História Dois amores e um só coração. - Capítulo 34


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Categorias Originais
Tags Romance
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Palavras 690
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Escolar, Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 34 - Uma reconciliação.


- Suelen?
- Manuela? O que voc ta fazendo na minha casa? Aliás, o que voc quer no meu quarto?
- Te contar uma coisa.
- O que?
- Olha Suelen, eu sei que a gente não se da bem, sei também o que voc sofreu e sofre ate hoje com a sua familia, te entendo, e voc sabe disso, agora, não entendo o ódio que voc sente por mim.
- Porq voc se meteu com meu irmão.
- Eu jamais iria roubar ele de voc.
- Mas o seu filhinho iria.
- O Diego te falou do meu filho.
- Não, eu fui te ver no hospital.
- Voc?
- É, sim, eu, porq?
- Porq pergunto eu.
- Olha Manuela, eu realmente não tenho nada contra voc, como pessoa, só não quero que seja minha cunhada.
- Suelen, eu jamais iria roubar o Diego de voc, e meu filho também não, poxa voc é irmã dele, da mesma maneira que voc só tem a ele, ele só tem voc, é a única familia dele, e ele jamais iria te abandonar.
- Quem me garante isso?
- Eu, eu jamais deixaria ele te abandonar.
- Promete?
- Sim.
No fundo no fundo, Suelen era só uma garotinha perdida, com medo do mundo, e que não queria perder a única pessoa do mesmo sangue dela, o irmão.
- Bom, eu vim aqui pra te contar uma coisa, é que, o Diego ta sem coragem de contar, e eu ate entendo ele.
- O que?
- Seu pai, apareceu.
- O que? Meu pai?
- Sim.
- Quando? Onde? Como ele ta? 
- Ele ta bem, ta aqui no bairro mesmo.
- Onde?
- Ele e o medico que me atendeu no hospital, são a mesma pessoa.
- E porq ele não falou quem era? Ele não me reconheceu.
- Ele não te viu, ele viu apenas o Diego, reconheceu, mais não teve coragem de ir falar com ele.
- Porq?
- Medo.
- De que? 
- De voc não aceita - lo
- Eu quero ver ele, falar com ele, abraçar ele, pfvr Manu.
- Tudo bem, tudo bem, mas temos que esperar o turno dele acabar.
- E que horas acaba?
- Eu não tenho ideia.
- Vamos no hospital pfvr.
- Calma Suelen, calma.
Fomos ate o hospital, Suelen não parou de imaginar como seria abraçar o pai pela primeira vez em anos, ela estava nas nuvens.
- Doutor?
- Olá Diego, Manuela, vejo que está bem.
- Estou sim Doutor.
- É, eu queria lhe apresentar minha irmã, a Suelen.
- Suelen?
- Sou eu, papai.
Eles se abraçaram, e aquele abraço, fez com que eu me sentisse, bem.
- Olha como voc cresceu, esta linda.
- Obg pai, que saudade.
- Eu também, ei, que tal sairmos para comer algo, os quatro, eu pago.
- Eu topo, vamos Diego?
- Ah, é melhor, deixar voc's dois conversarem, uma conversa de pai, para filha.
- Mas voc também é meu filho Diego.
- Enteado.
- Mesmo assim.
- Mas, eu estive a par de tudo esse tempo todo, todos esses anos, a Suelen, precisa ouvir de voc, saber de voc, tudo que aconteceu, é melhor.
- Claro, claro, tem razão, bom filha, voc pode esperar lá na recepção, meu turno acaba em 10 min, dai saímos para comer algo.
- Tudo bem.
- Obg Diego, muito obg por ter cuidado tão bem da minha menina, e por traze- lá de volta pra mim.
- Voc salvou a vida dela, fez muito por mim, e, ainda salvou a vida da mulher que eu amo, é o minimo que eu podia fazer.
- Obg.
- É Suelen, eu e o Diego vamos resolver algumas coisas, ainda temos alguns detalhes pendentes, voc fica bem com ele.
- Claro.
- Pede pra ele te levar pra casa depois ta, não sei que horas o Diego volta, fica bem.
- Obg Manuela, por tudo, por fazer meu irmão feliz e, pelo meu pai, voc é a melhor cunhada que eu poderia ter.
Suelen me abraçou, eu realmente não esperava aquilo, mas, gostei.



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