corpo.

                -Pense três vezes antes de me irritar, loirinho. –A mulher deu de ombros, logo saindo de perto do mesmo que continuava jogado no chão, murmurando de dor.

                -M-maldita... –Disse baixinho, sentindo uma forte dor na sua arcaria dentária. Um pouco zonzo, sentou-se no chão e passou a mão na bochecha. Aquilo possivelmente iria ficar arroxeado.

                -Mas que belo soco acabou de ganhar! Haha! –E assim escutou uma voz conhecida, passando a encarar a mulher que se aproximava.

                -M-malandro...

                -Hunf, a Dante é rancorosa o suficiente para esperar você ganhar os bebês e por fim devolver o ‘troco’... E por falar nisso, é estranho te ver com a barriga menor do que era. –A morena se senta ao lado de Kise. –E aí, como foi?

                Antes de responder, sorriu de forma triste. Não queria tocar no assunto, mas sentia orgulho de falar de seus filhos, mesmo que eles não estivessem ao seu lado.   

                -Eles são lindos... –Respirou fundo, sentindo seus olhos arderem –Um chamei de Kogami e o outro de Daiko. Kogami é esfomeado, então sempre está pedindo leite, e Daiko não fica atrás em quesito fome, mas se preocupa mais em dormir –Soltou uma leve risada, passando as mãos nos olhos.

                -Garcia passa pelo mesmo drama que você, loirinho, então se ela está conseguindo lidar com isso, você também consegue.

                -Mas a Garcia tem a mãe dela que trás sua filha todo final de semana... Meus filhos estão num orfanato! –Soltou uma lufada de ar, deixando uma lágrima escorrer. –Tenho medo deles serem adotados...

                -Se acalme, loirinho... –Malandro vasculha em seus bolsos da calça até puxar uma maço de cigarro, juntamente com um isqueiro, acendendo dois cigarros, um para ela e outro para Kise.

                Ryouta não se fez de rogado, pegou o cigarro com as mãos um pouco trêmulas e tragou forte, logo soltando a fumaça, vendo-a se esvair pelo ar. Precisava relaxar, mas estava abalado demais para isso... Esperava inutilmente o cigarro fazer sua parte de consolá-lo pelo menos um pouco, mas ainda assim, seus braços formigavam pela falta de seus bebês. Queria tanto abraçá-los, beijar seus rostos, sentir seu doce cheiro e dormir ao seu lado, como fazia no hospital.

                -Eu simplesmente não aguento mais essa vida de cão... –Disse como se fosse um desabafo. –O que eu faço? Tem alguma maneira?

                -Eu não sei. –Deu de ombros, tragando o cigarro e logo soltando a fumaça. –Eu não manjo de direito, mas tem uma mina nova aí que chegou bem quando você estava no hospital, ela pelo menos sabe alguma coisa, já que era a “advogada” de um grupo de traficantes.

                -Advogada?

                -Bom, ela não é formada, mas ouvi dizer que ela sabe algumas coisas de leis.

                -Será que... Será que eu tenho algum direito de ver meus filhos?

                -Eu não sei... Por que não pergunta? Aproveita, loirinho.

                Parecia ser finalmente um fio de esperança?

 


Notas Finais


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