História Dois corações um destino - Capítulo 41


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Tags Karol Sevilla, Romance, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Exibições 258
Palavras 1.279
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Como o prometido, o bônus!
Ainda tem mais 4 para postar.
*Fatos aleatórios aconteceram nos bônus, ou seja, nenhum bônus será a continuação do outro
*Bônus baseado nas atitudes estranhas da Candelária, da Karol e do Rugge depois do KCA

Beijos loves, e boa leitura! ♥♥♥

Capítulo 41 - Bônus 01


Fanfic / Fanfiction Dois corações um destino - Capítulo 41 - Bônus 01


Minha cabeça estava estourando, Candelária insistia em sentir ciúmes de mim, e sinceramente não sei o porquê disso. Ela e o Facundo, já estavam tendo um caso e ela não me vê fazendo "ceninha de ciúmes". Depois do KCA, o clima entre mim e Candelária até mesmo com Karol estava estranho, mas é claro que depois do chilique que a Candelária teve na presença dela, mas é claro que ela ficaria do jeito que está.

  Agradeci o fato do Agus não ter convidado a Candelária. Diz ela, "que nem queria mesmo, que já tinha planos com o Facundo." A imito no meu pensamento. Queria mesmo lembrar o motivo de namorar com ela. Bem, acho que o tempo muda as pessoas, e como.

Quando da a hora de ir buscar a Karol, dou uma última olhada nas minhas redes sociais e me deparo novamente com várias fotos minha e de Karol no KCA, e a maioria delas do nosso abraço quando anunciaram que eu e ela era os "Atores Favoritos". Um sorriso involuntário escapa dos meu lábios ao me lembrar desse dia, e principalmente ao me recordar o quão linda ela tava com aquele vestido amarelo. Se ela não estivesse de salto, a irritaria chamando-a de Minion.

  Quando chego ao seu apartamento, o porteiro dela avisa que  a mesma já estava descendo. Quando meus olhos a encontram, meu queixo foi ao chão. Ela estava com um vestido roxo rodado de rende, que ia até um pouco acima dos joelhos. Esse vestido destacou seus seios, que me fez abri um sorriso "malicioso", e pensamentos perversos se apossaram da minha mente. A vontade que eu tinha naquele momento era de agarrá-la, porém me controlei.

—O que achou? — Ela pergunta se olhando.

Me aproximei dela, envolvendo minha mão em sua cintura.

—Está incrivelmente sexy nesse vestido.  — Sussurro no seu ouvido, e percebo um sorriso crescer em seus lábios, mesmo que não estivesse vendo. — E se o seu porteiro não estivesse aqui, juro que te agarrava.

  Acrescento e ela ri e me dá um tapa em meu braço. Entrelaço nossos dedos, e vamos para fora onde meu carro estava.

Assim que eu fecho a porta, antes de ligar olho pra ela.

—O que está olhando? — Ela me pergunta.

—Quero meu beijo oras. — Digo e ela ri. Ka se inclina e apenas me dá um selinho.

—Só vai me dar um selinho? — Pergunto fazendo biquinho.

—Sim, por enquanto. — Ela me encara com um sorriso sapeca.

Aquilo me fez rir. Ligo o carro e sigo  direção a chácara em que seria o aniversário de Agus. Ka olhava destraída para janela, e eu realmente queria saber o que ela estava pensando. 

Apoiei minha mão sobre a coxa exposta dela, e senti a mesma se arrepiar. Dei um sorriso, sem tirar o olho da estrada, porquê eu sei se desviar o olhar pra ela, ia me desconcentrar.

—No que tanto pensa? — Pergunto.

—Nada de mais. — Ela coloca sua mão em cima da minha.

  Não insisto em perguntar e continuamos a viagem em silêncio.

Na festa encontramos a maioria do elenco. Eu e Ka entramos de mãos dadas, pra alguns ali não eram supresa mais para outros pareciam que estava vendo um fantasma. Encontramos o Agus e  mais algumas pessoas.

Me sentei num espaço sobrando numa espécie de sofá de madeira de bambu, abri um espaço para Karol se sentar, mais outra pessoa sentou em seguida. Era uma garota de cabelo curto, e sua pele era tão branca que parecia com a Branca de Neve.

Karol ia sair pra sentar em outro lugar, mas a puxe e a sentei meu colo.

[Karol]

Quando aquela garota sentou ao lado do MEU namorado meu sangue ferveu, e quis arrancar o cabelo dela. Já ia sair e procurar outro lugar para sentar quando os braços do Rugge me puxam, e me posuciona em cima de seu colo.

Sinto-me corar, a atitude dele me pegou de surpresa, mas não pude deixar de gostar daquilo. Sua mão segurou minha cintura e eu olhei pra ele sorrindo. Me ajeitei no seu colo, e o aperto em minha cintura aumentou.

—Meu amor, evite se mexer. Caso contrário não vai prestar. — Ele cochicha em meu ouvido, e o sangue das minhas bochechas esquentou.

—Desculpa. —  Digo, no mesmo tom que ele.

Ele sorri e diz que não tem nenhum problema.

A festa do Agus estava muito animada, me supreendi com quando ele pediu a atenção de todos e anuncio o seu namoro com a Carol. Mas eu já suspeitava disso, eles se merecem, e o melhor de tudo isso qua não há nada que os impeçam de ficarem juntos, foi tão facíl pra eles, ambos eram solteiros, e a maioria de seus fão shippavam Aguslina.

Suspirei e sai para o jardim, precisava de um pouco de ar puro. Aproveitei que o Rugge estava destraído conversando com o Michel e o Jorge, e sai sem que ele percebesse.

O céu estava lindo, e limpo. As estrelas preenchiam o céu e a lua o iluminava deixando-me deslumbrada. Fiquei ali um tempo, pensando no Rugge, em tudo o que passamos e tudo o que íamos passar.

Lembrei-me da carta carta que achei quando fui em sua casa. Achei ela por acaso, e ela era muito linda a declaração que havia nela fez com que água escorrece pelo meu rosto, Rugge é tão perfeito, quer dizer pra mim. O amo, o amo com todos os defeitos dele. Ele é tão especial e importante pra mim .

Mexo no meu anel que ele havia me dado de namoro. Ele era muito lindo, e a história que tinha por trás dele também. Ele me contou que havia comprada na nossa viagem para a Europa, na mesma loja em que ele compramos meu vestido e meu salto.
A pedra vermelha de meu anel tem a forma de um coração. No seu contorno tinha várias pedrinhas de diamantes. Antes que eu me desce conta, lágrimas já molhavam meu rosto.

—Te achei. — Braços envolvem minha cintura, e eu sei que é ele. — O que faz aqui sozinha?

Droga.

—Queri um pouco de ar fresco.

—Estava chorando? — Seu aperto afroxa. Droga!

Ele me vira para ficar de frente com ele, mas abaixo o rosto. Não quero que ele me vejo assim, contudo é inultil. Ele levanta meu rosto, e não consigo olhar em seus olhos.

—Amor o que houve? — Seu semblante é preucupado.

—Tenho medo de ter perder. — Um soluço involuntário escapa de minha boca.

Ele me abraça forte, e meu choro é abafado em seu peito. Tenho tanta sorte em tê-lo.

—Já disse e vou repetir. Nunca irá me perder, por nada desse mundo. — Ele diz contra meu cabelo, e suas palavras alcalmaram meu coração.

Nos soltamos do abraço, ele limpa suas lágrimas. Seu olhar suave encontra o meu, e aquilo derrete meu coração. Apesar da má iluminação, consigo definir cada traço de seu belo rosto. 

Ele me beija ardentemente, e o fogo dentro de mim se acende. Suas mãos seguram em minha cintura e ele me levanta e me coloca em cima do parapeito, na qual me escorava à alguns segundo atrás. Ele distribui pequenas mordidas em meus lábio inferior, e eu retribuia a cada mordida.

—Te amo Karol Sevilla, é a única que vou amar. — Ele diz ofegante, seus lábios estão ichados, por conta de meus dentes estarem beliscando sua pele.

—Também te amor Ruggero. Te amo de corpo e alma. Sou sua, para todo sempre.

Digo, e agarro seu colarinho, selando nossas bocas de novo. Amo a boca dele, amo tudo nele.



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