História Dois Estranhos Perdidos - Capítulo 26


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Dois Estranhos Perdidos, Romance, Sobrenatural
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Palavras 2.483
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Incesto, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 26 - Dois Estranhos Perdidos - Capítulo 26


Fanfic / Fanfiction Dois Estranhos Perdidos - Capítulo 26 - Dois Estranhos Perdidos - Capítulo 26

 

Pamela – Sabe…

 

Caminhávamos pela floresta iluminada apenas por uma pequena lamparina que carregávamos conosco.

 

Pamela – Você não precisava vir junto…

 

Inari – Sim.

 

Pamela – Então… por que veio? Sabe que Laila e muito menos eu não somos bem vistas pelos seus amigos…

 

Inari – Eu não sei… apenas sinto-me feliz em ajudá-las. – sorri passando por debaixo de um galho.

 

Pamela – Oh… – ela me olhou de olhos arregalados – Como… você é gentil…

 

Inari – … – sorri novamente – Mas e você?

 

Pamela – Eu?

 

Inari – Por que quis tanto participar dessa viagem?

 

Pamela – Por que…?

 

Ela parou olhando para o céu estrelado, recoberto por árvores, como se estivesse refletindo sobre minha pergunta.

 

Pamela – Você não entenderia… – sorriu e voltamos a andar – Sabe… o amor é uma coisa engraçada… e tão dolorosa… entende?

 

Inari – Hum…, eu nunca amei alguém… digo, nunca amei alguém que não fosse o onii-chan ou o Eriky.

 

Pamela – Você nunca teve um namorado? – me olhou espantada.

 

Inari – Éééé… n-não – senti meu rosto corar.

 

Pamela – Eu não acredito… você é tão… linda!

 

Inari – Ééé… que… eu me mudo muito, namorar alguém seria quase impossível…

 

Pamela – Não me venha com essa desculpa! Yndra com certeza já teve várias namoradas!

 

Inari – Ele nunca chegou a apresentá-las para o Eriky… – fiz uma cara de deboche.

 

Pamela – Seu pai?

 

Inari – É, isso ai.

 

Pamela – Bom, eu aposto que essa sua categoria de solteira não vai durar muito tempo, não na academia. Haha!

 

Inari – Se você diz…

 

Pamela – Ora, ora…

 

Inari – Aqueles rastros acabam bem… aqui…

 

Pamela – Laila! Você está aqui? Laila!

 

Inari – Uh… talvez não tenha sido ela que quebrou todos aqueles galhos.

 

Pamela – Humf… – suspirou colocando a mão na cintura.

 

Inari – Que cheiro de podre…

 

Pamela – Algum animal morto deve está por aqui.

 

Inari – Hum… – senti um líquido quente pingar em minha bochecha – O que é isso…

 

Pamela – Deixe-me ver. – levou a lamparina ao meu rosto – S-Sangue…

 

Inari – Ugh… – ergui minha cabeça para cima defrontando-me com o corpo de Laila pregado a uma árvore. – O-Oh meu Deus…!

 

Pamela – L-L-Lai… LAILA! – gritou em pânico.

 

O silêncio que a noite emanava foi rompido pelos seus lamentos que ecoavam percorrendo cada entrada da floresta, cada gruta, cada covil, cada ribeiro, todos puderam escutar suas lamentações.

 

O que horas atrás foi Laila, agora não passa de um resto de carcaça. Suas tripas estavam espalhadas pelo chão exalando o cheiro de podre que sentimos segundos atrás.

 

 

Seu corpo apresentava inúmeros cortes e algumas partes foram arrancadas como se algo tivesse se alimentado da mesma. Um pedaço grosso de madeira em forma de estaca penetrava em sua barriga, o mesmo que a prendia na árvore.

 

Inari – L-La… la… – dei alguns passos para trás caindo em choque.

 

Seu corpo ensanguentado escorregou da estaca de madeira caindo no chão.

 

Pamela – L-L-Laila! – correu até seu corpo no chão. – V-Vai ficar tudo bem… tá? Vai ficar tudo bem…

 

Ela abraçou o corpo de sua irmã desfigurado. Suas pernas tomaram a aparência de peixe e as poucos seu corpo foi perdendo a cor ficando cinza e desnutrido.

 

Pamela – N-Não… me deixe… Laila… p-por favor… – apertou contra seu peito os restos do corpo de Laila que já não emanava vida.

 

Inari – P-Pamela… – aproximei minha mão do seu ombro mas exitei em tocá-la.

 

Pamela – L-Lai…la… – entre soluços solevou seus olhos inchados e vermelhos até os meus.

 

Inari – Huh…

 

Como posso pedi-la para que não chore? Não tenho esse direito. A abracei afogando seu rosto em meus cabelos poupando-lhe desta cena tão cruel enquanto a lua contemplava o cenário.

 

– Crr…

 

Um calafrio percorreu todo o nosso corpo chegando a nuca. Meu coração começou a dar saltos como se estivesse em um campeonato de corrida. Eu consegui escultar uma respiração pesada. Era Pamela.

 

Pamela – A-Ahn…

 

Virei meu rosto observando a escuridão nas nossas costas. Um rosnado cheio de arrogância veio de lá.

 

Inari – Quem está ai!? – levantei-me bruscamente ficando a frente de Pamela que levantou logo em seguida.

 

Uma criatura emergiu das sombras. Eu não sei como descrever tal coisa. Digo coisa, pois isso não me parece com um animal, tão pouco com alguém. Ele exibia um sorriso enquanto caminhava em nossa direção.

 

Pamela – N-Não se aproxime! Fique onde está!

 

– Ora vejam só… fui abençoado pelos céus com tanto alimento.

 

Inari – A-Alimento? – dei um passo para trás.

 

– Sim… – abriu um sorriso imenso revelando seus caninos ensanguentadas – Alimentos!

 

Pamela – G-Guh…

 

– Você… você se parece com a garota de antes…

 

Pamela – Laila…

 

– Então esse era seu nome? Laila… hahaha! De qualquer forma, ela não tinha consigo o que eu desejava então a devorei ainda viva. Seus gritos eram como músicas para os meus ouvidos.

 

Pamela – Cretino…

 

– Ela gritava por ajuda a cada segundo… Hahaha!

 

Pamela – Cale-se… – lágrimas aglomeraram-se em seus olhos.

 

– “Pamela!”, ela gritou. Hahaha!

 

Inari – Que coisa terrível…

 

– Você, garota! Eu a procurei por toda cidade!

 

Inari – H-Huh…

 

– Entregue-me os tesouros agora mesmo!

 

Inari – O… quê…?

 

Pamela – Monstro…

 

– Hahaha! Sim, sou um monstro. Hahaha!

 

Inari – Uh…

 

– Entregue-me agora mesmo!

 

Ele disparou em minha direção como um animal vai de encontro a sua caça.

 

Pamela – Inari!

 

Inari – Ah! – dei um pulo desviando do seu ataque e o chutei nas costas pegando impulso para me afastar.

 

– Ora deixe de brincadeiras, menina! Dei-me o tesouro agora mesmo!

 

Inari – Fique longe de mim! – o repeli com minha energia.

 

– AAAh! – seu corpo foi de encontro a uma árvore.

 

Pamela – Inari! – veio até mim – Você está bem?

 

Inari – Sim.

 

Pamela – Que coisa era aquela…

 

Inari – Eu não sei…

 

– Huhu… hahaha!

 

Inari – A-Am…

 

Pamela – Kyah!!! A-Ah!!

 

Inari – M-Maldição…

 

Algo se entrelaçou em nossas pernas nos tirando do chão. Era espinhos vindos do seu corpo.

 

– Você achou mesmo que poderia me derrotar dessa forma? Hahaha! Patético.

 

Inari – A-Ahn…!

 

Pamela – AAAH!!!!

 

Nossos corpos estavam sendo esmagados pelo mesmo e seus espinhos.

 

Inari – Kyaaah!!!!

 

Senti os espinhos rasgarem minha carne enquanto se movimentavam.

 

Pamela – Não consigo… me… soltar… aaah!!!

 

– Entregue os tesouros do céu!

 

Pamela – T-Tesouros…? AAH!

 

Ele aproximou meu corpo para perto de si e o analisou a procura dos tesouros que supostamente estariam comigo.

 

– ONDE ESTÃO?

 

Inari – V-Vá… pro… inferno…!

 

– Sua…

 

Inari – Kyaaah!!!! – ele apertou meu corpo com mais força.

 

– Vou matá-las e depois procurarei os tesouros em seus restos! Sim… hahaha!

 

Pamela – INARI!!!

 

Meu corpo foi arremessado contra uma árvore com muita força. Minha visão ficou turva e minha consciência desaparecia lentamente. A única coisa que eu consegui ver foi o sangue jorrar pelo ar.

 

Pamela – C-Como…?

 

Inari – A-Ahn…

 

Ergui minha cabeça vendo olhos azuis. Suas presas pontiagudos escapavam da sua boca. Suas mãos ensanguentadas me seguravam.

 

??? – Você está bem?

 

Inari – Huh…

 

Seu rosto está tão próximo ao meu. Ele demonstra raiva, muita raiva.

 

Yndra – Responda, Inari! Você está bem?

 

Inari – Huh… – assenti com a cabeça.

 

Yndra – Ainda bem… – ele suspirou, parecia está aliviado.

 

Ryo – Pronto. – ele colocou Pamela no chão.

 

Pamela – Ah… O-Obrigada…

 

– Seus… SEUS FEDELHOS!!!

 

Uma parte do seu corpo, literalmente, foi arrancada fora e uma gosma negra escorria dos ferimentos abertos.

 

Yndra – Cale à merda da sua boca.

 

Tomás – Que feio cara…

 

Ergui a cabeça avistando Tomás em um dos galhos. Ele estava agachado apoiando uma foice em seu ombro.

 

Yndra – … – onii-chan colocou-me no chão.

 

– Então eu terei de lutar com todos vocês? Hahaha! Certo, certo.

 

Espere um pouco, Udo.”

 

Tomás – Udo…?

 

Udo – Suki, eu estou no controle. Não se meta.

 

Suki – Cale-se. Quem está comandando essa missão aqui sou eu.

 

Um garoto de cabelos verdes e olhos vermelhos apareceu em nossa frente. Ele tem orelhas, assim como onii-chan, de lobo.

 

Suki – Além do que… O Yndra é meu.

 

Yndra – … – ele o olhou com desprezo.

 

Suki – Não é mesmo, Yndra? Haha!

 

Inari – O que está acontecendo…? Onii-chan…

 

Suki – Eu ficaria honrado em poder lutar contra você…

 

O garoto desapareceu e voltou a reaparecer atrás de mim.

 

Suki – E você não terá escolha.

 

Inari – E-Ei!

 

O garoto simplesmente desapareceu levando-me com o mesmo.

 

Yndra – E-Ei! Inari! – disparou em sua direção

 

Ryo – Yndra! Eu vou com… AH! – a criatura o atacou.

 

Udo – Suki quer apenas Yndra. Nossa luta não acabou!

 

Ryo – Q-Que maldição!

 

Pamela – Ryo! Você está bem?

 

Ryo – Sim… não cousou-me nada além de um arranhão.

 

Tomás – Certo… – pulou da árvore para o chão – Vamos acabar com esse cretino logo.

 

Udo – Então venham! – seu corpo começou a se regenerar voltando ao normal.

 

Pamela – Seliniakó lámpsi!

 

A luz da lua penetrou na floresta clareando tudo.

 

Udo – Meus olhos… maldita!

 

Ryo – Ah! – o mesmo aproveitou-se do momento em que Udo abaixou a guarda para pular em sua cabeça e a arrancá-la.

 

Udo – Moleque, seu atrevido!

 

Ryo – Como… aah!

 

A criatura o agarrou pelo pescoço.

 

Pamela – Ryo!

 

Tomás – Kopí…

 

Pamela – Espera!

 

Tomás – O que foi!?

 

Pamela – Se atacar a criatura também atacará o Ryo! – apontou para a mesma que o usava como escudo.

 

Tomás – Mais que droga… Ryo!

 

Ryo – A-Ah…

 

Udo – O que vai fazer?

 

Ryo – Seu… aaah!

 

Ele se soltou arrancando o braço da criatura fora.

 

Udo – D-Desgraçado… pirralho desgraçado!!!

 

Tomás – Afaste-se, Ryo!

 

Ele ergueu sua foice em direção a criatura e em sua lâmina, uma energia começou a se formar

 

Udo – Crr… crr…

 

Um braço cresceu no lugar onde o antigo acabara de ser arrancado.

 

Udo – Não adianta me atacar… Haha!

 

Ryo – Monstro maldito…

 

Tomás – Tsc…

 

Udo – Vocês vão morrer!

 

Espinhos com formatos de lianas saíram das suas costas.

 

Tomás – O-O que é isso? Ah!

 

Um dos espinhos entrelaçou-se em seu pescoço o levantando.

 

Tomás – A-A-Ah…!

 

Pamela – Ouránios!

 

A sua aura mágica se manifestou como fumaça ondulante criando um campo de força repelindo todos os espinhos com brutalidade.

 

Tomás – Ah! – caiu no chão com as mãos na garganta – COF! COF! Q-Que diabos…!

 

Ryo – Obrigado, Pamela!

 

Pamela – Huh. – assentiu com a cabeça – Esse escudo é forte mas não ficará de pé por muito… ah!

 

Seu corpo perdeu o equilíbrio por um instante a deixando cair de joelhos segurando um dos seus braços.

 

Ryo – Você está bem!?

 

Pamela – Sim. Não… não foi nada.

 

Udo – C-Crr…

 

Seus espinhos foram destruídos com a força da energia.

 

Udo – Maldição…

 

Pamela – Vejam…

 

O campo de força foi lentamente desaparecendo exibindo a criatura.

 

Pamela – Ela… ela não se regenerou?

 

Tomás – Então ele não pode regenerar alguns dos seus membros…

 

Udo – Não diga besteiras…!

 

Ryo – Então ele tem fraquezas…

 

Udo – Huhu… hahaha! Ninguém é perfeito, não é mesmo? – seu sorriso de deboche voltou a sua face.

 

Ele agarrou um dos seus espinhos e o puxou arrancando-o do seu corpo.

 

Pamela – A-Ah!

 

Tomás – O que está planejando…?

 

Udo – … – ele continuou a nos olhar sorrindo enquanto arrancava um por um.

 

Finalmente chegou ao último espinho. Depois de arrancá-lo ele apenas nos observou sorridente. Um sorriso vazio, não exibia felicidade nem prazer.

 

O vento passava balançando seus cabelos mas quando sessou o mesmo desapareceu. Não, ele correu, correu tão rápido que quando o virão era tarde demais.

 

Pamela – A-Ah…

 

A criatura estava praticamente pulando em seu pescoço. Seus caninos afiados, desesperadamente, imploravam pelo sangue que corria nas veias de Pamela.

 

Pamela – E ahh!

 

Antes que a mesma conseguisse a tocar ela desviou-se e lhe desferiu um chute na região de sua barriga.

 

Pamela – … Ah!

 

Ryo – Pamela! – a segurou antes que caísse no chão.

 

Pamela – I-Ih…

 

Ryo – Está muito machucada…

 

Tomás – Não é só ela…

 

Udo – … A-Ah… ah… – ele desapareceu na escuridão.

 

Aquela gosma negra escorria de dentro da sua barriga para fora.

 

Ryo – Ele não consegue mesmo se regenerar…

 

Tomás – Ao que parece…

 

Ryo – Por que isso… agora?

 

Pamela – Eu acho que compreendo o que ocorre em seu corpo. Ah…

 

Tomás – Como assim? Diga, Pamela.

 

Ryo – …

 

Pamela – Bom… – me levantei com dificuldade – Ele foi atingido por vários golpes meus e da Inari e mesmo assim voltou ao normal, mas antes disso, ele… ele se alimentou de Laila.

 

Tomás – C-Crr L-Laila…!?

 

Ryo – M-Merda…

 

Pamela – A meu ver, ele precisa se alimentar de energia mística para conseguir se regenerar, mas com o tempo essa habilidade vai enfraquecendo, e ele precisaria se alimentar novamente.

 

Ryo – O que ele não conseguiu a tempo…

 

Pamela – Exatamente. Eu diria que nesse momento ele está analisando qual de nós é o alvo mais fácil para o mesmo.

 

Ryo – Yliká.

 

Uma espada surgiu em sua mão. Uma espada de aparência normal e um pouco curva.

 

Tomás – Certo… – ele apoiou sua foice no ombro.

 

Pamela – … – fechou os seus olhos concentrando-se apenas no ambiente.

 

Seu corpo começou a emanar um brilho e sua aparência modificou-se rapidamente. Um esquelético de asas apareceu em suas costas e logo ganharam vidas transformando-se em enormes asas negras.

 

Ryo – Apareça, maldito! Pare de se esconder!

 

Tomás – …

 

A floresta não emitia nenhum zumbido que fosse. Nem mesmo o vento se atrevia a manifestar-se.

 

Pamela – Ali! Ah!

 

Seu corpo foi arremessado batendo com tudo em um tranco de madeira velha.

 

Ryo – Ora seu…

 

Sua espada liberou uma rajada de fogo esverdeado.

 

Ryo – Fonikí ékrixi!

 

Uma rajada de fogo e vento foi imitida da sua espada.

 

Ryo – O… quê…?

 

Não havia nada… apenas árvores.

 

Tomás – Kopí ieró!

 

Ryo – T-Tomás! – desviou-se do seu ataque que destruiu diversas árvores.

 

Tomás – R-Ryo?

 

Ryo – Qual o seu problema!? Está querendo me matar!?

 

Tomás – Por que você tomou a frente!? Ele estava na minha mira!

 

Misoféngaro!”

 

Uma imensa energia veio de encontro a eles destruindo tudo.

 

Pamela – A-Ah… vocês!?

 

Ryo – A-Ah…

 

Tomás – D-Droga… foi por pouco…

 

Ambos estavam jogados no chão.

 

Pamela – Onde… onde ele está!?

 

Hahaha… vocês parecem confusos… hahaha!”

 

Uma voz ecoou pela floresta. Ele ainda estava entre a escuridão.

 

Tomás – Maldito!

 

Hahaha! Continuem se atacando… matem uns aos outros! Eu me deliciarei com suas entranhas quando estiverem mortos!”

 

Ryo – Está nos manipulando… grr…

 

Pamela – Covarde…

 

Brutalmente um vento os atingiu tão forte que conseguiu arrastá-los do lugar. Na verdade ele arrancou até mesmo as árvores.

 

Ryo – P-Pamela!

 

Tomás – C-Controle-se…! – pôs as mãos a frente do seu rosto protegendo-se.

 

Pamela – Eu não aceito… não aceito esse tipo de covardia!

 

Ela não os deu ouvido, sua mente parecia ter se desligado. A força do vento se elevou ainda mais.

 

Pamela – ÉKRIXI ASTÉRON!

 

Grande parte da floresta foi arrancada brutalmente por sua energia. Árvores foram arremessadas a metros de distância. A luz da lua penetrou no local iluminado-os.

 

Havia galhos despedaçados por todo o chão além da poeira que subia encobrindo tudo. Uma sombra negra passou pelos mesmos os cercando.

 

Pmaela – Am…

 

Udo – Haha… tarde dem… a-ah…

 

Ryo – Muito lento…

 

Sua espada atravessava o peito da criatura que estava prestes a penetras suas garras nas costas de Pamela.

 

Udo – A-Ah… o-ora seu…

 

Tomás – Kopí… ieró.

 

Uma energia saiu da foice de Tomás rasgando a criatura no meio e praticamente arranco a sua alma consigo.

 

Udo – A-A-AAAAAH!

 

Tomás – Sua alma… é minha. – o seu olho laranja emanava um fogo ardente.

 

Todo o corpo da criatura ardeu em seu fogo vivo tornando-se pó.

 

Pamela – Ele… morreu?

 

Tomás – … Huh. – assentiu olhando os seus restos em cinza.

 

Pamela – Graças… a Deus…

 

Ela caiu de joelhos apoiando suas mãos no chão. Seu cabelo escondeu o seu rosto.

 

Tomás – A-Ah…

 

Ryo – … – colocou a mão sobe seu ombro – Tomás…

 

Tomás – Huh… certo…



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