História Dois Lados da Mesma Moeda - Capítulo 5


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Categorias Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Harem, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Quase não foi, mas ta ai!
E EU CONSEGUI ESCREVER MAIS DE 1000 PALAVRAS. UM RECORDE!!!

Capítulo 5 - Trabalho em dupla


{De Manhã}

                Acordei cheio de empolgação. O Juan ainda não tinha acordado, então resolvi deixar ele dormir mais um pouco e fui no banheiro do quarto pra fazer minhas higienes pessoais (se eu não falei que tem banheiro no quarto, me desculpe). Depois disso, eu fui abrir a cortina na maior empolgação, tomara que o sol acorde o Juan.

                - Bom – eu segurei na cortina – dia – eu abri ela... estava escuro... eu virei devagarinho pro despertador, estranhei ele não ter tocado ainda... eram 04:00 da manhã. Eu fiquei encarando o despertador com uma puta cara de taxo por uns minutos... nunca me senti tão idiota.

                Depois da minha grande derrota na vida, eu peguei o 3DS do Juan e fiquei jogando um pouco de Zelda (eu já tinha perguntado se podia mexer antes, tá?) até dar as horas certas.

                Quando eram umas 06:30 o Juan acordou e foi fazer as higienes matinais, quando ele saiu do banheiro, ainda colocando a camisa, ele perguntou:

                - Quantas horas você acordou? – eu levantei quatro dedos da mão, sem tirar o olho do jogo – Sério? – Ele perguntou e eu assenti com a cabeça. – Maluco. Vamos logo, tá quase na hora.

                Salvei o jogo e saímos do dormitório, não precisava levar mochila pois os materiais não saiam da sala. Só o caderno do aluno, que eles ainda iam nos entregar. Juan me levou até as salas, que ficavam no prédio principal. Pelo o que ele disse, tínhamos ficado na mesma sala por causa dos dormitórios, e a primeira aula era de inglês. O professor era bem gente boa, apesar dos “Eae, mano, tudo em cima?”. Mas fora isso tudo certo.

                A segunda aula foi de matemática, era um dos professores mais engraçados que eu tive. No meio da aula, ele se irritou com um aluno e quase jogou a caixa de giz nele. Ele brincava com todo mundo... tá, com uns até demais... tipo um garoto que não tinha pai, e ele chamou o garoto de filho de corno. Fora isso, tudo legal.

                E, finalmente, aula de biologia. Umas das minhas matérias favoritas. E olha que coisa, era um trabalho em dupla.

                - Por favor – a professora disse –, juntem com as cadeiras do lado. – todos da sala soltaram um gemido de desgosto – Calma, vocês vão poder escolher as dublas, mas assim fica melhor a organização (professora legal, né?)

                Quando fizemos as duplas, eu acabei caindo com a Fernanda. Ela disse um “OIE” e eu também. Quando todos acabaram, Juan veio até mim e se agachou do meu lado. Ele estava fazendo dupla com Ana, assim que ele saiu do lado dela, vários garotos começaram e rodeá-la.

                - Cara – Juan perguntou –, você se importa de fazer com a Ana? – notei que ele estava olhando pra Fernanda e logo entendi a porra toda.

                - Claro que não me importo.

                Eu levantei e fui indo até o lugar do Juan. Passe pelo caras que estavam rodeando ela e pude ouvir eles falando:

                - Vai, gatinha, faz o trabalho comigo.

                - Poxa, princesa, nunca te pedi nada.

                Fui andando calmamente, olhando pra todo mundo, sentei no lugar do Juan e olhei pra ela.

                - Oi – eu disse sorrindo – se importa de fazer o trabalho comigo? – apontei com o dedão pra trás.

                - Oi – ela disse e olhou para trás e viu o Juan e a Fernanda rindo, logo ela se virou sorrindo pra mim – claro que não. Vamos fazer juntos então.

                Alguns dos garotos que rodeavam ela saíram resmungando uns dois ficaram lá ainda reclamando.

                - Quer saber? – um disse – foda-se. Você vai fazer o trabalho comigo. – ele pegou a Ana pelo pulso e começou e puxar ela.

                 Quando ele ia forçar ela a sair da cadeira, eu seguei o pulso dele e, por eu ser mais forte, ele não conseguiu tirar o braço. Ele me olhou com raiva.

                - Olha, eu recomendo você soltar ela. – eu disse.

                Ele soltou a Ana. Balançou o braço com força, me fazendo solta-lo. Ele ficou me encarando parecendo aqueles malandros.

                - Hebert – a professora disse séria – sente-se agora.

                Ele apenas saiu ainda me encarando, fiquei sorrindo.

                - Você tá bem? – eu perguntei pra Ana.

                - Sim, obrigada.

                Começamos a fazer o trabalho. Era para explicarmos sobre divisão celular, seria fácil, se o trabalho n tivesse que ter 5 páginas.

                - Depois que terminamos de explicar, o que vamos fazer com as outra 4 páginas?

                Ela riu muito com isso. E também fez várias piadas.

                Os dois horários de biologia acabaram e um piscar de olhos e todos tivemos que voltar pros lugares, mas antes de ir eu perguntei:

                - Então, como vamos acabar o trabalho?

                - Hm... que tal a gente se encontrar no meu dormitório hoje, depois da aula extra de artes? Acho que dá tempo de fazer tudo que precisamos (ok, eu TALVEZ tenha pensado merda com isso). O meu é o 19-J, é fácil de achar. – ela deu um sorrisinho.

                - Ok, até o nosso encontro. – ela me seu um soco fraco no ombro. – Hahaha, relaxa. Eu estou brincando.

                Eu voltei pro meu lugar (todos já haviam arrumado a sala). Mas antes eu fui na mesa do Juan.

                - Ei – eu falei meio baixo –, quem é aquele Hebert?

                - Ah, ele é só um zé droguinha que se acha. E vive dando em cima da Ana.

                - Hm...

                - Ih, tá com ciúmes – ele ficou zombando da minha cara.

                - Ah, cala a boca mano.

                Ele continuou a rir e me zoar. As aulas passaram e percebi que o tal do Hebert ficava alternando olhares irritados pra mim e pra Ana, eu me diverti muito com a cena.

                O intervalo tocou, todos saímos e fomos para a cantina. Peguei meu lanche e fui pra mesa que aqueles doentes mentais estavam. Junto a eles, estavam a Fernanda, a Ana, Adriane e a Giulia, e mais 4 meninas que eu conheço.

                - Hiaram – a Adriane falou –, você não conheceu elas ainda. Essas são: Amanda, Lívia, Cecília e Maria de Fátima, mas pode chamar só de Fátima.

                - Oi – eu falei em um tom simpático –, prazer em conhece-las.

                Nós ficamos conversando por um tempo, até que eu ouvi um tumulto. De repente, o Hebert estava na minha frente quase gritando:

                - Me diz ai, quem você pensa que é? – nessa hora, eu levantei. Mesmo sabendo que ia dar treta – Acha que já pode chegar tentando roubar minha mina?

                - Eu não sou sua mina!!! – a Ana gritou.

                - CALA A BOCA AI, VADIA! – ele gritou de volta.

                - Ok – eu disse –, em primeiro lugar: você vai pedir desculpas pra ela. Em segundo: mais respeito comigo, eu não tentei nada. E em terceiro: ela não é sua mina. – eu estava meio sério.

                - Cala essa porra dessa boca ai também, seu viadinho.

                - E seu eu não quiser? – eu estava com um olhar sério, mas com um sorriso de canto de boca confiante no rosto – Vai fazer o que?

                Ele serrou o punho e partiu pra cima.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!


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