História Dois corações um destino - Capítulo 40


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Tags Karol Sevilla, Romance, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Exibições 269
Palavras 3.062
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey,com o último capítiulo e logo mais terá os bônus!
Frases são de minha autoria!
Plágio é crime!

Capítulo 40 - Dois corações, um destino.


Fanfic / Fanfiction Dois corações um destino - Capítulo 40 - Dois corações, um destino.

 Não importa as decisão que nós tomamos, uma coisa é certa somos dois corações, mas o destino é um só.  

—Ruggero Pasquarelli. 

  

Não deveria ter contado nada para o Agustín! Mas aposto que a Karol também deve ter falado sobre nossa briga pra Valen. Bem isso é o que temos em comum, não conseguimos guardar nada pra nós mesmos.
   
—Agustín Bernasconi! Abra já essa porta.  — Grito.  
—Não vai rolar não, enquanto não conversarem e se acertarem não sairão daí tão cedo. — Ele diz e eu suspiro. — Não estou ouvindo vocês conversarem.  
Ele iria insistir com essa ideia maluca enquanto eu e Ka não conversássemos. Eu sei o quão desconfortável isso é pra ela, e não quero força-la a nada. 
—Agus, por favor ela não... — Ela me interrompe.  
—Sim, eu quero conversar. Mas esperava que fosse de outra maneira. Mas já que estamos aqui, o que temos a perder? — Ela me diz, e estou surpreso por ela ter me dito isso.  
—Ka... acho que não temos nada pra conversar. — Digo. Não quero falar sobre isso. 

—Sim, nós temos. Me desculpa por agir daquela maneira, não devia... — Ela para. 
—Não devia o quê?  
—Não devia ter expulsado do meu apartamento, queria ficar sozinha. 
—Sozinha, com ele não é? — Me dói o fato de eles terem ficado sozinhos juntos. 
—Ele é meu amigo. E ele me ajudou só pra você saber! — Seu tom de voz aumenta. 
  Então quer dizer que eu não a ajudo? —Me desculpa tá legal? Podemos ser amigos, novamente? Não aguento ficar sem falar com você. — Ela me diz e estende a sua mão.  

 
  Ela sabe muito bem que isso não é mais possível, não pra mim. Recuo, a deixando no vácuo.  

 
—Amigos? Desculpa Karol, mas você e eu sabe que não podemos ser amigos, eu não posso ser só ser apenas seu amigo. Não depois de você saber de toda a verdade, sobre o que sinto por você... — Suspiro e dou um passo  sua direção. — Amigos para quê? Se eu não vou te ter da maneira que eu preciso.  
   
Seus olhos estão fixos nos meus, e ela parece tentar dizer alguma coisa, mas não diz. Tenho medo das próximas palavras que ela dirá. A tomo para mim sem pensar juntando nossos lábios, porém ela me afasta.  
—Não posso... — Sua voz é quase inaudível. 

—Claro que pode, não pense só se entregue. — Quando me aproximo de seu rosto novamente, ela recua.  
—Não, não posso. Tenho um encontro com o Tobby esse fim de semana. — Ela diz e tudo escurece por alguns segundos. Perdi meu chão, meu apoio. Minha cabeça está girando e o ar está me faltando, e a sala parece ficar menor. Ando alguns passos para trás dela, e minha visão está embaçada por conta das lágrimas que já se acumularam em meus olhos.  
—Rugge...  
 
—Não, não tem explicar. Sei que não era sua intenção partir em dois este  coração, sei que tenho que soltar algo que não me pertence. Sei que não devo amar-te e entender, que não sou seu destino. Te perdi e agora sou somente seu amigo.  

 
[Valentina] 

 
Escutar aquilo, é como se fosse tomar várias facadas no coração ao mesmo tempo, e como se não fosse pouco elas estão girando em meu peito, aumentando a dor que há nele. Foi um erro trancá-los.  
   Ruggero não merece sofrer desse jeito. Olho para o Agus, e ele está tão triste quanto eu. Sem demora destranco a porta, e ele olha pra mim, percebo o enorme esforço que ele está fazendo pra não chorar. Ele foge dali, literalmente. Corro atrás dele, e o seguro. Ele para e me olha, seus olhos estão raiados de tristeza, ele me abraça e desaba em meus ombros.  

[Karol] 
  Vê-lo daquela maneira, me partiu meu coração. Mas eu não o amo, não do jeito que ele que ele quer. Tenho um grande carinho por ele, ele é um grande amigo. Sim ele eu somos amigos, apenas isso... quer dizer isso se ele quiser ser após o que acabamos de passar. Mas espero que sim, não quero perdê-lo, apesar de tudo ele continua sendo importante em minha vida.  

  No dia seguinte, ele não veio para gravar. E aquilo me deixou meio preocupada. Nesse dia não tinha como gravar cenas Lutteo.  
 
  Na quinta-feira, Rugge veio para o trabalho e fiquei muito feliz em vê-lo, bem ele aparentava estar bem, espero mesmo que ele esteja. Levamos broncas, atrás de broncas por não atuarmos "bem". Ruggero e eu parecíamos ter perdido a conexão, ele mal fazia contato visual comigo. Aquilo realmente estava me deprimindo, mas não demonstrei.  

  Sexta-Feira, o dia no set foi exatamente igual ao dia anterior, a maior parte das gravações  
passamos levando bronca até mesmo de Aldana. Mas que tipo de profissionais somos? Profissionais sabem separar a vida pessoal do trabalho.  
—Poxa! Vocês dois estão atrasando as gravações. Era para termos começado a gravar o capítulo 50, mas como os dois estão colaborando muito né, ainda estamos no 42. — Jorge realmente está furioso. Precisamos mudar isso. — Espero que segunda feira esteja com as falas na ponta da língua, e o que quer que esteja acontecendo entre vocês dois, espero mesmo que isso não venha mais atrapalhar. — Ele adiciona e vira as costas para se retirar.  
 
  No sábado acordo com  uma mecha da luz do sol entrando pela brecha de minha cortina. Me sento na cama e me lembro do encontro que tenho hoje com o Tobby. Olho no relógio e são uma da tarde, pulo da cama e vou para o banheiro para tomar um banho. Não devia ter ficado acordada até tarde assistindo filme e comendo chocolate.  
   
  Meu encontro é somente às cinco e meia da tarde. Mesmo que parecesse muito tempo não era. Tinha que ajudar minha mãe no pequeno jardim que tínhamos na sacada de nosso apartamento, fora que ainda tinha que comprar um vestido para me encontrar com o Tobby.  
  Já trocada desço para almoçar. Minha mãe está na sala, procurando algo para assistir.  
—Empolgada para hoje? — Ela pergunta quando nota minha presença. 
—Sim, já decidiu que flores vamos plantar? — Falo e ela faz contato visual comigo.  
—Não estava falando disso. Achei que não iria querer fazer nada comigo por conta de seu compromisso com o Tobby hoje. — Eu riu.  
—Achou mesmo que eu deixaria de fazer jardinagem com você por conta de um compromisso? Mas é lógico que não. Ainda temos tempo. — Minhas palavras fazem ela sorrir. 
—Ok, então vou pegar os vasos, sementes e as ferramentas que iremos usar, enquanto isso termine de comer. 
  Assim que termino de comer pego um avental de jardinagem, e vou para sacada. Assim que chego lá, encontro minha mãos organizando a terra nos vasos e logo a sua direita vejo botões de rosas brancas.  

—Ótima escolha mãe. Com certeza vai ficar lindo quando terminarmos. — Digo me juntando a ela.  

 Apanho um vazo que já estava preparado para receber o botão de rosa.  
—Cadê suas luvas? — Indaga minha mãe.  
—Já vou colocar, mas primeiro deixa eu colocar plantar esse botão e já coloco. — Ela franze as sobrancelhas, mas dá de ombros.  
  Coloco com cuidado a delicada flor no pequeno buraco de terra fértil, que estava no vaso. A bela flor possuía pequenos espinhos que pareciam inofensivos. Assim que ajeito a flor em seu devido lugar, afofo a terra em sua volta.  
  Quando ia retirar minha mão da terra, meu dedo indicador acaba por raspar no espinho da rosa, formando um pequeno corte profundo. Uma gota de sangue cai e desliza sobre o botão, o colorindo de vermelho.  
  Instantaneamente as imagem do meu último sonho com o rapaz misterioso corre em minha mente. Corro para o banheiro para lavar minha mão, e fazer um curativo. 

[Ruggero] 

  A semana passou rápido, e ao mesmo tempo passou lentamente. Alguns momentos pareciam uma eternidade, já outros passaram num piscar de olhos.  

  E aqui estou eu, jogado em minha cama sem disposição para nada, e pior ainda meus pensamentos não a deixam. Não paro de pensar nela, não paro de pensar o quão linda ela é, e o quão bem e mal ela me faz sentir. Ela me faz sentir diferente, ela trás o melhor de mim. Ela me deixou sem saída, me deixou perdido, sem rumo com os pedaços do meu coração.  

  Ela e somente ela, pode juntá-los novamente. Mas ela não sabe disso, ou sabe? Olho no relógio e são três e meia ainda. O fato dela ter um encontro com aquele que se diz ser "amigo" dela. Ah, fala sério está na cara que ele gosta dela, e ela parece sentir o mesmo. E por incrível que pareça tenho inveja dele, tenho inveja de ter o amor de Karol, tenho inveja dele por se encontra com ela hoje, tenho inveja do quão linda ela vai se preparar para ele. 

 Nesse momento ela deve estar se arrumando. Posso imaginá-la tentando decidir entre dois vestidos. Posso imaginá-la arrumando seu cabelo em caracóis e fazendo uma simples maquiagem, se bem que ela não precisa de maquiagem nenhuma, ela é linda naturalmente e a maquiagem é só um ''complemento'' para deixar sua beleza mais visível. 

 Sem me dar conta meus olhos já estavam encharcando meu rosto. Karol, se pudesse te sentir uma última vez... seria a pessoa mais feliz desse mundo, mas sei que isso não é possível. Acabo adormecendo, para compensar a noite que eu não dormir, por conta dela não sair da minha cabeça. Mas como tirar ela da minha cabeça se não sai do coração. 

  Consegui finalmente chegar no topo do que parecia o morro. Estava todo machucado, mas não me importava a única coisa que me importava era ela, é ela. Caio de joelhos ao vê-la com um rapaz que segurava sua cintura, mas ela estava de cabeça baixa. Ela levanta a cabeça e seus olhos estavam inchados por conta do choro. 

—Eu te amo... — Ela diz praticamente num sussurro. Aquelas palavras juntaram, sararam minhas feridas literalmente.  

  O rapaz que a segurava, desaparecera. O vale se transforma em um local muito lindo, que eu não consigo descrever. Uma faixa de luz envolve a garota a transformando. Meus olhos se arregalam e minha boca forma um perfeito "O''.   

  É revelada a Karol quando aquele clarão desaparece. Ela se aproxima de mim, sem tirar seus olhos dos meus. Suas pequenas mãos seguram meu rosto e seu polegar acaricia minha bochecha.  

—Eu te amo, sempre te amei. — Sua voz é suave, e antes que eu possa dizer alguma coisa ela me cala com um beijo. 

  Acordo num susto. Minha cabeça está levemente latejando com essa ''revelação''. Não acredito que estava sonhando com ela esse tempo todo, estava sonhando com Karol! 

 Preciso vê-la, preciso de mais uma chance de dizer tudo o que sinto, mais uma vez preciso tentar só mais uma vez. 

[Karol]  

 Tobby chega daqui cinco minutos, e estou me olhando no espelho pela quinquagésima vez. Estou com vestido que o Rugge escolheu pra mim na Europa. Ele é bonito, mas só estou usando porque não tive tempo de sair pra comprar um vestido novo, mas apesar de tudo estou estranhamente feliz por usá-lo. Meu cabelo formava caracóis que caiam sobre os meus ombros, e minha maquiagem era simples mas bonita. 

 Tobby chega pontualmente. Ele me conduz até seu carro, e fico boquiaberta ao ver que é uma BMW. Ele abre a porta pra mim, e eu o agradeço. Na viagem até o local que ele insistia em não me falar, dei muitas risadas. Ele não falava um frase sem conter humor. Paramos em um local que não me era estranho. Ele abre a porta pra mim e eu desço de seu carro. Olho em volta e reconheço o local, foi onde gravamos um dos últimos capítulos de Soy Luna. 

 Ele pega em minha mão, entrelaçando nossos dedos. Fico meio desconfortável com a atitude dela, mas não solto sua mão.  

—Está muito linda. —Ele me elogia e eu coro.  

—Você também está. — Digo sinceramente. Ele está usando uma camiseta social branca e suas mangas estão dobradas até o cotovelo, e uma calça jeans escura. Ele está elegante, não está completamente formal, mas também não está totalmente casual. É uma mistura perfeita dos dois estilos.  

  Ele me leva até... até a fonte do contrário? Oh, meu Deus. O local estava lindo ao final da tarde, o pôr do sol não havia acontecido ainda, mas aposto que deve ser lindo.  

 Conversamos um pouco e ele comprou um cachorro quente para nós dois, e um pombo quase roubou o seu. Eu ri muito com aquilo.  

—O que achou da festa, lá na Europa? — Pergunto, já que o assunto estava acabando. Quero mesmo saber o porque ele me beijou. 

—Gostei bastantes, menos da parte de ter que socorrer por que estava bêbada. E ainda menti pra dona Caro, dizendo que você desmaiou da  dor de cabeça, ela quase não acredita em mim. — Ele comenta e eu riu. 

—Porque me beijou? — Pergunto sem pensar. Droga.  

—O quê? — Ele está confuso.  

—Porque me beijou no jardim, e no camarim? — O relembro. 

—Karol, não estou te entendendo. Não te beijei e naquela noite. — O que? Como ele não me beijou? Mas é claro que ele... não pode ser.  

—Karol, estás bem?  

—Sim, estou. — Agora tudo faz sentido. Me levanto e ele me olha. 

—Onde vai? — Ele pergunta provavelmente confuso. 

—Preciso ir, preciso concertar uma coisa. — Digo e ele se coloca de pé também. 

—Quer que eu te leve pra casa? 

—Não, não vou à minha casa. Obrigada por tudo, mas preciso ir. Vou de táxi.  

  Digo o deixando ali, plantado em ''nosso encontro''. Paro um táxi e dou ao motorista o endereço do apartamento do Rugge. Agora tudo faz sentido em minha mente lerda. Não acreditou que o dispensei para ficar com o Tobby, o tratei muito mal depois dele se abri pra mim. Ruggero me ama, ele realmente me ama e está disposto a fazer de tudo para ficar comigo. Foi ele que me beijou naquela festa, foi os seus lábios que colocaram meu corpo em chamas. Sou uma tola por tratá-lo daquela maneira tão baixa e tão cruel. Não sei como ele pode aguentar. 

 ''Sei que não devo amar-te e entender, que não sou seu destino'' 

 A voz dele ecoa em minha mente. Sim você é meu destino meu amor, e eu o seu! 

''Te perdi e agora sou somente seu amigo'' 

 Não, não me perdestes. Não o quero como amigo, o quero como homem, minha outra metade, minha alma gêmea, o que me completa e o que me faz feliz.  

—Chegamos moça. — O motorista me traz de volta a realidade.  

 Pago o que lhe devo. Chego na entrada de seu apartamento e respiro fundo. O tempo está nublado e parece que vai chover, mas isso não me importa, o que realmente me importa é o Ruggero. 

—Hey Karol! — O porteiro dele me chama. 

—O Ruggero está? — Pergunto rápido. 

—Não, ele saiu já faz um tempinho. — Droga. Onde será que ele foi. 

  Agradeço-o pela a informação e vou para fora de novo. Ando até uma praça que é praticamente na frente do apartamento dele. Apanho meu celular e disco o número dele. Que maravilha ele não me atende. Paro no meio da praça e coloco minha mão na testa. Não, não posso está perdendo ele. A chuva cai repentinamente, e cai o suficiente para me deixar encharcada em apenas uns minutos. Ligo pra ele novamente, mais vai para a caixa postal. Começo a andar, sem saber ao certo para saber ao certo aonde estou, mas não quero saber, quero ele e já.  

 Esbarro em uma pessoa, peço desculpa e não paro para olhar quem é, apenas peço desculpas. Meus saltos estão me matando, mais ainda sim sigo em frente. Meu pensamento não sai dele. 

—Achei que quisesse se esbarrar comigo. — Uma voz familiar diz atrás de mim. Viro-me para ver que é, e no mesmo momento que nossos olhos se cruzam, minhas pernas fraquejam, mas não caio. 

 Me aproximo dele, e tiro meu cabelo molhado do rosto. 

—Meu amor... — Minha voz sai rouca e eu seguro seu rosto. Ele parece surpresos com  minhas palavras. E antes que eu ia fazer o que deveria ter feito há muito tempo, ele abre a boca pra falar. Nossos rostos está á centímetros um do outro, e meu o tecido do meu vestido já está pesando. 

Gurdami negli occhi dico solo veritá* — Sua voz sai num sussurro, e desta vez ele segura meu rosto. Uso o limitado conhecimento de italiano que tenho para traduzir sua frase. 

—Eu te amo Ruggero, com tudo o que sou, com todo meu ser. Só demorei muito a entender isso. — Digo e o seu maravilhoso sorriso surge. 

 Seu lábios colam no meu, e eu me entrego aquela maravilhosa sensação que era, é se sempre será maravilhosa. O beijo entre nós representava mais que amor. Um amor acumulado há tempos, que felizmente não havia esfriado. A nossa paixão foi conservada, e isso prova o que sentimos é mais forte do que pensamos. Me deixo levar, pela a única sensação que me faz levitar. Não importa o rumo que nossos corações tomem, todos os caminhos levarão a um só destino. 

[Ruggero] 

  Não sei o que me deu para mim dizer aquilo em italiano, porém fico feliz de que ela tenha assimilado minhas nervosas palavras. Apesar de estar sentido ela em meus braços, não estava acreditando, eu temia que fosse apenas um sonho. Mas a ação dela me surpreendeu e me fez cair a ficha. E isso me fez ter uma certeza. Não importa as decisão que nós tomamos, uma coisa é certa somos dois corações, mas o destino é um só.  

Não importa o rumo que nossos corações tomem, todos os caminhos levarão a um só destino. 

—Karol Sevilla 


Notas Finais


*Olhe em meus olhos e me diga só a verdade.
Gostaram do beijo Ruggarol na chuva?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...