História Dois Hyungs E Um Garotinho - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Lu Han
Tags Baeksoo, Baekyeol, Chanbaek, Chansoo, Kailu, Krisoo
Visualizações 233
Palavras 2.845
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Crossover, Ecchi, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


GENTE OLHEM A PAGINA INICIAL DA DOIS HYUNGS E UM GAROTINHO E CONTEMPLEM A NOVA CAPA MARAVILHOSA
Okay, ela ta meio coco, mas foi uma das primeiras que eu fiz, eu tava usando só o PhotoScape, agora to usando o PhotoShop também. A Capa da A Sort Of Lucky In UK (momento divulgação cjwbiwbncf eu postei essa fanfic faz, aproximadamente, uma semana, couple BaekYeol e não vai ser longfic, então, se quiserem dar uma olhada, é a última postada do meu perfil <3 eu to tão insegura sobre ela, me dêem amor, Legião do Lemon :') ) foi a primeira edição que eu fiz de todos os tempos e ela até que me agrada, apesar da qualidade não terficado grandes coisas por causa das configurações do site. Além dessas, a Sickness também ganhou uma capa nova, dessa vez com uma edição tanto no PS quanto no PhotoScape, eu gostei do resultado.
EU TO MUITO EMPOLGADA COM ESSA COISA DE EDIÇÃO CARA a propósito, se alguém aqui entender do PS CS6, to aceitando ajuda viu? :'v FIZ TANTA LOCKSCREEN QUE NÃO TENHO TELEFONE PRA TUDO ISSO

Enfim, boa leitura <3

Capítulo 11 - The super hero and the odd one.


Um ano e dois meses depois

 

"Eu já estou saindo." 

"Não se atrase, Romeu kkk" respondeu LuHan. 

Kris não respondeu depois disso. 

Deu a última olhada no espelho e arrumou o cabelo novamente, ele havia feito isso aproximadamente oito vezes, sempre que olhava para o espelho ele arrumava algo. Vestia uma calça jeans escura, quase cinza, era um azul realmente escuro com exceção dos joelhos, onde a calça era mais clara. Grandes bolsos, onde planejou esconder as mãos. Vestia uma blusa azul claro, cor que ouvira KyungSoo dizer que combinava com seus olho - ele não entendia e nem pretendia entender -, por cima um casaco de couro falso preto. Ele escolheu à dedo até mesmo o sapato que usaria, um tênis converse low vermelho - "bonito, mas descontraído, mostra que eu não pensei muito no que escolher mas que também não peguei outro tênis 'adidas' qualquer" - e LuHan fez questão de o fazer usar uma cueca boxer branca do Calvin Klein, o que deixou Kris constrangido mas fazer o chines calar a boca era o principal.

Pegou sua carteira e saiu de casa, guardou a carteira e o telefone nos bolsos da calça - o da jaqueta estava ocupado. Ele caminhou até a parada de ônibus e pegou um, um pouco vazio, sentou no meio e começou a observar as pessoas à sua volta; estudantes, casais e idosas senhoras acima do peso carregando suas bolsas de cachorrinho. Falavam em um coreano rápido, que ele mal conseguia acompanhar e se atreveu a falar algumas frases baixinho, para ver se sua pronúncia havia melhorado. Desceu numa quadra cuja rua perpendicular tinha uma praça, era uma das maiores praças do bairro, em quesito "tamanho", tinha muitas árvores para crianças subirem, bancos para casais namorarem e muita, muita grama onde famílias sentavam em seus lençóis estampados. Num desses bancos, um garoto pequeno sentava, seu tamanho se comparava ao de uma criança, trajava um casaco moletom roxo e uma calça jeans azul escura. De pequeno, balançava seus pés que não tocavam o chão, sentado ao banco, enquanto olhava para o céu. 

Dia de frio, mas dia de sol. 

Kris olhou o menor antes de atravessar a rua, mesmo de longe, podia ver que este havia arrumado detalhadamente seus cabelos, ele devia os ter lavado, pois estavam brilhantes, quase que refletindo a luz daquele dia. E mesmo de longe, podia ver seu sorriso. 
Atravessou a rua, pondo as mãos no bolso da calça, tentando parecer descontraído, antes de olhar diretamente para o garoto onde estava indo em direção, ele olhou para os lados, tentando parecer distraído e, por fim, assobiou ao se aproximar, tentanto parecer qualquer coisa que tenha feito KyungSoo soltar um riso. 

- Boa tarde, hyung. - o menor disse. 

Kris sentou-se e o olhou com um sorriso. 

- Bom dia, meu bem. Como foi na escola? 

- Tive um teste surpresa de educação física, tive que correr mais do que eu previa pra semana toda. - fez bico. 

- Não se machucou? - Kris perguntou meio baixo. 

- Ah, bom... Eu torci meu tornozelo, mas já está parando de doer. - ele sorriu. 

- Ah sim... 

- E você, hyung? Como foi a sua manhã? 

- Nada especial, prova de mandarim. 

- Oh, será que você foi bem? - o menor riu. 

- Ah... Acho que não. - ele disse irônico, em mandarim. Pelo tempo que passavam juntos e conversavam, KyungSoo entendeu sem que ele traduzisse. 

- Creio que minhas notas em mandarim andaram aumentando. - KyungSoo disse. 

- Me pergunto o por quê. - Kris riu - Mas, como estão seu irmão e ChanYeol? Parece que eles estão... Mais "sérios". - Kris referia-se ao relacionamento dos coreanos, que de meses pra cá, parecia ter se acentuado. 

- Eles estão bem, acho. 

Havia um tom sério na fala do menor. Kris não entenderia, talvez, mas KyungSoo nunca daria o braço à torcer pelos dois, ele queria seu irmão só pra ele e "vomitaria" quantas vezes forem necessárias pra isso. 

Mas não era ChanYeol que cercava seu pensamento, fazia já algum tempo. 

- Entendo... - Kris olhou para frente, não sabendo se era um bom assunto, já que sabia de algum envolvimento dos dois no passado - Mas eu os acho fofos, queria ter um relacionamento assim, estão juntos à quanto tempo? Um ano? 

- É, acho que uns três anos, não lembro, na verdade. - disse KyungSoo parando pra pensar. 

- Está durando bastante, parece que as coisas estão indo bem para eles. 

- É. 

- E para você? - Kris perguntou tão rápido que o menor nem conseguiu digerir a pergunta direito. 

Ele poderia dizer que estava a "uns três anos" odiando o irmão por, sempre que sente alguma necessidade especial procurar o namorado. 

- Bom... Bem, acho. 

- Entendo. 

- E pra você, hyung? 

Kris também teve que pensar no assunto, mas foi mais rápido. 

- Bem... Poderiam estar melhores. 

- Por quê? - KyungSoo arqueou as sobrancelhas - Algo errado? 

- Não, tudo certo, mas acho que algumas coisas certas poderiam se acertar um pouco mais. 

Tanta generalidade deixava o menor confuso. 

- Do que você está falando? 

Kris pensou nas palavras. 

- De história. 

- Que tipo de história? 

- Bom... - ele sorriu corado - Eu tenho uma história que gosto muito, sabe? Tem... Um cenário, um super-herói, uma situação... 

- Parece que está indo tudo bem. - KyungSoo murmurou quando Kris ficou quieto. 

- Mas eu não tenho o mocinho, que se encaixaria na situação, no cenário junto com o super-herói. 

- Oh... - KyungSoo não entendeu, mas achou triste. 

- Quer ser o mocinho? 

Um silêncio se fez. 

KyungSoo olhou para Kris com os olhos um pouco maiores que o normal, os lábios entreabertos, não sabendo no que pensar primeiro. BaekHyun talvez surtasse, o xingasse e xingasse Kris, ele poderia até fazer os dois não se falarem mais... Na verdade, essa era só uma pressão do momento, porque, pensando melhor, BaekHyun nunca o xingou nem o privou de falar com ninguém. Tem ChanYeol, que ficaria puto, sem dívidas, mas ele não devia satisfações para ChanYeol. Tinham seus pais, eles não deixariam nada, nunca, eles sim o proibiriam de ver Kris, pra sempre. 

Mas era muito chato pensar naquilo. 

KyungSoo sorriu e, antes que fizesse ou falasse algo, Kris entendeu o sorriso como um sinal de que poderia prosseguir e retirou uma caixinha do bolso, abrindo-a e revelando dois aneis de cor prateada. O menor não era um típico anel feminino - que seria o papel do menor naquilo tudo, afinal -, não possuía joia e a única coisa diferente nele era um escrito marcado na parte "de dentro dele", era o nome do maior. KyungSoo apenas deixou o sorriso aumentar um pouco enquanto olhava o pequeno objeto, assentindo levemente, com as bochechas extremamente vermelhas. Kris então pegou o anel e segurou a mão do garoto, encaixando em seu dedo e sorriu quando o menor segurou sua própria mão com o mesmo sorriso bobo. O mesmo pegou a aliança que sobrava e puxou a mão do chines, encaixando em seu anelar. Seus lábios, ainda boquiabertos, tinham um grande sorriso quando ele voltou a olhar o maior. Kris apenas aproximou seus lábios dos do menor e, fechando os olhos, encaixou os seus nos dele. Os lábios volumosos de KyungSoo envolveram os do chines, que levou uma mão à sua nuca, puxando seu rosto para mais perto e suspirando antes de qualquer outra coisa. Ele mordeu o inferior de KyungSoo e puxou, aproveitando a deixa para introduzir sua lingua na boca do menor, circulando sua lingua na do mesmo, que correspondia aos movimentos da forma que podia - imitando.

Quando KyungSoo sentiu a lingua do chines ao fundo de sua cavidade bocal, ele deixou um murmúrio baixinho escapar, fazendo Kris parar seus movimentos e se afastar minimamente. Ele não queria que sua cabeça de baixo saísse pensando mais alto que a de cima então apenas beijou o canto dos lábios de KyungSoo. 

- P-por que parou? - KyungSoo fez uma pausa - Tava tão bom... - o maior sorriu. 

- Aqui não. - ele apontou para algumas crianças que brincavam por perto. 

- Então onde? 

O maior arqueou uma sobrancelha e, talvez, pudesse se sair bem. 

- Bom, num lugar mais... Vazio. 

- Sua casa...? - KyungSoo murmurou, levando sua mão até o rosto do maior, que sorriu. 

- Meu quarto. - o chinês disse e KyungSoo correspondeu àquele sorriso. 

- Então, por que o super-herói não leva seu mocinho para a sua casa, no seu quarto? 

Os dois tinham em mente exatamente a mesma coisa, a sintonia de suspiros e olhares era perfeita. Kris levantou-se e puxou KyungSoo para que se levantasse, o menor grunhiu. 

- Okay, talvez o super-herói precise levar seu mocinho, que machucou o pé, no colo.

Mesmo tendo passado apenas um ano, KyungSoo havia amadurecido bastante. Talvez fossem os hormônios, um menino de 15, quase 16 anos, já estava na hora mesmo.

Kris riu baixo e pegou o menor em suas costas. Ele pensou em pegar um ônibus mas, não estava afim de esperar um destes chegar na parada, então apenas começou a caminhar, rápido. Em dez minutos - agitados - estavam na casa do chines. Ele destrancou a porta e KyungSoo desceu de seu colo para que eles pudessem entrar - a altura não ajudava muito -, mas após a porta fechada, Kris pegou o menor no colo novamente e voltou a tomar seus lábios. Um beijo bem mais hábil que o anterior, não houve introdução, eles foram direto ao ponto, Kris levou a lingua ao fundo da boca de KyungSoo, que soltou um gemido mais alto, nem tão tímido quanto parecia antes.

O loiro andou à passos largos até seu quarto, onde sentou na cama com o menor no colo e puxou seus cabelos para trás, deixando uma trilha de beijos por seu pescoço, fazendo KyungSoo fechar os olhos e deixar os grunhidos saírem com cada mordida que prosseguia. O menor se desfez de seu casaco, o calor dos dois estava o aquecendo o suficiente. Kris retirou sua blusa e seguiu beijos por seu ombro, o menor apertou seus ombros sorrindo com os beijos, ele aproximou os lábios do ouvido do maior, selando-o com os lábios molhados. 

- Tira essas roupas pesadas, eu quero te sentir melhor. 

Kris apertou os olhos e mordeu o próprio lábio, tirando rapidamente seu casaco e camisa. KyungSoo passou a mão por seu peito e abdomen, admirando o físico definido do maior, logo voltando a segurar seus ombros e aproximar seus lábios dos do maior, retomando aquele beijo intenso e empurrando-o na cama para que deitasse na cama atrás de si. KyungSoo fez sua parte, desceu os lábios ao pescoço longo do maior e mordeu com força, mais forte do que as mordidas em si. Chupou a pele mordida em seguida e arrancou um gemido rouco do maior, passou a lingua pelo local, subindo-a até o lóbulo de seu ouvido, chupando o local e soltando um riso ao ouvir os sons do maior. Ele lembrou das "lições" que já havia aprendido e, sorrindo, rebolou com força sobre os quadris de Kris, que apertou os olhos antes de gemer mais alto. Abriu os botões da calça do maior e abriu o zíper, puxando a calça para baixo e esperando que o maior tirasse-a, feito isso, ele abriu a própria calça e a retirou, novamente sentando sobre o membro já ereto de Kris e rebolando rapidamente. Kris, por sua vez, levou as mãos às nádegas do menor e apertou-as com suas mãos grandes, que quase cobriam sua bunda inteira, aquilo fez KyungSoo gemer junto, proporcionando prazer à ambos. Kris puxou a cueca do menor e tentou retira-la, sendo essa tarefa terminada pelo garoto, que retirou sua própria cueca e a boxer do maior, que, por branca, deixava bem amostra seu volume. Retiradas as ultimas peças das roupas, KyungSoo segurou o membro d maior, com um sorriso maldoso, e começou a masturba-lo rapidamente, ele via na expressão do maior que ele estava necessitado e excluiu a ideia de descer a garganta no membro dele. Sentou-se na frente do membro do maior e esfregou-o entre suas nádegas, fazendo o maior gemer alto, o membro rijo deixar o pré-gozo sair, o menor esfregou suas mãos na glande do garoto uma ultima vez antes de subir seus joelhos e, lentamente, penetrar-se com o membro do mesmo. 

Ele não fez a menor questão de "se fazer de santinho", de parecer que não sabia o que estava fazendo, ele apenas começou os movimentos lentos, gemendo alto cada vez que descia. Ele subia rapidamente, descia devagar e, ao chegar embaixo, rebolava mais lentamente ainda. Kris estava ficando louco com aqueles movimentos, ele segurava a cintura do menor e mordia o lábio inferior enquanto forçava-o a fazer movimentos mais rápidos. Após uma estocada forte, KyungSoo moveu seu pé machucado e soltou um grunhido baixo, Kris então o segurou e o deitou na cama e começou a se mover rapidamente. KyungSoo segurou seus ombros com força, logo passou as mãos por suas costas, arranhando com força enquanto gemia alto o nome do maior. Kris começou movimentos lentos novamente, fazendo KyungSoo se contorcer na cama por mais. 

- Eu não quero que termine tão rápido, Kyunggie... - ele murmurou próximo ao ouvido de KyungSoo e o mesmo sorriu. 

Kris o colocou de quatro na cama, posicionou suas pernas apoiadas nos joelhos e deitou seu peito. De primeira, passou a mão por suas costas, até sua cintura, sorriu e desceu mais um pouco até suas nádegas, apertou e deu um tapa forte, fazendo o garoto soltar um grunhido alto. Kris sorriu. Ele voltou a posicionar-se atrás de KyungSoo e segurando seu membro, voltou a penetra-lo com força. Os movimentos de Kris se tornavam cada vez mais rápidos e gostosos, KyungSoo não custou à chegar ao seu orgasmo, acompanhado de um grito de prazer que vinha, um espasmo forte que o fez se contrair por completo e apertar o lençol nas mãos e morder o travesseiro para não deixar o som sair. 

Kris continuou naquele ritmo até chegar ao orgasmo, se movendo mais duas ou três vezes para prolongar seu prazer. Logo deitou ao lado do menor, olhos fechados e mente vazia. Os dois estavam assim. KyungSoo se deitou virado para o mesmo e analisou seu rosto suado. Ofegante e com batimentos descompassados, Kris o puxou para deitar a cabeça em seu peito. 

Nenhuma palavra foi dita. 

 

 

ChanYeol suspirou pesado ao abrir os olhos ouvindo seu telefone tocar, logo os fechando novamente. Situou-se de onde estava apenas pelo tato, tocando o chão frio e logo batendo a cabeça em algo tudo. 

- Ai! 

Abriu os olhos de vez e se viu de baixo da mesa da cozinha, ele nem se esforçou por lembrar da noite passada ao ver seu vidro de remédios espatifado no chão, os cacos misturavam-se às capsulas, ele inclusive percebeu um pequeno sangramento em seus lábios, talvez tivesse-os machucado por isso. Levantou dali e olhou por volta, no teto principalmente. 

- Vocês ainda estão aí? Calaram-se? 
As vozes de ChanYeol eram bem específicas, ele tinha certeza de as ouvir no teto e, se ele se escondesse debaixo da mesa do quarto ou da cozinha, eles não o viam e calavam a boca. Muitas noites acordou ali naquela mesa, já havia até considerado deixar uma almofada ali. Ao levantar, pegou uma maça que estava no chão, mordeu-a preguiçosamente e sentou-se à mesa. 

Seu telefone tocava ao fundo, já fazia tempo, mas ele só percebeu naquela hora. Como se atingido por um raio, correu até o aparelho e o atendeu sem ver quem era. 

- Alô? Bom dia? - disse apressado. 

- "Bom dia"? O que é isso, ChanYeol? São dez da noite, o que estava fazendo? 

A voz quase inaudível aos seus ouvidos parecia distante e abafada. Ainda havia algo extra falando consigo. 

- D-desculpe, quem é? 

- "Quem é"? Que raio de pergunta é essa? Não reconhece mais seu namorado? 

- B-BaekHyun? 

- Bingo, pelo menos o nome você acerta... - a voz murchou. 

- Me desculpe, amor, eu... Você ta bem? 

- ChanYeol, o que houve? Você está bem? 

Após um suspiro, ChanYeol apenas fechou os olhos e tentou se concentrar. 

- Eu passei mal, dormi a tarde toda, me desculpe, 

- ChanYeol, me responda, você está bem? 

- Es-estou... 

- Eu vou aí na sua casa junto com KyungSoo daqui a pouco, lembra? - o menor disse como se fosse uma pergunta retórica, mas o silêncio o convenceu do contrário - ChanYeol, você lembra?

- Sim, sim, lembro... Acho... Bom, eu vou arrumar as coisas aqui. 

- Quer passar num hospital, amor? 

- Não, não precisa, Baek. 

- Okay... Boa sorte aí. 

Ele desligou a ligação e suspirou fundo, deveria por-se a limpar toda aquela bagunça e esconder seus remédios. 

Ao direcionar-se ao banheiro, percebeu seus olhos inchados. BaekHyun o incomodaria demais por isso, nem ele mesmo se lembrava de ter chorado. 

É tão confuso, o país das lágrimas! 
 


Notas Finais


Me desculpem por esse lemon coco e não desistam de mim, eu escrevi isso há muito tempo e até faria outro, mas não consegui pensar em nada. Alias, eu ia apagar tudo isso e deixar apenas a parte bonitinha. Mas eu prometi lemon todo capítulo, não prometi? kkkkkk

Mas fora essa parte, temos o BabYeol igualzinho eu as vezes quando minha mãe me acordava em lugares estranhos. Acho que consegui transmitir bem a mensagem.

A mensagem de hoje é: "Se você quer dizer a alguém que o ama, o diga agora, porque pode chegar um ponto que isso será muito tarde e você iria pensar 'eu queria ter dito isso.'" (Paul McCartney, The Beatles).
Obrigada por tudo, vocês que continuam aqui. Amo cada um de vocês por darem atenção ao que eu escrevia em uma época tão crítica da minha vida e por estarem aqui agora que estou bem também. Fiquem comigo.

Até semana que vem :)


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