História Dois mundos e uma paixão - 2 Temporada - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Exibições 56
Palavras 1.453
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ecchi, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Violência
Avisos: Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi galera "bunita"!!!
Sei que disse que lançaria um novo capítulo da fic na quarta feira, mas aconteceu uma coisa comigo e eu fiquei incapaz de escrever. Explicarei tudo nas notas finais.
Boa leitura seus lindos!

Capítulo 12 - Ajuda do meu pai


Fanfic / Fanfiction Dois mundos e uma paixão - 2 Temporada - Capítulo 12 - Ajuda do meu pai

POV Sans

  Frisk havia me ligado para avisar que passaria a noite na casa de Mettaton para que pudessem trabalhar na organização do casamento, inclusive Toriel estava indo para lá. Como os homens da situação ficariam sozinhos, decidi chamar Asgore para passar a noite comigo e com Papyrus. Seria como uma noite só para os rapazes.

  Asgore bateu à nossa porta lá para as 18h. Nos reunimos na sala e sentamos em um círculo no tapete. Havia diversos pacotes de biscoitos à nossa frente e uma pilha imensa de filmes ao lado da TV.

– ENTÃO, MR. DREEMURR, O QUE DEVEMOS FAZER? – Papyrus lançou um sorriso amistoso.

– Não tenho certeza. Qual a preferência de vocês?

– Eu digo que devemos ir dormir – Pisquei.

– SANS! DEIXE DE SER PREGUIÇOSO E APROVEITE A NOITE!

– Heh, só estava brincando.

  Fui até a cozinha e estourei vários sacos de pipoca para começarmos nossa maratona de filmes, afinal, eram muitos e precisávamos começar logo. Demos uma pequena pausa às 22h para fazermos outra coisa. Asgore apoiou o braço no sofá e virou-se em minha direção.

– Diga-me, Sans – Deu um sorriso amistoso – Como se sente com o casamento se aproximando?

– Heh, um pouco inseguro – Abaixei o olhar e me mantive com um sorriso acanhado enquanto o rubor tomava conta de minhas bochechas.

– E qual o motivo dessa insegurança? Frisk ama você – Asgore ergueu a sobrancelha esquerda.

– E eu também a amo – Fechei meus olhos e suspirei – Por isso quero que tudo dê certo e que ela fique satisfeita – Olhei para ele – Posso não entender muito sobre esse assunto, mas quero que o casamento seja perfeito, pois Frisk merece o melhor.

– Fico extremamente feliz em saber que se preocupa – Asgore sorriu.

– NYEH! SANS E FRISK TERÃO O MELHOR CASAMENTO DE TODOS OS TEMPOS!

  Demos risada e nos levantamos para esticar as pernas. Lembrando-me de um casal em particular, decidi perguntar à Asgore sobre eles.

– E quanto à Chara e Asriel? Não recebemos muitas notícias deles.

– Hehehe, eles estão um tanto “ocupados” – Asgore riu e ficou levemente corado – Eles viajaram para a costa e estão aproveitando o mês enquanto sentem a brisa do mar e a areia sob os pés.

– E o que os levou a uma viajem tão repentina?

– Eles simplesmente decidiram que seria divertido aproveitar o mês a sós na praia – Um brilho tomou conta dos olhos de Asgore e ele se virou abruptamente em minha direção – Sans! Você está sabendo que eles também vão se casar? – Me segurava pelos ombros.

– Heh, Frisk comentou sobre isso – Pisquei.

– Estou tão orgulhoso deles! – Asgore me sacudiu freneticamente pelos ombros enquanto Papyrus dava risada.

– Hey! Sou osso duro, mas também quebro.

– Oh, perdoe-me! – Asgore deu um sorriso constrangido – Estou muito animado sabendo que minhas três crianças estão crescendo – Por um instante sua expressão se tornou triste – Mesmo que... – Ele abaixou a cabeça e foi tomado pelas lembranças – Mesmo que ainda os veja como meus bebês...

– Hey, não precisa ficar assim – Ergui seu rosto e lancei-lhe um sorriso acolhedor – Por mais que sejam adultos, nenhum deles ira te abandonar. Vocês sempre serão uma família.

– Você está certo... – Asgore deu um sorriso fraco e sentou no sofá – Filmes?

– FILMES!! – Eu e Papyrus gritamos em coro. Asgore riu.

  Seguimos com nossa maratona até as 4h da manhã, o que nos deixou exaustos. Papyrus me ajudou a arrumar um colchão para Asgore, que passaria a noite na sala. Organizamos tudo para ele, demos boa noite e subimos para os nossos quartos. Antes de ir dormir, li para Papyrus uma de suas histórias favoritas. Adorava ver o brilho em suas órbitas quando ele entrava nas histórias, era como dar um presente a uma criança.

  Assim que ele adormeceu, segui para o meu quarto e me joguei em minha cama. Rapidamente peguei no sono, pois a maratona havia acabado com a energia que eu já não tinha. De olhos fechados, senti uma brisa gelada batendo contra meus ossos. Deixei a janela aberta antes de adormecer? Talvez.

  Abri meus olhos e olhei em volta, não estava em meu quarto, talvez eu estivesse sonhando. Dei um tapa em meu rosto e senti dor... Eu estava acordado? Dei mais uma olhada ao meu redor para tentar entender onde eu estava. Aquele lugar era extremamente sombrio, tanto solo quanto o que quer que estivesse à minha volta eram negros como a noite.

  Minha atenção logo foi tomada por um som à minha frente, parecia alguém que chamava pelo meu nome em sussurros. Segui aquele som cautelosamente e, depois de uma longa caminhada naquele lugar frio, me deparei com uma figura negra que se encolhia perto de um quadro negro, o qual continha várias fotos coladas com fita adesiva. Reconhecendo a figura negra, chamei por seu nome.

– Gaster?

  Um riso abafado ecoou pelo lugar enquanto ele se virava em minha direção. Ergueu as costas para tentar se pôr mais ereto, com fracasso. Com um sorriso macabro em seu rosto, ele ergueu o braço direito e fez um sinal para que eu me aproximasse.

– O que quer? Por que me trouxe aqui? – Recuei enquanto minha órbita esquerda brilhava em um azul intenso.

  Gaster ergueu levemente o braço esquerdo e Frisk apareceu ao seu lado. Sem pensar duas vezes, corri para abraçá-la, mas a mesma desapareceu assim que a toquei... Não passava de um holograma. Virei na direção de Gaster e o encarei com um olhar frio, mas o mesmo respondeu com um sorriso amistoso e uma expressão calma.

– Tem estado muito nervoso – Tocou minha cabeça suavemente, fazendo carícia – Meu filho... O que lhe incomoda?

– Não venha com essa – Recuei e ele encolheu o braço – Quais são suas intenções com Frisk? Seja sincero!

– Sans, não planejo ferir sua companheira. O que te levou a ter tal idéia?

– Sei que precisa de Determinação para voltar – Mantive minha expressão séria.

– Filho, não pretendo ferir alguém.

– E quanto às almas que deu a Frisk? Não feriu humanos para obtê-las?!

– Não, aquelas eram almas de humanos de idade avançada. Assim que partiram por causas naturais eu coletei suas almas. Pretendia extrair Determinação das almas deles, mas não obtive sucesso. Sem utilidade alguma, eu as entreguei para sua amada, pois assim aquelas almas poderiam ter uso – Gaster deu um sorriso fraco – Mas não foi por isso que eu o trouxe aqui.

  Ele pediu para que eu me aproximasse e assim eu fiz. Gaster me mostrou algumas pesquisas sobre genética, pareciam as que Alphys havia me apresentado.

– Sei que pretende ter filhos com Frisk, mas isso é extremamente complicado – Olhou para mim – Por Frisk ser humana, vocês possuem certa incompatibilidade genética, o que dificultaria a geração de prole.

– Alphys já me contou sobre isso, estou ciente desse problema – Abaixei o olhar enquanto pensava em Frisk.

– Mas creio que posso ajudá-los – Sorriu para mim.

– Como assim? – Ergui meu olhar.

– Como cientista “renomado” eu posso tentar fazer algo por vocês – Gaster pegou uma das fotos que estava no quadro negro e passou alguns instantes olhando para ela com um largo sorriso em seu rosto. Era uma foto minha na época de criança – Não posso garantir sucesso, mas prometo fazer de tudo para ajudar vocês dois.

– Eu... Obrigado pai – Lancei-lhe um sorriso.

– Mas terá que fazer algo em troca – Colocou a foto de volta e olhou para mim – Eu ainda quero voltar, quero sair dessa prisão, quero sair dessa solidão.

– E o que posso fazer por você, pai?

– Vai conseguir almas para mim. Assim poderei tentar voltar novamente.

– O que?! – Eu estava certo de que negaria aquela proposta, mas decidi continuar questionando – De quantas almas estamos falando...?

– Quantas forem necessárias.

  Recuei, me encolhi em minha jaqueta e me pus a pensar. Aquela poderia ser a única chance que teríamos, poderia ser a única chance de uma criança surgir de nossa relação... Mas valeria a pena? Seria justo tomar a vida de alguns para que um único ser se formasse?

  Gaster, percebendo minha confusão, tocou em meu ombro e fez com que eu olhasse para ele.

– Pense bem em minha proposta. Suas escolhas influenciarão nas minhas futuras ações. Agora vá.

  Gaster tocou em minha testa e fez com que eu fechasse meus olhos. Assim que os abri, vi que estava novamente em meu quarto.

  Pus-me a pensar... Não fazia sentido tomar a vida de humanos para que uma única criança surgisse, mas eu queria que Frisk pudesse se tornar mãe. Talvez haja uma maneira de contornar essa situação...

  Talvez eu pudesse aceitar a proposta de Gaster, esperar a criança nascer e não lhe entregar alma alguma. Ele ficaria extremamente zangado, isso é um fato, mas eu poderia tentar trazê-lo de volta usando a velha máquina quebrada que escondo debaixo da casa. Assim ninguém sairia ferido e ambos os lados de beneficiariam. Mas será que isso daria certo?


Notas Finais


Ok, agora as explicações! ^w^
Senpai me notou e me deu um beijo na quarta feira (foi o meu primeiro beijo). Eu fiquei extremamente mole e passei mal de tanta emoção. Estou meio desorientada até hoje XD
Tem muita coisa passando pela minha cabeça e eu estive nas nuvens nesses últimos dois dias ^w^
Mas agora eu voltei com tudo para vocês :)
Autora love vocês <3
Kissus de Ketchup <3


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