História Dois mundos e uma paixão - 2 Temporada - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Visualizações 16
Palavras 1.265
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Violência
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Meu Deus!!! Quanto tempo!!!! * *

Capítulo 17 - Lua de mel


Fanfic / Fanfiction Dois mundos e uma paixão - 2 Temporada - Capítulo 17 - Lua de mel

POV Narradora

  O dia do casamento seria inesquecível. Logo na manhã seguinte Frisk acordou e abriu um amplo sorriso, mal podia acreditar... Estava casada com quem mais amava!

  Pôs-se sentada na beirada da cama e, antes de levantar, olhou para o esqueleto adormecido atrás dela e se encheu de paixão. Levantou cuidadosamente e saiu do quarto na ponta dos pés para que Sans não acordasse.

  Dirigiu-se à cozinha, apanhou uma tigela de plástico, leite, ovos e outros afins e preparou algumas panquecas. Separadas em pilhas de cinco em dois pratos, Frisk despejou melaço sobre as panquecas e colocou um cubo de manteiga sobre cada uma. Assim que terminou de organizar o café da manhã, olhou para a porta e viu Sans parado, apenas sorrindo para ela.

– Bom dia, Sans.

– Bom dia, Frisk – Olhou para a mesa incrivelmente organizada – Tudo parece uma delícia – Voltou seu olhar para Frisk e a analisou rapidamente – Tudo mesmo.

– Para, Sans!! – Corou imediatamente. O esqueleto apenas deu risada e tomou um lugar à mesa.

  Papyrus havia ido passar a noite com Mettaton, deixando Frisk e Sans sozinhos em casa. Aproveitando a ausência do irmão no café, Sans tomou seu tempo fazendo piadas que deixavam Frisk desesperadamente acanhada, mas ainda assim a divertiam.

  Terminaram de comer e Sans ajudou Frisk a lavar toda a louça e limpar a mesa. Ele definitivamente não gostava desse tipo de trabalho, na verdade ele não gostava de trabalho algum, mas não se importaria de fazê-lo todo dia se tivesse Frisk ao seu lado.

POV Sans

  Lavar toda a louça foi um saco e pareceu levar anos para acabarmos, mas foram apenas alguns minutos. Começo a me perguntar se a preguiça tomou posse do meu ser (risada interna da narradora).

  Peguei Frisk pela cintura e a deixei sentada sobre a bancada da cozinha. Coloquei-me entre suas pernas e ergui a cabeça esperando um beijo, o que não demorou. Passei meus braços pela sua cintura enquanto ela acariciava meu rosto. Suas mãos estavam geladas por causa da água da torneira, o que me fez arrepiar. Quebramos o beijo e repousei minha cabeça sobre o seu ombro enquanto sussurrava em seu ouvido.

– Te amo demais.

  Antes que pudesse responder, toquei seus lábios com os dedos para que não falasse. Retirei duas passagens aéreas do bolso da jaqueta e entreguei para ela. Seus olhos se encheram de brilho, mas pude vê-la relutante.

  Frisk havia me pedido para não ficar me martirizando por causa de uma lua de mel. O casamento havia sido uma despesa imensa, principalmente porque Toriel não tinha intuito de economizar. Eu entendo que ela esteja preocupada com prejuízo financeiro, mas não quero economizar agora, este é o nosso momento. Quero dar para Frisk o melhor antes, durante e depois do casamento.

– Apenas aceite. Procurei um lugar que não fosse muito caro, mas que fosse bom.

– Sans, não precisava.

– Sei disso, mas vale a pena – Toquei-lhe os lábios carinhosamente – Agora vá, o avião sai em duas horas.

– Sans!

– Heh, desculpe. Parecia mais legal corrermos para pegar o avião.

  Subimos para o quarto e rapidamente organizamos tudo. Papyrus estava sabendo da viagem e se ofereceu para no levar ao aeroporto. Em vinte minutos ele estava buzinando do lado de fora da casa.

  Colocamos nossa bagagem no porta malas e corremos para o aeroporto. Fizemos o check-in rapidamente, nos despedimos de Papyrus e seguimos para a área de embarque.

POV Frisk

  No avião, Sans deixou que eu me sentasse à janela, já que ele pretendia dormir a viagem inteira, que pelo menos me permitisse olhar a paisagem. Não demorou para que o avião decolasse.

  Foram servidas diversas gostosuras no avião. Comi de tudo enquanto Sans continuava dormindo, mas guardei alguns dos pacotes para que ele tivesse o que comer quando acordasse.

  Foram três longas horas voando, mas pude me distrair com alguns animes baixados no cartão de memória do meu celular, todos indicados pela Alphys. Logo fomos avisados de que o avião iria pousar e que precisávamos colocar o cinto de segurança novamente, ressaltando que Sans nem sequer tirou o dele. Chegamos em solo e os passageiro começaram a descer, mas eu fiquei para trás porque Sans simplesmente não acordava. Foram necessários a comissária de bordo, o piloto e mais três passageiros para despertar a preguiça.

  Pegamos nossa bagagem, fomos para o portão principal, chamamos um taxi e seguimos para o hotel que Sans havia reservado. Era um hotel fazenda com um visual rústico, me apaixonei sem nem precisar entrar. Fomos bem recebidos e o atendente era uma graça de pessoa. Podíamos fazer passeio de cavalo, trilhas, podíamos comer frutas direto das árvores, nadar no lago ou na piscina e, caso quiséssemos, duas horas de carro e estaríamos em uma praia.

  Levaram-nos até o nosso chalé e disseram para nos sentirmos em casa. Era tudo uma gracinha, tudo muito bem arrumado. Poderia ficar naquele lugar para sempre sem remorso algum!

– Ah, Sans, estou encantada com tudo isso! Esse lugar é lindo!

– Heh, fico muito feliz que tenha gostado, Frisk. Procurei muito por esse lugar.

POV Narradora

  Ainda era cedo, o que permitiu que Sans e Frisk fizessem um passeio a cavalo, uma trilha e ainda tiveram tempo para nadar no lago. Naquela noite, o prato principal oferecido aos hóspedes no jantar era macarronada à moda da casa. Sans caiu de boca em seu prato, Frisk achou um pouco repugnante e desnecessário, mas, assim que provou o macarrão, ficou com vontade de fazer o mesmo. Estava simplesmente divino.

  No chalé, após um banho revigorante, Sans se deitou no colchão macio e fechou os olhos, não para dormir, apenas para curtir a energia do lugar. Frisk estava de pé, olhando pela janela.

– Está encantador... Não me importaria de ficar aqui para sempre se pudesse ver um céu estrelado assim toda noite – Sorria enquanto procurava constelações.

– Você não tem noção de como estou contente por você estar gostando daqui, Frisk – Olhou para a jovem, com um sorriso bobo no rosto.

– Sans... Meu Deus, como eu amo você! – Virou-se para o esqueleto e lançou-lhe um amplo sorriso.

  Ele se levantou, foi até a janela e fechou a mesma junto com as cortinas. Lançando um olhar atrevido, Sans se aproximou de Frisk. Ergueu suavemente seu rosto e tocou-lhe os lábios com paixão. Frisk ardia por dentro. 

  Levantou-a pela cintura, caminhou até a cama e a deitou cuidadosamente sobre o colchão macio. Tirou a jaqueta e pôs-se a engatinhar sobre Frisk. Tocou o rosto dela com o indicador e, enquanto dava-lhe um beijo, descia o dedo rumo à sua barriga.

  Despiu a jovem e fez o mesmo consigo. Apoiando as mãos no colchão, ao lado da cabeça de Frisk, Sans se inclinou e olhou profundamente nos olhos dela. Pôs-se a mordiscar seu pescoço enquanto acariciava seu seio com cuidado para não machucá-la.

  Frisk se entregou a ele enquanto seu corpo emanava ondas de calor. Passado as preliminares, Sans se pôs dentro de Frisk (narradora está tendo um troço!). Ofegante, as pulsações de seu coração batiam no mesmo ritmo da alma do esqueleto, acelerando juntas a cada novo ápice. Colocando-se nas costas de Frisk, Sans continuava enquanto a mesma puxava o lençol. Reclinando sobre ela e tocando seu peito em suas costas, Sans sussurrou em seu ouvido. Sua voz estava lenta e profunda.

– Eu te amo, Frisk.

  Frisk correspondeu à frase em um sussurro, ainda mais baixo. Não era capaz de falar, seu corpo não respondia. Deitou a cabeça no colchão e Sans deu um beijo em sua bochecha. A noite continuou e continuou mais quente do que a chama que arde no corpo de uma fênix.


Notas Finais


Eu havia prometido escrever algo mais "picante" e aqui está" (É tudo que consegui XD)
Preciso ressaltar que senti muita falta de escrever e senti muita falta de vocês...
Quero terminar essa história e vou tentar ficar DETERMINADA novamente, prometo!!!

Sério, eu senti muita falta de vocês...
E peço mil desculpas pelo tempo que deixei vocês sem conteúdo algum...
Desculpa mesmo...

Me esforçarei o máximo para dar para vocês o melhor conteúdo e a melhor história! Pois vocês são os melhores do mundo e merecem!

Narradora ama muito todos vocês <3
Kissus de Ketchup <3


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