História Dois amores e um só coração. - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Romance
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Palavras 395
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Escolar, Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 15 - Uma vida


Depois daquilo tudo, de ter descoberto toda a verdade sobre minha vida, não sabia o que pensar, o que sentir, só queria chorar, sumir, esquecer, tudo, nada mais estava importando pra mim, voltamos para casa, e eu mal consegui olhar para cara do Felipe.
- Onde voc's estavam?
- Não te interessa.
- Manuela eu sou seu pai, não fala assim comigo.
- Não, voc não é meu pai, voc me roubou do meu verdadeiro pai, como, como voc pode, minha mãe morreu depois disso, eu não to acreditando ate agora em tudo que ouvi na casa do Pablo, não posso acreditar.
- Com ordem de quem voc foi atrás desse cara?
- Ordem? Vou pedir autorização pra quem? Em? Eu fui atrás do meu pai.
- Seu pai sou eu.
- NÃO, VOC NÃO É MEU PAI, VOC É UM INUTIL, QUE NÃO PENSOU NA DOR DA MINHA FAMILIA BIOLOGICA, É ISSO QUE VOC É.
As palavras saíram da minha boca sem pensar, e quando dei por mim, o Felipe estava perto demais de mim, com a mão levantada, pronto pra me bater.
- Cala sua boca garota.
- Bate, vai bate logo, abaixa essa merda dessa mão se voc tem coragem, vai.
- Pai para.
Patricia entrou na minha frente, como um gesto para me defender, mas o Felipe estava com ódio, eu via isso nos olhos dele, e sem pensar, empurrou a Patricia no chão com força, e fez com que ela batesse a cabeça, por sorte não desmaiou.
- Conta, conta logo qual era a maldita farsa que voc tinha que manter, pra ter me tirado dos meus pais.
- Eu trai sua mãe, a mulher tava gravida, eu fiz ela perder a criança, mas sua mãe descobriu a traição, eu tinha que dar um jeito, quando ameacei a tal mulher, ela contou tudo pra sua mãe, depois de um tempo, eu disse que cuidariamos da tal criança, mas não, eu já tinha feito aquela imprestável perder o filho, eu tinha que arrumar alguma criança, o Pablo tava me devendo, e a mulher tava gravida, eu decidi pegar voc.
Ele contou isso tudo com tom de orgulho na voz, como se não se arrependesse de nada do que fez, e num gesto involuntário, levantei minha mão, e quando dei por mim, o rosto dele estava vermelho com o tapa que dei.



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