História Dois É Demais - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~XxSecretFlamexX

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Zeref
Tags Faculdade, Nalu, Romance
Exibições 255
Palavras 2.687
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


''O capítulo tá legal, perdoem a demora, e agradeçam a Gabie, por que se não fosse ela só sairia depois do natal. Beijos Vivi.'' Viviany

'' Eu não sou isso tudo >< realmente pessoal sinto muito. Estava em época de provas, e mesmo saindo muito cedo da escola, usava o tempo restante para estudar, descansar e fazer exercício - Saúde, uhu! - então acabou não dando. Eu e a Vivi estamos desde ontem fazendo esse capítulo, desculpem os erros, tentamos excluir todos, mas sempre alguns escapam. Obrigado pela paciência e quero principalmente agradecer aos comentários de vocês. A Vivi ficou até mesmo receosa, já que por causa disso - Pelo que ela me disse - uma outra escritora parou de escrever com ela por esse motivo, eu não iria fazer isso, claro. Mas havia ficado meio triste - Sorry, sentimentalismo é forte. Agora estou de ferias, mesmo assim não tenho previsão - junto a vivi - para postar mais capítulos. Fiquem com esse aqui S2'' Gabbie/ Secret

Capítulo 3 - One fine day, but no


Fanfic / Fanfiction Dois É Demais - Capítulo 3 - One fine day, but no

Pouco conhecimento faz com que as pessoas se sintam orgulhosas. Muito conhecimento, que se sintam humildes. É assim que as espigas sem grãos erguem desdenhosamente a cabeça para o Céu, enquanto que as cheias as baixam para a terra, sua mãe.

Leonardo da Vinci

 

 

Revirei os olhos, me deliciando com o milk-shake de uva, ouvindo o que minhas amigas diziam, indignada.

- Lucy você é tão sortuda, morando com os irmãos Dragneel... – Juvia parecia estar nas nuvens enquanto falava daqueles dois. A que ponto minhas amigas chegariam por causa de garotos bonitos? – Eles são muito famosos aqui na faculdade. Tome cuidado, se alguma das fãs loucas deles descobrirem, sua vida pacifica vai virar um inferno. Elas tem até regras a serem seguidas!

Estralei a língua, desinteressada. A vida deles na faculdade ou fora do apartamento que dividimos não é da minha conta, eles são como vizinhos que tenho que suportar. Não temos mais nada, nenhuma relação oculta ou algo assim. Apenas uma simples convivência.

- Como se eu ligasse para isso. Não estou morando com eles porque quero, foi meu último recurso para poder continuar na faculdade. Meus pais trabalham duro para me mandar dinheiro, já que consegui uma bolsa aqui, o que não foi fácil – Suspirei – E além do mais, dividir o apartamento com eles é bem barato. Talvez eu comece a trabalhar de meio período, para ajudar meus pais... – Dei mais um gole no Milk-shake – Então essas fãs malucas não tem com que se preocupar.

- Lucy, sabia que as vezes você é muito inocente? – Erza se pronunciou, sorrindo travessa. Como se tivesse descoberto a notícia do ano – Você acha mesmo que elas vão pensar assim? Garotas apaixonadas, loucas como elas, vão pensar que vocês tem algo. Tudo que elas querem e sonham é ter um dos irmãos Dragneel nos seus braços, acha que elas vão aceitar facilmente o fato de você morar com elas?

Levy deu uma risadinha. Maldita, não estava do meu lado? Parece que ela percebeu meu olhar indignado em sua direção, pois virou para mim e disse:

- É a verdade Lucy, como você quer que eu te defenda? – Deu de ombros – E Erza, aposto que fez isso propositalmente. Você não é burra, sabia perfeitamente que estavam alugando um quarto para homem, pois se eles deixassem como homem ou mulher, essas fãs loucas estariam perseguindo eles, ia ser uma loucura. Já disse para desistir, Lucy não vai retirar esse ódio por homens tão cedo!

Então, quando me perguntaram se eu os achava atraente, foi por causa disso? Isso é um alivio, pois agora tenho certeza que eles não vão ter nenhum interesse em mim, principalmente o rosado, que me insultou mais rápido que qualquer pessoa no mundo.

- Sou inocente! – A ruiva levantou as mãos, rindo. A vadia havia se entregado de bandeja – Ah Lucynda, não me olhe assim! Sou sua amiga e estou preocupada com você, se a Cana não estivesse ocupada com o trabalho de meio período, ela estaria do meu lado. Acorda pra vida. Homens são uma das melhores coisas do mundo, basta saber escolher.

- Erza, você vai se casar – Revirei os olhos – Deveria parar com todo esse fogo. E peço pela milésima vez: Deixem minha vida amorosa como está, gosto dela assim, e homem não é isso tudo. Posso engravidar quando eu quiser, não preciso de homem nenhum na minha vida!

Em uma sincronia perfeita, minhas amigas reviraram os olhos. Essa era minha opinião, clara e simples, não iria mudar ela só porque elas queriam. Elas não sabem o motivo do meu ódio por homens, eu não era assim. Mas acontecimentos transformam as pessoas, e o acontecimento do passado me transformou nisso. Queria simplesmente esquecer, mas as memorias continuam claras em minha mente, detalhe, por detalhe.

- Não posso parar com meu fogo, o Jellal vai ficar tão triste... – Corei violentamente. Como ela pode falar esse tipo de coisa de forma tão natural? Juvia e Levy pareciam envergonhadas, mas não em choque como eu – Ah Lucy, serio que você não sabe o que é sexo?

Antes que pudesse responder, Juvia respondeu no meu lugar.

- Saber, ela sabe – Deu uma risadinha de deboche – Mas, sentir na própria pele como é, jamais saberá. Ela é muito inocente, nem beijar beijou ainda... Por isso, nós três, vamos levar ela para uma farmácia. Ela precisa saber um princípio que toda mulher sabe e faz quando chega a maioridade, ou menos.

Engoli em seco, temendo o pior. As três trocaram de olhares e eu não gostei nem um pouco do que vi. Primeiro elas se levantaram e vieram em minha direção, depois começaram a me arrastar para a farmácia mais próxima, não tão próxima assim, mas a única na área. Elas ficaram conversando pelo resto do caminho, não conseguia entender nada.  As únicas palavras que eu entendi foi: Camisinha e mochila.

Para elas parecia uma coisa muito boa, para mim, poderia ser muito ruim. Quando avistei a farmácia, dei um suspiro de alivio, mas minhas querida amigas – No sentindo irônico – passaram pela mesma, me levando para a loja ao lado. Sexy Shop. As encarei incrédula.

- Lucy, passa a mochila – Erza disse seria, até demais. Engoli em seco, entregando a minha mochila, temendo o que ela poderia fazer – Morando com dois gostosos como aqueles, você tem que estar preparada. Se fosse eu, teria sempre uma camisinha por perto, nunca se sabe quando vai ter que abrir as pernas.

Corei violentamente.

- Então, como um presente especial para você... – Juvia começou a abrir minha mochila, enquanto Levy trazia três sacos de camisinha em mãos – Vamos te dar algumas, nós que compramos, então relaxe. Nem precisa recompensar, é um presente das suas amigas, e você NÃO pode recusar.

Encarei cada gesto que elas faziam perplexa. Elas queriam me forçar a fazer sexo com os meninos? Ou era uma maneira clara, de me dizer em ações que eu tinha que superar meu trauma e tentar conquistar um deles? Qualquer que fosse o motivo daquilo tudo, eu não faria, afinal, minha vida sexual e amorosa é minha. Quem disse que eu preciso de camisinhas? Provavelmente os únicos que vão usar essas camisinhas, de sabores diferentes pelo que pude perceber – tudo bem, elas podem colocar camisinhas em minha mochila, mas tinham que escolher com sabor, cheiro ou qualquer uma dessas opções!? – são meus vizinhos vulgo companheiros de apartamento.

Mas ao que parece, elas queriam muito me envergonhar, pois não pouparam esforços ao pegarem, cada uma, um vibrador de tamanho diferente, junto a outros brinquedos. Colocando tudo em minha mochila, sem antes perguntar minha opinião. Preferi ficar calada, pelo jeito elas tinham planejado tudo – Sem meu consentimento, mas elas nunca ligaram muito para isso, e não vai ser agora que vão mudar – desde os mínimos detalhes.

Aquela seria uma longa tarde...

~*~

Algumas horas depois, voltei para o apartamento um pouco cansada. No caminho, o elástico do meu cabelo soltou. Rapidamente procurei um elástico reserva – Que sempre levava comigo – e prendi meus cabelos, dando um pequeno sorriso. Cumprimentei o porteiro, era um fofo, mesmo sendo tão velho.  Fui em direção a uma porta vermelha, que dava acesso as escadas. Talvez fosse uma garota saudável até demais, mas se caso pudesse evitar todo tipo de objeto ou ação de pessoas normalmente sedentárias, era isso que faria. Assim que cheguei no penúltimo andar, fui em direção a única porta do corredor, pegando minha cópia de chaves, abrindo-a.

Fui em direção ao meu quarto, parando em frente ao mesmo. Virei minha mochila procurando a chave, entre aquelas várias camisinhas e brinquedos sexuais – Que fui obrigada a comprar – até minha mochila cair, espalhando tudo aquilo no chão. Droga, teria que me livrar daquilo o mais rápido possível, antes que me visse me pensassem coisas erradas.

- Uau – Olhei pra frente vendo Natsu. O rosado me olhou e olhou para aquelas coisas no chão, e ao ver um sorriso malicioso em seus lábios, senti meu rosto ferver – Pelo visto a tarde foi ótima... – Ele me olhou dos pés à cabeça e sorriu sapeca, piscando. Ele primeiro olhou ao redor, fechou a porta do quarto dele e se aproximou de mim, quando estava recolhendo e jogando as coisas desesperada – Quer ajuda? – Ofereceu ajuda, mas eu apenas pude olha-lo curiosa. Provavelmente ele usaria aquilo contra mim, não poderia arriscar, jamais.

- Não! – Recolhi tudo e achei minha chave perdida, abri a porta do meu quarto e assim que entrei bati com força, meu rosto estava queimando. Joguei a mochila na cama e amaldiçoei Juvia, Erza e Levy mentalmente. Elas haviam me feito passar pelo momento mais vergonhoso da minha vida!

Fui para o banheiro tomar banho, sem antes me olhar no espelho, vendo meu rosto fumegando em vermelho. Quando você tem uma pele meio branca-morena, suas bochechas vermelhas ficam ainda mais claras. Eu odiava isso. Tentei tomar o banho mais relaxante do mundo, mas as memorias do acontecimento na porta do meu quarto faziam meu rosto fumegar. E o resultado foi em um banho relaxante completamente estragado. Suspirei, vestindo meu pijama de panda – Com direito a orelhinhas e pantufas – e saindo do quarto, olhando ao redor, me certificando que não tinha ninguém no corredor.

Assim que olhei de um lado a outro, e me certifiquei ambas as portas estavam fechadas, pude prestar atenção em barulhos altos – Vulgo, gemidos – no quarto do rosado. O Zeref me alertou sobre isso.

Fui para a cozinha e preparei um rápido sanduiche. E assim que me virei para ir embora, uma morena nua – Isso mesmo, nua. Tipo Adão e Eva, com os peitos e tudo para fora, como se fosse a coisa mais normal do mundo – me olhando, dos pés à cabeça.

- Você deve ser a amiguinha do Natsu né? – Assenti, mesmo não sendo amiga do rosado. Vai que ela é uma das fãs malucas? – Ele falou sobre você, Luigi a estranha – Senti meu rosto ferver. Aquele maldito estava espalhando o apelido inútil, que ele havia me dado para todas as mulheres que come!? – Mas até toparia orgia – Piscou pra mim – Onde tem água em? – Apontei para a geladeira e sai da cozinha.

Dei tapas em meu rosto, sem palavras. Estava cada vez mais me surpreendendo com os irmãos Dragneel.

O outro dia veio rápido, me levantei coçando os olhos e fui para o banheiro. Entrei no mesmo e fiz minhas higienes matinais e logo em seguida tomei banho. Vesti uma calça jeans um pouco folgada, tênis e uma camisa preta, prendi os cabelos em um rabo de cavalo e gloss de morango.

Sai do banheiro e fui para o meu quarto pegando a mochila, na cozinha encontrei os irmãos Dragneel, ambos conversavam sobre o barulho da amiguinha do Natsu. Assunto que não me interessava. Peguei a jarra de suco e enchi o copo, tomei alguns goles constando o quão amargo aquilo estava.

~*~

Escondi meu rosto entre as mãos, morrendo de vergonha pelo rumo que a conversa havia levado. Primeiramente falávamos sobre livros eróticos – Tema de um trabalho que meu Freed, professor de literatura passou – e agora minhas amigas falam sobre oral ou sobre quantas vezes elas já gozaram. Ainda não consigo entender como ando com gente desse tipo. Se minha mãe me visse agora, o que ela diria?

- Ele me fez um oral dos deuses! – Erza falou entre suspiros.

- Gozou quantas vezes? – Perguntou Levy fechando o livro e a olhando, sorrindo logo depois, travessa.

- Duas – A baixinha negou com a cabeça assim que ouviu a resposta da ruiva.

- Já me fizeram gozar três – Mostrou três dedos e sorriu vitoriosa. Por deus, minhas amigas são umas Pervertidas – Só falta você Lu-chan!

Revirei os olhos.

- Tô fora. – Neguei enquanto gesticulava com as mãos. Quanto mais corda desse para elas, pior seria minha situação.

- Meninas, bem que podíamos ensinar a Lucy né? – Juvia comentou com um sorriso malicioso, pousando seus braços na mesa e apertando meu nariz, aparentemente bolando um plano maligno.

- Orgia lésbica? – Erza arqueou a sobrancelha. E

- Orgia lésbica! – Levy e Juvia falaram juntas e algumas pessoas que passaram por nós nos olharam assustados. Corei violentamente, desviando o olhar, fingindo que nãos as conhecia, mesmo que não adiantasse muita coisa.

- Podem parar com isso! – Falei pegando minha mochila e saindo dali. Por deus, minhas amigas NÃO tem juízo.

Depois de horas de aulas, finalmente fui liberada. Fui para casa - apartamento dos irmãos Dragneel - e ao chegar fui logo tomar um banho. Vesti um vestido leve e chinelos, era hora do almoço e eu estava faminta, entrei na cozinha e vi o que tinha pra comer. Nada que me agradasse, e eu estava sem dinheiro para pedir pizza.

Coloquei uma música aleatória no celular e decidi usar o fogão, em menos de meia hora já havia feito arroz, bife e salada. Fui até a geladeira e peguei um suco de caixinha sabor laranja, despejei em um copo e montei meu prato. Estava começando a comer quando os irmãos Dragneel - tico e teco - chegam.

- Hum, parece bom – Zeref falou olhando meu prato com os olhos brilhando. Ah, se ele está pensando que vou dar MEU prato para ele, está muito enganado!

- Tem o bastante para nós três – Avisei apontando para as panelas, ele sorriu agradecido. Logo Natsu se juntou-se à nós só de bermuda, pude analisá-lo melhor, ele era muito bonito, um peitoral perfeito, e aquela tatuagem tribal o deixava mais lindo ainda.

- Oh loirinha, a comida está no prato, não em mim – O rosado disse com um sorrisinho idiota. Maldito rosado estupido – Mas caso queira, só acho que temos que trocar os papeis, pôs quem come sou eu. – Revirei os olhos sentindo minhas bochechas queimarem, eu fui pega olhando descaradamente para àquele peitoral dos deuses. Não era um crime, ele estava literalmente o exibindo, como não olhar?

Comemos em silêncio e logo havia acabado, levei meu prato para a pia e juntei todas as panelas que havia usado para o almoço, logo Zeref pôs a louça dele e saiu, Natsu fez o mesmo. Ah mais esses idiotas não vão achar que EU vou lavar a louça não! Bem, pelo menos não a deles.

- Epa, voltem aqui! – Eles me olharam – Um de vocês vão lavar a louça. Não sou empregada de ninguém!

- Ué, por que nós? – O estúpido perguntou, aparentemente surpreso.

- Porque você também comeu – Dei de ombros – Vamos fazer um trato, eu cozinho e vocês lavam.

- Feito. – Demos as mãos e eu sai da cozinha, ouvi Natsu e Zeref conversarem. Dei de ombros pegando meu notebook e sentando no sofá.

Vinte minutos depois ambos os irmãos Dragneel estavam sentados também – Comigo no meio –, ambos sem camisa. Natsu pegou o controle da TV e a ligou em um filme qualquer. Eu estava entretida de mais jogando um joguinho de moda qualquer para olhar o filme, mais me pareceu ser um de ação. A companhia tocou e Natsu olhou para Zeref que negou, o rosado me olhou e eu suspirei pondo o notebook de lado e fui abrir a porta. Péssima ideia.

- CHEGAMOS PARA A ORGIA! – Gritaram minhas três não tão melhores amigas me empurrando para dentro do apartamento. Fiquei estática na porta, as encarando. Até voltar a realidade.

- O QUE DIABOS VOCÊS ESTÃO FAZENDO AQUI? E COMO SUBIRAM? – Tinha como não se alterar? A dupla tico e teco me olhavam com os olhos arregalados. Pareciam surpresos, talvez pensando que eu gostava do sexo oposto. Ou algo do tipo. Apenas fiz um sinal de negação com a cabeça, como se implorasse que eles não entendessem errado.

- Ah Lu, somos suas amigas – Erza me abraçou apertando meu seio esquerdo. Dei um forte tapa em sua mão.

- Isso Lu – Juvia me abraçou do outro lado

- Não se esqueça de mim Lu-chan – Levy abraçou minha cintura enfiando a cabeça na minha barriga.

- Onde é seu quarto? – perguntou Erza sorrindo maliciosa, eu queria matá-la.

Cada vez mais, estou começando a pensar que minha vida é uma tortura altamente estimulável, que tem sérios problemas. E sem, deixar de fora, o fato que a qualquer momento pode piorar.


Notas Finais


Secret/ Gabbie falando:

Queria divulgar uma fanfic minha, que ainda não postei mais um capítulo devido a um probleminha. Não acho o documento, estou procurando bastante ele, por isso, por enquanto não postarei. Ela está sendo reescrita, obrigada pela atenção de vocês!

MEU MELHOR AMIGO GAY: https://spiritfanfics.com/historia/meu-melhor-amigo-gay-5667945

Vou deixar aqui também um link da nossa última parceira ( A primeira).

A AMANTE DO MEU CHEFE: https://spiritfanfics.com/historia/a-amante-do-meu-chefe-5498073


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