História Doido Pela Minha Aluna - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Daddy, Hot, Maiores De 18y
Visualizações 102
Palavras 497
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá darlings!
Estamos indo para o 1k de visualizações? (-Eba)

Se quiser conversar comigo, sobre as minhas histórias ou não, (pode desabafar tbm 😂) vou deixar o meu Twitter @Babydakk, estou sempre disponível.

Bom, não sei se vocês sabem, mas eu tive uma ideia para uma história e já postei o prólogo, porém, eu gostava muito de saber a vossa opinião. Se quiser vá no meu perfil à história "À Caça Do Predador", que narra a história de um amor conturbado entre uma polícia e um gangster.

Capítulo 11 - 11. Conversa No Carro


Assim que saímos da faculdade, o constrangimento da minha doce aluna parece piorar. Quero rir da cara séria e corada dela, sei que pioraria a situação e provavelmente a lady fugiria por isso, decido  me conter.

Abro o carro e a porta para ela, o que a deixa curiosa, eu acho.

A incentivo a entrar com um "-Ou entras agora, ou te pego ao colo e te atiro logo para dentro e ainda te ponho o cinto de segurança."

Sim, eu sei, não precisa de dizer, sei perfeitamente que sou um querido.

Entro e ocupo o meu lugar de motorista. Violeta está ao meu lado e a sua bolsa está no seu colo tapando as suas coxas anteriormente expostas por causa do vestido lilás claro que está vestindo. Ela coloca o cinto e as suas mãos estão agora unidas, por cima da bolsa e parecem trémulas.

-Está tremendo? Tem frio ou está nervosa?  - pergunto, não sei se é por curiosidade ou para vê-la, mais uma vez, constrangida.

-Ner-nervosa . - responde rápido.

-Por minha causa? - pergunto colocando as mãos no volante o apertando, para me conter para não ataca-la agora.

Ohh... me imagino rasgando o vestido dela.

-N-Não. Por conhecer a sua mãe. E por voltar a ver a Cátia.

Dou partida.

-Sei que a Cátia é doida, mas creio que não te morda. - digo.

-Não estou habituada a ir à casa de amigas. Acho que foi por isso que a minha mãe surtou. - esclarece.

-Acho que não tem muitas amigas, senhorita Lewis.

-E não tenho.

-Bem me parecia.

-A sua irmã deve ser boa pessoa, como você.

Sorri. Ela me disse que sou boa pessoa?

-Quer dizer... Não me ente-entenda mal, eu só b-bom e -eu...

-Deixe para lá, senhorita Lewis.

-Pare de me tratar desse jeito. Me trate por tu.

-Não sei se devo.  Por ser seu professor.

-E eu sua aluna. - ela me completa olhando para a janela do carro.

-Ahm... - chamo à atenção dela. Não sei como vou abordar o assunto. Mas prefiro ser eu do que a Cátia.

-S-sim?

-Tenta não referir a palavra "pai" . - digo pensando no melhor para todos. Sei que um ponto de interrogação surge na testa dela -É que, - apesar de tudo, falar dele também me magoa -O meu pai e da Cátia, marido da minha mãe, que se chama Carolina, suicidou-se.

Os olhos da princesa se arregalam um pouco e a sua boca forma um "o".

-E-eu n-não... -a interrompi.

-É só porque isso ainda mexe muito connosco.

-Tu-tudo bem. Eu entendo. - e sorri. Faz tempo que não a vi-a sorrir -Ainda bem que me contou, ainda fazia asneira da grande. E agradeço por me ter dito mesmo que lhe tenta custado

-Porquê?

-Creio que esse assunto não é fácil para você também.

-Talvez. - odeio este assunto.

-Obrigada de verdade. - diz novamente e eu decido não falar mais nada. Pode ser que ela entenda que esse assunto é tabu.

As luzes da rua já estão acesas e continuo a dirigir calmamente.

Pouco depois, pronuncio um "chegamos".


Notas Finais


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Beijoss


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